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sábado, 3 de agosto de 2019

O Deus do inferno

                             

“E com muitas parábolas tais lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender. E sem parábolas nunca lhes falava; porém tudo declarava em particular aos Seus discípulos.” – Marcos 4.33-34.

Segundo o minidicionário Soares Amora nos diz: “Narração alegórica (simbólica)que envolve algum preceito de moral ou uma verdade importante.” ¹

A doutrina que o “fogo eterno” seja literal é um erro de interpretação seja para leigos ou para clérigos.

O fogo só age em função da matéria. Ele surge para queimar. Podemos concordar que ele pode fundir, purificar, exterminar etc., mas quanto ficar em eternidade é contra da sua funcionalidade.

Deus é eterno e tudo que ele faz dura; mas tudo estar submisso a Ele.

Se alegarmos um fogo que nunca se apaga num sistema literal em Marcos 9.42-50. Teremos que aceitar o fato que os vermes também seriam.
“Jogado no inferno”. Verso 47;

“Ali os vermes que devoram não morrem, e o fogo nunca se apaga.” Verso 48.

Tanto o ‘o fogo eterno’ quanto “os vermes”, no texto escrito trás de um inferno onde crianças seriam oferecidos em oferendas aos deuses pagãos.
O inferno biblicamente está em referência ao vale de Ben-Hinom que era um lugar de oferecimento de crianças ao deus Moloque. E os mortos quando estão sem vidas os vermes os devoram.

“Queimou os seus filhos em sacrifício no vale de Ben-Hinom, fazia adivinhações, praticava magia e feitiçarias e consultava adivinhos e médiuns. Pecou contra Deus, o Senhor e fez com que ele ficasse irado.” – 2 Crônicas 33.6.

Considere o texto de Isaías 66.24, pois lá expressa que “Depois, sairão da cidade e verão os corpos daqueles que foram mortos por terem se revoltados contra mim. Os vermes que os devoram nunca morrerão, e o fogo que os queima nunca se apagará. Todos terão nojo deles. Eu, o Senhor, falei.” – Isaías 66.24.

Agora vamos analisar de forma certa. O morto não tem vida, pois está em estado inerte, putrefato e os vermes o consome, não é? Se estão no “inferno eterno” queimando com um “fogo eterno”, como então estarão vivos se estão mortos e os vermes os comem? Não há lógica nisso nenhuma! Prova que isso é alegórico (metafórico).

Portanto, um fogo eterno vai queimar mortos e “vermes vivos”? Mortos não têm vidas, pra quê queimá-los (no sentido de eternidade)? Não tem lógica!

O contexto nos serve somente como base de saber em função de obediência que uma vez fazendo o que Deus quiser alcançaremos salvação; e não, o fim – o fogo eterno – perdição.

Claro que haverá uma extinção eterna daqueles que em função de não obedecer serão mortos definitivamente.

Veja o caso de Sodoma e Gomorra: “De repente lá do céu, o Senhor Deus fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra. Ele destruiu essas duas cidades, e também todo o vale e os seus moradores, e acabou com todas as plantas e árvores daquela região.” – Gênesis 19. 24 e 25.

A eternidade do fogo sobre Sodoma e Gomorra durou até fossem extintas definitivamente. Percebeu?

A parábola do Rico e Lázaro

Como já foi dita, parábola é uma metáfora a fim de trazer algo para a realidade, mas não deixa de ser uma figura de linguagem.

Portanto, seu sentido não é literal.

Uma parábola é uma comparação, pois necessitamos de um paralelo no intuito de nos fazer compreender algo que queremos expressar.

Dizemos: “Ele foi mais veloz que um carro.” O homem é um carro? Claro que não! Isso é uma figura de linguagem para que compreendermos que ele foi rápido.

“Nossa, ele é gordo como um elefante.” O homem é um elefante? Claro que não! O que queremos alegar embora de forma preconceituosa e pejorativa que ele se faz acima do peso.

Tudo de forma metafórica ou parábolas.

Jesus falava por parábolas, pois não queriam que eles compreendessem do que ele se referia, uma vez que não era sua hora de morrer.

“Por isso lhes falo por parábolas: porque eles vendo, não veem e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis. E vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido. E ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam os seus ouvidos; para que não vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o coração, e se convertam, e Eu os cure.” – Mateus 13.13-15.

Há algo para se perceber: “Não compreender, não ouvir, não perceber, visto o coração deste povo está endurecido”.

Um coração endurecido é como uma pedra dura que será difícil de quebra-la.

Veja que quando Deus deu sua lei, deu-a em pedras, pois sabia da sua dureza, da sua firmeza.

Queremos aqui fazermos uma alegoria (metáfora) do que representa um coração endurecido com um paralelo de uma pedra dura, sabendo da sua diferença, um de carne e outra feita de rocha.

Tudo isso disse Jesus por parábolas à multidão. E nada lhes fala sem parábolas, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta que disse: ‘Abrirei em parábolas a Minha boca; publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo’.” – Mateus 13.34-35.

Não podemos considerar que uma parábola seja uma forma de forma de interpretação literal.

Seria o mesmo que admitir que um homem por ser gordo e veloz seria “um elefante” e “um carro”.

Mas há no nosso meio principalmente evangélico que acredita que lendo a alegoria do Rico e Lázaro, creem veementemente que seja uma verdade absoluta.

Se fossem estaríamos admitindo a imortalidade da alma.

Vamos aos textos a fim de revelar o contexto: “Jesus continuou: - Havia um homem rico que vestia roupas muito caras e todos os dias dava uma grande festa. Havia também coberto de feridas, e que costumavam largar perto da casa do rico. Lázaro ficava ali, procurando matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do homem rico. E até os cachorros vinham lamber as suas feridas. O pobre morreu e foi levado pelos anjos para junto de Abraão, na festa no céu. O rico também morreu e foi sepultado. Ele sofria muito no mundo dos mortos. Quando olhou, viu lá longe Abraão e Lázaro ao lado dele. Então gritou: ‘Pai Abraão, tenha pena de mim! Mande que Lázaro molhe o dedo na água e venha refrescar a minha língua porque estou sofrendo muito nesse fogo!’

- Mas Abraão respondeu: ‘Meu filho, lembre-se que você recebeu na sua vida todas as coisas boas, porém Lázaro só recebeu o que era mau. E agora ele está feliz aqui, enquanto você está sofrendo. Além disso, há um grande abismo entre nós, de modo que os que querem atravessar daqui até vocês não podem, como também os daí não podem para cá’.

- O rico disse: ‘Nesse caso, Pai Abraão, peço que mande Lázaro até a casa do meu pai porque eu tenho cinco irmãos. Deixe que ele vá e os avise para que assim não venham para este lugar sofrimento.’

- Mas Abraão respondeu: ‘Os seus irmãos têm a Lei de Moisés e os livros dos Profetas para os avisar. Que eles os escutam!’

- Mas Abraão respondeu: ‘Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite’”. Lucas 16.19-31. 2

Se considerarmos como literal o texto, teremos que admitir o mundo dos mortos lá em Hen-Hinom. Lembre-se do que já foi exposto sobre o mundo dos mortos: “Aqui o mundo dos mortos é um lugar de sofrimento”. Aonde lemos o sofrimento do mundo dos mortos? Estamos falando no mundo dos mortos, uma vez que a parábola nos leva para um mundo além do nosso.

Então o mundo dos mortos não existe no sentido de sem vida, pois foram os dois para lugares diferentes e não morreram. A morte aqui passou do estado inerte, sem vida para vida de como uma alma eterna.

Já nos foi ensinado no mesmo contexto que não existe eternidade quando no ato de sofrimento eterno.

No livro Assim diz o Senhor: “E os pobres e mendigos que morreram antes de Abraão para que seio foram? [...].

Bem, se apenas por ser mendigo alguém tem direito ao Céu, o crente então jamais poderá ficar fora dele, e que seio é esse para caber tanta gente? Abel que viveu antes de Abraão, para que seio foi?

Agora, pasme o irmão. Para onde fugir, diante desta pergunta: E Abraão, chamado o amigo de Deus, homem justo e bom, o pai da fé, morreu, e para onde foi? Para o seu próprio seio?” ³

O problema que encontramos são as sutilezas dos erros que muitos admitem sem questionamentos.

O seio de Abraão ao que parece seria um lugar onde Jesus Cristo não existe, uma vez que se o mendigo estar lá no céu, então conseguiu subir com seus próprios méritos. Onde fica a graça aqui?

O que Jesus queria aferir com essa parábola? Quem era o rico, e quem é o pobre Lázaro? O rico era, aquele que tinha o depósito de Deus, isto é, a Torah, ou seja, às Escrituras Sagradas e não a cumpria.

Lembre-se que Jesus estava direcionando a parábola aos fariseus, pois eles eram os mestres da lei e o contexto leva-nos a acreditar nisso.

Portanto, o rico (Judeus fariseus), não cumpria o que realmente os escritos queria que eles fizessem – serem bondosos e misericordiosos.

Eles cobravam impostos e exigiam mais e mais oferendas no templo.
Às oferendas tinham que serem compradas e muitas delas estavam nos portões do Templo.

Jesus Cristo derrubou a mesa dos cambistas e mercadores que faziam vendas quanto recebiam muito dinheiro com isso. Marcos 11.15-16. “Os chefes dos sacerdotes ficaram muito irritados com a atitude de Jesus, mas não puderam fazer nada, porque ele tinha o apoio do povo.”

Quanto a lugar do céu e inferno (lugar de sofrimento) ao que parece no contexto uma diferenciação, na antiguidade existia a cultura de dois mundos em paradoxo.

O mundo da qual àqueles que fossem bondosos, generosos e misericordiosos seriam merecedores do mesmo.

E, o outro, àqueles que fossem maus iriam sofrer. Jesus Cristo sabia que eles conheciam, uma vez que alcançava através dos Escritos.

Por isso, adentra numa alegoria com um único objetivo, fazer-lhe perceber que não estavam cumprindo das atribuições que compunham nos seus escritos.

Nada além disso referência o contexto. Um paralelo composto por significação daqueles que pertencia em duas classes sociais.

O que pode ter existido e ainda existe é não entender a compreensão daquilo que Jesus outrora quis passar.

Os judeus fariseus (mestres da lei) tinham uma vida de opulência e luxuosa, e os pobres, uma de extrema pobreza.

Lembrem-se que eles (os pobres), estavam sobre o domínio romano, e, portanto, sobre vários tipos de sofrimentos; enquanto os fariseus obtinham vantagens não só sobre a estrutura administrativa quanto financeira, isto é, a arrecadação que impunham sobre os outros.

“Os que creem que o dinheiro faz tudo, costumam fazer qualquer coisa por dinheiro.” – Voltaire 4

Os judeus fariseus acreditavam que eram soberanos no sentido de admissão em compreensão das leituras dos livros dos profetas.

Jesus mostra-lhes mesmo quando em parábola que eles estavam se enganando literalmente.

Quando não dando atenção aos necessitados, eles condenavam-se a si próprios.

“Ninguém pode ficar a uma excelsa altura, isento de perigo. A tempestade deixa ilesa a humildade flor do vale, enquanto desarraiga a majestosa arvore no cimo da montanha.” 5

Jesus não estava ensinando sobre almas imortais, mas sobre moralidade.
O que se passar além de disso, dessa explicação, é pura imaginação humana; e fora do contexto da época, da cultura e da realidade que eles viviam.

O rico apresentado era os judeus fariseus. Lázaro era os pobres.

O rico poderia usufruir da opulência e conforto que os pobres poderiam fornecer-lhe, mas não estava realmente entendendo o que a Torah (Bíblia), queria apresentar contundentemente.

Alguns querem apresentar através desse contexto dois mundos, um lugar onde está o pobre e um outro, o rico.

Nada mais enganoso o que Jesus Cristo queria trazer-lhe.

Um lugar onde um rico viverei eternamente sofrendo? O inferno? Que Deus seria esse que faria dois mundos paralelos? Ele criou a Terra e outro lugar onde vive os pecadores? Coisa estranha!

O céu, a terra e outro mundo paralelo? Coisa estranha!

Onde então estará Satanás, no mundo paralelo sofrendo sobre cadeias? E como foi que ele apareceu oferendo toda a riqueza a Jesus? Não parecia estar sofrendo!

À Bíblia afirma que Satanás e seus demônios caíram na terra e não em outro mundo paralelo.

Se considerarmos um lugar de suplicio teremos que admitir um mundo paralelo ante a terra. Coisa ilógica!

Ora, se o inferno for um lugar paralelo, por quê então Jonas orou assim? “E orou Jonas ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe, e disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e Ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e Tu ouviste a minha voz.” – Jonas 2.1-2.

Onde estava Jonas? No vente do peixe. Então o inferno para ele era um lugar de sofrimento, mas tinha lugar, a barriga do peixe. Percebeu?

Nada além do que o texto quer relatar seria a verdade.

Veja isso: “Pois não deixará a minha alma no inferno, nem permitirá que o Teu Santo veja a corrupção.” – Salmo 16.10.

Temos que fazer a pergunta? Qual era a situação de Davi para exprimir-se dessa forma, “a minha alma no inferno”? Ora, Davi estava em tamanho aflição (de morte), uma vez que lhe perseguiam.

Então “alma no inferno” quer dizer, não me deixe eu, pessoa, passar por tamanha aflição (morte).

Se consideramos o fato do contexto do Davi, saberemos que ele não estava preocupado com outro sistema além do fato da sua realidade que era composto por uma angústia tremenda ante o medo de ser morto sem o perdão de Deus.

Davi estava em profundo arrependimento de não queria perecer sem antes conseguir a aprovação de Deus, como seu servo.

Uma das maiores provas desse fato está no seu Salmo 51. “Purifica-me de todas as minhas maldades e lava-me do meu pecado.” Verso 2.

“Ó Deus, meu Salvador, livra-me da morte.” Verso 14.

O inferno de Davi estaria outrora com intenção de não ser reconhecido pelo Senhor.

Nada e não do seu pensamento que houvesse um fato do inferno ser um lugar que iria queimá-lo por toda a eternidade. Davi não pensava num inferno literal, num estado de fogo eterno. Não existe isso em seus escritos e nem no dos profetas.

O que acontece hoje em dia é a imaginação dos respectivos autores. “[...] Se, por outro lado, abandona as EVIDÊNCIAS e se permite ‘delirar’ à vontade, pode criar uma interessante obra de ficção desvinculada do conhecimento acumulado por gerações, comprometida apenas com a imaginação criadora do autor.”6

Os novelistas em fase de querer sucesso perante a sociedade promove muitas ficções, mas não estão transmitindo a realidade. Não temos nada contra as séries e por sinal, gostamos, mas temos que admitir, são obra de ficções – metafóricas.

Textos bíblicos

1 – Só Deus é imortal. I Timóteo 1.17; 6.15, 16;

2 – Em Deus há vida eterna. João 17.3; I João 5.11;

3 – O homem é mortal. Ezequiel 18.4;

4 – Deus vai dar vida eterna. II Timóteo 1.10; João 5.12; 5.10; 10.10;

 5 – Deus não aprova que se consulte os mortos. Deuteronômio 18.10,11;

 6 – Somente a Deus devemos consultar e não aos mortos, pois eles não têm vida em si. Isaías 8.19; Jó 7.8 a 10;

 7 – É perigoso consultar os mortos. I Timóteo 4.1; II Coríntios 11.12 a 15.

Conclusão

Muitos fazem das suas ideologias um fator como conclusivas sem mesmo pesquisarem de maneira adequadas dentro do contexto da Bíblia.

Não podemos pegar uma simples palavra mesmo em hebraico ou grego e formarmos nossa compreensão.

Precisamos analisar os textos antes e depois, de fato o contexto todo.

Como o evolucionismo alguns fazem como essa religião parecer ser a verdade plena o que apresentam.

Uma teoria transformista só passa pela sua própria transformação, porém, não designa ser a verdade absoluta.

A importância de um trabalho tem que levar em foco o que o autor da época quer expressar, porém, sem anacronismo.

A cultura de um sistema antigo não poderá passar em determinada experiência no sentido atual como forma da nossa realidade, pois era outro sistema de atuação.

Jesus Cristo na metáfora não estava aludindo ao reino do mal ou do bem no sentido de lugar, mas do sistema moral que lhes permeavam.

Apresentar dois lugares como resultados de estarem lá entre contraposição um do outro não significa um direito específico certo de ser factual a interpretação.

O contexto não nos dá tal forma de imaginarmos que um rico não poderá entrar no céu e nem tão pouco um pobre.

No fundo à metáfora queria atestar à forma como os homens da época deveriam se comportarem um com os outros.

O inferno de Deus é uma região que quando morto só na ressurreição poderá o homem surgir.

O fogo queimador no sentido de extirpar o pecado no homem só acontecerá no final dos tempos. A pregação de juízo final se resume no contexto do perverso no julgamento final no dia do juízo Atos 17.31.

Aí é quando Deus trará a juízo todas as obras humanas. Eclesiastes 12.14.

Jesus Cristo não estaria estabelecendo naquele momento um juízo eterno, mas uma valorização no aspecto de dois tipos de homens, um mau e outro bom, um rico e um pobre.

“Mas o firme alicerce que Deus colocou não pode ser abalado, e sobre esse alicerce estão escritas estas palavras: ‘O Senhor conhece as pessoas que são dele’. E também: ‘Toda a pessoa que diz que pertence ao Senhor precisa abandonar o pecado.” 2 Timóteo 2.19.

Nota: respeitamos todos os tipos de opiniões, entretanto, não podíamos deixar de apresentar alguns textos a fim de abrirmos mais nossa mente.

O referido tema é muito complexo e poderíamos tê-lo acrescido muito mais, até sobre palavras originais, mas construímos de forma mais aportuguesada no objetivo de mais serem compreendido o assunto tratado.

Ficamos olhando essa divisão no campo religioso e entendemos diferenças que pode ser que não concordamos, mas isso não nos tira o respeito por alguns. [G].

Referências
1)    AMORA, Antônio Soares, Minidicionário Soares Amora, p.516, 2008;

2)    Bíblia de Estudo NTLH, p. 1039, 2004-2005;

3)    GONZALEZ, Lourenço, Assim diz o Senhor, p.98, 2008;

4)    RUSSELL, Bertrand, Filósofos que fizeram História – Voltaire, p. 32 S/D;
5)    WHITTE, Ellen G. Cristo Triunfante, p.94, 2002;

6)    PINSKY, Jaime, Discutindo a história – As primeiras civilizações, p.18, 1994.

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http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

A viúva pobre e suas duas moedas


É indiscutível a presença monetária no templo, pois se havia um lugar que depositar-se é óbvio a afirmação.

De tal forma que “todos” ali depositava das suas finanças que almejavam propor. Era tão rápida a execução que muitos podiam ouvir quando caia no gazofilácio, pois naquele tempo ainda não existia o dinheiro em nota, então o barulho era constante.

Havia naquele meio uma classe sacerdotal clerical que almejava serem reconhecidos, e receber favores por causa dos seus prestígios, pois além de trajar-se de maneira superior aos leigos ainda eram conhecidos como os mestres da Lei, isto é, aqueles que as instituiu.

Quem eram esses homens? Era homens [separados, separatista], “membro de um dos principais grupos religiosos dos judeus. Os fariseus seguiam rigorosamente a Lei de Moisés e as tradições e os costumes dos antepassados. Acreditavam na ressurreição e na existência de seres celestiais (Atos 23.8). Os fariseus não se dão com os Saduceus, mas se uniram com eles para combater Jesus e os seus seguidores. (Mateus 16.1). Bíblia da mulher (2009).

Quando Jesus Cristo apresenta aos discípulos aquela viúva trazer duas moedas a fim de depositar na caixa, ele estava querendo mostrar a eles que ela não vivia da aparência igual aqueles homens que se mostram orgulhosos e arrogantes porque tinha uma posição maior.

“Assentado diante do gazofilácio, observava Jesus como lançava ali o dinheiro”. (Marcos 12.41).

O olhar de Jesus às pessoas com suas atitudes identifica quem estava ali. A observação dele refuta tais pessoas, pois ao que parece, não gostou das atitudes daqueles que se faziam presentes naquele lugar.

Chama à atenção dos discípulos com referência a implicação dos atos morais que mesmo consciente ou inconsciente não traduz o que Deus queria.

Mesmo eles (fariseus), tendo um conjunto de regras pré-estabelecidas sobre o aspecto moral do que seja bem ou mal, eles mesmos com suas presunções e autoridades demonstrava que da sua moralidade e ética estavam comprometidas, pois da sua representação era só de exterioridade.

“Exterior e anterior ao indivíduo, há, portanto, a moral constituída, pela qual o comportamento é orientado por meio de normas. Em função da adequação ou não à norma estabelecida o ato será considerado moral ou imoral”. (ARANHA, filosofando, introdução à filosofia, p. 215, 2009).

Então, portanto do lugar que é introduzido a forma que outrora foi direcionada ao povo, a reação ao que parece permeava a todos presentes.

O ato de Jesus em identificar às ações daqueles que faziam presentes contrasta do que realmente Deus queria que eles fizessem.

A problemática que Jesus identifica ao ver todos colocarem das suas moedas nas caixas com o ar de “superioridade”, pois não devemos esquecer de quem estava presente, e o grau que possuíam, revela do engano que tinham quanto a verdadeira adoração.

Qual era o problema daquelas pessoas? O fanatismo presente. Deus não almeja pessoas fanáticas, mas pessoas sinceras. Indivíduos que sirva à Ele, não pelos seus costumes e determinações de homens, entretanto, com uma pura verdade.

Verdade essa que encontramos naquela viúva que tendo tudo que possuía, deu-Lhe.

A verdade daquela viúva não estava na quantia que tinha depositado no templo. Porém, na adoração.

O fanatismo era um mal em si, isto é, naqueles homens, uma vez que tinham introduzido em si próprio o desejo como representante de Deus, mas com defeitos morais e éticos do que realmente eram ser.

“Toda manifestação de fanatismo desvia a mente da evidência da verdade – a própria Palavra”. (WHITE, Ellen G., Mensagens Escolhidas, vl. II, p. 43 – 1988).

Como já conhecemos quem estava no templo, não somente pessoas comuns, mas também, os fariseus, saduceus entre outras castas, seria ilusório não pensar que Jesus Cristo não estivesse falando deles.

Veja o texto: “... Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias”. (verso 41). Percebeu? As castas mais elevadas depositavam muitas moedas; muito do que possuíam.

Considerando a possibilidade de serem ricos, não tinham dificuldades, pois parecia que não se importavam em jogar com “arrogância” do seu dinheiro nas caixas, visto à atenção de Jesus mediante o fato.

A viúva por sua vez refletia da sua condição vulnerável porque ao vermos no verso 40: “os quais devoravam as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo”.  Não temos dúvida nenhuma da constituição presente, os fariseus (escribas).

Não podemos supor que os escribas fossem somente aqueles que estivessem em posição inferior aos ditos fariseus, pois dentre esses eram eles mesmos: “... Que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças”. (Marcos 12.38).

A importância da verdadeira interpretação hermenêutica está direcionada no contexto, e, é ele e não outro que nos mostra o porquê das coisas.

Eram figuras que alto intitulavam-se merecedores de devida autoridade como representante de Deus porque achavam-se os que escreviam as “leis”, que outrora era usado no meio.

Procuravam para si, serem observados, serem homenageados ou o mais até exaltados como “homens de Deus”. Mas o que vemos é Jesus mostrando uma mulher pobre.

Uma mulher que não tinha quase nada, e, é ela que deveria ser exaltada como uma verdadeira adoradora.

O que isso nos mostra? Que não existe posição, exaltação, classe eclesiástica etc., se não estiver com o coração puro no sentido sincero, que seja aceito por Deus.

Deus não está preocupado com dinheiro, porque se tivesse, Jesus não chamaria a devida atenção aos discípulos quanto aquela viúva e aos demais.

Deus não necessita de dinheiro, são os homens. Deus faz a obra dele de qualquer forma.

Você já parou para pensar alguma vez que a atenção de Deus está para mais os necessitados do que para os abastados?

Temos grande exemplos disse na Bíblia. Moisés quando no deserto disse: “Quem sou eu para ir até o Faraó?”

“Então Moisés disse a Deus: Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel”?

Êxodo 3:11.
Ora, isso é fato que Moisés já não possuía mais situação financeira.

Ao mandar Elias à uma viúva em Serapta que estava em necessidade.Porém ela disse: Vive o Senhor teu Deus, que nem um bolo tenho, senão somente um punhado de farinha numa panela, e um pouco de azeite numa botija; e vês aqui apanhei dois cavacos, e vou prepará-lo para mim e para o meu filho, para que o comamos, e morramos”.

1 Reis 17:12
Isso é, são dois exemplos dos quais poderíamos relatar os de Jesus Cristo diante dos necessitados.
Então não há dúvida da obra de Jesus Cristo e de Deus.

“Então chegou uma viúva pobre”. (Marcos 12.42). Da sua pobreza revela da sua necessidade.

Embora estivesse sem condições não teve vergonha em adorar à Deus.

Sua adoração estava em comum acordo do que Deus realmente quer dos seus filhos – um coração sincero. Posso de dizer com autoridade: Deus quer um coração sincero.

Não adianta fazermos tudo para nos mostrar boas pessoas se em nós não tivermos com a verdadeira sinceridade.

O parecer não é ser. Eu posso manusear bem uma faca, mas isso não me torna um médico.

Eu posso saber muito construir uma casa, mas isso não me torna um engenheiro.

Eu posso saber contar muitas histórias, mas isso não me torna um historiador.

No mundo de Deus, não é a relatividade que leva até Ele, mas a objetividade sincera.

Aquela viúva tinha um objetivo, servir à Deus com toda dedicação, pois deu tudo que tinha.

Deu tudo que tinha, deu do que possuía, deu com sinceridade e deu seu coração.

Muitos pregam por aí, que o importante é dar, do seu dinheiro, dar é o que é mais importante.

Não se toca na sinceridade dos seus fiéis, visto a sinceridade não é aqui (na igreja), que interessa, mas da importância financeira que você possa trazer.

Quanto são que irão se perder por acreditarem nessa afirmação, nessas conjecturas sem se darem conta da verdadeira mensagem da Escritura Sagrada e no caso da viúva pobre.

Jesus Cristo não queria mostrar a quantia que deveria trazer para o templo (igreja), não!

Jesus Cristo não queria mostrar que deveria trazer dinheiro para o templo (igreja), não!

Jesus Cristo não queria mostrar as situações financeiras de cada um no templo (igreja), não!

Então, o que Jesus Cristo queria mostrar para os discípulos e para nós? A verdadeira adoração está num coração sincero e humilde.

“... Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento”. (Marcos 12.43-44), Bíblia da mulher, p.1589 - 2009.

Somente um coração sincero e humilde poderia fazer isso! Pense: Você daria tudo que possuía do seu sustento? Duvido!

Mas aquela mulher era tão sincera e tão disposta em receber de Deus da sua adoração que não hesitou, deu tudo.

O importante aqui não foi o seu dinheiro, foi sua disposição. O importante aqui não foi o seu dinheiro, foi sua perfeição. O importante aqui não foi seu dinheiro, foi da sua pureza e o importante aqui não foi o seu dinheiro, foi seu coração sincero.

Mas os ditos “pastores”, não se dispõe em receber da sua disposição, da sua perfeição, da sua pureza ou é do seu coração sincero, mas do seu dinheiro é da sua importância.

Jesus Cristo repreende a todos quando diz: “... Da sua pobreza deu tudo quanto possuía...” (verso 44), o que equivale dizer, deu da sua sinceridade, mas do que todos aqueles (“Pastores da prosperidade” fariseus), que no estalar das suas moedas e das suas condições, dão.

Diante desses fatos, refutamos as ações desses que estão preocupados somente com aqueles que dão, e que no fundo no fundo – são essas as intenções, arrecadar cada vez mais.

Ora, uma vez que já provamos diante do caso da viúva a noção errônea que permeia nesta sociedade conforme seus pensamentos, ajudasse pensar numa reformulação no sistema religioso, pois se continuarmos com essa perspectiva, o fim será trágico – o inferno. [G].

Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus. (Salmos 9:17)

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.

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sábado, 31 de dezembro de 2016

A Perfeição está em doar-se


Outro dia eu havia falado sobre infidelidade alegando que todos são infiéis porque somos corruptos, e de nós só saem da nossa boca só mentiras como diz à Bíblia. (Salmo 14).

Estamos sempre querendo parecer perfeitos aos olhos dos outros, porque somente assim ao que parece vamos resolver nossas dificuldades.

Nossa queda está em pensar que temos isso como resultados quando apresentamos aos outros à nossa solução que não passa de uma maquiagem malfeita.

O ponto principal para alcançar a perfeição está em doar-se por inteiro e não mostrar que somos iguais aos outros.

Jesus havia dito que se queres ser perfeito que pegasse todas às nossas riquezas e desse aos pobres: “Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me”. Mateus 19:21.

Então poderemos somente assim atingir á perfeição uma vez que o jovem rico tinha realizado toda às metas que a lei exigia dele, e mesmo assim estava sobre o manto da imperfeição e porque não dizer da infidelidade.

Se tivermos que nos doar por completo para sermos salvos, então todos sem exceção estão errados.

O problema é justamente pensamos muito em nós e sempre queremos mais porque nos sentimos que o que temos é pouco. E se sair algo novo nas lojas e vitrines aí corremos para adquirir porque estamos sujeitos a sermos discriminados, por quê o que pensaria nossos conhecidos?

Outro dia conversando com um amigo sobre o assunto de bênçãos eu mostrei para ele que ser abençoado não significa ter coisas ao bel prazer, mas estarmos bem.

Estarmos com saúde já significa termos bênçãos, pois do que adianta termos do bom e melhor e estarmos doentes? Se nós temos aonde dormir, comer, um teto para descansarmos isso faz parte de bênçãos.

O problema está em olharmos tudo isso com a mente limitada, com os valores que querem passar para nós para que possamos acreditar.

Valores esses que na maioria das vezes só preenchem de regalias aqueles que vivem pedindo e arrecadando para suas ambições.

Ser fiel não está nas normas que tentam nos fazer crer, uma vez que o que o mundo inventou não pertence a Deus.

Quando Jesus tendo sido interrogado se devesse dá tributo a Cesar ele faz uma pergunta: “de quem é a esfinge na moeda? De Cesar, então disse: daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”, portanto, o dinheiro pertence aos homens e não a Deus.

É muito fácil perceber que quando queremos algo, buscamos obter quando conseguimos mais fácil o monetário, pois exigimo-nos que se queremos ter, temos que desembolsar tal quantia de valores.

E para tanto, precisamos introduzir, inculcar etc., nas cabecinhas para que tenhamos supostamente felicidades.

Amigos irmãos: “vocês tem que darem bastante para que possam progredir, para que alcance às bênçãos de Deus.”, ora, mas que Deus é esse, ambicioso? Deus cruel, que só quer tirar de nós?
Deus meus caros, não está limitado aos desejos humanos e muitos menos aos seus valores, isto é, do homem.

A Demonstração de Jesus Cristo em sair do céu, e vim como pobre deixando todo o seu tesouro, demonstra e mostra nossas ambições.

Ambicionasse cada vez mais! Exigimos dos outros sobre quaisquer circunstâncias no intuito de parecer que, para parecermos fieis, temos que atingir a perfeição deles.

Não é verdade que a benção só vem se contribuirmos com suas vontades (dos homens). Deus não si limita em dar somente porque os homens querem impor que isso precisa ser feito.

Se ele limitar-se aos valores humanos, jamais poderia ter vindo, visto estaria ligado aos valores do mundo, tais: dinheiro e riquezas.

Ele quando exigiu no passado que desse, era para uns propósitos: cuidar da tribo de Levi, atender os necessitados (viúvas, órfãos e estrangeiros) que entravam na congregação.

Por isso os homens tornam-se também infiéis porque mentem quanto a isso seja verdadeiro (que se deve dar para receber bênçãos).
A perfeição jamais poderia está associada a uma coisa que os homens amam em tê-la.

Quem não gosta de ter luxos? Todos! Então estamos presos quanto a isso!

E se amamos as coisas deste mundo nos afastamos de Deus.

Existe uma ligação do homem entre o ter e ser. Para o primeiro precisamos do dinheiro e para o segundo, só se quisermos. [G].






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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A apologia do dízimo


Nesta vida para sobreviver tem que ser experto e influenciar sua maneira ser. Então inventam meios para se ganhar.

Todo mundo prega: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8.32. Então se conhece e não querem se libertar! Por quê? Ora, quem quer deixar o luxo? Veja bem, se eu estou ganhando daqueles que arrecadam dos outros (féis), então por que eu seria do contra? Isso envolve até os que trabalham nas TVs. Só que não há base bíblica para isso!

O cara alega que vc vai ter o céu se der, e, portanto, o coitado acredita como se Deus precisar-se de uma comprovação da sua fé mediante o dinheiro que jamais ele irá por a mão, pois o reino de Deus não é o reino terrestre, daí segue uma contradição em quase todas as denominações. Porque meu reino não é deste mundo. Eu sei que o Apóstolo Paulo disse para quem viver-se do evangelho comer-se do mesmo. Mas, isso não nos dá o direito de arrecadar mais que mereçamos.

Claro que se vc é mestre ou doutor e que estudou e formou-se para tal coisa, isso lhe consiste em receber mais, mas não do dízimo. O que vc pode receber é segundo seu trabalho porque vc teve resultados quanto aos estudos. E sendo pagos pela empresa, mas não pela arrecadação dos féis.

Não há na Bíblia nenhuma sustentação quanto ao dízimo ser em dinheiro. Isso é coisa inventada pelos homens a fim de permear seus supostos luxos. O dízimo que Jesus expor foi da hortelã e cominho, ou seja, de alimentos (Mateus 23:23) - jamais de dinheiro. O que era recolhido na igreja (templo)  - era a oferta.

“Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada”. Êxodo 25:2;
E essa oferta alçada era para fazer o tabernáculo. Ouro, prata e pedras preciosas, enquanto faziam: depois Deus mandou parar de trazer.
“Esta é a lei do holocausto, da oferta de alimentos, e da expiação do pecado, e da expiação da culpa, e da oferta das consagrações, e do sacrifício pacífico”. Levítico 7:37.
Quanto ao plano cerimonial, ou seja, no tabernáculo, os levitas trabalhavam em função da tenda, pois assim Deus determinou, porém, não existem levitas literais hoje porque essa tribo se desfez quando Jesus Cristo morreu na cruz o véu rasgou-se de cima abaixo. Então todas as cerimonias acabaram-se junto com suas realizações uma vez que o cordeiro que eles lá estavam santificando-o jaz com eles.
Se vc quiser acreditar acredite, se não, o problema é somente seu, pois Levitas são literais e não simbólicos como muitos querem alegar - eu só quero ver o que irão dizer para Jesus Cristo quando perguntado, onde estão os levitas para que tragam para eles alimentos?
Quando Deus alega que farei a sabedoria dos homens tornar-se louca. Não estava brincando. E quando o apóstolo Paulo apresenta para ninguém se gloriar, é também porque o Espírito Santo sabia que todos têm onde humilhar-se.
Não dá para dizer: devolvo o dízimo e estou salvo, pois a salvação não depende de obras para que ninguém se glorie.
"Não há quem faça o bem, não há nenhum sequer! “Olha amigos, eu não tenho medo de dizer que se não reconhecermos que estamos errados, não nos salvaremos. A salvação será dada para aqueles que sentem a necessidade de melhorar, mas não aqueles que se acham supostamente perfeitos. Erramos e devemos reconhecer nossos erros para podermos ser salvos. O arrependimento é uma maneira de conhecimento que algo está errado em nós, pois se não, não precisaríamos de arrependimento e muitos menos de salvador. Ora, só se precisa de resgate aquele que deve.
No tabernáculo todos os dias, os fieis eram levados ao arrependimento, pois tinha que oferecer o sacrifício para poderem ser salvos dos pecados. Quando Jesus Cristo morreu e ressuscitou perdoou nosso pecado. Então, não precisamos dar nada para recebermos, pois o cordeiro existe no nosso meio quando ressurgiu. Diante disso, temos que ir a ele. O que fazem por ai é um erro gravíssimo - dar para ter benefícios. Ora, e onde fica Jesus como cordeiro? Tá errado o conceito de arrecadação para se beneficiar uma vez que o contexto bíblico fala de outra coisa diante das pragas que veriam para aqueles que estavam roubando o tabernáculo antigo não atual.

Concluindo: "eu quero continuar dando ou como dizem, devolvendo a Deus!", então continue, o benefício é para eles, pois Deus tá longe disso! Por que digo isso com tanta convicção? Ora, é muito fácil responder com uma pergunta: por que será que Ele não determinou isso na igreja dizendo: "Trareis 10% de dinheiro!" Havia dinheiro nesta época? Claro que sim! Em levítico se não estou enganado quanto ao livro diz que se a pessoa morar-se longe e não pudesse trazer que comprar-se o alimento e comer-se, e que eu saiba ninguém come dinheiro, ou estou enganado? O contrário foi: "trazei todos os dízimos a casa do tesouro para que se encham teus celeiros (mantimentos, original) Malaquias 3.10."! No verso 11 dá um vislumbre que se tratava de frutos da terra, pois alega que iria repreender o devorador que poderia aparecer no campo. Então, não podia ser dinheiro. De dinheiro? Não, de alimentos, porque o contexto em levítico diz ser assim. E muitos pensam que Deus estava referindo-se ao povo a fim de trazer para aqueles futuros, mas o contexto não passa do passado.

Não precisa ser muito inteligente para perceber que o dízimo como é apresentado atualmente não se sustenta a luz da Bíblia Sagrada.

Aqui não estou desrespeitando aqueles que querem supostamente ser fieis a Deus, pois sentem essa necessidade uma vez que nas suas mentes permeiam medo caso não colaborem com a suposta necessidade de Deus para proclamar o evangelho.


Deus te perdoa irmão pela sua ignorância escriturística, a menos que não queira seu perdão. [G].
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