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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

O doutor, o físico e suas contradições


Quanto mais assistimos a net, mais vemos uns que pensam e aqueles que não.

Queremos interagir, pois isso nos parece uma estratégia para se ganhar dinheiro.

Ele não nos cansa, uma vez que precisamos. E para isso, argumentamos daquilo que nos veem a cabeça.

Falta um guia que nos torne sermos verdadeiros. “O verdadeiro conhecimento vem de dentro.’ – Sócrates.

Ele não está dando autoridade para um lado de negação ao conhecimento certo, mas de um saber vivido. Ele próprio viveu sobre o mundo de realidades dos homens da oratória, mesmo que tivessem os sofistas.

A questão não se trata de física propriamente dita. De um saber sobre o campo da astrologia, da astronomia e muitos menos da NASA.

O que se figura é a pretensão. É a arrogância. É o querer aparecer. É a mentira.

A questão não se trata da dúvida, nem tão pouco da questão, pois dela, resulta de uma dialética.

Questionar é de profunda necessidade. É profundo interrogar do que nos querem impor.

Perguntar faz parte da filosofia. Do pensamento correto. Do entendimento. Do resultado.

Nada pode ser mais opressor para qualquer um não poder duvidar.

Hoje dia a sociedade de uma maneira para contundente ao que parece não admite aquele que refute das suas ideias. É um “crime”, fazê-lo.

Claro que para haver um acordo, devesse no mínimo que se entenda do assunto proposto.

A proposição apresentada pelos apreços de alguns, no último caso, no servem como base para resolver nossas questões. Contudo, aquela que veio sobre produção de ‘compreensão’ tem que ser analisada. E deste, formada, sim ou não, como condições de aceita-las como verdadeiras.

A criança aceita e até imita, mas elas também questionam e ficam bravas pelas suas próprias decisões. Sua decisão pode até parecer para nós que não há compreensão, entretanto, sobre o seu próprio raciocínio. 

“No Estágio 3 encontramos o início da verdadeira imitação de sons e movimentos que já estão no repertório da criança. Isto é, ela reproduzirá muitas vezes as ações de outrem, mesmo que ela própria não estivesse anteriormente a praticar aquela ação.”
Mesmo à criança imitando, ela também rejeita.

O argumento não está sobre o manto do antagonismo. A questão não se trata em ser antagônico em tudo que nos impõe. O paradoxo se estende em entender daquilo que vem para nós.

Ninguém come sabão sem saber, o que é o sabão? O sabão não é para comer, mas para lavar roupas. Mas há crianças que comem sabão sem saber o que é sabão.

Existem conflitos aí? Claro que existe.  Se eu não puder pensar o que nos propõe, haveria de aceitar o sabão como comida.

Se não puder questionar, o que é o comunismo? Aceitarei o que ele é, comida.

Se come comida, sem saber o que é comida?

Lutar pela Rússia ou pelo Stalingrado, faz de Stalin, um herói? Pode ser que se fizesse dele naquele momento de salvação. Percebeu? Se nós estamos cercados por tropas do nazismo, de Hitler, então acreditamos no nosso salvador quando não nos deixou na mão dos opressores.

A comida que nos deram foi aquilo que não tivemos a opção para escolher; estávamos cercados pelas tropas do inimigo.

“Um velho general, remanescente do czarismo, comentou com um comandante alemão: ‘Se vocês tivessem chegado há vinte anos, talvez fossem recebidos com festas. Agora já é tarde demais... Estamos lutando pela Rússia e essa causa nos une a todos.”
A comida estava estragada, mas era o que se tinha no momento.

Veja que existem: questões e questões; acusações e acusações; fatos e fatos; e mentiras.

O próprio Sócrates sofre-as da última, às mentiras para satisfazer os egos daqueles que imputa valha-as.

“1. Não sei, Atenienses, que impressão causaram os meus acusadores. Pela minha parte, ao ouvi-los, estive quase a esquecer-me de quem sou, a tal ponto eles foram persuasivos. E, no entanto, se assim me posso exprimir, não disseram uma só palavra verdadeira.”

A mentira pode causar um homem a morte por falta de retratação. Essa, não admitida por Sócrates.

“E se, expondo sem hipocrisias todas as vantagens que creio receber dos deuses e dos homens, bem como a opinião que faço de mim mesmo, tiver sentimentos pelos juízes, preferirei morrer a mendigar servilmente a vida e fazer-me consentir uma existência mil vezes pior que a morte.”

Ainda há aqueles que acham que não devemos pensar tudo que vivenciamos como captura de fontes.

“O homem propõe e dispõe. Só depende dele de se possuir totalmente, quer dizer, de manter em estado anárquico o bando cada dia mais temível de seus desejos. A poesia lho ensina. Ela traz em sai a compensação perfeita das misérias que suportamos.”
A primeira impressão pode ser estabelecida sobre o surrealismo, mas como sabemos este é um fenômeno construído sobre um mundo fantasioso. A fantasia “adentra-se”, sobre a realidade. Uma realidade não existente, contudo, querendo que exista de alguma maneira.

O último movimento segundo (TELES, 1997), da vanguarda europeia teve mesmo sendo uma ‘Revolution surréaliste’, da sua influência, oníricas (Concernentes a sonhos), teve como pivô de ‘partidas’, um apoio filosófico da fonte principal em Freud e do marxismo.

Pois bem, sabemos que mesmo fora de outros autores que se comunicaram afim de introduzir o surrealismo, sabemos que quando alegamos tais perspectivas nos trás ao jogo da fantasia pandoriana.

O que é surrealismo? Segundo o dicionário Amora (1917-1999), é uma “Escola artística, poética, literária que se expõe a expressar, através de um puro automatismo psíquico, a atividade original do pensamento, independente do controle da razão e sem atender as normas estéticas ou morais.”

Veja que minha convicção está baseada aquilo que almejam que até ‘sem querer’, mas querendo nos fazem aceitar de um sonho. O sonho pode ser um fenômeno daquilo que pensamos durante o dia.

Claro que podemos compreender que há sonhos realistas que se farão de fatos que se irão concretizar.

Freud, admitia que os sonhos eram exercidos por ‘fantasias’ provenientes de anseios sexuais.

Temos que admitir também que nem todos os sonhos são reais e se tornam. Os fatos nos apresentam outros episódios.

Podemos fantasiar, e essas, podem nos fornecer alicerces para a realidade.

 Uma composição como por exemplo, nos levam aos acontecimentos, às escritas, às notas musicais e por fim, um recital (Composição ou toques musicais por uma pessoa; concerto musical). Tudo pode ser real, porém, nem tudo o é.

“Ludwig Van Bethoven praticou todas as formas musicais existentes em seu tempo [fora sua própria composição]. Absolutamente novo, porém, é o tratamento que ele imprimiu a essas formas. Gêneros herdados do Classicismo de Haydn e Mozart, como concertos, sonatas e sinfonias, foram ampliadas e reelaborados, apresentando soluções que abriram caminho para a liberdade formal dos românticos.”

Pode-se fantasiar e desses sonhos fazer um recital ou comandar uma orquestra.

Entretanto, mesmo numa velocidade de pensamentos, às vezes não são verdadeiros, e nos fazem em questão, serem mentiras.

O próprio escritor Jorge Amado, fora comunista. “A Raquel de Queiroz aproximou Jorge Amado dos grupos comunistas e o escritor começou a participar dos movimentos de frente da Aliança Nacional Libertadora. Chamado de comunista foi preso entre 1936 e 1937. Quase dos mil volumes de seus livros foram queimados em plena Salvador, por terem sidos considerados subversivos.”

Temos que entender o porquê disso, pois há dúvidas. Lembre-se que ele estava vivendo num tempo escravistas e ele mesmo era negro. Os coronéis eram os donos do pedaço. Havia muita opressão aos trabalhadores. Diante disso, quando há uma ‘forma’ de libertação, ele entra.

Embora, sendo escritor, isso não o deixa livre dos fatores maus. Resignado pela estrutura da sociedade perversa, acredita numa libertação através da força.

A febre, isto é, uma força ‘libertária’, poderia fazer com que o povo se alcançar a liberdade. Muitos acreditavam nisso. Outrora, muitos decepcionaram-se e morreram com os seus propósitos.

“Sou apenas um baiano romântico e sensual.” “É preciso viver ardentemente.”

Ele acreditava nos seus ideais. Liberdade a todo custo era de tamanha necessidade.

Os problemas de revoluções, muitas delas envolve questões sociais. Existem vários fatores de ascensão social.

No jovem Trotsky, foi assim, judeu, sem posses, via e vivia a mercê da sorte.

Assim quando se via em necessidade, com pura depressão, e crise existencial, adentrar-se num período de angústia.

Daí nasce a vontade dos estudos de filosofia, história e literatura.

Vendo vários de tipos de acontecimentos, que se desenvolvia na sua época, e tendo herdado uma cultura judia que estava em conflitos com outras sociedades, da qual ainda não aceitava-o, pois havia a questão antissemita, ele houve falar do marxismo e entra nesse campo afim de querer uma revolta no intuito de melhorar suas condições de sobrevivência.

O que talvez ele não conhecia seria das ilusões que isso causaria.

O regime, seria uma solução. Pensava os seus idealizadores, de classes trabalhadoras (proletárias), contra burguesas (industriais e comerciantes ricos).

“Naquele momento, o que Lev sabia sobre a teoria marxista limitava-se à ideia de que todos os aspectos de uma sociedade são determinados por suas condições econômicas.”

Como já foi expressado, à tendência é parecer verdade, entretanto, é pura imaginação. Não que não se possa imaginar, mas essa, deverá atender para uma realidade de fatos verídicos.

O doutor sabe. O físico conhece. O doutor expõe, o físico quer refutar. O doutor tem razão. O físico nem tanto. O doutor se comporta com interrogação, o físico com sofisma.

O doutor conhece, visto quer questionar para esclarecer. O físico acha que sabe, pois só aceita sem questionamento.

Se você fosse realmente honesto, saberia quem tem razão. Sabe aquele que investiga a fundo. Não aquele que pensa que conhece sem fazer uma investigação naqueles que ele pensa que aceitou da sua própria doutrina. O próprio Newton havia dito que não estava concluída das suas investigações.

“Assim, quando atiramos uma bola para cima ela cai em direção ao solo, é porque ela está sobre influência da curvatura que a terra causa no espaço tempo. Veja que não há nenhuma força sobre a bola. Ela está apenas seguindo a trajetória mais curta nesse espaço deformado.

Você deve estar se perguntando: ‘Então, tudo aquilo que aprendi nas aulas de física sobre força gravitacional está errado? Sim, está.

Mas como já dissemos, a ideia de força – ou toda a teoria newtoniana da gravitação – funciona muito bem para os fenômenos do sistema solar. Só falha, por exemplo, quando está muito próximo do sol, onde a curvatura que essa estrela causa no espaço-tempo começa a ser apreciável. Daí a anomalia na órbita de Mercúrio, planeta mais próximo do sol, que a gravitação newtoniana não consegue explicar.”

Einstein, não se conformou com a explicação da gravidade. Ele queria saber, como isso poderia acontecer quando fenômeno chega mais próximo do sol.

Ora, o que queremos dizer, que mesmo um cientista pode refutar outro, pois isso depende da atuação da sua aceitação no campo do sentido.

Conclusão

O homem é um ser pensante, isto é, que pensa. Então como pensadores, o que ele deveria mais fazer seria pensar.

Mas o pensamento não depende do pensamento dos outros, contudo do seu próprio. De nos fazer homens que almejam saber.

As investigações que os homens fizeram, foram aqueles que nos trouxeram até aqui. Não foram aqueles que ficaram de comum acordo, mas aqueles que entenderam que precisariam chegar mais adiante.

O homem não é uma máquina que comandando-a ela aceita os comandos. Não estamos querendo dizer que não aceitamos comandos estabelecidos, são coisas opostas.

O que queremos salientar, é um homem que investiga, que mesmo existindo a coisa pré-estabelecida, ela ainda quer conhecer mais e libera sua consciência para mais.

A costureira não faz somente uma roupa, nem o marceneiro somente um móvel. O agricultor planeja como plantará sua horta afim de obter uma excelente colheita.

Todos os dias surgem novas roupas, novos móveis e uma nova forma de plantar nossos alimentos.

Desde da época arcaica que os homens lutaram no intuito de melhorar da sua agricultura. “A agricultura possibilitou um excedente de produção, isto é, as plantações forneciam uma quantidade de alimentos acima do mínimo necessário à sobrevivência.”

Cada dia acompanhamos o crescimento dos nossos alimentos na agricultura, são recordes e mais recordes todos os anos.

A primeira e grande revolução se deu na agricultura, pois sem ela, não poderíamos sobreviver. Portanto, a principal fonte de vida.

Aí de nós, se não existissem os doutores do saber cientifico, com suas tomadas de decisões de desenvolvimento nas melhorias das coisas.

Aí de nós, se não existissem os trabalhadores, os enfermeiros, os ferreiros, os motoristas, os alfaiates, etc.

Tudo seria ruim se não tivesse aqueles que pensando, serem, os verdadeiros artistas, os criadores, os desenvolvedores das descobertas mais eficazes para nos fornecer às abundâncias que nos permeiam hoje.

Afinal, precisamos mais deles. E menos, blá, blá, blá.

Referencias

1)    PHILIPS, John L. Jr. Teoria de Piaget sobre as origens do intelecto, p. 77, 1977 – Socicultur

2)    HOOBLER, Tomas e Dorothy - Os grandes líderes – Stalin, p. 77, 1985-87 – Nova Cultura

3)    PLATÃO, - TRADUÇÃO: PULQUÉRIO, Manuel de Oliveira, Apologia de Sócrates, p. 60, 1972 – Editorial verbo

4)    LAMARTINE, Par A. La mort de Socrate – p. 57, 2003 – CT editora Ltda

5)    TELES, Gilberto Mendonça, Vanguarda Europeia e modernismo brasileiro, p.170, 1977 – Editora Vozes

6)    AMORA, Antônio Soares, Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa, 701, 2008 – Saraiva

7)    COELHO, Lauro Machado, Clássica – A história dos gênios da música – Bethoven, p.2 s/d – Nova Cultura

8)    GARZA, Hedda, - Os grandes líderes – Trotsky, p.20, 1987 – Nova Cultura

9)    CURY, Fernanda, Coleção Iluminados – O grande gênio – Albert Einstein, p. 67, s/d – Minuano Cultural

10)                     FERREIRA, José Roberto Martins – História Martins, p. 63, 1997 - FTD

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sábado, 26 de outubro de 2019

A soberba dos mestres e doutores


Edito de Deus para Belsazar e antigas ruínas de Laodiceia


É comum acreditarmos na nossa própria força quando estamos bem (sentido financeiro e intelectual).

Cremos quase sempre que estamos certos nas nossas decisões.
Confiamos atrativamente que sabemos e nossas imposições são dignas de confiança.

“MENE, MENE, TEQUEL E PARSIM.”

- E agora a explicação: MENE quer dizer que Deus contou o número dos dias do reinado do senhor e resolveu termina-lo. TEQUEL quer dizer que o senhor foi pesado na balança e pesou muito pouco. PERES que dizer que o seu reino será dividido e entregue aos medos e aos persas. (Daniel 5.24-28).

Essa apreciação foi quase começada pelo final, pois foi pra mostrar que perdemos, quando nós, nos achamos muito.

Belsazar brincou com que era sagrado. Ele cria que poderia com tudo. O problema nosso é crer que somos superiores porque temos algum tipo de poder.

Sejam esses: intelectual, cargo, conhecimento etc., carecemos em reconhecer quão fácil é que podemos cair.

O homem é um ser pensante, porém, vive em seu aspecto intrínseco como que seja uma luz que não se pode apagar.

Esquecesse de que sua história só permanece se puder continuar sobre da sua existência.

Viver é o princípio fundamental para que continue aparecendo no campo temporal.

Maria indagou: ‘... Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido.”
Maria é aquela pessoa que pensa que basta estar do lado de Jesus Cristo que garante a vida.

Não basta somente isso.

Pedro andava ao lado de Jesus e ele lhe disse: “arreda-te de mim, Satanás.”
A maioria das pessoas confia que está numa posição privilegiada, pois trás pra si uma coisa que outros possam confiar nele, da sua autoridade.

Rei, doutor, mestre, cientista etc.,

A frase de rejeição que Belsazar ouviu do profeta Daniel não deve ter deixado ele muito alegre. “Pesado foste e achado em falta.”

Ora, mas ele não era um rei? Ora, não foi ele o sucessor do ungido do Senhor, Nabucodonosor? Como poderia agora ser duramente repreendido? 

A questão não foi somente porque usara os utensílios sagrados do templo, mas porque fora soberbo.

O perigo que possamos encontrar era o da tal imitação.

Aqueles que outrora haviam presenciado o que fizera poderia fazer o mesmo no futuro.

Deus cortou logo o mal pela raiz.

“A natureza diversifica e imita, o artificio imita e diversifica.” – Pascal.

O problema de Belsazar era da sua divisão entre o que tinha e possuía. Era o rei, e possuía tudo ao seu comando.

Quando é o usado PERES em aramaico é a forma singular de Parsim e que queria dizer ‘dividido’; isto é, ‘dividiu’ seu reinado entre os medos e persas.

A sua soberba agora foi restringida e mostrado a todos que ele era uma simples pessoa diante de Deus.

A questão de Deus não se restringe em humilhar o homem, mas mostrar-lhe que sua força pertence à Ele.

Deus queria mostrar para Belsazar que é ele que comanda o mundo e não ele.

Deus está além do tempo, pois é eterno. Apocalipse 1.4,8.

Lembremos do que Laodiceia dizia: “Somos ricos estamos bem de vida e temos tudo o que precisamos” (Apoc. 3.17).

Segundo a história, Laodiceia era rica materialmente. Ora, se era rica em coisas, óbvio que havia homens inteligentes.

Mas a repreensão de Deus foi: [tu]... és miseráveis, infelizes, pobres, nus e cegos.” Verso 17 última parte.

Pois bem. O mesmo que Belsazar, acreditando que era poderoso e poderia fazer o que viesse a mente.

Assim é o que num instante Deus desfalece seus desígnios.

Não há dúvida nenhuma que “aquele que se exalta será humilhado.”

O sol nasce para todos, e, portanto, o lado rebuscado não é sobre o viés de poder, mas de submissão.

Veja que no Pentecostes todos estavam reunidos em oração humildemente para receber o poder do alto.

Não havia ali um maior que outro; mas todos em comum acordo.

Havia uma sintonia entre todos para receber a devida iluminação que iria nascer entre eles. Atos 2.

Se por acaso algum entre eles se julgar-se melhor do que outros em todos os sentidos, não haveria de receber tal poder.

Qual era a lei ali? Ora, é fácil perceber que se resumia no amor.

A beleza que lhes evolvia era a participação entre todos em comum acordo em oração.

O próprio poder de Jesus Cristo estava subordinado na sua causa por si mesmo. Ministério da Kénosis, ou seja, do despojamento mediante de Si. ‘humilhou-Se a Si mesmo, feito obediente até a morte de cruz.” (Fil.2.80).
Sendo rei e poderoso desconsiderou ser.

Hoje em dia o que mais se houve, é, ‘sou mestre, sou doutor, Ph.D. etc., no assunto.

O problema não está em fortalecer seus argumentos no que seja, mas para fazer disso um instrumento para adquirir que o que está falando tenha peso, pois sou o que sou.

Não é nada demais ressaltar sua posição diante da sociedade. O problema consiste em achar que só porque tem um mestrado ou doutorado, estará certo? Uma pós, mestrado e doutorado se resume em tudo? Não claro que não!

Dominar uma coisa não te dá o direito de achar que conhece do que esteja falando no conceito de outro assunto.

Por outro lado, não estamos aqui dizendo que não se possa comentar sobre outros assuntos. Contudo, devemos fazê-lo com humildade, pois podemos ser surpreendidos em refutações.

Por exemplo: - Que haja luz!
E a luz começou a existir. Gn 1.1.

Podemos pensar que Deus havia criado a luz no primeiro dia, mas isso só aconteceu através do quarto dia quando criou o sol.

O entendimento pode ser da sua presença, bem como uma linguagem de compreensão do autor mostrando da divisão de dia e noite, e não sobre o aspecto cronológico linear quando escrevera.

Portanto, seria uma incoerência afirmar e de compreensão que Deus havia criado no primeiro dia a luz, e no quarto o sol. Não faz sentido!

Temos que levar a compreensão na implicação que os escritos eram em linguagem hebraica; e, portanto, em conjunção diferente da língua portuguesa.

O preenchimento das ocorrências poderia também ser formado sem utilização de forma concreta aos fatos, mas sobre o atendimento de lembranças – memórias.

Temos que compreender que mesmo a Escritura Sagrada ser de inspiração divina, os pergaminhos eram de retratação humana.

Veja que no caso de João, quando escreveu o apocalipse ele estava em Patmos. Ora, aprisionado em um lugar distante dos acontecimentos, só sabia pela natureza do Espirito; mas sobre percepção humana, isto é, sua.

Onde foi escrito? “... achei-me na ilha chamada Patmos...’ (Ap.1.9). ‘Trata-se de uma ilha Dodecaneso, no Mar Egeu. Mede 16 Km por 6, ou seja, tem 96 Km2. Afastada 53 km da costa da Ásia Menor e 60 Km a sudoeste de Mileto. Destinava-se a prisioneiros políticos, que trabalhavam na extração de metais.’”.

Você consegue perceber que Deus usa um homem simples sem muito, pra enviar uma mensagem para às Igrejas da Ásia?


Pense. Não havia doutores na época de João? Sim.

Entretanto, Deus quis escolher um homem simples para levar sua mensagem.

O homem gosta de assumir uma função de soberba; e Deus ao que parece gosta de falar com os mais fracos.

Na época do imperialismo alemão, quando os ditos, ‘superiores’ raciais, foi quando surgiu o presunçoso Darwin.

Nesse período, o pesquisador Charles Darwin lançou seus trabalhos sobre a evolução das espécies. Elaborou a Teoria da Seleção Natural, segundo a qual os animais mais adaptados e mais fortes têm mais chance de sobreviver e reproduzir-se que os menos habilitados. Essa teoria tem elementos coerentes [duvidosos], desde que circunscrita aos animais, embora tenha sido muito criticada por outros especialistas.

O que podemos notar com mais cautela é à soberba de Darwin, pois quis mexer no sistema criador.

Parece que muitos não perceberam a trama envolvido aí. A Alemanha estava passando por uma verdadeira revolução. Com uma indústria cada vez mais vigorosa, o Estado alemão iniciou uma política expansionista para dar sustentação ainda maior a esse arranque econômico. A teoria darwinista caía como uma luva para os anseios alemães: se os animais fortes se sobrepõem aos mais fracos, então os países fortes deveriam dominar os mais fracos.

Temos que compreender que Darwin era alemão, mesmo tendo insígnia judia.

Os alemães estavam considerando-se superiores aos outros homens, portanto, nada mais maligno do que Darwin/alemão, fez que pudesse ajudar os seus compatriotas.

A questão não foi de apropriasse dos estudos de Darwin, mas ele próprio estava envolvido na causa de mudança das estruturas da sociedade.

Darwin, não estava cego ou alienado no que estava acontecendo na Alemanha.
Ele sabia muito bem como ajudar seus compatriotas.

Veja que nesse tempo, isto é, do expansionismo surgiu outro alemão chamado, Friedrich Ratzel (1844-1904), denominado Antropogeografia.

 Influenciado pelo darwinismo, o geógrafo alemão inicia a formulação de uma das teorias mais importantes em Geografia: o determinismo geográfico.

Veja que a ideia de Ratzel era de um pensamento “Lebensraum”, em alemão, espaço vital.

Ora, não parece o mesmo significado do regime nazista, mesmo da sua importância quanto o aspecto de estudo?

A soberba do ser humano não tem limite.

Não esqueçamos que o regime nazista foi pra o buraco – morte de Hitler e seus comparsas.

Os dados marcantes da história nos trazem para um fator relevante, os homens soberbos caem do pedestal.

Não estamos expressando que os homens fortes não sejam necessários para uma nação, pois isso é previsto até pelo próprio Deus, mas aqueles que impõe na sociedade um espectro de superioridade.

A humildade é um fator essencial no homem que quer alcançar o age no sentido pleno.

Eu nunca pensei em ser poeta, nem nunca me considerei (e até hoje não me considero) com temperamento de poeta. Eu tenho temperamento de crítico. Meu ideal foi sempre ser crítico literário. Ocorre que aos 17 ou 18 anos não se tem cultura nem discernimento para ser crítico. Então eu comecei a fazer poesia, apenas me preparava para a crítica. Muito pouca gente notou isso, mas a minha poesia é sempre crítica. – João Cabral de Melo Neto.

“Um dos maiores poetas de todos os tempos na Literatura Brasileira.”

Retratava de uma maneira sútil e peculiar diante da realidade dos fatos, suas obras.

Mesmo sendo um grande na literatura, assim mesmo, não se considerava um poeta como os outros.
Assim é que se faz um homem.

Já em outros cenários, entra Marx, ‘fundador’ dos direitos de ‘liberdade’, isto é, do liberalismo individual, ante a sociedade ‘opressora’.

Marx, incorpora um pensamento que estivera sendo oprimido por uma sociedade capitalista, da qual o homem tem que ser liberto da mesma.

Ao que parece, Marx, quis lutar contra um poder que o aprisionava, e queria a liberdade.

Porém, a liberdade também pode causar dores, pois isso depende das escolhas que fazemos.

O existencialista declara frequentemente que o homem é angústia. Tal afirmação significa o seguinte: o homem que se engaja e que se dá conta de que escolhe simultaneamente a si mesmo e a humanidade inteira, não consegue escapar ao sentimento de sua total e profunda responsabilidade. (SARTRE, 1987, p.7).

Pois bem. Para Sartre é o homem que faz o próprio homem, isto é, são das suas próprias decisões que o aprisiona ou o liberta.

Diferente de Marx, que quis achar um culpado pela falta de progresso, então age em detrimento da soberba da culpa nos outros.  Sartre, alega que o homem é o centro de escolha do seu eu.

“O conceito angústia está relacionado ao binômio: liberdade – responsabilidade. Faço as escolhas e ao fazê-las sou eu, exclusivamente eu, o único responsável por elas.”

Então, ao que parece muitos dos nossos ‘frenesis’, são justificados pôr o que nós queremos na vida.

Não estamos conclamando os sofrimentos que nos entristeces, como fator que não podemos alcançarmos em enxergar, mas aqueles que provocamos.

É óbvio que existem aceites de doenças que não podemos reprimi-los ou exclui-los; bem como outros fatores do sofrimento.

O conceito aqui não está voltado pra que muitos entendam, no sentido de sentimento ao que conste dor, mas ao questionamento de como uma pessoa ser.
Existem muitos que fala sobre a ‘escapologia’ de várias coisas; sem se darem conta da escatologia das suas pregações.

Vivem enviesando às coisas dia após dia. Parecem até que são futurólogos, pois pretensiosamente intervém nos fatos, mas nem conhecem de fato os pormenores escriturísticos.

Conhecer de uma matéria não sintetiza uma sociedade. O ser humano é composto em mente de outras conquistas, isto é, de vários tipos de conhecimento.
Ainda existem os instintos, que os psicólogos, os chamam, são ‘folk physics’, ou física intuitiva.
Assim podemos perceber algo na matéria ou no espaço que nos toma o campo do espírito no que tange sentido.
Assim mesmo que nós queiramos refutar algo, mesmo usando uma lógica concreta, o subjetivo nos toma como percepção em aceitar ou não ser verdadeiro.

Analogicamente o refutador quer mostrar que está correto e apresenta um conceito direcionado ao que figura acreditar, e o considera, é, claro, fato aceitável.

Embora, informando que aquilo que expressa ser verdadeiro, ainda pode surgir outros questionamentos no campo cognitivo.

Um discurso mesmo no campo intelectual de um doutor, uma vez que pressupõe da sua grandeza que exprime ter, quando se trata da sua conjectura, daquele assunto que quer refutar, os pormenores lhes faltam quando esse entra em outro campo que não o domina.

Há no mundo duas espécies de grandezas, pois há grandezas estabelecidas e grandezas naturais. As grandezas estabelecidas das dependem da vontade dos homens que acreditaram, com razão, dever honrar certas condições de vida e ligar a elas certa consideração. As dignidades e a nobreza são desse gênero. Num país são honrados os nobres, em outro, os aldeões; neste, os mais idosos, naquele os mais jovens. Por que isso? Porque isso agradou aos homens. A coisa era indiferente antes do estabelecimento; após a instituição se tornou justa, porque é injusto perturbá-la.

As grandezas naturais são aquelas que são independentes dos caprichos dos homens, porque consistem em qualidades reais e efetivas da alma ou do corpo, que tornam ambos mais estimados, como as ciências, a luz do espírito, a virtude, a saúde, a força.

O homem pode conjecturar quanto há uma instituição qualquer, pois isso estar no seu alcance de submissão, mas isso não quer dizer que o que exprime ser a verdade absoluta.

Uma verdade reage à outra quando essa apresenta pormenores que paradoxalmente investe sobre essa.

O que surge antes da sua interpolação é o sujeito está usando a arte de persuasão.

Claro, que para um professor doutor, é muito mais fácil. E como toma das suas insígnias, aí fica mais concreta, uma vez que apresentou seu instrumento de trabalho acadêmico.

A repetição a favor dos questionamentos que quer fincar nas cabeças dos ouvintes tem o fator de memorizar os que escutam.

Que mesmo apresentando aparentemente fatos concretos, não quer dizer que seus conselhos sejam certos ou estejam corretos das suas intepretações de ver o mundo.

Veja bem. Se entrar um homem com um anel no dedo que lá tá uma balança, poderíamos concluir que ele possa ser um advogado. Contudo, aquilo pode ser somente um símbolo de vaidade dele – usar o anel de ouro no dedo.

Pode ser que nossa compreensão nos leve a acreditar que ele seja um doutor, mas poderemos está enganado no que tange o fato de ele não ser, coisa nenhuma.

A maneira que reagimos aos acontecimentos é uma questão de escolhas.

O cara pode falar o dia inteiro sobre um assunto determinado por ele, e mesmo assim, o que diz pode ser falso.

Ele pode até apresentar fatos imagéticos que nos deixem com dúvidas, e assim mesmo, pode não ser verdadeiro.

Jesus Cristo é citado dezenove vezes no alcorão, mas eles acreditam que ele é somente um profeta.

Veja que os muçulmanos acreditam em Jesus Cristo como profeta, mas quando diz: “Quahyat en-nébil – Pela vida do Profeta, não está se referindo ao profeta Jesus, mas à Maomé.

Portanto, uma coisa é apresentar algo, e outra, é ser verdadeiro no que apresenta.

Quando digo, verdadeiro, não estou alegando que ele esteja mentindo, pois pode ser que essa pessoa acredite sinceramente naquilo que apresentou.

A verdade nesse caso pode ser uma questão subjetiva – ou escolha.

O masoquista gosta de sentir dor.

A dor aqui pode ser uma forma de alimentação ao cerne do seu eu – ego.

Veja que no século XX há havia instrumentos muito avançado na área da agricultura, mas os camponeses russos ainda usavam ferramentas e técnicas agrícolas medievais.

A questão aqui não se trata de inteligência, mas da forma que conduzir os seus ‘dramas’.

O aprisionamento de um povo, às vezes estão interligados com a forma que quer ver o mundo ao seu redor.

O andar da carruagem depende dos cavalos e daquele que a conduz.

Hoje vemos Cuba um país altamente atrasado no que pulsa em tecnologia.

Carros antigos, ruas ainda com paralelepípedos etc., um atraso infinito.

A questão não se resume em futurologia que ao que parece falta de muito acertos, mas em relação ao desenvolvimento.

Olha essa questão quando aos futuristas (cientistas atuais), 
De Sigmund Freud 91856-1939), os futuristas herdaram a ideia de tomar o inconsciente como fonte da criatividade. A influência do pensamento de Henri Bergson já foi referida. Resta mencionar a importância central dada por Bergson à instituição, atitude que não poderia agradar mais aos futuristas e a todos os demais vanguardistas da primeira metade do século XX. Paradoxos e contradições não faltam no futurismo. A condenação veemente do passado não impediu que Mussolini fosse oficialmente considerado um continuador da linguagem dos césares; os bolcheviques transferiram para Stalin o culto dedicado as imagens dos santos, que os russos herdaram de Bizâncio, da mesma forma como os nazistas ansiavam por renascimento dos deuses germânicos e fizeram de Hitler um novo cavaleiro teutônico.

O fato é adentrar-se no inconsciente e tomar as devidas de noções do realismo real, daquele que seja verdadeiro em contraponto com o falso parecer real.

Conclusão

Como já vimos que muitos homens ditos, como ‘inteligentes ou doutores do saber’, em seus muitos discursos, levaram muitos homens ao fracasso.

Não basta somente crer naqueles que apresentam uma nova visão quando essas vêm, mas saber se o intuito é somente pra satisfazer o ego.

Ego esse, revestido de soberba. Alguns já fizeram tais coisas e levaram muitos aos perdidos campos de torturas.

Conhecemos dos mesmos já introduzidos na história e que não fizeram grande coisas no sentido de ajudar à humanidade.

Lembremos da frase instigada por Satanás: ‘... Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.” (Mateus 4.9).

Talvez o fato de alguns não seja a adoração ao inimigo, mas a si mesmo.
Adoração de si próprio no campo da soberba.

A adoração do que diz e fala chega a ser uma sinfonia, que não se pode escutá-la porque está sobre a sua batuta.

O maestro dirige a orquestra para trazer afinação. Porém, se este estiver fora de sintonia pode causar uma verdadeira desarmonia.

O maestro não só interpreta o que os instrumentistas fazem ou tocam, mas ouvem, sem tomar sobre si, somente a responsabilidade.

Referências

1)    ALMEIDA, Silas Leite, Apocalipse Escatologia, p.5, s/d – Lerban

2)    TAMDJAN, James Onning, Geografia Geral do Brasil, p.239, 2005 – FTD

3)    OGLEARI, Braz e Fábio Bettes, Resumos de Literatura, p. 155, s/d

4)    MENDES, Ademir Aparecido Pinhelli et.al Filósofos – Ensino Médio, p. 149, 2008

5)    PASCAL, Blaise, Pascal do Espírito Geométrico – Pensamentos, p. 65, s/d – Escala

6)    – Leituras da história, p. 12, 2009 – Escala

7)    Sociedade Bíblica do Brasil – Bíblia de Estudo – NTLH, 2000 SBB

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