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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Pátria e a Política


O Amor a Pátria

Como brasileiros sentimos o grande amor a nossa pátria, porque é nela que nascemos, crescemos e criamos nossos filhos e netos. É nesta, e não em outro lugar que adquirimos identidade, uma condição de status; e quando essa é bem organizada quanto muito bem administrado, trás brilhos claros aos nossos cérebros tornando-nos pessoas muito melhores.

A pátria pode fazer com que o homem torne-se grande como pequeno, pois quando cotizar-se com seus feitos, aumenta ou diminui a parcela daqueles que estão inseridos nela.

O homem ele pode tornar-se agradecido por morar num país onde ele cresce, desenvolve-se e permeia sua posteridade; entretanto, quando este não fornece a ele e aos seus semelhantes crescimentos, sua fé neste país, ofusca sua visão na sua aspiração.

É no desenvolvimento, na cultura, no trabalho, no laser, na saúde, e na segurança, que o homem encontra verdadeira esperança e felicidade. Todos esperam encontrar-se bem nesses campos, porque os impulsos da vida nos leva nessa direção.

Na mente quanto no peito, ou seja, no coração, que sentimos o ideal de sermos chamados de cidadãos, aqueles que se ligam inteiramente com as coisas do seu governo.

O labor da democracia que muitos lutaram para alcançar nesta nação, não pode ser descartado como não uma conquista da sociedade por sentir que através de caminhos corretos pudessem leva-los ao um mundo seguro.

O Reinado e a Regência

Sabemos que a independência do Brasil, deu-se através na figura de D. Pedro I, ele destacou-se por unir todas as províncias num único império.

Isso fez com que ele tornar-se uma pessoa bem conhecida em todo país, porém, infelizmente por motivos diversos de causas, tornou-se uma pessoa com impopularidade, o que fez que tomasse uma decisão de abnegar do reinado do Brasil.

Sua renuncia deu-se por quatro fatores que não agradavam ao povo brasileiro:

1)    Dissolveu e mudou a Assembleia Constituinte, por D. Pedro;

2)    Asseverou punições arbitrárias naqueles que era contra seu governo, ou seja, os revolucionários, principalmente os das províncias do Nordeste e do Norte;

3)    Declarou guerra à Argentina, e, portanto, o Brasil em guerra;

4)     Sua participação direta na coroa portuguesa que o levou a sucessão.

Todos esses motivos que levaram o povo desconfiarem, e este, não somente o povo brasileiro, mas os próprios portugueses sentiram antipatia, porque se fazia contra Portugal e seu povo.

Por tudo isso, a própria imprensa da época, os jornais, trataram de ataca-lo com todo vigor que neles possuíam que o tornara impopular.

A Assembleia Constituinte e a Constituição de 1824

Devemos lembrar que mesmo antes de haver tido a Independência do Brasil, D. Pedro já havia constituído a Assembleia Constituinte (3 /6 / 1822). Contudo, foi depois de um ano que a instalou (3/5/1823), onde redigiu o projeto da Constituição.

O problema era que os deputados não tinham experiência, o mesmo que acontece hoje, quando nos casos de alguns se elegerem pela primeira vez. Eles fizeram brigas, embates, em vez de solucionar os problemas da pátria.

Com tudo isso, no meio havia pessoas muito influentes como o brasileiro José Bonifácio, onde tomara uma atitude muito contrária ao imperador.

Formando uma colisão de rejeição e havendo discussões que o projeto da Constituição, quanto seu atraso, fez um desgasto devastador onde irritou tremendamente D. Pedro.

Onde ordenou prisões e dissolução na Assembleia daqueles que se faziam rebeldes, que ele condenou muitos membros ao exílio.

Todas essas discórdias e desavenças no poder fez que ele fizesse outra, ou a primeira Constituição monárquica constitucional, compreendendo de quatro poderes distintos:

      1.     Poder Judiciário, onde exercia a Justiça;

      2.    Poder Legislativo, ao qual sua base era propor, redigir e aprovar leis;

     3.       Poder Executivo, sua função, era fazer cumprir as leis;

   4.  Poder Moderador, essa cabia, através do imperador, garantir a independência do país e manter harmonia, quanto ordem nos três poderes. Neste caso, somente o imperador podia instituir ou dissolver senadores, câmaras, nomear ou demitir ministros.

Assim como podemos perceber, no imperador, nele pertencia todo poder supremo. Era uma forma de limitar profundamente a liberdade e os desejos dos brasileiros no seu absolutismo.

Assim estava convencido que com seu jeito de administrar o país, e sua continuação regendo-o haveria de ter êxito, mas os males que tanto evitou e evidenciou para que não tivesse, caiu sobre ele.

O maior problema que enfrentou contra os brasileiros, foi trabalhar para perpetuar sua filha Maria Glória ao poder, ou seja, reinado. Esse interesse exagerado e desacerbado descontentaram os brasileiros, que o acusaram de descuido dos assuntos do Brasil.

Pois bem, assim serve no campo da política, quando um governo tenta a todo custo perpetuar seus colaboradores eternamente, há um desgasto danado.
E o resultado é sua queda e sua regência já não se faz mais necessária, uma vez que já não agrada mais aos brasileiros. Resultado: enfrenta rejeição dos eleitores, dos políticos e da igreja.

Conclusão

Todas as vezes que tentamos reinar sozinhos no sentido de não darmos ouvidos ao povo, entramos no fim do reinado. E se tentamos mexer naquilo que para o povo, não se deve tocar, tipo a Constituição, ainda piora se quisermos bulir nela.

O governante governa para o povo, então, seu governo deve está direcionado naquilo que a sociedade almeja, já faz tempos que o reinado de D. Pedro I acabou, mas as consequências do que aconteceu com ele, pode muito bem servir para os nossos dias.

Foi-lhe exprimido o seu direito, pois não queria entender o direito do povo. Nenhum direito único é maior que vários direitos.

Diz o ditado: “uma andorinha só, não faz verão!”, ademais, mesmo tendo sua comissão formada, para o povo quem manda é o presidente e não seus subordinados.

Então, para se ter grandes progressos alcançados no campo de perpetuar o governo, esse deve está em completa harmonia com o povo e para o povo. O caminho dos governantes pode ser largo, porém se nele não couber à sociedade, as pedras nele, os farão tropeçar. [G].

"Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade."(Hebreus 11:16).

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Pátria Amada Brasil


O carinho pela pátria quase todos tem, pois é nela que vivemos, que criamos raízes, que temos nossos filhos etc.

Sim, é um sentimento que invade nosso ser, pois, são elevadas e nobres saber que temos uma morada para nos abrigar.

O grau de nobreza de uma nação é o resultado de esforço daqueles que com intenso trabalho fizeram desta uma iluminada pátria.

Aquela que não quer ser mera afeição, mas renovada quanto virtuosa a fim de seus filhos, ver nos corações, o verás... O sacrifício e profundo engrandecimento como elevarem-se para a eterna amada.

Inspira-nos uma ambição no profundo quais sejam patrióticos que somos, onde surgem distintas vontades, que nos levam a contribuir para o seu crescimento intenso.

Contudo, nosso afeto e a chamada unidade entre a pátria governamental e o povo parecem a muito que devamos fazer para nos relacionar como irmãos.

Por convicção e por ideologia, alguns sentem no coração um assustador enfraquecimento, pois ver-se obrigado a percorrer as cartilhas que nos promulgam e nos fazem visões idearia.

Aquelas que nos tornam incapacitados de nos desenvolver pessoalmente; visto as normas é-nos imposta como ditadura, e não com o livre pensamento racional no sentido pessoal.

Na Revista Universal lemos: “Nas sociedades atuais, o imaginativo cede seu cetro ao inteligente. O realizável torna-se dono do que antes era domínio do sonho. O prático impõe-se, em nossos tempos, com uma soberba fatal e poderosa”.

O parecer prático e ágil, o fulgurante no patriota é ser como pátria exige que seja.

Sair deste esquema é não ser patriota segundo a ideologia que nos permeia nos cantos de norte a sul do país.

Em outro artigo da Revista Universal (esta revista é mexicana 1875), diz-se: “A inteligência tem duas fases distintas: a de criação e a de aplicação. Quando aquela não se une a esta produz desventurados e mártires, enfermos incuráveis da dor perpétua da vida. 

A de aplicação, ainda que menos nobre, é mais adequada e necessária à existência. Uma e outra, misturadas, são o germe oculto do bem-estar de um país”.

Pois bem, se não sair da estagnação, do comodismo, ou da bem-aventurança pessoal, o mais lógico quanto o referido dia que nos segue é, estamos caminhando para um futuro estranho e incalculável, aonde nossos filhos e netos vão-nos cobrar.

Assim mesmo não estando aqui, os xingamentos no mundo dos vivos para o mundo dos mortos, não nos deixarão dormir.

Nosso sono profundo serão abalados pelos pesadelos que deixamos para os nossos descendentes genealógicos.

Enfim, tudo estará perdido. Nossa morada, nossos objetivos, nossos lemas, e nossa pátria amada Brasil, será dos outros, onde eles é que irão dominar os patriotas que ficarem.

O que talvez não nos surpreenda, porque não estaremos aqui, é não ver o cumprimento profético que Jeremias tanto alertou nos tempos Babilônicos e que pode nos servir atualmente, visto a historia se repete. Veja: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levantará dos confins da terra”. Jeremias 25: 32.

Se pensarmos, quem é o mal hoje na terra? Os Estados Unidos da América, ele irá si levantar contra as nações mundiais. Que fique claro: quem não estiver aliado à imposição americana, será eliminada.

A agenda já está se consolidando, pois o governo apresenta uma identidade harmônica com que já observamos e presenciamos nas Escrituras. Assim como vimos no passado, veremos no futuro, talvez de forma contraditória aos princípios estabelecidos moralmente feitos.

Que os governantes pensem que priorize a inteligência, e a imaginação, não reprimindo a faculdade intuitiva analítica.
[G].

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