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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Livro da Uninter confirma os erros (forjamento) de alguns livros.






Outro dia havia escrito sobre livros que não podemos acreditar com fidedigno como resultados concretos no sentido absoluto. Pois bem, hoje lendo um dos livros da Uninter, fiquei surpreso ao ver que estamos de comum acordo quando nem todos os livros realmente pode se dar créditos.

Conquanto ainda não ter lido este livro para refletir sobre o que o psicólogo alega, sinto-me agradecido por tal postura deste livro sobre Desigualdades de Gênero, Raça e Etnia da faculdade de Licenciatura em História.

O texto fala: Mas, afinal,

O que é o preconceito?

No seu sentido usual, o preconceito implica um julgamento prematuro e inadequado sobre determinada coisa ou ainda uma opinião formada sem reflexão. Do ponto de vista sociológico, grande parte dos autores se reporta a definição forjada pelo psicólogo norte-americano Gordon William Allport (1954), em seu livro A natureza do preconceito (The nature of prejudice). Segundo esse autor, o preconceito pode ser definido como uma atitude hostil contra um indivíduo, simplesmente porque ele pertence a um grupo desvalorizado socialmente.  (Desigualdades de Gênero, Raça e Etnia, pág. 144).

O livro destaca que a mesma interpretação não é exata uma vez que existem vários grupos na sociedade dos quais são diferentes de condições por assim dizer, outros tipos de preconceitos.

E mostra o preconceito sexual; o preconceito racial; o preconceito étnico que reporta ao mundo cultural diverso e por fim, o preconceito social, que se expressa nas distinções de classes menos favorecidas (os pobres).

Diante do que lemos e continuamos nas nossas pesquisas, temos um comum acordo no referido livros não como uma absoluta afirmação, isto é, livros outros (neste caso o do psicólogo). Embora não tenha lido-o ainda, sentimos que estamos no caminho certo porque a universidade nos mostra que conhecemos do que escrevemos e falamos. [G].

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A Crise na Educação. Documentário


Estamos vivendo um caos na educação, pois os professores estão sem forças para administrar seu canto de trabalho. Não podemos admitir que o professor não possa ter controle sobre seus alunos uma vez que ele está disposto ao bom ensino, a menos que seu propósito seja trazer exemplos promíscuo para seus alunos. Ora, antigamente não havia tanta neblina no ensino. O professor era visto com uma pessoa importante. Mas também queremos destacar que existem professores hoje na atualidade que exprime seus interesses animalesco donde existem perversões morais. Entretanto, não é o caso deste vídeo. A relação que conduz o documentário é tamanho de exatidão concreta para o bem comum a fim de trazer às autoridades - pensar neste contexto. 

Veja o vídeo:





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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Revolução na Islândia - Assustando o mundo



O que vc verá pode te deixar assustado, revoltado, ou até perplexo; mas isso é o que pode acontecer quando os governantes não se preocupa com o povo, e o leva em desespero - diante de: desemprego; pagar impostos demais; falta de saúde; falta de segurança; educação; etc. 


Veja o vídeo





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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Governo Americano Caminha para Tecnologia P-TECH na Educação Americana

O presidente Barack Obama e a secretária de Educação Arne Duncan conversa com os alunos durante a visita a sala de aula para os Caminhos de Tecnologia precoce Segundo Grau (P-TECH), em Brooklyn, NY, 25 de outubro, 2013. (Official White House Photo by Pete Souza)



Marine One pousou em Brooklyn na sexta-feira, quando o presidente Obama fez uma visita à P-TECH - uma escola em início de faculdade de ponta formada por uma parceria entre a IBM ea Universidade da Cidade de Nova York. 
O Presidente falou sobre a necessidade de um orçamento equilibrado, razoável, que libera recursos para as coisas que sabemos que promover o crescimento econômico de longo prazo: coisas como reconstruir nossa base de fabricação, melhorar a nossa transporte e redes de informação, apoiando a pesquisa básica e desenvolvimento, incluindo educar os nossos filhos e os trabalhadores, para que possam ser competitivo em uma economia global. Isso inclui abrindo espaço para mais escolas, como P-TECH. 
O presidente elogiou a escola, que oferece cursos de nível universitário em matemática e ciências, e oferece aos alunos um diploma de segundo grau e um grau de associado em sistemas de computação ou engenharia eletromecânica:
... No momento em que o custo do ensino superior continua a subir - e Arne e eu estamos trabalhando duro para ter certeza de que estamos fazendo tudo que podemos para reduzir a carga de empréstimos estudantis sobre os jovens - aqui é o quanto dois anos de faculdade vai custar estudantes P-Tech e suas famílias: zero. Nada. 
Portanto, esta é uma passagem para a classe média, e está disponível para todo mundo que está disposto a trabalhar para ele. E essa é a maneira que deve ser. Isso é o que a educação pública é suposto fazer. E a grande coisa é que o que começou pequeno está crescendo. Então o governador Cuomo, que está abrindo P-TECH escolas modelo em distritos em todo o estado - em todo o estado. Então, todas essas escolas juntos, eles vão preparar mais de 6.000 estudantes do ensino médio para o bem, empregos altamente qualificados.
O presidente refletiu sobre a paralisação do governo, que enviou mais de 800 mil trabalhadores federais em casa por 16 dias e custam nossos bilhões da economia, observando que seguir em frente, ele não quer ouvir o mesmo refrão sobre como a América não pode ter recursos para investir na coisas que sempre nos fez fortes. 

Fazer algo de nós mesmos, isso é o que nós fazemos neste país. Essa é uma mensagem que vale a pena enviar para Washington. Não há mais jogos, mais engarrafamento, não mais evisceração as coisas que ajudam a América crescer, e dar às pessoas as ferramentas para fazer algo de si. Isso é o que se trata. Isso é o P-TECH representa, que é o que representa Brooklyn. 
E enquanto eu tenho o privilégio de ser seu Presidente, eu vou continuar lutando para se certificar de que não importa quem você é, de onde você vem, o que você se parece, este país será sempre o lugar onde você pode fazê-lo se você tentar.
Fonte: READ MORE 
Nota: Esperamos que o governo de Barack Obama de fato faça uso da sua força para instruir às pessoas no conhecimento verdadeiro do saber, e não para força da espionagem como bem já foi visto em todo o mundo. A democracia é muito importante e a privacidade um direito do cidadão adquirido. [G]

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Família no Contexto Educacional e a Concepção Adotada Por Professores para Interagir Com As Famílias das Crianças da Pré-Escola


Texto Redigido: Marlen Galhardo
            Nos dias de hoje nos deparamos com situações em que famílias se perdem dentro do contexto educacional, porém é fundamental que escola e família vivam em harmonia para a carreira acadêmica dos filhos, devem caminhar juntas para que o trabalho educativo se torne eficiente e possibilite ao educando segurança necessária para seu desenvolvimento intelectual contribuindo-o assim para a formação de um indivíduo autônomo. 
 Sabendo que o ser humano nasce com grande potencial de aprendizagem, em todo tempo está aprendendo e desenvolvendo habilidades, nas mais diversas oportunidades que o mundo lhes proporciona, assim sendo, pode-se ver que o papel fundamental da família é que vem em primeiro lugar, pois é ela que determina os primeiros passos que seus filhos precisam aprender, e caminhar para a tomada de decisões que lhes darão um futuro certo e seguro.
Segundo o autor Amaral Fontoura;
 Com base nos escritos do autor Amaral Fontoura, a criança adquire sua primeira educação ainda no berço, pois nos primeiros anos de vida já começam a observar tudo em sua volta, adquire conhecimentos e assim começa a formar seu caráter que o dirigirá por toda a sua vida.  
Conforme o autor em sua obra diz que: segundo a Constituição Brasileira:
“A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola” (artigo 168) e § 3.º, II: assegurada a oportunidade a igualdade deve inspirar-se no princípio da unidade nacional e nos ideais de liberdade e da solidariedade humana, como também se estabelece o direito quanto os deveres dos pais quanto à educação dos filhos, podendo pagar penas de detenção e multa aos pais caso não cumpram esses deveres. (Amaral Fontoura, Escola Viva Sociologia Educacional, p. 158).
 Nada pode substituir o papel de primeiro educador dos filhos que é a família, ainda com base na obra do autor; nos países mais desenvolvidos quando ocorrem situações em os pais encontram dificuldades econômicas a ponto de desistir dos filhos, o governo corre em auxílio oferecendo-lhes auxilio que os ajudem na convivência dos filhos em seu poder, mas se por algum motivo a permanência dos filhos não for possível, o governo procura entregar a criança para outra família seja adotiva ou não, desde que esteja no seio familiar, por mais que os abrigos e acolhimentos ofereçam cuidados e proteção ainda assim não são aconselháveis, pois não conseguem transmitir aquele carinho, amor e orientação moral que somente a família pode proporcionar.
 Enquanto que o papel principal da escola é preparar o cidadão para exercício pleno de cidadania, além de estudos científicos e curriculares para uma vida democrática, é ali onde o ser humano aprende a se conhecer e conhecer o outro, respeitar e valorizar o meio social.
 Seu conceito é preparar o homem para sua formação acadêmica incentivar a utilização das faculdades mentais na aquisição e construção do conhecimento em favor do bem comum tendo como ferramenta as diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos.
 IInteragir com as famílias de seus alunos para que estes se apropriem dos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, deve fazê-lo de forma que o conhecimento seja compartilhado e esteja contextualizado ao conhecimento verdadeiro, o aluno deve ser visto como alguém capaz e com vontade própria de aprender.
Segundo as palavras do autor Augusto Cury;
Bons professores ensinam seus alunos a explorar o mundo em que estão do imenso espaço ao pequeno átomo, ensinam a explorar o mundo que são o seu próprio ser. (Augusto Cury, Pais Brilhantes, Professores fascinantes, p. 48).
 Promover a aquisição de hábitos saudáveis através do conhecimento das leis que o regem, oportunizar o desenvolvimento do senso crítico, da criatividade e do pensamento reflexivo, incentivar o cumprimento dos deveres práticos da vida diária, a sábia escolha profissional e a formação familiar, o serviço a Deus e a comunidade.

2 OS PRINCIPAIS MEIOS DE PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA VIDA ESCOLAR DOS FILHOS.
 A escola nos dias atuais tem promovido meios de participação para que as famílias estejam cada vez mais envolvidas na escolaridade de seus filhos, para tanto é necessário que esta parceria esteja cada vez mais ligada, os pais devem buscar na escola fontes seguras para rever relações, condições e maneiras de lidar com situações vividas no dia a dia.
De acordo com a autora Isabel Parolin,
Cabe à escola construir respostas e instrumentos que atendam aos novos tempos, com todas suas peculiaridades e as diferentes necessidades. (Isabel Parolin, Professores Formadores: A Relação Entre a Família, Escola e a Aprendizagem).
        Formar cidadãos para a sociedade é formar seres humanos, humanizar atitudes em todos os aspectos, perceber que dividimos o mesmo espaço que cabe cada um cumprir com suas responsabilidades e direitos, para tanto é importante que a escola esteja a par de circunstâncias extremas que ocorrem nos seio familiar, assim fica mais acessível o trabalho entre escola e família.
Quando a família se alia ao projeto da escola, o objetivo é sempre obtido, é importante que haja diálogo entre os pais com os filhos em relação o que se passa na escola, um importante papel também é o da escola, que deve passar aos pais tudo o que acontece com seus filhos no interior da escola, tal comunicação pode ser feita por meio da agenda que a crianças possuem, ou se houver situações graves que então seja feita através do telefone ou e-mail.
 A participação dos pais nas atividades escolares de seus filhos é um trabalho fundamental para a construção coletiva de conhecimentos na formação ética do aluno.
 Outra forma de participação dos pais na escola é nas reuniões, e programas de confraternização que a escola oferece, durante as reuniões pode se mostrar o que pode ser feito para melhoria, assim fica mais fácil haver interesse por parte dos pais que começam a interagir com a escola e consequentemente sua participação nas atividades escolares de seus filhos começam a ter um novo rumo.
 O diálogo entre a família e a escola tende a colaborar para um equilíbrio na execução escolar, o que torna possível considerar que a criança e os pais trazem uma ligação intima como desempenho. De acordo com relatos históricos, autores como Elkin (1968), Ariés (1978) e Dias (1992),) buscaram compreender a dinâmica da relação família-escola, como principal  destaque para a família como administrador socializado, ao enfatizarem que os filhos aprendem valores sentimentos e expectativas por influência dos pais.
             Conforme o autor, Grunspun e Grunspun [s.d], Casas (1998), se refere às modificações sociais ocorridas dentro da instituição familiar, explicam que poucos são os casos em que os pais compartilham a responsabilidade sobre a vida escolar de seus filhos.
 Sobre a compreensão da relação família-escola a partir dos aspectos psicológicos, autores como Ehrlich (1995), Fraiman (1997), consideram dois pontos muito importantes. Primeiro, indicam uma escassez de estudos realizados por pesquisadores brasileiros na área do envolvimento dos pais no trabalho escolar. O segundo fundamenta que os aspectos psicológicos da família influenciam na educação escolar dos filhos, ou seja, os filhos vivem reflexos negativos e positivos no contexto familiar, internaliza-os conforme o modelo recebido, e esses modelos parecem possuir um peso considerável no contexto escolar. O entrosamento dos pais com a escola deve favorecer a reflexão de diferentes aspectos pedagógicos.
             A importância da família para a escola também tem sido investigada em relação a outros fatores como: o comportamento dos alunos em sala de aula e os problemas de adaptação. As pesquisas mais recentes que investigaram a relação família-escola e a questão do desempenho escolar podem ser classificadas em cinco perspectivas:
 A primeira ressalta a influência dos fatores sociais da família no desempenho escolar dos filhos e refere-se à classe social dos pais e sua relação com o desempenho escolar dos filhos, indicando que a existência de um grande número de pais analfabetos dificulta a ajuda aos seus filhos na tarefa de casa. Pode-se afirmar tais pressupostos, tendo como referência os estudos de Sena (1990), Pinto (1994), Zago (1998), Chaves e Barbosa (1998).
 A segunda perspectiva aborda a influência do contexto pedagógico da família na sua relação com a escola. Rocha et al (1998).
 A terceira perspectiva se refere à participação dos pais na escola, indicando que a presença dos pais na vida escolar dos filhos constitui um fator indispensável para desempenho escolar e enfatizando a importância da presença dos pais principalmente nas reuniões realizadas nas escolas. (FRAIMAN, 1997)
 A quarta perspectiva discute a importância dos pais para o desempenho escolar dos filhos num sentido mais direcionado aos aspectos do desenvolvimento da aprendizagem. Os estudos de alguns autores referem-se à relação entre a família e o desempenho escolar, indicando questões de participação no processo de aprendizagem. Autores como Sigolo e Lollato (2001) enfocam as aproximações entre a escola e a família, revelando que a mãe, com maior frequência, é quem acompanha as atividades escolares dos filhos.
 A quinta perspectiva enfatiza a importância dos pais mais especificamente sobre o sucesso ou insucesso escolar dos filhos, chamando a atenção para que os pais sejam mais bem orientados sobre as atividades e obrigações escolares dos filhos. Isso permitiria um compromisso maior com o sucesso escolar. Sipavicius (1992)
 Ao considerar a importância dos pais na vida escolar dos filhos o estudo de Andrade (1986) teve uma contribuição especial para a presente pesquisa. O autor buscou compreender os fatores psicossociais do insucesso (repetência) a partir de entrevistas com os pais dos alunos.
    Parece que os pais de alunos com sucesso constroem uma percepção positiva fundamentada na ideia “a escola é boa”, enquanto que os pais de alunos com insucesso relatam que “a escola parece boa”. Observa-se que os pais deste grupo sentem certa discriminação da escola, pelo fato dos seus filhos apresentarem insucessos. Esta diferença entre as duas percepções indica que nosso objetivo geral será alcançado, sobretudo quando chegarmos a analise total dos dados.
2.1 COMO AUMENTAR A CONFIANÇA DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO À ESCOLA?
 É evidente que toda família tende procurar a melhor escola para seus filhos, além da estrutura, filosofia, concepção pedagógica, gestão e administração. Pois a escola faz parte da vida das famílias, é ali onde as informações são fundamentais para novos aprendizados e aprimorar seus conhecimentos, além de profissionais capacitados, a escola deve providenciar meios de participação em que a família encontre confiança e assim possa contribuir para a evolução educacional de seus filhos.
 Cada instituição é um grupo social articulado com a sociedade, desempenha uma função socializadora em relação à educação assim como por intermédio de ações praticadas em prol da comunidade escolar.
 É importante ressaltar que uma boa relação entre a família e a escola fundamenta-se numa comunicação franca, com responsabilidades de ambas as partes para criar um vínculo de confiança e bases seguras tanto para o aluno como para a escola, vale ressaltar que nas ocasiões em que ocorrem situações desagradáveis tais como, alunos com notas baixas, a filosofia da escola, organização curricular, ou até em casos isolados como peraltices de alunos, brigas entre eles, etc. É importante que a escola tenha o máximo cuidado em resolver o problema juntamente com os pais destes alunos, um diálogo aberto onde o respeito mútuo deve ser obtido como meio de mediar conflitos e resolver os problemas.
 Conforme relato do autor Rudolf Lenhard a comunidade é em relação à escola aquele setor da sociedade onde ela se situa, física e socialmente e através da qual ela recebe em grande parte, o influxo da cultura e das exigências nacionais. “Os alunos e seus pais são membros da comunidade e a estrutura desta reflete-se na escola por intermédio das expectativas com que eles a encaram”. (Rudolf Lenhard, Sociologia Educacional, p.127).
 É evidente que a família é o primeiro elo educacional em que a criança recebe, a personalidade da criança se estrutura e molda essencialmente no meio familiar, os pais são responsáveis pela educação de seus filhos e isto reflete no ambiente dos quais eles frequentam, são eles os responsáveis e devem assumir o seu papel de primeiro educador saber oferecer amor, impor limites e orienta-los a respeitarem o meio em que vive a instituição que lhe oferece instrução educacional e seus professores, para uma vida democrática e o bem social.

2.3 COMO A ESCOLA DEVE PROMOVER PROGRAMAS DE CONFRATERNIZAÇÃO EM QUE AS FAMÍLIAS POSSAM PARTICIPAR

 A ideia da participação dos pais nas atividades escolares dos filhos tem dado tão certo, que nos dias de hoje não podemos imaginar uma escola que não organize programas em que as mesmas não possam participar.
 Ao relatar alguns momentos em que os pais passaram na escola com seus filhos para realizar algumas brincadeiras e atividades, organizadas pela coordenação escolar e oferecidas as famílias, para crianças da educação infantil, foi preparado atividades de acordo com a faixa etária de cada turma, a sala de aula foi o espaço adequado para receber os pais, as mesinhas foram colocadas em circulo para que os pais pudessem participar com seus filhos e todos ficassem frente uns aos outros, foi distribuído o material que no caso era folhas de papel colorido, tesouras e cola, para serem dobradas e recortadas formando vários formatos e desenhos, atividade simples porém de grande valor, pois, foi ali que pode ser visto rostinhos felizes e radiantes das crianças em ter seus pais dentro de sua sala de aula participando de suas atividades, em outra ocasião, no mês de maio em que se comemora o dia das mães, a escola promoveu um programa especialmente para as mães, com a participação do coral da escola em que as crianças do pré ao quinto ano fazem parte, logo após a apresentação do mesmo, as mães puderam participar em sala de aula para mais uma atividade junto com seus filhos, de acordo com orientação da coordenação pedagógica, foi organizado uma massagem para as mãos das mamães e muitas vovós que também foram prestigiar e participar das atividades escolares, as crianças foram as principais “massagistas” de suas mamães e vovós. Mesmo em atividades simples a importância é de grande valor, só assim as famílias acabam acompanhando o desempenho escolar de seus filhos.
Conforme, Revista Carta na Escola, edição 23.
 A escola da Prefeitura de Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, adquiriu um projeto em que professoras participam do Programa Interação Família e Escola,
 Quatrocentas professoras fazem parte da importante missão de participação e interação de visitar seus alunos que passavam por certas dificuldades de relacionamento e aprendizado, conforme relato às experiências vividas tem sido de fundamental tanto para as famílias como a escola, ambas só tem a ganhar, pois, além de maiores rendimentos escolares dos alunos, esta oportunidade de aproximação entre família e professor passou a produzir maior participação dos pais na vida escolar de seus filhos e consequentemente estes passaram a se interessar mais pelo estudo e aprendizado colaborando assim para a redução de repetências ou abandonos dos alunos aos estudos, de acordo com a pesquisa bons resultados puderam ser comemorados, como também maiores colaborações e participações dos pais em relação aos programas oferecidos pela escola. Fonte; http://www.udemo.org.br/leitura-113,htm 
 Com base na obra do autor Nelson Piletti, é de total importância à visitação do professor à família do aluno, pois assim o seu trabalho e o rendimento escolar do aluno torna-se mais deleitoso e eficaz, este intercâmbio produz mais informações a disposição dos professores gerando mais confiança e busca para a solução dos problemas, como também o conhecimento do bairro, a comunidade onde vive o aluno, as dificuldades que ali se encontra, e o que as políticas do país têm proporcionado em favor da educação.
 Ao falar em escola e comunidade, ressalta-se a experiência do Grupo Municipal Professor Trajano, de Lajes (SC):
A diretora do Grupo relata a experiência de sua escola:
“Partindo de visitas as famílias dos alunos, verificamos as principais necessidades das crianças, suas carências e dificuldades. Igualmente verificamos os problemas do bairro: água, esgoto, habitação, alimentação, prostituição, insuficiência salarial, desemprego, etc. Através de reuniões informais com os pais e com as próprias crianças, foi estabelecido um programa educativo e cultural mais condizente com a realidade”. (Nelson Pinetti, Sociologia da Educação, p. 98).
        Segundo relatos, a escola passou a trabalhar também com um projeto simples porem condizente a aprendizagem das crianças, que foi a implantação de atividades extras da sala de aula como, teatro, música, danças folclóricas, pintura entre outras atividades, da qual se destaca a hora da horta, pois através da mesma se constitui uma importante aprendizagem no contato com a terra, solo, canteiros, medidas do terreno, a importância daqueles alimentos e suas vitaminas, podendo aplicar esta relação nas áreas de disciplinas como português, matemática, ciência, geografia podendo também relatar o estudo religioso ao lembrar-se da natureza criada por Deus.     
        A dificuldade que muitos professores encontram em buscar esse contato com as famílias das crianças tem sido pela falta de tempo que os pais não estão dispostos a dedicar, pois, vivemos numa sociedade marcada pelo capitalismo e concorrência, assim que muitos pais se perdem deixando para lá ou para depois esta junção de educação família e escola, porem aqueles que estão dispostos a investir na educação e futuro de seus filhos conseguem tempo e como recompensa veem seus filhos prosperando com melhor desempenho na área educacional em todos os aspectos, formal, psicológico, cultural, entre outros.
  






METODOLOGIA

             Para a realização deste trabalho foram utilizadas fontes de pesquisa em livros didáticos de autores que abordam temas da educação família e escola, bem como sites e pesquisas dentro do recinto escolar e também informações com profissionais e pais de alunos da educação infantil que frequentam o Colégio da Rede Particular de Ensino.
 A metodologia consiste em compreender como se relacionam as famílias e a escola dentro do contexto educacional, se esta prática tem favorecido o educando e quais providências a favor de melhorias quanto ao exercício pedagógico da instituição para atender da melhor maneira a comunidade escolar que atua em seu recinto.
A autora Marcia Grochoska cita Penim e Vieira:
Cada escola possui uma história própria e um modo de existir na comunidade-vila, bairro ou cidade – articula-se com pessoas que, de uma forma ou outra, contribuíram para sua construção. Em muitos casos a escola representa a conquista de uma determinada comunidade, que lutou para garantir desde o espaço físico até as instalações físicas a fim de que seus filhos tivessem um espaço de aprender. Movimentos de tal natureza traduzem o valor social e simbólico da educação para a população que nem sempre possui meios adequados para cobrar da escola uma educação para a população de qualidade para seus filhos. (Marcia Grochoska, Organização Escolar, perspectivas e enfoques, p. 37).
 Assim convém que estado, família e profissionais educacionais despertem para novas buscas e soluções das dificuldades que se vê na educação brasileira seja no aspecto familiar, cientifico, religioso, cultural, entre outros.


REFERÊNCIAS

ARIÉS, Phillipe. História Social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
ANDRADE, Antônio dos Santos.(1986). Condição de vida, potencial cognitivo escola: um estudo etnográfico sobre alunos repetentes da primeira série do primeiro grau. São Paulo, 249p. Tese (Doutorado em Psicologia). Instituto de Psicologia. USP.
CHAVES,A .M.; e BARBOSA, M. F. Representações sociais de crianças acerca da sua realidade escolar. Estudos de Psicologia. [S.L.],v.15,n.3,p.29-40, 1998.
CURY Augusto, (1958) – Pais Brilhantes Professores Fascinante / Augusto Cury – Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
DIAS, M. L. Vivendo em família: relações de afeto e conflito. São Paulo: Moderna, 1992.
ELKIN, Frederick.  A criança e a sociedade. Rio de Janeiro: Block, 1968.
EHRLICH, M. Iparental involvement in education: a review and synthesis of the literature. In: Revista Mexicana de Análisis de la Conducta, v. 7, n.1, p. 49-69, 1995.
FRAIMAN, L. P. E. (1997). A importância da participação dos pais na educação escolar. São Paulo, 134p. Dissertação (Mestrado em Psicologia).Instituto de Psicologia, USP.
GROCHOSKA, Marcia Andreia Organização Escolar: perspectivas e enfoques / Marcia Andreia Grochoska – Curitiba: Ibpex, 2011 – (Série Pesquisa e Prática Profissional em Pedagogia).
GRUNSPUN, H. e GRUNSPUN, F. Assunto de escola. In: Assuntos de família: relacionamento – sexo – Tv – Droga – Escola. [S.L].: Almed, [S.D.].
http://www.udemo.org.br/leitura_113,htm
LENHARD, Rudolf (1912), Sociologia Educacional / Rudolf Lenhard. 4ª edião – São Paulo: Pioneira, 1978. (manuais de estudo).
PILETTI Nelson, Série Educação Nelson Piletti Professor livre docente da Faculdade de Educação da Universidade de são Paulo. Sociologia da Educação edição reformulada e atualizada 17ª edição, Editora Ática 1998. Rua Barão de Iguape, 110, São Paulo. SP.
PINTO, E. Contribuição para a análise dos indicadores sociais e familiares do atraso escolar. In:Temas sobre desenvolvimento .São Paulo, v.4, n. 21,p.2-9. 1994.
REVISTA CARTA NA ESCOLA, Edição 23.
ROCHA, Carmo e cols. (1998). Influência do contexto pedagógico da família no desenvolvimento de competências sociais por alunos do primeiro ciclo do ensino básico. Revista Portuguesa de Educação. Lisboa, v. 11, n.1, p. 36-38.
SENA, M. G. de C. A educação das crianças: representações de pais e mães das camadas populares. São Paulo,1990.409p. Tese Doutorado em Psicologia. Instituto de Psicologia, USP, 1990.
SIGOLO, S. R. L. e LOLLATO, S. O. Aproximações entre escola e família: um desafio para educadores, In: CHAKUR, C. R. de S. L. (org) Problemas da educação sob o olhar da psicologia. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2001.
SIPAVICIUS, N. A. A (1992).O rendimento escolar na 1 ª série do 1o grau em duas escolas públicas paulistanas: um estudo com uso de regressão múltipla. Didática . São Paulo, v.28, p.115-129.
ZAGO, N. Realidades sociais e escolares e dinâmica familiar nos meios populares. Cadernos de Educação PAIDÉIA. FFCLRP, USP, Ribeirão Preto, fev/ago, 1998.






                                                






segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Relatório de Pesquisa e Prática Profissional Produção de Texto








 Redigido: Marlen Galhardo                                                                                                                   

1 INTRODUÇAO        
                   O presente relatório de Pesquisa e Prática Profissional – Ensino Fundamental tem a finalidade de dar oportunidades aos estudantes de pedagogia para aprimorar seus conhecimentos por meio de pesquisas e entrevistas com profissionais da Educação Infantil, para conhecer seus métodos de ensino, observando se estão adequados aos seus alunos. 
                   Tem como objetivo conhecer as principais características da escola, dependências físicas, se o local está em condições de atender alunos professores e funcionários para o bom andamento com compromisso profissional e desenvolvimento das crianças para uma formação acadêmica dos alunos.       
                   Tem a finalidade de participar diretamente com profissionais da educação, convivendo com professores, alunos e o ambiente escolar, concedendo ao estudante uma visão crítica e construtiva para a formação de cidadãos responsáveis e capazes perante a sociedade.
                   A importância deste trabalho contribui para que o estudante adquira novas experiências, e desenvolva ideias, compartilhe com colegas da educação, para o desempenho de sua profissão.
                   Para a elaboração deste relatório foi indispensável várias fontes de informação tais como entrevistas com profissionais da educação na instituição pesquisada, bem como o auxílio de materiais, livros, internet e o conteúdo das tele-aulas realizadas no polo da Faculdade Internacional de Curitiba, FACINTER.







Caracterização da Escola
                   O colégio pesquisado está localizado na rua, Lisímaco Ferreira da Costa, 980, no bairro Bom Retiro. É um colégio privado com nível socioeconômico, médio-alta, da comunidade escolar. A escola atende das 07h15min, às 17h30min, cerca de 1054 alunos, divididos em várias etapas que vai do ensino pré-escolar, ensino fundamental I, ensino fundamental II, ensino médio e terceirão.
                   O prédio escolar é bastante espaçoso com capacidade de atendimento e bem estar aos alunos, professores, funcionários, etc. Há também no colégio um elevador que está disponível, se necessário for para atender algumas ocasiões que possam existir. O colégio foi fundado há quarenta e quatro anos, e está sempre procurando inovar e aprimorar os conhecimentos estudantis, desde educação pré escolar ao ensino mais avançado, bem como toda a equipe pedagógica, administração e direção. Os alunos que estão matriculados na pré escola estão divididos em cinco turmas, sendo uma sala no período da manhã, e quatro no período da tarde, cada sala tem em média dezoito alunos, o ensino fundamental I, tem aproximadamente, vinte e cinco a trinta alunos, o fundamenta II, aproximadamente, trinta a trinta e cinco alunos, ensino médio, trinta a trinta e oito alunos, e terceirão trinta alunos.
Na escola são quarenta e quatro professores, três pedagogas, duas orientadoras, uma psicóloga, um coordenador disciplinar, diretor e vice-diretor. As pedagogas possuem graduação, pós-graduação e mestrado.
O colégio possui dois turnos de atendimentos, matutino e vespertino, o primeiro turno inicia-se às 07h15min até às 11h30min para o ensino infantil e fundamental e até às 12h30min para ensino médio e terceirão. O segundo turno inicia-se às 13h15min, até às 17h30min, para turmas do ensino infantil, fundamental e ensino médio.



DESENVOLVIMENTO
PRÁTICA LINGUSTICA
Cada indivíduo ao nascer começa a aprender a língua em casa com os familiares, possuem valores dentro das comunidades das quais são faladas, todos os seres humanos precisam para a convivência do dia a dia, pode ser manifestada de várias maneiras, seja para se expressar com pessoas, com os animais, e há quem diga também com as plantas. Na verdade a linguagem, que usamos não se trata somente da fala ou escrita, é muito mais que se pode imaginar, é fazer parte do cotidiano da vida, em todos os lugares por onde vamos, estamos em contato diretamente ou não com ela, pois existem muitas formas de linguagem, para a interação entre a humanidade.
Segundo o Dicionário Houaiss (2001, p.1.763), Linguagemé.
“qualquer meio sistemático de comunicar ideais ou sentimentosatravés de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc.
 No Dicionário Michaelis (2010), podemos encontrar a seguinte definição de Linguagem:
“Conjunto de sinais falados (glótica), escritos (gráfica), ou gesticulados (mímica), de que se serve o homem para exprimir suas ideias e sentimentos [...] qualquer meio que sirva para exprimir sensações ou ideias.”
É certo que sempre existirão pesquisas voltadas para prática linguística, a linguagem é forma pela qual nos comunicamos, pode ser falada, escrita, sinais, imagens... faz parte da vida de forma diversificada. Pessoas são diferentes, vivem numa sociedade de desigualdades, mas todas necessitam umas das outras, e de certa forma todas conseguem se comunicar, segundo o livro Práticas de Escrita para o Letramento no Ensino Superior,(Hartman de G, H. Schirley), (Santarosa Donizete Sebastião), “falam de acordo com o nível de escolaridade que possuem, com o grupo social a que pertencem, com a faixa etária em que se inserem, com o gênero com que se identificam e com a época histórica em que vivem”.
                   Desde a infância, as crianças já sabem se comunicar para tentar resolver suas dificuldades, e usa a linguagem adequada a sua idade, quando ainda bebê, sua comunicação é por meio de choro, ou gestos e assim conseguem interagir com os adultos, percebe que com estas expressões ela chama a atenção dos que estão em sua volta, para atender suas necessidades.
A partir dos dezoito meses, as crianças vão se desenvolvendo para as palavras, depois para as frases mesmo que incompleta, até chegar à idade de ir à escola, todos ao entrar em uma sala de aula, já conhecem e sabem se comunicar, a partir dai cabe ao professor sua colaboração de ensinar e educar seus alunos para crescer e se desenvolver para um futuro de compromisso com a sociedade na qual vive, sabendo que todo ser humano possui suas características e diferenças, cada um possui sua própria identidade, pois vivem em lugares diferentes, e convivem com pessoas que trazem consigo a forma de expressão de acordo com sua naturalidade, e região, ou a condição social e cultural.
De acordo com estudos e pesquisas, a linguagem entre as pessoas, é diferente desde o inicio da humanidade, pois conforme o tempo vai passando a linguagem também vai mudando, segundo o Livro, (PRÁTICAS DE ESCRITA PARA O LETRAMENTO NO ENSINO SUPERIOR), “Nada na língua é estático, pronto e acabado”. Tudo se refaz e se transforma incessantemente. Ainda assim existe a diferença de faixa etária de idade, entre o jovem, e a pessoa idosa, que às vezes se tornade difícil compreensão, mas não perde a comunicação, porque apesar das diferenças, existem os valores e o respeito, que devem ser de ambas as partes e seguidos por toda a vida.
 A língua padrão de hoje, pode não ser a mesma daqui alguns anos, como no passado, até os dias de hoje houve muitas mudanças, é certo que ainda haverá, mesmo assim é certo que ninguém ficará isolado por consequência das mudanças. Sempre existirão pessoas capazes de aprender e interagir umas com as outras
Construa uma fundamentação teórica abordando as seguintes questões:

 Ao falar da variação da linguagem, quero destacar a geográfica e social. A primeira diz respeito aos usuários da língua territorial da qual fazem parte. Assim pode-se perceber dentro desse aspecto se há mudança de ordem estrutural, como fonética morfológica e sintática, além da escolha lexical, o que não significa que estejam associadas somente esse tipo de variação, uma vez que se trata de fatores internos da língua. Exemplo: o português do Brasil e de Portugal, os brasileiros do sudeste, sul, nordeste, os falantes do meio rural e urbano etc. Existe numa língua, continuamente a coexistência de formas diferentes.
                Em relação ao segundo tipo de variação, isto é, a social cabe-nos observar os vínculos que a língua possui com a estratificação social: Esse tipo “relaciona-se a um conjunto de fatores que tem a ver com a organização sociocultural da comunidade da fala” (Alkimim,200 3:35).
De acordo com a norma padrão em linguagem, pode-se dizer que, entre os profissionais da educação, existe o respeito das formas que são faladas por diversas pessoas, a língua padrão é utilizada corretamente pelos educadores tanto na linguagem escrita como na linguagem oral.
Apesar das desigualdades que existe entre as pessoas, devido a várias etnias, culturas, regiões, escolaridade, ambiente familiar, etc. todos tem em comum a graciosidade de poder se comunicar, seja qual for a forma utilizada, devem existir o respeito e o cuidado de saber ouvir o que o outro tem a falar.
Ensinar e aprender são valores que faz parte do cotidiano da vida, moral, intelectual, profissional e espiritual. O educador não deve ser apenas um expositor de ensinamentos relacionados a métodos, escolares, mas ser o profissional que tem grande cuidado pelos educandos sob sua responsabilidade, ser alguém que reconhece a individualidade e valoriza o potencial de cada educando. Os primeiros anos de vida e os primeiros anos escolares são profundamente significativos na vida da pessoa, isso reveste de grande importância o trabalho da docente. Ao lado dos pais, ela tem relevante papel no destino da criança.
“Segundo o livro Pedagogia Adventista, pagina 63,”O professor, mais que um profissional habilitado a lidar com conhecimentos, pedagogias, hipóteses e, é também um artista capaz de lidar com sentimentos, situações, cenários e pesquisas personalidades. Mais que mero ensinador, deve ser modelo vivo no palco educacional e apto para educar, formar e ser imitado”.
                 Os pontos em comum em linguagem e diferenças entre as modalidades são: a comunicação tanto para a escrita como para a leitura, ambas oferecem meios do qual as pessoas se entendem.  
                 Foi observado que a filosofia deste colégio tem como objetivo principal, preparar o aluno para atuar em uma sociedade cada vez mais exigente e diversificada, fornecendo um conjunto de instrumentos indispensáveis para um futuro profissional de ética cristã.










Entrevista com Professoras do Colégio Pesquisado                    

A entrevista foi realizada com cinco professoras do ensino fundamental I, todas com formação no curso de pedagogia, e pós- graduação. O assunto pesquisado foi em relação às questões da linguagem e da forma como é utilizada a Norma Padrão, na linguagem oral e na escrita.
 1-           Em resposta a primeira questão, que está relacionada à linguagem e como se manifesta na sociedade, foi dito pela professora do segundo ano do ensino fundamental que, são de várias formas, pois tudo irá depender da cultura e do conhecimento pessoal de cada pessoa.
 Para as outras professoras de outras turmas, as resposta são que: Linguagem é a forma pela qual nos comunicamos, pode ser falada, escrita, sinais, imagens, mímicas, é toda forma de comunicação e expressão.
2-              Foi respondido que falar e escrever errado depende muito de onde você está, com quem, e sobre o que se está falando, mas na sala de aula falar e escrever errado são quando as crianças não estão dentro das normas de ortografia e verbos da língua portuguesa. Para outras a resposta diz que cada pessoa tem um jeito próprio, ou seja, uma característica cultural, por isso dizer que alguém fala errado é muito difícil, podemos dizer que algumas pessoas falam diferente do padrão estabelecido pela sociedade atual. Para outra professora falar errado é não se encaixar dentro da linguagem culta ou da linguagem típica do local em que vive já escrever errado é não seguir as normas da língua de acordo com sua idade.
3-              Para explicar a questão como proceder quando um aluno não se utiliza da linguagem padrão para se expressar oralmente e por escrito. Foi respondido por duas professoras que, oralmente repetem a frase de maneira correta, para que ele perceba. Outras responderam que a melhor forma de corrigir é o professor em algum momento logo em seguida, fazer uso daquela palavra só que de forma correta, para que o aluno sinta a diferença da sua pronuncia e da pronuncia do professor. E por escrito, mostrando para o aluno a forma correta e pedindo para que compare e o que pode melhorar na atividade que fez. Outra resposta foi que, repete a frase corretamente e diz para a criança que ela falou errado, pois elas aprendem também por exemplos e aos poucos elas vão incorporando a fala padrão ao seu dia a dia.
4-                Quanto o que se compreende como “Norma Padrão” em linguagem, foi respondida por uma professora que a norma culta correta, mas pouco utilizada. Outra respondeu que entende que é o estilo de linguagem usado pela nação. Outra resposta é que, norma padrão é aquela definida pelas normas da língua portuguesa
que são as aceitáveis dentro de um texto escrito. São as Normas estabelecidas pela sociedade.
5.                 Para saber quais os métodos mais eficientes para que o aluno se aproprie da “Norma Padrão” na escrita, foi dito que por meio da leitura e escrita, para outras professoras, é fazendo uso da norma na linguagem e na escrita. Para outra a resposta é a leitura, escrita, estimular o senso crítico de observar e perceber a grafia, a escrita dos lugares, conferir se está certo.
6-           Quanto aos objetivos a ser solicitados para que os alunos produzam textos, uma das professoras do segundo ano do ensino fundamental I, disse que para aprender a organizar as palavras, frases, parágrafos e por fim um texto e durante este processo fazer com que entenda que tudo o que se sente ou acontece pode ser expresso através da linguagem escrita. Para outra, começando por textos coletivos e partindo para os individuais, mas sempre utilizando algo ou assunto que eles se interessem. Também foi dito que desenvolver criatividades de ideias e pensamentos. Criação detento. Para outras professoras, a produção de textos sempre é feita com situações vivenciadas.
7-        Para a questão como saber que caminho o ensino de Língua Portuguesa deve seguir para tornar o aluno produtores de textos, uma das respostas foi que, devemos sempre iniciar desde cedo à leitura a interpretação e as produções textuais. Para outra professora, muita leitura e muita escrita de materiais que agradem a cada idade. Outra disse que é através de muita leitura. Também foi falado em não aprender apenas gramática, mas aprender a importância de tal ato para resolver seus problemas, para buscar informações, enfim ter fundo com propósitos sociais.
8-              Ao comentar as concepções sobre o ensino da gramática, grafia e leitura, ficou claro que na gramática precisa ainda muito que mudar, pois o ensino da gramática deve fazer com que ambos, alunos e professores enriqueçam, compartilhando suas experiências vividas da língua. Outro comentário diz que gramática deve estar sempre atualizada, e a grafia, usar as normas padrão para a correção, e sobre a leitura, os educandos precisam conhecer as diferentes formas de textos e como são produzidos. E que é necessário e faz parte das normas, é importante que dentro do ciclo de cada um, seja exigido sim, para que os alunos entendam que existe vida além do computador e da internet. Esses textos trazem novos conhecimentos e novos interesses. O ensino da norma culta, a observação da escrita das palavras de forma correta é importante para o crescimento intelectual. A correção da grafia tem sido um desafio para os professores que tem que se adaptar ao novo jeito de escrever, mas para as crianças será aceita sem maiores problemas.
Exigência da leitura: nesse caso é sempre bom procurar levar o texto para um assunto interessante, assim será bem aceito pelos alunos.
9-             Avaliar a qualidade dos textos é bem delicado é preciso conhecer o aluno, e saber se ele fez o máximo ou ainda pode fazer mais, avaliar um texto não é apenas ver a escrita, mas também conhecer o aluno (isso dentro da realidade do 2º ano do ensino fundamental I). Também é importante considerar a criatividade de cada um, pois ainda possuem dificuldades para expressarem o que pensam para o papel. Deve ser considerado o desenvolvimento das ideias, criatividade, coerência.
10-              Ao falar como se trabalha com gêneros textuais, para a produção de textos, foi comentado pelas professoras que é importante trabalhar vários gêneros textuais, pois cada um pode se familiarizar mais com um do que com outro, e assim por diante. As crianças gostam de rimas, poesias e contos, outro comentário diz que, após trabalhar os diversos tipos de gêneros e demonstrados de diferentes formas, também é trabalhado oralmente, com cartazes e produções nos cadernos. Usam o computador para as pesquisas de tipos de textos. Outra professora fez o seguinte comentário que, com a turma do 2º ano, é trabalhado com textos práticos e infantis, são apresentados alguns gêneros como ficção e outros, mas sem que saibam que estamos viajando de um gênero para outro.

Atividades Aplicadas: Prática – 1 Metodologia da Alfabetização

[1] Algumas crianças entre três e sete anos de idade, escreveram essas palavras, nas quais foram analisadas de acordo com a teoria de Emília ferreiro.
Foi solicitada a uma criança de quatro anos de idade, que escrevesse a palavra, menino, ela escreveu assim: Lbl, com base na teoria de Emilia Ferreiro, está caracterizada ao nível silábico, a criança conta os “pedaços sonoros”, usa uma letra para representar cada sílaba, as letras podem ou não ter valor sonoro convencional. Outra criança de quatro anos de idade escreveu a palavra anel da seguinte forma: Lau, também caracterizada ao nível silábico.                                 
 A palavra hipopótamo foi escrita por uma aluna de sete anos, ela escreveu assim, ibobotamo, classificada ao nível alfabético, comete pequenos erros, nesse caso também na fonética. Um aluno de cinco anos de idade escreveu formiga dessa forma: Aoa, nível silábico, as letras não tem valor sonoro, cada letra para representar uma sílaba.  
A palavra formiga foi escrita desta forma, formieia, por uma criança de seis anos de idade, está classificada ao nível alfabético, pequenos erros.
           


Atividades Aplicadas: Prática 2 - Metodologia da Alfabetização página 52 Pesquise sobre Vygotsky

Prática [2]
Lev Semenovich Vygotsky se formou na universidade de Moscou no histórico ano de 1917, um marco da revolução russa que derrubou o império dos azares que deu lugar a nova Russia Socialista. Professor e judeu russo, que fundou a chamada psicologia histórico e cultural, também conhecida como psicologia interativista sócio- cultural ou psicologia sócio interacionista, ou ainda teoria histórico social. Foi o primeiro psicólogo moderno a enfatizar que a cultura se integra ao homem pela atividade cerebral estimulada pela interação entre parceiros sociais mediatas pela linguagem, a linguagem ferramenta que torna o animal homem verdadeiramente humano, contemporâneo do professor e psicanalista (1806-1933), Gean Piaget.
Vygotsky nasceu na cidadezinha de Orsha em pleno império russo, na região da hieliorussia no final do século dezenove, morreu de tuberculose aos trinta e sete anos de idade, porém com uma importante obra de mais de duas de centenas de trabalhos científicos, os mais conhecidos no livro Pensamento e Linguagem.
Recebeu sua formação inicial diretamente de tutores na residência de sua infância conforme a tradição das famílias abastadas e mais tarde foi estudar na universidade onde integrou o grupo de jovens intelectuais que buscavam um elo entre socialismo e uma nova psicologia integrada de corpo e mente. Embora graduado em direito, também transitou nas áreas de medicina, história, psicologia interativa, filosofia, por trás da formação interdisciplinar decisiva para a base das suas ideias que mesclava a biologia do corpo com a filosofia, literatura, e psicologia da mente.
Sobre as funções psicológicas superiores e como a linguagem e pensamento estão fortemente conectados. Para Vygotsky é importante avaliar a criança pelo que ela está aprendendo e não pelo que já aprendeu, sua teoria procura avaliar os processos mentais evoluídos na compreensão do mundo, o modelo de aprendizado descrito por suas ideias representavam um grande salto para a pedagogia, especialmente quando descreve a zona de desenvolvimento proximal.
Defende que a interação é o ponto principal para o crescimento da criança, no ambiente na qual ela vive, que a linguagem é social e não se torna social, em sua teoria, pensamento e linguagem não são dicotômicos, mas caminham juntos na interiorização do mundo exterior. O papel do outro (adulto ou criança) é fundamental para a construção da consciência. É papel exercido pela linguagem.
 Trabalha também com outro domínio da atividade infantil que tem claras funções com desenvolvimento o brinquedo, como numa situação imaginária como a da brincadeira de “faz de conta”, (“o carro que ela está dirigindo na brincadeira”), é caracterizada pelo motorista, passageiros a forma de dirigir, não pelos elementos reais concretamente presentes no ambiente em que está brincando. Ao brincar com um tijolo de madeira, como se fosse um carrinho, ela se relaciona com o significado, (a ideia de “carro”), e não com o objeto concreto que tem em mãos. A partir dai a criança cria ideias e fortalece a zona proximal de desenvolvimento.
“A zona de desenvolvimento proximal define aquelas funções que ainda não amadureceram, mas que estão em processo de maturação, funções que amadurecerão, mas que estão presente em estado embrionário. Essas funções poderiam ser chamadas de “brotos” ou “flores” do desenvolvimento, ao invés de frutos do desenvolvimento”. VYGOTSKY,p.97, (2). Desenvolvimento e Linguagem.


Atividades Aplicadas a Prática 1- Metodologia da Alfabetização página 113 Questões para reflexão

LETRAMENTO
Prática [1]
[1]               É tudo que envolve o indivíduo em práticas do cotidiano, como por exemplo, estão em conexão com o mundo, nas informações por jornais, revistas, novelas, práticas simples do dia a dia, como uma receita de bolo ou até mesmo na leitura de um gibi.
Porém existem as dificuldades e facilidades a serem relatadas no aprendizado da alfabetização e letramento.
Uma das facilidades aqui encontradas é no desenvolvimento da criança ao ser alfabetizada e letrada, além da leitura e escrita, também é fazer uso para o desenvolvimento de textos e estar integrada á pratica social e utilizar o material concreto como o uso de gravuras e imagens.
A dificuldade a ser encontradas está na falta do ensinamento de interpretação de textos, não basta apenas saber ler e escrever, é necessário entender o que se lê e se escreve. A partir daí gera outra dificuldade a de realizar atividades de acordo com o uso da linguagem padrão.





Prática [2] Reflita: você conhece alguém que seja analfabeto funcional?

Existem várias pessoas na condição de analfabeto funcional, creio que muitas pessoas conhecem alguém, até mesmo dentro da própria família. Cabe a cada um a partir do momento que conheceu alguém nesta situação, encaminha-la ao conhecimento que existem instituições e escola especialmente para aqueles que por alguma razão não tiveram oportunidades de se alfabetizarem corretamente.

Atividades aplicadas: prática 1 – Metodologia da Alfabetização
[1] Pesquise pessoas que: foram alfabetizadas com cartilha.
Ao encontrar pessoas que foram alfabetizadas com cartilha, foi relatado que algumas não tiveram dificuldades no processo de leitura e escrita, porém ao falar em desenvolvimento de textos, foi um pouco difícil porque o aprendizado estava voltado para práticas de copiar, ou escrever em forma de ditados.
Pessoas alfabetizadas antes de entrar na escola:
Pela pesquisa realizada, algumas responderam que era muito difícil ir para a escola, principalmente as mulheres, muitas crianças aprendiam a ler e escrever o nome, e isto era o bastante, mas com o passar dos anos, algumas destas pessoas procuravam se alfabetizar indo para a escola, isto é considerado ser alfabetizado antes de entrar na sala de aula.
Para encontrar pessoas que se alfabetizaram na educação infantil, em se tratando dum passado longe, foi mais difícil, mas nos dias de hoje, as crianças quando vão para a escola, a maioria já sabem escrever seu nome e identificar as letras, mesmos estando espalhadas com outras.
Devido às necessidades muitos pais deixam seus filhos em creches ou escolinhas, por esta razão, não é difícil encontrar crianças que são alfabetizadas antes dos cinco anos de idade.
Pessoas que não se alfabetizaram no primeiro ano de escolaridade; estas são as que têm certas deficiências, da qual devem ser encaminhadas para um profissional para identificar o porque da dificuldade deste aluno, na pesquisa realizada, algumas pessoas não conseguiram se alfabetizar no primeiro ano de escolaridade por motivo de seus pais se mudarem muito, não ter uma morada fixa para viver. Para outras a dificuldade maior estava na falta de conscientização dos pais, ao invés de levar seus filhos para a escola, eles preferiam leva-los para ajudar no trabalho para o sustento da casa.
Em uma entrevista com uma pessoa com idade de setenta anos, ela relatou que seu maior sonho era ir para a escola, mas seu pai não deixou, sua vontade de aprender a ler e escrever era tanta, que quando se casou pediu ao seu marido que a ensinasse, já que era alfabetizada e foi para a escola. Foi assim que conseguiu aprender ler, quanto a escrever foi mais difícil, mesmo com dificuldade ela observava a forma como seu marido escrevia, então ia juntando as letrinhas e formava as palavras, conseguiu escrever seu nome.
Encontrei alguém que ao relembrar seus primeiros anos de escolaridade, trazia consigo más recordações, devido à forma de ensinamento, com violência e castigo por parte dos professores da época.
As boas recordações foram relatadas por alguém que se lembrava de sua primeira professora ,quando estava em desespero por nunca ter ido à escola, ela a confortou com palavras de carinho e segurança, e teve muita paciência quando o medo e a insegurança lhe atormentava.




Prática dois
Estar alfabetizado é:
[2]A importância do processo de Alfabetização para a criança está principalmente nos primeiros anos, a maneira como a professora age com ela e com seus colegas de sala, a segurança que ela passa e a forma de interagir e fazer que a criança aprenda a desenvolver ideias, e habilidades, nos primeiros anos de vida escolar que a criança aprende as primeiras letras, e desenvolve seus conhecimentos já adquiridos no ambiente no qual vive. Trás consigo suas características e diferenças, seu caráter é aperfeiçoado e valorizado para um futuro de capacitação e profissionalismo.
Portanto nos dias de hoje para uma pessoa estar alfabetizada, é necessário que ela saiba ler, escrever e interpretar deve entender o que está lendo e ter condições de dar sua opinião sobre o assunto em questão. Algum tempo atrás quem sabia ler e escrever era considerado alfabetizado, porem nos dias atuais, não basta apenas, é preciso à compreensão do que se lê.
O educador deve ensinar estimular e orientar o aluno a procurar respostas para suas indagações por meio de instrumentos como pesquisas, que propicia a construção do conhecimento e a criatividade, assim o educador não coloca a mente do educando sob seu controle, mas contribui para o desenvolvimento de sua autonomia intelectual.
Segundo Magda Soares, “o processo de alfabetização e letramento requer muito mais do que a escolha de um método”.
O professor não deve apenas ser um expositor de ensinamentos relacionados a métodos escolares, mas ser um profissional que tem grande cuidado pelos seus alunos sob sua responsabilidade, alguém que reconhece a individualidade e valoriza o potencial de cada um.

METODOLOGIA DE LÍNGUA PORTUGUESA: PÁGINA 64
ATIVIDADE APLICADA: PRÁTICA

Este texto foi produzido por uma criança de oito anos de idade, do terceiro ano do ensino fundamental.
Férias
Eu fui na praia, lá o mar estava marrom, nossa, lá tinha um pau que parecia uma foca, mas vamos ao moral da história foi super. legal! O lugar que eu queria ir era o Beto Carreiro World, eu gosto do Beto Carreiro principalmente do shou de carros, eu já fui lá, mas no mês das crianças que foi em outubro, eu fiquei sabendo que comprava um dia e ganhava o segundo dia grátis, por isso eu queria ir novamente. Fim
Ao analisar a forma da criança falar, foi possível perceber que não houve nenhum processo fonológico interferindo na escrita, apenas alguns erros de ortografia e acentuação, pois está em processo de aprendizagem.

Atividades de Aprendizagem: Metodologia de Língua Portuguesa página 91 e 92 questões para reflexão 1 e 2
1.              O personagem Chico Bento foi criado para entretenimento das crianças e adultos, o Conselho Nacional de Cultura queria proibir a publicação de revistas alegando que servia de mau exemplo para as crianças.
Ao refletir sobre a forma que o personagem usa com as palavras, em minha concepção, pode haver influencia na mente das crianças com as palavras, dando ênfase a pronúncia errada, porém se esta vive em um ambiente no qual as pessoas falam de forma culta, certamente vai perceber a diferença, em algum momento vai perguntar, com certeza não terá dificuldade de saber que se trata apenas de um personagem.
2.                 Colete algumas revistas direcionadas a diferentes profissões e anote alguns jargões que encontrar.
“Nossa capital de conhecimentos permite alavancar um ecossistema de parceiros para ampliar o valor agregado nas ações estratégicas com foco no cliente” Marta Rodrigues (ações).
Em relação à dona Fabiana, o prognóstico é favorável no caso de pronta suspensão do remédio. Educação.uol.com.br/giriaejargoes

Atividade Aplicada: Prática, página 92
Faça uma pesquisa e analise variações linguísticas nos diversos níveis: fonético, lexical, sintático. Faça um relatório com exemplos
A variação fonética é caracterizada aos diversos sotaques, que podem acontecer no nível seguimento.
Exemplo: a palavra coração pela maioria das pessoas a vogal o, é com pronúncia fechada, para alguns estados do nordeste sua pronuncia é aberta.
No entanto a variação fonética acontece com mais intensidade ao nível suprassegmental, que está diretamente ligado ao ritmo da fala, como exemplo, a fala do gaúcho, que faz uso do pronome tu, na fala do baiano tem a diferença gramatical, a falta do artigo definido antes dos nomes próprios, o mineiro pela juntura das palavras, o carioca e o paulista é caracterizado pelo uso de expressões.
comoorraou pô. E na fala do cearense há variação sintática de ornamento como, sei não.
Segundo os psicolinguistas, temos em nosso cérebro uma espécie de dicionário chamado léxico mental, onde arquivamos todas as informações sobre a língua, ou língua que falamos. Alguns teóricos acreditam que estão armazenados em nosso cérebro certos tipos de informação: semântica, sintática e fonológica.
Um modelo de processamento da fala bastante interessante formulado por Levelt (1998, p. 9), propõe que a construção das sentenças começa por uma primeira etapa chamada conceitualização, que se inicia com o planejamento do conteúdo da mensagem, seguida por uma busca ao léxico semântico.
Modelo de Levelt para o processamento da fala, conceitualizador léxicos, formulador, sintático (dicionário de regras de formação de sentença), léxicos fonológicos (dicionário de regras de pronuncia).













Considerações Finais
A elaboração deste trabalho de Portfólio é de suma importância para desenvolver habilidades aos estudantes de pedagogia, que estão frente a frente com a realidade, participando e observando os métodos educacionais.
Foi observado que a Metodologia de Ensino proporciona um ensino de qualidade, ofertando aos seus alunos conforto e pleno desenvolvimento para uma formação acadêmica.
O trabalho e pesquisa realizada na escola, trás ao estudante universitário novas experiências de aprendizado e contribui para a troca de assuntos entre seus colegas de escola, é uma atividade na qual pode se atuar diretamente com situações dentro de uma sala de aula, deparando-se não somente com a teoria, mas com a realidade da prática, pois entra em contato com técnicas que não estão dentro da faculdade.
Ao participar do ambiente escolar e das atividades, é possível dizer que é fundamental entrar em contato diretamente para a colaboração de sua futura profissão, é que se pode saber a realidade do ensino, para aprender cada vez mais as atitudes corretas a tomar em determinadas ocasiões e que passos seguir para ter uma prática pedagógica democrática e inovadora que atenda as necessidades dos alunos para um futuro de profissionais capazes de atender uma sociedade cada vez mais exigente e diversificada. Formar cidadãos com senso crítico a respeito de sua realidade e prontos a enfrentar os desafios da vida.
O estudante de pedagogia adquire conhecimentos para sua formação profissional e passa a ter uma ampla visão do mundo para a realização de seus ideais Foi indispensável à contribuição de alguns profissionais, professoras e pedagogas, bem como a observação de algumas atividades e a participação de crianças para a elaboração de texto e para a realização de práticas com a escrita de palavra.


Referências                         

HARTTMAN, Schirlley H. G. Práticas de Escrita para o Letramento no Ensino Superior. (2011) Editora IBPX.
SANTAROSA, D. (2011) Editora IBPX.
Dicionário Houaiss (2001, p. 1.763)
Dicionário Michelis (2010)
Pedagogia Adventista, página 63 – Casa Publicadora Brasileira Tatuí-SP Editora Afiliada ABDR.
FERREIRO, Emilia (1985, p. 29)
VALLE, Luciana de L. D. Metodologia da Alfabetização (2011) 2ª Edição- Editora IBPEX.
GOMES, Maria Lucia de C. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa (2011), 2ª Edição revista e ampliada – Editora IBPX.
JEAN, Piaget. (1806 – 1933).
Acesso em 12-03-2011: site www. educação.uol.com.br/giriaejargao
VYGOSTKY, Desenvolvimento e Linguagem, p.97, (2). Editora Scipione ISBN.