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terça-feira, 11 de março de 2014

A disposição de Jonas – Fugir!


Como é importante estarmos disposto e para fazer algo, contudo nem sempre isso acontece.

Se eu disser: - vai haver um jogo aonde nosso time vai jogar. Tenho quase certeza que nenhum de nós deixaria de irmos ao campo, pois para um fanático por esporte e seu time, jamais poderia supostamente admitir não está presente nesse evento de tamanha importância, considerando que é um torcedor fiel de carteirinha.

Nas Escrituras Sagradas (Bíblia), são-nos revelado que existiu um homem que teve também uma grande disposição, entretanto, essa era para fugir da presença do Senhor.

Vamos ver o que apresenta em Jonas 1, diz: “Certo dia, o Senhor Deus disse a Jonas, filho de Amitai – dispõe-te e vai a grande cidade de Nínive e grite (clame) contra ela, porque a maldade daquela gente chegou aos meus ouvidos”.

Jonas se aprontou, mas para fugir da presença do Senhor. Pois é amigo, não é isso que fazemos hoje? Fugimos da presença de Deus!

Mas, por que será que Jonas não queria ir a Nínive? Jonas sabia que Nínive era uma cidade pecadora, maldosa e capital da Assíria.

E o seu próprio nome, Jonas significava “pomba” que era naquela época uma referência a sua personalidade, talvez manso ou calmo, como uma pomba.

Duvido muito que Jonas queria deixar sua tranquilidade para estar no meio daquele povo maldito e rebelde.

Era o tempo do rei Jeroboão II, rei de Israel, tempo do qual Jonas estava.

E o que aconteceu nesse período, vamos ver? Leiamos: “- Povo de Judá pecou contra o Senhor e deu mais motivos para ele ficar irado do que todos os seus antepassados haviam dado”. (2 Reis 14.22).

Jonas sabia o que estava acontecendo e tinha medo e achou por bem fugir.

Disposição para enfrentarmos o mal, não só faltou para Jonas, mas para nós também.

Estamos sempre dispostos para fugirmos da presença do Senhor, quando este nos pede uma coisa que parece um absurdo.

Se eu convidar-se você para irmos para uma festa, ah, não tenho dúvida que você si disponha logo ao convite ser um dos primeiros a querer ir.

Entretanto, no caso de Jonas não era uma festa, era um pregação que deveria leva-la ao povo cruel, arrogante e rebelde. Veja que Jonas ele tomou rumo na direção oposta, a de Társis – Seria uma mera coincidência?

Jonas partiu em direção contrária isto é, para o Oeste, Nínive ficava a nordeste de Israel.

Társis era o lugar mais distante na direção oposta de Nínive. Viajar para longe do Senhor naquele tempo, muitos pensavam que os deuses estavam presos a específico lugar ou um país.

Veja: “... Pois me expulsaram da terra do Senhor Deus para uma terra onde posso adorar somente deuses estranhos”. (I Samuel 26.19).

“... eu não vou oferecer sacrifício e ofertas que são completamente queimadas a nenhum deus, a não ser Deus, o Senhor”. (2 Reis 5.17).

Então, podemos perceber que eles acreditavam que havia deuses nessas regiões e não distanciariam desses lugares.

Portanto, Jonas estava realmente disposto para fugir da presença do Senhor, uma vez que acreditava que o Deus permaneceria naquela região.

Também fazemos hoje quase o mesmo, estamos sempre dispostos para fugir de Deus.

- Disposição é que nos falta para servimos!

Jonas acreditava que saindo da presença da divindade, e indo ao caminho contrário não mais seria visto e muito menos exigido dele que fosse até a Nínive.

No entanto os Israelitas sabiam que com o Senhor não era bem assim. O próprio Jonas entendia que foi Ele que fez tudo, o Céu, o mar e a Terra, tanto é verdade que confessa isso no verso 9 do capítulo 1.

Ademais, pensou: “por que não fugir, pois a tradição pode está certa e nós errados?”.

É comum nós pensarmos mais ou menos assim: será verdade que Deus quer que eu faça isso? E mesmo ouvindo sua voz, Jonas se dispôs a fugir de Deus.

E entrou num navio como já conhecemos e foi em direção a Társis. Porém, fica a pergunta: Por que Társis, não poderia ser outra cidade?

Pois bem, Jonas sabia que em Társis havia ouro, prata, marfim e macacos e micos. Quer uma prova? Leia I Reis 10.22.

Társis também tinha uma frota de navios que foram construídas pelo Rei Salomão (Isaías 9.26).

Társis, uma cidade de tempos bíblicos do Antigo Testamento considerada até hoje como sendo um lugar de incerta localização.

Entretanto, alguns acreditam que ela faz aparte hoje do Líbano.

Contudo, muitos têm certeza que ela era situada na região da Espanha.

A Bíblia Sagrada dá margem para acreditar que ela seria na Espanha.


Veja: “Salomão tinha uma frota de navios que viajava até a Espanha junto com a frota de rei Hirão, cada três anos a sua frota voltava trazendo ouro, prata, marfim, macacos e micos.” (2 Crônicas 9.22).

Portanto, Jonas queria na verdade está muito bem, afinal não faltava prosperidade nesta cidade.

Ademais, não queria tá num meio de pessoas perversas e cruéis.

A história de Jonas ressalta a importância quando Deus chama para um fim proveitoso, não adianta querer fugir Dele, pois Ele não deixa.

Não é ai uma questão de livre escolha, ou livre arbítrio, mas de salvação.

Vemos que no capítulo 3, o Senhor chamando-o mais uma vez, e mesmo depois de ter sido jogado no mar e engolido por um grande peixe, tendo ficado na sua barriga três dias e três noites. (Jonas 1.15 e 17).

Orou e foi atendido, porque sempre Deus atende um coração sincero em aflição. (Capítulo 2).

Disse-lhe o Senhor: “Dispõe-te e vai a Nínive", dessa vez Jonas si dispôs, mas não para fugir da presença do Senhor. (Jonas 3.1).

Disposição é que nos falta! Estamos sempre dispostos para qualquer outra coisa, menos quando se trata de enfrentarmos o perigo, uma vez que estamos bem, confortável e acomodados com nossa situação de bem estar.

Jonas levantou foi e pregou com voz de trombeta, dizendo que após quarenta dias e Nínive seria destruída. (leia Jonas 3.4).

O que talvez ele não esperar-se aconteceu: “O rei de Nínive dispõe-se e tirou às suas vestes reais, e vestiu-se de pano de saco e sentou-se em cinzas.” Ainda mais ordenou: “Esta é uma ordem do rei e dos seus ministros. Ninguém pode comer nada. Todas as pessoas e também os animais, o gado e as ovelhas estão proibidos de comer e beber. Que todas as pessoas e animais vistam roupas feitas de pano grosseiro! Que todas as pessoas orem a Deus com fervor e abandone os seus maus caminhos e as suas maldades! Talvez assim Deus mude de ideia. Talvez o seu furor passe, e assim não morreremos.” (Jonas 3.8 e 9).

Jonas estava disposto a ouvir tudo, menos que sua profecia de destruição não seria confirmada, porque a multidão não merecia, visto serem pecadoras.

Não é isso que acontece hoje, onde acreditamos e disposto que “morram” aqueles que não acreditam na nossa mensagem, mesmo que para isso tenhamos que pisarmos neles?

Não admitimos que nossa mensagem possa está errada (no sentido de mudança), porque está escrito, e na nossa compreensão finita, achamos quase impossível uma cidade cruel e perversa sofrer mudanças.

Visto supostamente não acreditarmos que pessoas mudem de ideias, temos a soberba de acharmos que estamos em melhor situação que eles, pois nossas profecias estão certas Esquecemos que não são as profecias que nos salva, são elas que nos mostram o que irá acontecer, mas a salvação pertence unicamente em Jesus Cristo. Não é porque sabemos que iremos sermos salvos, não, é quando transformados pela mudança de atitude, coração e mente.

Foi isso que pensou Jonas: [“Esses malditos, devem morrer!”], sua angústia foi tão grande por saber que não iria ser confirmada sua profecia destruidora que preferiu morrer. Ele disse: “– Para mim é melhor morrer que viver.” (Jonas 4.8 última parte).

Que lição podemos amigos aprender ai? Que nem sempre a nossa profecia é realizada como queremos, pois, Deus trabalha com diversos meios, ou seja, profecia condicional. Por exemplo: Um governante pode ser eleito este ano como governador do seu estado, porém, relaxa sua atuação diante do povo, onde não cumpre os propósitos que a sociedade almeja que seja feita, na área da Educação, Segurança, Saúde, Transportes e Trabalhos, mesmo Deus tendo dito que ele seria o governante desse estado, vendo sua falta de disposição, tira-o do poder.

Não foi isso que fez Deus com o rei Nabucodonosor, quando ele passou a comer a erva do campo e seus cabelos cresceram como as penas da águia?

 Assim disse o Profeta Daniel: “– Ó rei, a grande árvore que vistes és tu, que cresceste... o senhor será expulso do meio dos seres humanos e ficará morando com os animais selvagens. O senhor comerá capim como os bois, dormirá ao ar livre e ficará molhado pelo sereno. Isso durará sete anos, até que o senhor reconheça que o Deus altíssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei o homem que ele quer.” (Daniel 4.24 e 25).

Nossa atenção agora é voltada para Jonas. Deus perguntou-lhe: “Por que você estaria com raiva que não havia feito nada no mundo?” Jonas não havia entendido que a disposição de Deus era salvar toda aquela gente, quanto, animais. (Mais ou menos 120 mil pessoas, fora os animais e outras coisas).

Assim sendo, podemos acreditar que nem sempre nossa disposição é a mesma disposição de Deus, e que Ele está sempre disposto a ouvir uma oração e um coração sincero. Amém! [G].




http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Os Efeitos da Renovação nos Homens



Hoje em dia o que mais percebemos são os espíritos dos homens atormentados pela façanha do que acontece no mundo atual.

Façanha esta que nada mais é que revoluções. Porém, foram esses espíritos que 
transtornados por problemas existentes no mundo que transformaram o mesmo.

Contudo, há aqueles que provocam os tormentos e valorizam esses, a fim de utiliza-los. 

Somente alguns homens envolvidos nas nações podem exercer forças vindas muitas vezes de natureza externas para usar a favor da perversão quanto ataque contra a existência do próprio homem.

Muitos desses homens tentam separar-se e separar aqueles que tentam chegar-se próximo de Deus; torna-se tão neurótico quanto loucos. É uma crise profunda investindo-se nas suas causas e nas suas coisas, porque ver-se obrigado por não acreditar em nada, achar-se numa vida melhor neste mundo, pois o além não existe para eles.

É como usar o talco para aliviar a coceira. A doença aparece e tenta livrar-se através das ações revolucionárias, porque não ver saída há não ser que esta esteja no efeito do remédio.

Entretanto não conseguem perceber que o remédio já está cheio de bactérias, e somente um tônico vindo de outro lugar, aliviaria sua dor.

É uma dor no amago de querer uma melhora, mas não aquela aparente, mas aquela de restauração.

Conquanto não entende a essência da verdadeira cura, porque se recusa acreditar na força divina.

Os homens de hoje não suportam nem pensar que seus problemas atuais e constantes estar na catástrofe do que ele mesmo proporcionou, pensam que podem resolver através de forças anárquicas quanto ecumênicas no sentido revolucionaria instintivamente, alcançar a vitória no aspecto de trazer alívio.

Suas mentes são obscurecidas ao extremo por focar suas forças aonde não deveriam ver. Sua critica ao que se refere no que está no acontecimento na sociedade quanto na moralidade pervertida, seria resolvida se revoluções violentas trariam uma mudança completa em tudo. Mas isso é mero engano, por se tratar que os valores sociais moralmente corretos são dignamente apresentado em sinal da conduta que a fé em Deus é o melhor caminho, por elevação de leis apresentada no comportamento de um verdadeiro e honesto homem que deva ser.

O que o homem precisa é mais redenção do que revolução, e essas, não iriam ficar longe, pois não atendem e nem entendem direito onde buscar os melhores valores fundamentais, para si ter uma vida digna quanto perfeita.

O homem não consegue redimir-se pelas suas próprias forças e racionalizações; ele precisa de força superior para chegar-se ao aperfeiçoamento e este constantemente diário.

E isso só é conseguido quando seu rumo não está em focar nas causas e coisas do mundo, mas nas causas e coisas do céu.

Se olhares para o céu, o olhar tornar-se para o alto, se olhares para terra, teu olhar se torna para baixo - É o obvio!

Portanto, as chuvas caem de cima e rega tudo que atinge, ninguém consegue se molhar quando a água evapora-se da terra para céu.

Porém, o contrário é verdadeiro. Assim é o Espírito de Deus, uma vez que veio do céu, cai quando lhe é permitido molha-los.

Há uma realidade vinda que veio do próprio Deus para nós, aquela em que quando o homem deixa-se sentir, quando busca mesmo não merecido este favorecimento.

Pois bem, essa revolução não mais é preciso ser feito força por força, porque ai o homem já está transformado, quanto renovado, e já age de maneira certa como também coerente e intrinsecamente santificado.

Embora estejamos mais interessados como influenciados em apontar os erros existentes e os efeitos deles na sociedade, a alma renovada transformada pelo poder celestial, não mais, se interessa por corporações revolucionárias para resolver os problemas coletivos; haja vista, não existem mais problemas, porque todos chegaram à compreensão e aceitaram a mudança no caráter pessoal.

Mesmo parecendo ser uma utopia, isso seria vantajoso se fosse uma realidade aceita por todos, contudo, não querem admitir que seja essas coisas e causas que lhes faltam para uma mudança comportamental que os levaria para uma sociedade mais perfeita e completada.

Não é uma questão de pensar num ser que viveu extrinsecamente longe de nós, não, é Ele mesmo está presente agora, pois havia dito: “Eis que estou convosco até a consumação dos séculos.” (Mateus 28.20). Se estive hoje do nosso lado, seria somente um exemplo para nós? Se isso for verdade, então, por que não seguimos o exemplo de homens bons que vivem atualmente no nosso meio? Porque sabemos que eles existem, e mesmo assim não queremos segui-los, pois, nos fazemos orgulhosos ou fere nosso egocentrismo.

Ah, mas é só acontecer algo bom ou mal que nos lembramos de que Deus existe, porque nosso sentimentalismo nos leva a acreditar que são forças divinas que fizeram, por exemplo, que ganhássemos na loteria, ou somente Deus pode resolver achar o assassino escondido que matou um de nossos filhos.

É Deus ali, é Deus aqui, quando si enriquece, quando se faz um gol, quando não se afoga nas águas da praia, ai Deus existe e merece seu elogio, porém, no meio da sociedade inflacionária, corrupta, pervertida e com valores morais sexuais além dos animais - esse Deus não existe.

Juntemos forças e vamos à guerra, porque se não fizermos algo, o mundo não muda, e esquecem que a mudança em primeiro lugar faz-se em nós e não nos outros.

Minha força e minha liberdade eu exijo e quero por completa, contudo, não fale de Deus, porque Ele só existe quando eu premiado ou em grandes apuros no meio de tubarões ou a deriva nos mares da vida.

Eu até acredito que Jesus Cristo viveu e morreu e que era um homem bom, mas isso foi há 2.000 anos, hoje a realidade é que, se eu não for para guerra revolucionaria não alcançarei minhas vantagens e não terei liberdade que mereço, pois não quero enxergar que meus valores morais, são eles, que deveriam ser restaurados ao nível de santidade.

Por certo e acredito que Ele é a cabeça da igreja, contudo, não da minha, pois tenho liberdade de expressão e livre escolha para ser o que bem quiser ser.

Ora, mas, se queres ser o que quiser, por que o mundo não pode ser do jeito que é, visto ele também utiliza dos mesmos artifícios que você usa também, com livre escolha, livre arbítrio e expressão?

Assim sendo, sua escolha entre essas observações a luz do racionalismo, já caem por terra seus desejos e suas vontades.

Portanto, a afirmação de que sobre sua própria influência racional levada ao extremo ser livre no mundo para fazer o que bem que me aprouve fazer, já não é uma realidade sensata, mas falsa.

Jesus disse: “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós.” (João 14.18).  A chave aqui é, está ligada em Jesus Cristo para obter o fruto da prudência, quanto, sensatez.

Todo corpo toma parte na divindade, pois, ela em si faz presente em nós: “não sabeis que vossos membros são templo do Espírito Santo, que habita em vós, que vos foi dado por Deus, e que não pertenceis a vós mesmos?” (I Coríntios 6.19).

Portanto, para está totalmente renovado com uma mudança por completa, deva-se está ligada sua natureza a natureza de Cristo.

E essa ligação revolucionaria no mundo, sem que seja preciso fazer qualquer tipo de reivindicação, visto o homem já estaria percebendo que seu próximo deveria ser ajudado.

Conclusão

Quando houver uma ligação completa do homem com o divino, os amigos irmãos, não precisariam de mais nada que os outros e aqueles abastados de riquezas os ajudariam.

Alegar que está transformado ou renovado pelo espírito santo ou por pelo próprio Deus, e ainda, ver irmãos ou amigos sofrendo, precisando de conforto, comida, lar, emprego, escola para os filhos e dinheiro, e não ajuda-los como na igreja primitiva de Atos 2; é está realmente totalmente equivocado quanto aos planos de Deus em relação ao “amor ao próximo como a si mesmo.” Renovado por Deus ou pelas suas próprias decisões?

Meu caro amigo, entenda de uma vez por todas: que o verdadeiro cristianismo ou mudança humana só estará ligado com o divino, quando as necessidades dos outros são as nossas necessidades. Que Deus nos ilumine! Amém! [G].






http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Deus Usará Instrumentalidades que nos Surpreenderão



"Permiti-me dizer-vos que o Senhor trabalhará nesta última obra de um modo muito fora da comum ordem de coisas e de um modo que será contrário a qualquer planejamento humano. Haverá entre nós os que sempre desejarão dominar a obra de Deus, para ditar até que movimentos se farão quando a obra avançar sob a direção do anjo que se une ao terceiro anjo na mensagem a ser dada ao mundo. Deus usará maneiras e meios pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos. Surpreender-se-ão os obreiros com os meios simples que Ele usará para efetuar e aperfeiçoar sua obra de justiça." Testemunhos Para Ministros, pág. 300

"Assim como outrora chamou pescadores para serem Seus discípulos, Ele suscitará dentre o povo comum a homens e mulheres que realizem Sua obra. Em breve haverá um avivamento que surpreenderá a muitos. Os que não percebem a necessidade do que deve ser feito serão passados por alto, e os mensageiros celestiais trabalharão com os que são chamados de pessoas comuns, habilitando-as a levar a verdade para muitos lugares." Manuscript Releases, vol. 15, pág. 312


Trabalhadores Habilitados Pelo Espírito Santo

"Na última e solene obra se empenharão poucos grandes homens. ... Deus realizará uma obra em nosso tempo que poucos esperam. Ele suscitará e exaltará entre nós os que são mais adestrados pela unção de Seu Espírito, do que pelo preparo exterior de instituições científicas. Estes meios não devem ser desprezados ou condenados; eles são ordenados por Deus, mas só podem fornecer as habilitações exteriores. Deus mostrará que não depende de seres humanos instruídos e cheios de si." Testimonies, vol. 5, págs. 80 e 82

"Às almas que buscam diligentemente a luz e que aceitam de boa vontade todo raio de iluminação divina vindo de Sua Santa Palavra, unicamente a essas, será a luz comunicada. É por meio dessas almas que Deus revelará aquela luz e poder que iluminarão toda a Terra com Sua glória." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 377.

"Disciplina de espírito, pureza de coração e pensamento é que são necessários. Isto tem mais valor do que admirável talento, tato ou conhecimento. Uma mente comum, acostumada a obedecer ao "Assim diz o Senhor", está mais bem habilitada para a obra de Deus, do que aqueles que têm capacidades mas não as empregam corretamente." Review and Herald, 27 de novembro de 1900

"Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá." O Grande Conflito, pág. 606