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terça-feira, 23 de junho de 2015

Ezequiel, uma profecia não cumprida


Por que algumas profecias não estão certas quando são levadas para o presente, e não reconhecidas do passado? Veja que quando Ezequiel é constituído profeta por Deus, ele já tivesse vivido no meio do paganismo, pois o rei Nabucodonosor havia levados para Babilônia mais ou menos por volta de 598 a.C., como prisioneiro também, ele que já era sacerdote em Israel, ele viu o céu se abrir e teve uma visão; nessa Deus chama-o para levar uma mensagem ao povo de Israel (Ezequiel 1- 2.1-8.).

Por isso, já mostra que era uma profecia para seu tempo, embora existam visões que se se estendem, pois quando cercados por outros vão dispersos para outros lugares e jamais voltam, mesmo que seja necessário isso.

Nós sabemos que isso foi o sonho de Daniel voltar para terra prometida, ou seja, sua terra natal, Jerusalém; mas isso aconteceu depois de anos. Então, Ezequiel havia vindo para cá com ele ao tempo certo e não como muitos pensam futuramente (fins dos tempos, cumprimento da profecia). 

Podemos até pensar que à profecia de Ezequiel pudesse chegar ao século XX, mas havia tido um primeiro retorno, pois somente com a invasão de Tito no ano 70 d.C. que há outra invasão e Jerusalém é destruída novamente.

Isso mostra não ser à profecia seja de Ezequiel até os dias atuais, quando volta (1947/48), mas de Jesus Cristo quando clama contra ela nos seus dias.

Embora possamos crer que por causa da primeira profecia muitos árabes tomaram conta de alguns lugares, e por isso, muitos israelitas creem que hes falta cumprir profecias de Ezequiel hoje nos seus dias – eu não creio seja possível isso, pois como iria os judeus agirem diante da Mesquita de Omar, um santuário muçulmano, sair do seu meio? Somente com alguma destruição poderia acontecer, ou a mão de Deus, mas somente com a volta do yehashua.
Muitos judeus acreditam na profecia de Ezequiel quando os descendentes dos árabes tomam os montes, que são os edomitas, entra no monte Seir e lá vivem – Portanto, Esaú, o antepassado dos edomitas, que vivem na região montanhosa de Edom, também chamada de Seir. (Gênesis 36.7).

Assim creem que se deve haver o retorno para esse domínio dos quais pensam eles tem direito, pois existe uma profecia que diz: “Tu, ó filho do homem, profetiza aos montes de Israel, e dize: Montes de Israel ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus: Visto que diz o inimigo contra vós outros: Bem feito! E também: Os eternos lugares altos são nossa herança.” (Ezequiel 36.1.2).


 O que os judeus não entendem e muitos também não, é que essa profecia é condicional, pois eles já poderiam ter alcançados tal objetivo, porém, pecaram e foram presos de novo destruídos no ano 70 d.C. Eu sei que esta é Jerusalém. Só parte desta foi completa quando supostamente voltam, mas nem todos para Jerusalém, - isso é o que eles acreditam! 

Mesmo que vivam em guerras e rumores de guerras, essa porção, não vejo ser cumprida nem nos nossos dias, nem no futuro; a menos com a volta de Jesus e cumprimento de destruição total, mas isso estendido a todos, ou seja, o mundo.

Embora que todos aleguem o ódio de Esaú por Jacó: “Passou Esaú a odiar Jacó por causa da benção com seu pai o tinha abençoado; e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai; então matarei a Jacó, meu irmão.” (Gênesis 27.41).  Devemos lembrar que eles fizeram as pazes. Entretanto alguns podem alegar, “mas eles viveram em terras diferentes!”, ok, é certo que tiveram vários filhos e mais, Ismael não era o filho da promessa, mas sim, Israel.

Certo tudo é muito certo, porém em razão de terem pecado quanto na época não ter aceitado o salvador como Messias, e ainda profetizarem contra si próprios, foi que houvesse uma mudança de cumprimento: “E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos”. Mateus 27:25.

Assim a prosperidade que Deus lhes prometeu, só será cumprida quando aceitarem o Messias como salvador, e mais, quando sua volta acontecer, o cumprimento da desolação e destruição das terras árabes acontecerão.
  
Conclusão
 
Às vezes pensamos que Deus tem a obrigação de cumprir uma profecia, pois assim prometeu, contudo nem sempre às coisas possam ser do nosso jeito que almejamos visto não estamos de acordo com que Ele quer que sejamos.

Então por essas, e outras vontades dele, porque se trata de uma divindade e como tal rejeita desobediência; e faz que todos passem pela circunstâncias da mesma; apenas por que não cumpriu seus desígnios, há uma transformação que transcende nossa capacidade intelectual de perceber, o que está acontecendo que se cumpriram essas coisas? 

A resposta está nas nossas escolhas, o mesmo fez Deus o homem com capacidade de viver bem no jardim do Éden, mas preferiu viver fora dele. Deus deu-lhes suas normas, porém acharam melhor cumprir acharam melhor cumprir às suas.

Deus, caro amigos, irmãos israelitas (literais, ou não), não está preocupado com que queremos no sentido depois da nossa desobediência, sobretudo com que iremos fazer depois do que faremos com elas. 

Ademais não sabemos o que irá acontecer no futuro, mas Ele conhece a melhor maneira de fazermos entender que estamos errados, e, portanto devemos voltar para o caminho certo, ou seja, o caminho antigo (sentido dele). [G]





http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Como Se Faz Um Profeta?


Por muito tempo tenho observado que muitos dos pastores almejam serem profetas. Mas seria um pastor um profeta? É bom dizer que o apóstolo Paulo na sua carta aos coríntios afirma que, “nem todos são apóstolos, ou profetas, ou mestres. Nem todos têm o dom de fazer milagres.” (I Coríntios 1229). Portanto, o texto de Paulo, já deixa essa bem clara, e sem sombra de dúvidas que, nem todos podem ser profetas.

Entendemos que um profeta ele precisa em primeiro lugar, ser reconhecido por Deus, como profeta. Ele não pode ser profeta por sua própria vontade.

Quando Deus escolheu Abraão para ser pai de uma grande descendência, ele sabia que ele poderia ser profeta, pois quando Abimeleque rei de Gerar tomou sua mulher Sara para ser uma das suas concubinas, Deus o apareceu em sonho, e pediu que ele o devolver-se porque ele era marido dela, e como Ele era profeta oraria por ele para que não morrer-se. (Gênesis 20.7).

Deus não escolhera Abraão de qualquer forma, não, pois Deus sabia que ele iria resistir a uma prova muito grande, e iria vencer por causa da sua fé que tinha Nele.

Em outra ocasião escolhe Moisés, mas não sem antes fazer-lhe passar uma prova muito grande como todos conhecem que é, quando mata um servo egípcio, e foge, ficando no deserto durante 40 anos, até que Deus aparece numa sarça ardente a fim de chama-lo para profetizar contra o faraó.

Uma prova que é Deus quem faz o profeta é quando Josué tenta interpelar contra alguns jovens que estavam profetizando e chama a atenção de Moisés, e ele diz: “- Por que você está preocupado com os meus direitos, quando eu é que deveria estar? Eu gostaria que o Senhor desse o Seu Espírito a todo o seu povo e fizesse com que todos fossem profetas.” (Números 11. 29).

Embora pareça que os jovens estavam profetizando pelas suas próprias vontades - não estavam!

O próprio Deus afirma que é ele que aparece ao profeta, e fala com visões e sonhos. (12.6).

Portanto, não é só dizer, “sou um profeta”, tem que ter as credências que outrora Deus lhe deu.

Deus recomenda para que nós não devêssemos dar ouvidos a todo profeta que aparece fazendo milagres, quantas curas. (Deut. 13.1). Mas que Deus iria por a prova seu povo para ver se obedecem as suas leis e seus ensinos. (versos 3 e 4).

Um profeta em depois de ser chamado, precisa, ser um discípulo, ou seja, aquele que está disposto a ouvir a convocação de Deus, e obedecer as suas ordens.

Ele também precisa ser um aprendiz, pois está em processo de aprendizado para poder compreender bem as revelações que por muitas vezes lhe parece estranhas.

Quando o povo se encontrava em desobediência ao que Deus queria que se fizesse, obedientes, deixou-os serem presos pelos medianitas durante sete anos, mas quando achou que deveria libertá-los, chamou um profeta chamado Gideão, o menor da tribo de Manassés, e o da família mais pobre. (Juízes 6.15)
Não lhes parece engraçado, Deus não escolhe para ser seu profeta um homem de boa posição financeira, ou até mesmo de uma família que tem um nome em destaque?

Talvez seja porque ele está mais acostumado com a vida cheia de desafios, e, portanto, sabe como proceder com todos, porque reconhece, e sabe como aqueles estão passando.

Além do mais, está disposto a seguir Jesus (Deus), deixando tudo que o mundo possa lhe oferecer. (Mateus 16.24).

O maior problema nesses que se auto intitulam profetas são, querem seguir a Deus, porém, não me venha falar que tenho que devo deixar o luxo e a riqueza. E querem serem profetas? A maioria dos profetas antigos não tinha nem onde ficar direito, sofriam por várias circunstâncias, pois seu chamado era para está pronto a fim de advertir o povo, então, às vezes não podia fazer sua própria vontade, mas Daquele que o escolhera para tal desígnio.

Entendemos que quando Deus pediu para que Saul matar-se todos os amalequistas, ele não quis obedecer ao profeta, e, por isso, perdeu seu reino. Talvez por não acreditar literalmente que o profeta Samuel não tinha ouvido mesmo a voz de Deus, ou porque sua ambição, pois já era rei, e, portanto, poderia fazer o que bem lhe aprouve.

Tá ai o erro de muitos, não querer atender a ordem de Deus através de seu profeta, porém, nem todos são profetas verdadeiros.

O caso de Davi retrata muito bem isso, era rei, e achava que poderia fazer suas próprias escolhas, e como tal, também desobedecer a um dos mandamentos de Deus (não adulterarás).

Tal foi sua decepção quando o profeta Natã veio para abrir-lhe os olhos que por arrogância já estavam fechados. (2Samuel 121).

Esse é o grande problema da atualidade, achar que pode fazer o que bem acha que deve ser feito, e muito mais, aqueles que supostamente fazem-se de profetas, e não escutam o verdadeiro profeta, e planejam prendê-lo. (I Reis 13.8).

Contudo, a ordem de Deus é, “não maltratem os meus profetas” (2 Crônicas 16.22).

Porque ele pode trazer a cura, como aconteceu com Naamã, que foi curado, e não somente a ele, mas a todos. (Lucas 4.27).

Contudo, o profeta não profetiza mentira, pois reconhece que pode fazer o certo (cura). (2 Reis 5.8).

E mesmo ter a possibilidade de curar os outros, não parece estranho um profeta ter que ir até uma cidade, para salvar uma viúva, e ele mesmo nem ter comida direito? Isso não nos mostra que Deus escolhe pessoas com dificuldades?

Será que Deus não está preocupado que seu profeta tenha dinheiro ou posição social? Por outro lado, ele quer que somente através do que o profeta tenha para dizer, ser reconhecido?

Entretanto, ao que parecem hoje, muitos que alegam possuir o dom de profetizar, estão em grandes posições financeiras, e abastadas do bom e do melhor.

E querem ser reconhecidos como profetas, uma vez pensam que por estarem trabalhando na causa de Deus, se acham no direito de alegarem o que bem entende pra si.

Contudo, Deus age com eles com paciência, mas contra eles falaste, porém, ficaram surdos, e Deus os castigará. (Neemias 9.30). 

“Mas há outros que também andam tontos por terem bebido muito vinho (pode ser falsa doutrina), que não podem ficar de pé por causa das bebidas (ou seja, conhecem a verdade, mas fazem irreverentes, e quanto suas profecias falsas): são os sacerdotes, os profetas, quando recebem visões de Deus, estão bêbados, e os sacerdotes também, quando julgam os casos do tribunal.” (Isaías 28. 7). Existia um conflito entre Isaias, os profetas e sacerdotes, uma vez que teimavam em ouvir a voz dum profeta simples, pois eles estavam embriagados com seus vinhos, das suas luxúrias, e, portanto, não mais ensinando corretamente. Como pode alguém embriagado ensinar verdades?

Um profeta, um homem sem condições nenhuma para falar, com aqueles cheios de orgulho, de arrogância, e poder, pois viviam no meio do que eram aos olhos deles, muito bom:

“Todos ricos e pobres, procuram ganhar dinheiro desonestamente. Até os profetas e os sacerdotes [pastores] enganam as pessoas.” (Jeremias 6.13).

Mesmo não querendo atender porque não reconhece verdadeiramente um profeta, visto estão cheios os bolsos de dinheiro, e luxo, saberão que no meio deles há um profeta.

“Tanto se derem atenção a você como se não derem, eles vão saber que um profeta, esteve no meio deles.” (Ezequiel 2.5).

Aqui Deus estava chamando a atenção do profeta para não ter medo, mesmo que eles não queiram atender o que o profeta está tentando passar, e Ele ainda coloca eles como teimosos, e como escorpiões que picam sem ninguém perceber onde estão.

Assim fica claro que, é Deus que está sempre orientando o profeta, uma vez que, alerta-o, preveniu-o, e retrata o que irá acontecer no meio dele.

Então, o profeta está sempre ou quase sempre ouvindo a voz de Deus, que muitas vezes aparece em sonhos e visões, para definir seu propósito.

Há um erro gravíssimo nas igrejas atuais, pensarem que Deus está atuando através dos pastores como profetas dele.

Veja que na época de Jesus quanto ao seu ministério que havia de vir, Deus não escolheu nenhum sacerdote na sinagoga, nem tão pouco os mestres da lei, mas um homem que vivia no deserto comendo gafanhotos e mel. “A voz que clama no deserto”, João Batista, a fim de anunciar o messias.

Uma coisa também interessante, é que nem todos os profetas eram profetas de escolas, mas escolhido pelo próprio Deus (Amós 7.14).

Embora possamos admitir que na comissão de levar a mensagem de salvação, todos aqueles que aceitam Jesus, estão com o Espírito de Deus, isso não quer dizer, serem profetas, uma vez que já apresentamos todos os atributos dos tais.
Veja que Jesus disse que haveria de ter profetas falsos que tentariam enganar o povo de Deus. (Mateus 7.15).

Conclusão

Estamos vivendo os últimos dias da história desse mundo, num futuro próximo, o fim chegará, e não tardará; então, devemos termos cuidado com esses que se adentram nas igrejas intitulando-se profetas de Deus.

E que tudo que está acontecendo, diz que foi Deus que havia lhe dito que seria desse jeito. Contudo, muitas das suas supostas profecias, não são concretizadas.

Ademais, o que me parece óbvio é está querendo mostrar para sua igreja que entre eles, há um profeta, mas cadê o cumprimento desta profecia se concretizando?

Como foi apresentado, que muitos, e se não digo todos, eram homens simples, sem condições financeiras, lavradores, agricultores, servos, etc.

Eram homens que foram tratados como aqueles que poderiam trazer o mundo contemporâneo ao que estava acontecendo de errado, para corrigir, e ficarem alerta, que é Deus o soberano de tudo, e sem Ele, os homens estarão perdidos.

Homens como Abraão que deixou tudo para uma nova terra; Jacó o pai fiel entre os filhos perversos; Moisés entre o Egito e o deserto; Elias que morava em cavernas, o rei Acabe e Jezabel; Eliseu que tinha de um único bem, uma capa e o poder do Espírito; Ester diante da salvação de um povo; Jeremias que vivia clamando dia e noite num buraco; Daniel, preso, cativo e angustiado; Ezequiel no meio daqueles que zombavam; Jonas o pregador num reino mal; João Batista entre a pregação no deserto, Herodes e Herodias; etc., todos sem exceção ao parece não estavam de bem com a vida, não estavam sobre o luxo e a riqueza, embora alguns viviam no meio dos reinos, mas lembre-se, sempre angustiados.

Homens que eram considerados, como indignos, e rejeitados, mas homens escolhido por Deus para levar uma mensagem ao mundo; uma advertência que o que estavam fazendo, não estava agradando a Deus. Assim eram os profetas verdadeiros, e assim serão! [G].























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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Profecia e Sua Composição



A visão do Profeta

“Visão de Obadias. Assim diz o Senhor Deus a respeito de Edom: Temos ouvido as novas do Senhor, e às nações foi enviado um mensageiro, que disse: Levantai-vos e levantemo-nos contra Edom para a guerra.” (Obadias 1).
Obadias vê o futuro, pois anuncia os pecados dos edomitas e que eles seriam, castigados por roubarem os bens dos moradores de Jerusalém quando esta havia sido invadida, e conquistado pelos babilônicos no ano 586 a.C.

Assim fica claro que a profecia é estendida para o futuro, porque apresenta um fato que ocorrerá depois. Mesmo que essa tenha que acontecer no presente, tornar-se futuro, uma vez que o depois sempre será futuro.

Um das provas mais contundente é, quando o profeta apresenta a expressão: “Naquele tempo”, ou seja, num dia estabelecido haverá o cumprimento de tal profecia.

“E o anjo continuou, dizendo: Naquele tempo, aparecerá o anjo Miguel o grande príncipe, o protetor do povo de Deus [Jesus Cristo]. Será [expressão verbal que leva para o futuro] um tempo de grandes dificuldades (angústias), como nunca aconteceu desde que as nações existem. Mas nesse tempo serão salvos todos os do povo de Deus.” (Daniel 12.1).
Os verbos apresentados indicam que a profecia seria cumprida mais adiante, ou num futuro próximo.

A Bíblia é um livro que mostra os fatos que aconteceram no passado, mas essas pessoas, sempre quem estava no presente, via um preanuncio do que estava para acontecer.

Portanto, a trajetória da profecia era um fato que ocorreria depois, e por isso futurística.

Os Profetas geralmente não sabia o dia que iria acontecer seu anuncio, muitos menos a sua data, porém acreditava que iria ocorrer em algum momento da história.

O próprio Daniel ficou doente, porque quando recebeu uma revelação pelo anjo se viu sem saber o que significa e quando esta iria ocorrer.

Muitos imaginam erradamente que os videntes, são aqueles que dizem o que virá ser, mas esquecem de que eles não foram escolhidos para acrescentar nada.

Entretanto, são os verdadeiros Profetas que intervém na história do mundo, e apresenta o assunto concreto, mesmo que esse seja ilustrativo por metáforas.
Ademais, tanto um como outro se difere, embora que os nomes pareçam iguais, o vidente quase sempre tropeça nas suas aplicações, contudo o Profeta, não.

A Profecia como um objetivo

Deus tem um propósito, um supremo desígnio de estabelecer seu reino eterno, e, portanto, um trato de amor para com a humanidade, a fim de salvá-la.

Deus age de maneira eterna e constante, pois sua natureza é eterna, e como tal, seu processo de atuação é extenso.

Os homens não conhecem o fim desde começo, mesmo adentrando no texto bíblico para compreender o que irá acontecer futuramente, porém não é o caso de Deus. Você conseguiria saber o que irá acorrer na sua vida amanhã? Imagina-se que irá, acordar, comer, trabalhar e voltar para casa, mas saberá que poderá tropeçar? Entretanto, Deus sabe tudo!

Há muitos falsos videntes que projeta eventos, pós acontecer, que trazem mais confusões nas mentes humanas, que afirmações verídicas.

Se uma coisa anunciada é falsa e não condiz com a verdade, porém, muitos creem, será óbvio que ficará e permanecerá no engano.

Toda profecia tem como trato trazer uma realidade a fim de promover uma compreensão exata, a par no seu cumprimento, onde seu maior objetivo é que irá ser feita uma mudança na história, mesmo que seja para um fim ruim do ponto de vista de quem observa, ou dela que se adentra.

Quanto se sabe, nenhuma profecia é de elucidação humana, pois foram homens enviados por Deus, com uma finalidade específica para trazer mesmo que sejam textos proféticos bíblicos. Você pode perguntar, e no caso de Eliseu que profetizou aos jovens que estavam ridicularizando-o quanta sua calvície e os ursos mataram, é de Deus isso? Lembre-se, uma vez profeta, sua atuação condiz com o que Deus quer. Entretanto, você ainda poderá perguntar: e no caso do adultério de Davi, porque sendo profeta ele pecou? Mas, uma vez tenho que dizer-lhe: sua conversão real acontecera depois do pecado, e não antes, portanto, como profeta verdadeiro, o ocorrido deu-se para frente e não para trás.

Assim, um profeta mostra sua profecia para gerações presentes e futuras, como resultado dos planos que transcendem até sua compreensão do que ele mesmo percebeu.

Ora, nem tudo que a profecia apresenta o profeta compreende muito bem, mesmo que seja ele que anunciou, visto sua interpretação é limitada, e a de Deus, não.
Portanto, ele carece de entendimento divino mesmo que nele habite o espírito de Deus.  Nas suas aplicações e com frequências não identifica muito bem o objetivo, mas sabe que serve para algum.

Ademais, consegui reconhecer que é humano e pecador, e mesmo que a profecia atinja-o com clareza sua compreensão, mesmo assim, sempre faltará algo a ser compreendido; uma vez que a recebeu e seu cumprimento se fará depois e não aquele exato momento.

Lembre-se que mesmo Jeremias quando pregava sobre a destruição que vinha de longe, nas suas angústias, pedia a Deus que vingar-se daqueles que o estavam amedrontando e perseguindo-o. (Jeremias 11.20; 15.15; 17.18). E não conseguia ver com clareza essa vingança, embora sabendo que aqueles seriam capturados pelo rei Nabucodonosor em 586 a.C.

Então, a profecia quanto mais estabelece seu cumprimento, mas geralmente o profeta não ver detalhes, ou seja, minuciosamente precisão de acontecimentos (atos mínimos).

Ele consegue enxergar o valor da profecia e seu cumprimento quanto sua importância ao longo do caminho, que identifica ser certa para ele, e a certeza que essa foi cumprida. 

É na profecia que são determinadas às consequências dos atos da humanidade:

1)    Segue as marcas da história, épocas e eternidade, onde deixarão de existir e o que surgirá.

2)    O tempo trás um novo dia, o fim dos séculos e um recomeço.

3)    O segredo revelado, sua atuação determinante para o estabelecimento de um reino.

“Ao vencedor, e ao que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá e as reduzirá a pedaços como fossem objetos de barro.” (Apocalipse 2.26 e 27).

Ainda mais, a profecia do profeta trará não somente aqui, mas num futuro próximo seu julgamento de profeta de novo: “Ele julgará entre muitos povos, e corrigirá nações poderosas e longínquas; estes converterão as suas espadas em relhas de arado, e sua lanças em podadeiras: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.” (Miquéias 4.3).

Deus é ele que comanda a coisa, e estabelece a causa do que acontecerá no futuro, pois são-nos mostrados os mínimos deste plano, porque nem tudo na Bíblia é apresentado de forma minuciosa, mas somente no resgate do homem.
Seria impossível mostrar todos os eventos das coisas que irão acontecer, porque seria como uma eternidade, e para tanto, somente nela que entenderemos com mais clareza o objetivo de tudo, e as condições dos tais.

Conquanto possamos compreender sua vontade, a chave para o entendimento das profecias está em saber a clareza que a Bíblia apresenta na medida em que estudamo-la.
“Pois a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.” (Habacuque 2.14).

Nossa direção não está em nos acharmos bons ou perfeitos, ou mesmos videntes, mas sabermos que temos que seguir os passos Daquele que nos resgatou e nos amou, cumprindo a profecia que uma vez Isaías disse ser ele o messias. (Isaías 53).
“Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os habitantes da terra.” (Isaías 45.22).

Os Escritos Passados e o fim

Estamos no tempo do fim, e tudo que foi escrito, já passaram mais de dois mil anos, e Jesus Cristo ainda não voltou.

Entretanto, quando vemos a realidade ocorrendo podemos perceber que o cumprimento das profecias está-se aumentando, e já nos é apresentado como fatos.

Eles disseram, “como nos dias de Noé”, é evidente e sem negação, pois são-nos mostrados há todos instantes, guerras, rumores de guerras, sodomia e gorromia, etc., que o fim se aproxima. Não há como negar de jeito nenhum que estamos vivendo uma profecia sendo cumprida. Você poderá dizer, mas sempre existiram essas coisas antes! Contudo, nunca como hoje seu cumprimento é tamanho. Alguma vez agora, sem ser na época cristã primitiva, alguém viu as cabeças das pessoas sendo decapitadas, arrancadas e colocadas em estacas ou portões? 

Ora, somente uma pessoa que não quer enxergar, que não percebe que há algo estranho no ar. Muitos não conseguem ver o que os profetas do passado escreveram, porque não quer se dá o trabalho para investigar, ou simplesmente não tem vontade de reconhecer que o que tanto acredita, não possa ser verdadeiro.

Assim como a mulher de Ló que amava as coisas presentes na cidade, tais: joias, comidas, casas, carros, conforto, luxo e dinheiro à vontade; que são como estatua, paradas no tempo e no espaço, e que não se move a fim de obter compreensão necessária para se salvar. Em vez de se preocuparem em saber da verdade presente, são como virgens imprudentes que quando foram à festa do casamento, não levaram o azeite de reserva para iluminar o ambiente; e quando acabou, queria das virgens prudentes seu óleo. Contudo, foi-lhe negado.

A maioria das pessoas se diz, sou cristão, e, portanto, sigo a Cristo, entretanto não reconhece suas profecias?

Está interessado no que a vida tem para oferecer que é, prosperidade, conforto e luxo. Mas digo-lhes: “tais vendo tudo isso? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada!”. É, meus caros, como nos dias de Jerusalém quando invadida por Tito, que foram arrasados, presos e mortos, assim será agora no tempo do fim.

Jesus alertou-nos que quando viesse e com ele os seus anjos na sua glória, tudo seria destruído. Alguém teria a audácia de dizer que Babilônia não invadiu cidades e arrasou povos estrangeiros, a menos que não conhece a história mundial?  Você sabia que isso tá na profecia de Jeremias? Então, seguindo a lógica de que Jeremias profetizou sobre invasões, destruições, sofrimentos e prisões, fazendo um paralelo, entre uma e outra, ou seja, a profecia dele, e a história mundial, podemos, abrir os olhos e perceber que fora concreta sua mensagem; portanto, levando em conta, o passado, chegamos à conclusão que a profecia de Jesus Cristo: “como nos dias de Noé”, cumprisse em nossos dias.

Entretanto, nem todos viram essa profecia ser cumprida, mas isso não tira a verdade presente, uma vez que na profecia a outra que diz: “Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas, VENDO-AS, porém, de longe e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra.” (Hebreus 11.3).

Eles ficaram vendo de muito longe, mas nós a vemos de perto e percebemos seu cumprimento, e vamos continuar achando que falta acontecer? Isso seria o cúmulo da falta fé! Há aqueles que querem enxergar prosperidade financeira, estais de aviso, perto está o ladrão para roubar-lhes tudo que tu tens.

Muitos buscam uma pátria terrena, outros buscam uma pátria celestial, uns querem ficar aqui mesmo, como a mulher de Ló, outros querem está como Abraão.

Ficam nas expectativas de conseguirem resolver seus problemas financeiros, uma vez que acham que resolvidos podem viver em paz, sem ninguém estarem lhe cobrando, nem enchendo o saco, e, vão há alguns lugares, muitas vezes em lugares que pouco se ouve da Bíblia Sagrada para agradar-lhe seus sofrimentos, e quando chegam lá enchessem de esperança, porque vão ser resolvidas suas dificuldades, e, portanto, não mais estarão em crises. Ledo engano!

“ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé, não obtiveram, contudo, a concretização da promessa por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.” (Hebreus 11.39 e 40).
Percebeu a contradição? “sem nós”, sem os profetas verdadeiros não se conseguem obtiver verdadeiros aperfeiçoamentos vistos não compreenderam bem o caminho, e como andariam bem nele? Você poderá dizer, mas Jesus Cristo não disse: ser ele o caminho? Sim, disse. Contudo, isso não anula o ensinamento dos profetas. Lembra quando ele mesmo disse: “Não penseis que vim revogar (anular), a lei ou os Profetas, não vim anular, vim cumprir?” (Mateus 5.17 e 18). Em outras palavras Jesus estava dizendo que havia vindo cumprir o que os profetas haviam estabelecido com regra de vida, e sobre as profecias que havia anunciado ou profetizado.

Vocês conseguem enxergar com clareza essa afirmação: “Os sábios entenderão?” (Daniel 12.10). Aqui está mostrando que aqueles que forem sábios, entenderão o que os profetas profetizaram, ou seja, as pessoas que farão parte da classe privilegiada (salvos) saberão que as profecias são verdadeiras e entenderão elas.

Podemos admitir que, muitas coisas que acontecerão no nosso meio ou num futuro próximo não estão escrito, mas lembre-se que, as profecias são-nos dadas, contudo não de maneira minuciosa (detalhada) com já havia dito antes.

É verdade que a igreja remanescente está sendo aperfeiçoada e restaurada, até o final dos tempos, porém chegará uma hora que essa igreja terá que decidir, vou seguir literalmente o que a Bíblia apresenta, ou vou ficar na minha conjectura? Lembre-se que a igreja morna ou indecisa, vai ser jogada ou vomitada para fora. (Apocalipse 3.16).

Aqueles que como a mulher de Ló que só querem enxergar as riquezas, os valores que o mundo tem para oferecer, serão estes, e não outros, que o vômito do salvador, a gosma, transformarão em estátua para o fogo eterno.

“Creiam nas profecias e estareis seguros, creiam nos seus profetas e prosperareis”, a segurança da vida eterna, aqui não se trata desta vida, mas da vida na eternidade celestial. Estejamos lá! [G]
Continua...

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sábado, 6 de setembro de 2014

A Profecia Na Bíblia Sagrada


Do Começo ao Fim

Eu não sei se você já prestou atenção, mas a maioria do contexto bíblico está referindo-se a alguma profecia.

Desde o pecado de Adão e Eva houve uma profecia dada pelo próprio Deus, esta era que ele viver-se pouco, e a terra sofreriam as consequências do seu ato; e Eva, daria a luz sofrendo dores.

Era profecia em cima de profecia, quando Caim pecou, matando Abel, também ouve uma profecia, que era uma marca nele, para que ninguém o matar-se.

Porém, passados anos a profecia passou para as mãos de homens santos, aqueles que seriam porta vozes de Deus. Homens que muitas e muitas vezes, que mesmo no presente, podiam ver o futuro.

Eram neles, e não em outros que Deus encontrava sua vontade, pois eles permaneciam fieis a sua honestidade. Muitas nem sabiam que iriam serem chamados a fim de exercer uma voz de clamor.

A maioria até se perguntavam, por que eu Senhor? Alguns alegam não terem condições para desempenhar; outros desde infância já era moldado através do estudo das Escrituras Sagradas, para cumprir este dom.

Além de Deus chama-los, ainda pedia que escrever-se em pergaminhos, ou o que havia na época, afim de que outros lessem futuramente o que ocorrera no passado.

Era vontade de Deus que os homens voltar-se seus olhos no que havia acontecido no passado, para não errar no presente, e muitos menos no futuro.
A Bíblia é um livro futurístico, embora tendo histórias antigas, mas todo seu contexto revelava Jesus Cristo, quanto suas profecias.

Perceba que mesmo os escritores antigos que viveram no presente, escreveram os fatos que haveriam de acontecer no futuro.

“O rei Davi entrou na barraca, sentou-se e orou assim: - Ó Senhor, meu Deus, eu não mereço tudo o que fizeste por mim no passado, a minha família também não merece. E, como se as bênçãos do passado ainda fossem poucas, agora estás fazendo promessas a respeito dos meus descendentes no futuro. E deixaste um homem [profeta] ver isso, ó Senhor, meu Deus.” (2 Samuel 7.18 e 19).

Davi reconhecia que Deus poderia fazer o homem vê além das fronteiras, e saber o acontecido no futuro, por isso, agradece a Deus.

O plano de Deus estava de acordo ao presente, para dá luz aos homens quanta sua mensagem profética muito tempo depois.

Na perspectiva divina, uma profecia desempenha um papel importante na história, uma vez que essa completa os fatos empiricamente, e mostra que existe um Deus quando cumprida; visto o profeta dele anunciou.

“Assim temos mais confiança ainda na profecia anunciada pelos profetas. Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês.” (2 Pedro 1.19).

Quase ninguém consegue andar direito no escuro, pois anda cambaleando, levando tombos, batendo os membros, o corpo, e a cabeça; entretanto, quando no caminho a luz, essa iluminação faz que andemos seguros.

“Lâmpadas para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos.” (Salmos 119.115).

A Bíblia do Começo ao Fim

Ao contrário que muitos pensam ou imaginam, a história deste mundo teve um começo, e, portanto, terá um fim.

O Gênesis apresenta este início completo, onde o seu criador, aquele que criou o universo, as águas, a terra, os seres vivos, o homem, a mulher, ou seja, tudo foi feito por um Deus.

Ela não deixa passar nada, do que seja o mais relevante para nosso entendimento, e quanto à necessidade da certeza das coisas.
Portanto, a sua necessidade é, nos revelar a relação entre Deus e o homem, e quanto ele nos ama.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).

Mesmo amando-o, não deixou de destruir o mundo, com um dilúvio, pois os homens se faziam muito maus. (Gênesis 6).

Note que quando Eva e Adão pecaram, não deixaram de pagar o preço pelo seu erro, e este a morte. Embora, Deus tendo revelado a eles que um dia o segundo Adão haveria de retomar o mundo do pecado, isso não eliminou no presente deles, as suas mortes.

No diálogo de Deus e o homem, ele havia alertado: “Então, o Senhor Deus pôs o homem no jardim do Éden, para cuidar dele e nele fazer plantações. E o Senhor deu ao homem a seguinte ordem: - Você pode comer as frutas de qualquer árvore do jardim, menos da árvore que dá o conhecimento do bem e do mal. Não coma a fruta dessa árvore, pois, no dia em que você a comer, certamente morrerá.” (Gênesis 2.17).

Assim o homem fez, comeu do fruto proibido, e assim aconteceu a sua morte. Era uma profecia dita, condicional, mas eles preferiram desobedecer, e a profecia tornou-se cumprida.

Como nos dias de Noé, a profecia tornou incondicional, ou seja, haveria de ser cumprida mesmo, pois, os homens faziam-se maus.

Ali em Adão e Eva era o começo de um povo, que se estendeu em pecado chegando a Noé, que era um homem justo, e, portanto, não morreu no dilúvio.
O princípio agora já não há, viram-se somente águas e águas, e um barco cheio de animais, quanto uma família salva, para ressurgir um novo começo, e, por incrível que possa parecer, um novo fim.

E a profecia continua...

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