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sábado, 25 de junho de 2016

Homens doentes, tem cura!


Existem vários tipos de doenças que causam problemas no homem. Ele por sinal se envolve por muitas delas, quer seja quando criança passada por dificuldades, quer seja quando ameaçado, quer seja abusado, quer seja por bulling. Tudo leva-o para ficar com um trauma, muitas vezes por resto da vida.

Estamos sempre tendo níveis paralelos deles. Uns nem se apercebe disso achando que isso seja normal ser assim, pois o mundo mostra-o que parece normal. A própria sociedade faz de tudo para que pareça que os costumes muitas vezes pervertidos são assim mesmo porque não se deve impor regras visto cada um deve andar como quer.

O problema está despercebido para a comunidade no geral, porém, muitas vezes não para ele que sofre com o seu estado pecaminoso. É meus caros, eu sei que muitos irão dizer: "mas como você sabe que ele sofre?", ora, quando da aceitação reclama, age impondo aos outros suas supostas vontades, já demonstra da sua necessidade de libertar-se.

Diante disso, e por observação constante, mesmo estando longe de alguns, é que vejo, pois em conversa, em envolvimento com alguns jovens e por meio de pessoas, foi-me mostrado os resultados que ao meu ver, são problemas que lhes afetam constantemente.

Veja o vídeo e saiba que isso pode ser dominado com todas às forças uma vez que podemos dizer não ao mal e sim para o que supostamente queremos.

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A mente em conflito aos desejos carnais.



Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. 1 Coríntios 2:16.

O homem precisa ser levado no mais profundo de si, sobre o manto do racionalismo, mas não sorratear camuflando-se que não pensa mesmo.
No íntimo há uma mente que serve para movê-lo no seu todo porque na sua condição de existir não se age sem ela.

É ela que te faz comandar naquilo que almejas fazer. Mesmo para o louco, ela age não como uma sadia, mas como uma desestruturada.

Nela existe o lado bom e o ruim. O mal lhe permeia sempre. Às vezes confundindo-nos do certo e do errado.

O que parece ser importante, nem sempre é. A natureza humana ora, faz, ora, não faz, mas não deixa de pensar, porque sua mente é intrínseca.

Existem as mentes lançadas no lamaçal da impureza, pois se cauterizou somente nos desejos carnais sem poder vê outras coisas.

Direciona-se somente naquilo que quer, visto está tão vil, tão miserável, e tão pervertida, que não deixa o ser humano olhar com clareza o outro lado do oposto.

Pobre mente humana, na qual, envolvida no obscurantismo em geral, porque tomou conta do seu todo, e, portanto, sua natureza, tornar-se fraca.

Tange sem distinção seu eu, e restrita seu mundo. É um caso de mistério? Não, é uma doença mental que precisa ser tratada.

Contudo, deve ser aprimorada do ponto de vista da observação, onde ela precisa ser alertada para vê além do eu dos desejos.

Mente fraca, mente sem Deus, porque existe um elo entre seu pensar e seus desejos em não querer entender o divino.

Pode haver separação entre eles? O pensamento racional sabe que o desejo é inerente ao corpo, mas também sabe que a mente pode comandá-lo.

Agora se nela somente há os desejos, sem o pensamento de fato que o leve para o mundo da grandeza, então ela é miserável.

E miserável é aquele que pensa está somente para os desejos carnais.

Miserável é somente aquele que de dia e de noite pensa somente em satisfazer a sua vontade.

É o miserável o que se considera grande, mas não passa de um decaído.
Caído pelas suas paixões porque só enxerga seus anseios para atingir seus objetivos.

São daqueles dolorosamente o envolve, pois ele sabe, ele conhece, mas não admite o erro.

Mas porque não admite o pior? Uma porque não quer, e outra é porque cauterizado já está.

Como provar?

Há pessoas que parecem serem boas, envolventes, pela sua bela aparente, devido sua condição; quem sabe financeira ou atlética; entretanto, são doentes pelas suas necessidades, por causa do choque que causa entre o corpo e sua real condição humana mental.

Seu suposto heroísmo da pervertida vida que tenta influenciar naqueles que então, o conhece, revelam-nos ser somente um ato para conseguir suas cobiças cruéis, não somente para os outros, mas para o seu próprio ego.

Sua fútil vida está sobre o desenvolvimento de planos audazes transvestidos de bons.

Não contende que seu eu, quer a todo custo, que os outros estejam interligados, porque na sua necessidade de satisfação, pensa satisfazer-se quando fatiado com os outros.

É o dito, bolo dividido em pedaços. Porém, com um gosto azedo.

Sua guerra não é conosco, mas com ele mesmo. O seu egocentrismo no erro, revela sua insatisfação, pelo simples fato de sua briga constante.

Alheio a sua condição, não enxerga outra saída. Não consegue afrontar-se para sentir que sua vontade pode está errada. Concretizou na cabeça que ela está certa, e, tudo que lhe vier à frente, não passa de pura irrealidade.

Dedicou-se somente nisso. É não saber que como bandido chama-se de herói. O bandido é aquele que pensa que seus atos estão condizentes com sua mediocridade.

Medíocre é aquele que ignora os fatos de uma realidade. Como se vê ele mesmo lendo não vê. Como poderia fazer isso se sua mente está escura aos seus valores que se contradizem.

Não há brilho que o leve para outros caminhos, como pode haver? 

Diante da mente culpada que sabe que está, não admite porque quer ser maior nas suas escolhas.

Julgar-se constante, mas não se submerge ao juízo que faz de si próprio, pois fecha os olhos para sua causa.

Você conhece algum homem que ache que o maior será saber que tudo é para mim?

Não há nada de pureza, pois na sua revelação todos os dias, vemos não uma luz brilhante, mas aquela secreta.

Conquanto, queira mostrar que faz tudo como a luz do dia, nos seus sentimentos: conheci dê-se vontades próprias.

É o homem que quer por sua própria condenação relatar sua inclinação, ao desejo, expor ser, necessário para todos.

Sua necessidade tem que ser transmita porque sua insatisfação com ele mesmo, só pode satisfazê-lo, quando supostamente satisfeito nos outros.

Não quer conhecimento porque julga tê-lo. Ignora tudo que lhe diga. Não podemos deixar de chama-los de consciência cauterizada.

Se uma luz está presa entre paredes, logo essa não pode clarear outras, porque sua prisão não deixa sair.

Não pense que é uma luz clara, não, é uma luz escura porque existem aquelas que são de outras cores – e o preto também é uma cor.

Será que não podemos divisar virtudes nesses cidadãos? Virtude é a prática de fazer o bem. A palavra em si já denota uma coisa boa.

Para distinguirmos os bons dos maus, temos que levarmos ao cúmulo da razão. E como se faz isso? Basta levarmos a observação.

Por exemplo: se você pega um homem velho e ele se considera novo, o que poderia fazer para ele veja sua própria aparência? Poderia coloca-lo frente ao um espelho.

Pois bem... Sua carência está em não admitir sua condição falha, porque supostamente na sua mente estão corretíssimas suas ações, mas, o contrário é verdadeiro.

Não se trata, dele não ter vontade própria, não, mas perceber que nem sempre sua vontade está de acordo com seu corpo.

Embora, existam pés que pegue como mãos, tirando o cérebro, a cabeça não pensa.

Descubra-se de maneira real para sua condição, não esta que ao que parece esteja errada, porém, a condição de completar sua imagem a de Deus: “façamos o homem à nossa imagem”.

Deixe de ser marrento em entender que suas aspirações ao erro, não fará de você um homem melhor.

Eis a razão: os sentimentos adoecem, o corpo muda, os órgãos falham e a mente enlouquece.


Eu não tenho medo de admitir meus erros. Eu tenho medo do que eles possam fazer com os outros.[G].







Um blog abaixo da média, mas além dos fatos.

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A Psicologia da Livre-Expansão dos Desejos Sexuais


   O homem é ansioso por natureza e por vezes essa ansiedade é profunda e oculta, E às vezes leva-o ao sofrimento. A psicologia tenta trazer a tona para que não se incutam no subconsciente e possa originar um caráter complicado e também quando trazida a luz, podem conter-se ou mesmo domadas.

   Disse Tomás de Aquino: “Qualquer ideia que seja nociva ao espírito causa prejuízo na justa proporção em que é recalcada. A razão é esta: o espírito está mais atento a uma ideia recalcada do que se a tivesse trazido à superfície e permitido sua libertação.”.

Teólogo Tomás de Aquino

   Portanto, tá com problemas ocultos, só serve para trazer efeito nocivo ao homem. Geralmente os problemas dos pecados acariciados e das preocupações no geral são perigosos. Porque consiste em negado a tranquilidade e a felicidade. Em contrário alguns muitos dos filósofos alegaram que o homem negado o há as paixões quanto os instintos, os possibilitam uma culpa pessoal. E que os instintos animalescos poderiam expandir-se a fim de não trazer ao homem um senso de recalque ou culpa.

   A própria psicologia tratava quanto à moralidade, assim dizia: “Exprima-se. A religião e a moralidade estão destruindo a sua personalidade.” Podemos perceber com nitidez que nessa instrução orientada por alguns psicólogos retrata que, a ressalva, domínio e disciplina podem causar uma má formação do caráter. Mas essa filosofia não progride entre a razão e os fatos.

   Por que um homem que tem melhor vida sadia sobre o domínio dos instintos sexuais e assim tenha um casamento perfeito cristão, não teria melhor vida dentro da liberdade aos outros instintos, tal exemplo o de caçador? Por que assim como deverem-se como alguns afirmam liberdade sexualmente, não poderia ele também exercer liberdade animalesca de ser um homicida? Se considerarmos que os instintos possam ser libertos por uma suposta livre-expansão, o medo que o trás como afirmam alguns por repressão de não praticar o que quer, também poderia este exercer a mesma vontade. Se o instinto sexual não pode ser aprisionado a nossa vontade, o mesmo faz-se ao instinto de homicida - Seria um absurdo essa admissão!

   Se deixarmos um ladrão entrar no nosso comércio e assim proceder em roubar, estaria às leis civis moralmente erradas por aprisiona-lo ou prendê-lo, porque seria um tabu moral exercer tal prisão, visto está destruindo sua vontade e sua personalidade, em meio à luz dos supostos iluminados da conjeturada psicologia moderna? Se for normal exercer todas as vontades sexuais e parcerias distintas ao bel prazer, seria normal exercer as vontades do instinto de caçador e sairíamos matando por todos os cantos ao bel prazer.

   Por que não condenar um atleta de está moralmente errado por exercer uma disciplina rígida quanto sua forma ao corpo e a alimentação, visto ser ele religioso moralmente, porque segue uma regra que a religião há anos já trata do assunto sobre comer e ter uma vida saudável praticando esportes? Por que não poderiam dizer que a saída dele para os problemas psicológicos poderiam ser curados com a fisiologia cultuada? Isto é tão absurdo que é o mesmo que dizer que se irão resolver os problemas da mente, tirando a urina da bexiga para melhor circulação mental. O estado físico, mental e espiritual não nos está no mesmo nível.


   Pediríamos ao um homem pegar um rifle e sair matando todo mundo que seria curado do seu estado mental; e ao outro que se jogue de uma ponte e assim trataria do problema e chegaria à cura. Isso não seria lógico porque o remédio não seria ai fazer seus próprios desejos.  Ao que se refere libertarem-se os instintos sexuais, e ter uma liberdade com livre-expansão me parece ser, levando em conta os resultados expostos serem os mais anormais, por ser sua satisfação exercida em livre escolha e dá forma que bem lhe entende. Posso afirmar são estes os mais infelizes. Por sua vontade exercida não ser direcionada no restrito da moral e dos costumes normais. Não achamos um absurdo que um ser humano se alimente de carne humana? Imagine que seus desejos só sejam satisfeitos em considerar que a carne humana seria melhor para sua necessidade física. Não seria um cúmulo tal admissão nossa? Mas muitos ainda acham que o sistema religioso trás recalque e tabus que tira do homem suas vontades de supostos elevados anseios sexuais. Por que hoje nos dias atuais, com relação aos casos de pedofilias e estupro estão tão em evidência, e que Roma foi tratada como carnificina por ter matado tantos cristãos e ser até hoje lembrada como a idade perversa e maldosa?
coliseu romano sacrificando cristãos

   Muitas vezes escutamos nos países comunistas e até aqui que, a democracia está errada porque reprime as ideias dos instintos revolucionários dos indivíduos, mas não seria uma repressão aos instintos de livres desejos dos democráticos? Tudo que reprime se levarmos em conta, reprime também outro. Uma repressão após outra. Portanto, a suposta teoria da liberdade de instinto sexual ao bel prazer é falsa, e não pode ser admitida em hipótese nenhuma. Pois, se fomos aceitar tudo, e essa regra, tudo da vontade segue por princípio deveria ser aceito. Entretanto como sabemos e aceitamos isso jamais poderia acontecer.

   A psicologia moderna do bel prazer-sexual-individual, segue falsa teoria de ideia por não supostamente alguns não conhecer a natureza real do ser humano. Uma coisa é dizer saber e ter conhecimento na área humana e religiosa e outra coisa é conhecer mesmo. Uma vez apresentado todos os fatos evidenciados neste artigo, prova a falta de conhecimento de alguns psicólogos quanto o completo ser humano. O homem quando é levado aos instintos sexuais animalescos não raciocina. Porém, quando levado ao pleno conhecimento da vontade de Deus que lhe deu, segue princípios morais. Quando homem (sentido genérico) deixa levar-se por seus instintos contraria sua própria natureza, lhe causam profunda angústia e decepção quanto anomalias mentais no seu subconsciente. Para não dizer um grande remorso de ter feito o que seu íntimo interior perfeitamente não admite. Disse certa vez um Teólogo: “Nossos instintos (desejos), são na maioria das vezes errados, mas aceitamos fazê-los se quisermos.” Parafraseando-O. (Alessandro Bullon Palestra sobre o pecado admitido num congresso em São Paulo). “Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as fornicações, os homicídios.” (Marcos 7:21).

    Numa indústria geralmente para derreter e formar alguma forma no ferro ou outros matérias são usados às caldeiras, e elas seguem com uma determinada pressão de calor para que suporte o efeito causado pela pressão do calor, porém, caso ultrapasse essa pressão estoura e se autodestrói – assim é a vida do pecado sexual-admitido- acariciado ao bel prazer da vontade exercida no ser humano, uma vez aceita, estoura e se autodestrói.  Disse certa vez o Dr.C.E.M. Joad que a teoria da livre-expansão, ser ridícula e que ninguém possa aceita-la como tal é:

“O que acreditamos é que algumas formas de livre expansão são boas, outras não; que a expansão de si mesmo em simpatia é boa; em inveja, má; em bondade, boa; em crueldade, má; em prestimosidade e auxílio, boa; em malícia e engrandecimento próprio, má. Contudo – e isto também sabemos – quanto mais expansão se dá aquilo que é mau, pior ele se torna. Por exemplo: se quando sóbrio sou de bom gênio e bondoso, mas sou também um dipsomaníaco congênito, com tendência a bater na mulher quando embriagado, é claro que quanto mais me expandir nos termos dos meus característicos de sobriedade, bondade e bom gênio, e menos me expandir nos termos dos meus característicos congênitos é briosos de raiva e de violência, melhor.” (Decadense, p. 213, Faber & Faber Ltd. Londres).

Conclusão

   Assim sendo, a liberdade quanto mais propiciada for composta dos instintos animalescos sexuais, mais desespero e intranquilidade terá o sujeito. A liberdade torna serva do pecado quando o sujeito se submete aos instintos. A Palavra de Deus assim expõe: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne... [prazeres]. (Gálatas 5:13). Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. (João 8:34). Portanto, expandir-se nos desejos sexuais livre e com quem quiser, trava-se na verdade de que o sujeito ao viver na luxúria animalesca do sexo, terá quando velho não consolidar seu caminho no conforto do descanso.

   Que Deus possa nos iluminar para que possamos saber aceitar que o livre arbítrio, exige de nós perfeita harmonia moral, quanto restrição aos nossos desejos sexuais. [Galhardo].