Mostrando postagens com marcador Homem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homem. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de julho de 2018

Satanás e os anjos têm feições femininas?


                                    

A prerrogativa dos anjos em referência à nós, não os tornam sem sexo. Entretanto, é inconcebível admitir que eles sejam mulheres, pois na apresentação e etimologia bíblica apresenta-nos como homens (masculino).
Portanto, defini-lo como sendo uma mulher (feminino) me parece um erro grandioso de interpretação a sua forma.

Ademais, partindo do pressuposto que são seres espirituais, e na sua tradução (imagem), a aparência sempre aparece em formato masculino. Não se pode aceitar em hipótese nenhuma, ser uma mulher no sentido de figura.
O caso aqui não se reverência ao lado do machismo, porém, ao aspecto sagrado nos referidos livros.

O conjunto mostrado desde do Gênesis até ao final da revelação, em nenhum momento reverência à forma feminina quanto ao seu aspecto humano.

Para Moisés, o anjo representava o próprio Deus em forma e representação; e, é designado na figura masculina para sua orientação (Gênesis 16.7).

Quando Agar em sua aflição é o anjo a interpolar quanto o “saber” o que estava acontecendo. Ela dá um nome ao Senhor (sobre a forma de anjo): “O Deus que vê”. (Gênesis 16.13).

Para Paulo sobre Ismael e Isaque ele concerne que a promessa foi dada pelo próprio Deus (anjo) (Gálatas 4.23).

Não esqueçamos eu essa promessa foi ao encontro de Abraão (pai de uma grande nação ou geração), através de três anjos. E um deles, era o próprio Jesus Cristo (Gálatas 4.28).

Quando Moisés ver a Sarça ardente não se queimando o que aparece para falar com ele, é o anjo do Senhor na figura do próprio “El” (D-us). (Êxodo 3.2).

E a voz que se ouve é como de um trovão. Apresentando três patriarcas junto com Ele: “O Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó (Êxodo 3.6). Esse paralelismo Dele com os pais das gerações, viabiliza e evidência seu assentir da sua aparência exterior. Se não bastasse isso, o anjo do Senhor ao conversar com Gideão, “Então o Senhor Deus ordenou  a Gideâo” (Juízes 6.14). Enfatiza mais um ressumbrar da sua mensagem.

Para acatarmos tal afirmação como relevante, devemos compreender que o brilhante avivamento da presença do anjo no intercurso entre o homem fundamenta como representação do próprio “El” (D-us).

No caso do profeta do Reino do Norte sobre sua mentira, foi um anjo que remeteu como Deus para oferecer a hospitalidade, este, no objetivo de promulgar da sua morte (I Reis 13.18-24).

Diante disso, dá para negar a incorporação feminina quanto da sua forma (anjo).

Contudo, lume ser masculina, uma vez que seu coruscante remete ao “Adon” (Senhor). (Salmo 114.7).

Cabe lembrar para mais compreensão desta representação de Deus em forma de anjo, compreendermos que como Deus é imaterial, Ele não poderia aparecer como Ele é no seu sentido absoluto, isto é, com sua forma real. Portanto, usa anjo para essa função.

E esse meu pensamento se adequa a outro: “Deus seria uma identidade não material (espiritual se você quiser) onisciente, onipotente, e infinitamente bondosa”. (LOPES, Reinaldo José, Os 11 Mistérios do Universo, p. 22 – 2014).

Considerando todos os seus atributos resolutos (determinados) o seu trato como o ser humano não poderia ser aparecer como é majestoso. Daí seu paradigma análogo em anjo anelo conversar com o homem.
É bom lembrar que o homem neste tempo, não se dirige para uma mulher. O que determina ser impossível ser da sua representação. O próprio Davi em “guerra” com Deus sobre a contagem do povo presencia o anjo com sua espada na mão para destruir Jerusalém (I Crônicas 21.16).

Lembremos que eram os homens que guerreavam entre si, e não as mulheres. Mais uma comprovação que o anjo não poderia revestir-se de uma forma feminina.

A escritora Ellen G. Whitte em seu aclamado livro o Grande Conflito reverência essa perspectiva no formato antropológico masculino quando escreve: “Foram designados anjos para levar as boas novas aos que estavam preparados para recebe-las, e que alegremente os tornaria conhecidas. Cristo Se humilhou para tornar sobre Si a natureza do homem, ... Todavia, os anjos desejavam que mesmo em Sua humilhação o Filho do Altíssimo pudesse aparecer diante dos homens com uma dignidade e glória condizentes com Seu caráter.” (WHITTE, Ellen G., O Grande Conflito, p. 178 – 2004).

Embora ela esteja relatando também aos teólogos que deveriam humilhar-se para receber a luz que outrora foi dado aos humildes e pobres, no sentido literal; o formato da qual é composto no seu texto, não nos deixa dúvida nenhuma o forro da constituição dos anjos em paralelo a analogia de Jesus ser homem.

A radioscopia deles sobre o raciocínio dialoga com sua significante estrutura corporal produzida pela sua força e luz fugaz.
Então mandasse Deus, eles (anjos), apresentar-se diante dos seus fiéis como feições femininas, talvez não fosse aceito ou entendido para uma época onde as mulheres eram consideradas como “objeto” de prazer e de continuidade e gerações (descendências).
A maior prova encontramos nos escritos de (VENDEN, 2006), quando expõe: “Se considerarmos os aspectos culturais e sociais dos dias de Cristo, notaremos eu os líderes da Igreja – os rabinos – eram qualquer coisa, menos defensores dos direitos das mulheres.” (VENDEN, Morris, Como Jesus Tratava as Pessoas, p. 79 – 2006).

Portanto, as mulheres segundo a tradição judaica não só rabínica, mas hebreia, de segundo escalão.

Na própria filosofia quando a estudamos percebemos que nela sua composição reverência aos homens o poder da razão do pensamento abstrato e concreto. E desses, incluem-se:  Sófocles, Aristófanes, Homero, Nietzsche, Tales de Mileto, Anaxímeros, Anaximandro, Gramsci, Sócrates, Aristóteles, entre outros.

Todos masculinos, esses pensadores de “grandeza”. Perceba que o critério aqui não está na conjuntura em ser mulher, mas na forma que responsabiliza o aspecto dos anjos como são.

A tradução composta não está sobre um inferido feminino, mas na distinção dos seres espirituais.

Justamente a apologia histórica, da apologia da história, demonstra a justificativa do critério da verdade e a garantia do ser anjo.

Só para título de informação, mas não como uma verdade absoluta no referido livro de Enoch, revelando o Código da Vinci, encontramos: “Foi sugerido por vários pesquisadores que esta miscigenação entre homem e anjo é a verdadeira origem da linhagem dos Patriarcas bíblicos e, portanto, a verdadeira origem da linhagem europeia do Graal”. (LUNN, Martin, Revelando o Código da Vinci p. 152 – 2004).

É bom lembrar que minha técnica não leva em conta o livro de Enoch como verdadeiro, isto é, Canon, mas só somente sobre dados para tal pesquisa. Não que eu acredite literalmente nele, mas como fator de observação, vale tal ser referido nesse contexto.

E só para também não ficar somente eu acrescido de linguagem do crer real, iremos ao próprio autor da obra, (LUNN, 2006), o livro é dado em forma de narrativas literal e parábolas.

Além de assexuados

Por mais que possamos admitir que os anjos são seres assexuados, isso assim mesmo, não determina que eles não possuam o sexo, isto é, o órgão sexual genital.

Lembre-se que os seres espirituais em forma são à semelhança do “EL” (D-us).

E para dá mais composição aos nossos argumentos trazemos: “Os indivíduos por reprodução assexuados são geneticamente idênticos entre si, formando o que se chama [hoje] de clone”.
(LOPES, Sônia; ROSSO, Sergio, Biologia Volume único, 128 – 2005). Talvez por isso, que são tão parecidos.

O próprio Jesus Cristo era a representação do Pai na essência e substância; “... Logos énsarkós (verbo encarnado), Cristo é Deus existindo da natureza humana”. (LALLI, Sabatini em o Logos Eterno – no livro de CHRISTIANINI, Arnald Bl, Radiografia do Jeovismo, p. 72 – 1986).

A regência regulada como o anjo do Senhor faz com precisão a consciência referida ao próprio Jesus Cristo. Segue o texto da aparição à Sara sobre o tratado de um descendente – Isaque (Gn 17.18).

O paralelo entre Jesus Cristo e Deus é de extrema importância, pois reflete às ordenanças de Deus. E Ele tina o seu sexo como órgão, mas sem se dá o trabalho em utilizá-lo, visto sua aceitação resumia para o seu compromisso das ordenanças de Deus, das Escrituras Sagradas e no conjunto em salvar o homem do pecado.

Quando se apresenta na sua forma mais distinta e objetiva dizia:

“... Se não credes que Eu Sou [Ego eimi] morrereis nos vossos pecados”. (João 8.24);

“Desde de já vos digo: antes que aconteça para que guando acontecer creias que Eu Sou [Ego eimi] “(João 13.19);

“Então Jesus lhes disse: Sou Eu [Ego eimi] (João 18.5). Poderiam não querer encontrar os fatos, mas às evidências científicas comprovam da sua existência.

Todas as referências que nos são reveladas identificam um ser em semelhança quando na sua forma de anjo, homem e Deus.

O não oferecimento aos prazeres carnais, ou seja, ao sexo, não comprovam que tanto Ele como os anjos não possuam seus órgãos.

E dos tais, possuindo-os o propósito não era usá-los, mas só tê-los assim como se têm os cabelos para formar a aparência.

Satanás um anjo

O termo empregado por (WHITTE, 1986) querubim cobridor, significa segundo o dicionário (SOARES, 1999), retrata: “Anjo e primeira hierarquia”.

E mais: (WHITTE, 1986) alega eu ele enganou tanto os anjos como os homens (WHITTE, Ellen G., Desejado de Todas as Nações, p. 17 – 1986).

Isso acentua um certo tipo de igualdade entre os anjos e homens no sentido comparativo, visto o engano foi quase o mesmo – engano.

Em outro momento sobre o trato de “Quem são meus Irmãos?” (WHITTE, 1986), apresenta a acusação dos fariseus perante Jesus que expulsava demônios sobre o poder de Satanás, em referência ao que estava escrito em Mateus 12.22-50; Marcos 3.20-35. Uma alusão do fato da expressão ser mais centralizada dita por ela, “... demônios ... Satanás”. Formando assim o paralelismo entre os dois.

A conotação do judaica sobre Satanás ser masculinizada está na preposição da essência da expressão: “Ele [Jesus] expulsa demônios pelo príncipe dos demônios.”

Príncipe é um título de filho de um rei, portanto, pertencente ao gênero masculino e não feminino.

O príncipe também é um membro de uma família que reina; como um filho primogênito do rei.

O apóstolo Paulo assevera sobre os demônios: “Que nos últimos dias (tempos) apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrina de demônios.” (I Timóteo 4.1).

É bom lembrar que Satanás é um demônio, que por sua vez um príncipe, que adentrando sobre viés masculinizado segundo os próprios fariseus.

Em a profecia contra o rei de Tiro faz jus a uma alusão tremenda a Satanás:

“Você pensa que é sábio como um deus...” (Ezequiel 28.6);

“Você era um exemplo de perfeição...” (Verso 12);

“Eu fiz de você um anjo protetor, como as asas abertas”. (Verso 14);

“... Você ficou orgulhoso por causa da sua beleza” (Verso 17);

“Você foi tão desonesto...” (Verso 18);

“Você está acabado para sempre...” (Verso 19).

As expressões estão no sentido no gênero masculino, portanto, não há dúvida nenhuma quanto sua aparência ser masculinizada.

E para àqueles que ainda duvidam que o contexto esteja referindo ao próprio Satanás, é só irmos ao contexto, e mais exclusivamente no capítulo 28 verso 13 que diz: “Você vivia no Éden”.  Ora, se fosse um rei no sentido de homem normal, ele não poderia ter vivido no Éden. Fato comprovado!

Conclusão

Ao afirmar ou aludir que Satanás seja uma mulher ou ter a aparência de uma feminina, é desconhecer por completo os textos bíblicos quanto às Escrituras Sagradas – Torá.

As formas das quais os anjos aparecem aos Patriarcas, Profetas e aos Apóstolos são todas masculinas.

O Senhor Heloim diante da revelação em analogias pertencentes à sua própria pessoa, não iria aparecer de forma feminina, visto às pessoas divinas têm formatos, isto é, formas em gênero masculino.

A parte do anjo enviado ao Profeta Daniel retrata um homem em pé entre dois lugares “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará”. (Daniel 12.4).

Segundo à escritora (WHITTE, 1967) afirma categoricamente que esse anjo era Jesus Cristo em sua obra. (WHITTE, Ellen G., Mensagens Escolhidas Vol. II, p. 105, 1967).

Portanto, com essa afirmação a dedução mais contundente é que o anjo era com aparência de homem, pois Jesus é homem no sentido absoluto; do pronome do hebraico pessoal “Eni” eu, e do chamamento enfatizado na gramatica hebraica francesa de J. Touzard, p. 158 – “Anoki”. Segundo (CHRISTIANINI, 1986), o pronome pessoal “Ani” (Eu) o objetivo é da ênfase à pessoa. E no contexto é o próprio Deus – anjo – homem – Jesus.

Assim, o exato e conclusivo senso lógico racional, concreto e com evidência escriturística decretada sem sombra de qualquer refutação: Satanás é um anjo e aparenta um homem. [G].

“- Eu Jesus, enviei o meu anjo para anunciar essas coisas a vocês nas igrejas. Eu sou o famoso descendente do rei Davi. Sou brilhante estrela da manhã”. (Apocalipse 22.16).

E você, vai agora acreditar? A decisão é sua!

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 4 de março de 2016

O homem e a natureza

                                                                      Post: Eu sei tudo!
"E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles".
(Mateus 6:28,29).

Num mundo cheio de tantas coisas para se fazer, simplesmente não podemos ver ou admirar a beleza da natureza porque estamos comprometidos com a excelência do nosso trabalho, sim, aquele que toma todas as nossas ocupações porque queremos lucros.

Eu sei que precisamos sustentar a família; cuidar da nossa casa e muitos quer ter um lugar ao sol.

Embora necessitamos disso, o fato em si, às vezes se desfaz porque morremos e, portanto, não podemos cumprir nossos desígnios.

Não conseguimos ver além das nossas funções. Não conseguimos interpretar a arte de tudo que nos envolve, que são, as plantas, flores e animais.

Estamos tão ocupados que não conseguimos harmonizar o belo. Que intrinsecamente é um produto da natureza. E sempre que olhamos no sentido mais que absoluto podemos encontrar a verdade. Não aquela que se desfaz, pois ela permanece. Sim, mais perto de nós.

E veja que mesmo quando destruímo-la sempre nascem outros brotos que transforma-se numa grande arvore. 

Somos obrigados a admitir a natureza, e dela fazer uma verdade objetiva porque nos pertence como fato concreto de sua existência permeando-nos.

Ninguém pode dizer que a natureza não nos pertence porque ela nos cerca e nos envolve.

Ninguém pode dizer que não vê-la.

Ninguém pode dizer que ela não seja bela, e, portanto, transmite seu resplendor.

Há uma existência entre nós que gera uma verdade em função de está presente, pois seu esforço é transmitir aquilo que existe por si só, visto permanece nos tempos.

O artista procura-a quando pega o pincel, mas não olha para sua imaginação sem ter um foco que já é visível porque sabe que tudo que observa já existe.

Seu ideal está em fazer uma bela obra, mas sempre com a verdade que a natureza lhe toca pelo que fascinou que viu.

Mesmo que tente por nela algo mais, sempre irá incutir aquilo que imaginou dentro do aspecto do seu contexto.

Oh natureza bela!, resultante de um original que se preocupou em fazê-la para nos beneficiar, sejam essas para nossos alimentos, sejam para nossos prazeres como para transformar nossas emoções quando conseguimos parar dos nossos deveres para percebermos.

Sem ela seríamos como uma minhoca dentro do barro que só se alimenta deste sem se dá o trabalho de ver, uma porque permanece no escuro, e outra, porque não vê.

Acredito que ninguém quer ser uma minhoca. Um ser que se move, mas não com práticas de interesses, mesmo que esse seja somente para comer e viver.

A beleza da natureza preocupa-se conosco mesmo que não vemos isso, porque nossos valores estão sobre nossas admirações, está em ter.

Sabemos que ela nos fornece o ar que respiramos, sabemos que ela nos fornece o sal, entendemos das cores, compreendemos as plantas e os animais etc., contudo, nos fazemos de cegos quando não queremos admitir sua necessidade.

Estamos tão em nós, que o natural nos parece estranho.
Creio que nossa necessidade está mais voltada em transmitir o que somos. E o que temos, a fim de nos mostrar para nossos semelhantes quem somos.

Queremos sempre nos mostrar que conseguimos ser alguém, porque sem isso, não nos consideramos.

Queremos imprimir como uma folha que passa pelo Xerox um tom de importante, com um intuito que o que vale é nossa essência, porque fizemos isso, aquilo, e que no mundo o que nos interessa para suportar o este seja, é ser alguém no campo profissional.

Muitos são até alegres porque dentro do contexto de conforto, conseguiram fazer o que quis, pois conseguiu alcançar para sua satisfação.

Nunca às vezes se deu o trabalho de trabalhar em função do descanso no sentido de andar de pés no chão, no mato, nas ruas e parques.

Quem sabe talvez nunca nem sentisse o vento da neblina fria num dia de sol pela manhã, ou quem sabe até os peixes mordendo seus pés na areia dentro das águas.

Alguns nunca nem se deram o trabalho nem mesmo em sorrir se alguma vez, quando subiram nos montes, colinas, vales e montanhas, e nem se colocaram expostos os corpos na beira embaixo das águas da cocheira.

Nunca se mergulharam e viram os corais dentro das covas feitas pelas ondas dos tempos.

Acham-se felizes pelos computadores; pelos livros que leem; pelos carros; pelas casas; pelas e pelas, entretanto, nem tempo tem na admiração que possui ao seu redor.

São meros autômatos acerca das coisas; é necessário compreender, o bem que ela nos faz quando passamos a olha-la com mais dedicação, e entender que não somos felizes do ponto de vista se não entrarmos nela como um todo em nós.

Queira ser feliz! Pare de achar que conseguiu ser o melhor e passe a existir pela vida e a verdade do valor que a natureza nos oferece.

MORRE O HOMEM E NÃO FICA COM NADA!



Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A primazia do primário no homem



Aqui está o mundo na nossa frente com muitos perigos. Uma bomba entre nós, não aquela feia pelo material, mas aquela que envolve tudo que nos cerca. Sua patologia é nos fazer explodir porque somos levados ao meio, ao ambiente e aos costumes.

Uma explosão múltipla de fatores resultantes nas solicitações exteriores, da qual estamos inseridos.

Uma planta pequena para se tornar um arvore grande e robusta precisa receber da terra seus minerais, mas também água e sol.

Cada animal que vive na natureza existe porque se utiliza do que a própria produz, seja essa das carnes cruas que comem, seja das ervas que se sustentam ou do material que homem possa fornecer-lhes.

O homem por sua vez também precisa dos elementos e das propriedades da mesma natureza seja no campo vegetal quanto do animal. Tudo para sobreviver e para satisfazer-se a fim de viver.

Em todo aspecto material precisa, mas tem também um fator muito importante para sua existência permanente, moral e social.

O vegetal cresce fica lindo produz seus frutos ou não seguindo uma regra natural com o seu intuito dado em sua própria natureza.

O animal por sua vez também cumpre seu papel derrocado, pois sofre as consequências dessa causa que é seu acabado diante do ardor natural da natureza, mas atinge ser real sua harmonia. Nada tira sua atenção no âmbito que atua.

Agora vemos o homem formado pelas forças do poder existencial porque nasceu assim, então tem sua forma natural, constituído de um espírito, que pode até ser abatido, formado muitas vezes pelas circunstâncias do meio, fez-lhes rompidas uma vontade de ser igual ao mesmo.

Entretanto, com uma grande diferença dos outros seres, porque nele reside a inteligência, a racionalidade e uma primazia do instinto.

Assim, pode discernir, e mesmo derrotado no sentido que nele aja o pecado, pode estabelecer valores morais quase perfeitos. Se quiser não se utiliza do horror que alguns já estão utilizando mesmo sabendo que não são inacabados.

Deus os fez a sua imagem, embora recebido nele, uma transformação, suas potências físicas e espirituais estão harmonizadas.

O querer e o efetuar são da sua vontade, não age como um animal: se damos comida ele come, se não damos, ele não come. No homem há uma grande diferença, pois não precisa de alguém que esteja alimentando-os, ele resolve por si só do seu anseio.

Os outros seres sente uma necessidade em relacionar-se não no sentido de amor como homens, porque mesmo parecendo que os tenha, são somente instintos, mas no homem o amor é real.

O problema está em quando não se utiliza de maneira adequada esse, visto seus valores muitas vezes está sobre uma sensualidade como às vezes pelas emoções que o cerca.

Não se pode medir um valor de um animal (no sentido de seu amor), porém, no homem o amor depende da sua maneira de ser, então, pode sim ser medido, porque ele pode amar de maneira errada.

O homem pode escolher amar outro homem assim como uma mulher outra mulher no sentido de relacionamento matrimonial.

Embora no contexto de Deus isso seja escolha errada. Por isso, que sua disposição em seu ideal de vida pode está realmente controverso.

Se no seu espírito rege na sua imaginação, norteada pelos valores que a sociedade impõe-lhe ser verdade, sua natureza está contra ela mesma.

Um homem nasce um homem para ser homem, e uma mulher nasce mulher para ser mulher. Cada uma desempenha um papel importante na sobrevivência humana.

Não se pode admitir o cansaço de pensar que um homem pode ter outro (sentido genérico casar-se), porque da sua natureza chega-se ao fim.

Como poderia ele existir sem a outra? Conquanto alguns queriam relacionar-se porque seus valores morais estão pervertidos pelas suas vontades, e aceitos pelas autoridades que autorizaram isso; atropelam-se em saber racionalmente que não existem homens sem sexo oposto junto.

É fácil pensar e alegar o que quiser parecer ser verdade, mas à lógica não nos deixa pensar ser verdade um animal cruzar com outro do mesmo sexo e nascer outro.

Isso é fato e dedução primaria saber! E por que muitos se fazem de tolos? Porque são mesmo!

Nós podemos comandar um cavalo com rédeas, visto ele nos obedece ao comando. Coisa primaria!

É fácil dominar um pássaro numa gaiola porque está preso na nossa vontade de prendê-lo. Coisa primaria!

É fácil criar um cão no nosso quintal porque ele está subalterno ao nosso comando. Coisa primaria!

Vamos rir da coisa primaria para os ditos: intelectuais, aos homens que se fazem do primário para não admiti-lo.

Muito fácil manter a técnica da manipulação, do ilógico, da mentira, da fantasia, e do imoral, mas se tratando da verdade, essa não é lógica – coisa primaria!

Vamos leva-los agora para um bebê uma criança, um recém-nascido, coisa primaria de se ver, mas coisa difícil de como ele veio a sua existência – o lógico é pensar que houve um cruzamento entre pessoas de sexos opostos para assim forma-lo, mesmo tendo tantas coisas envolvidas na sua biologia, mas seria ilógico não admiti-los? Coisa primaria!

Se o homem não admitir uma coisa primaria, sua primazia está diante da falsidade uma vez que o primário se faz presente sobre a lógica da verdade.

Eu sei quanto é difícil sentir uma necessidade numa vontade diferente sobre seus valores, mas não podemos em nenhum momento, homens e mulheres deixarmos de admitir a lógica primaria.

Não se pode dizer que um burro nasceu dum cruzamento com um jumento do mesmo sexo – coisa primaria!

A menos que ele tenha algum problema em admitir sua racionalidade à primazia do primário, aí sim, podemos considerar que ele sofre de algum problema mental.

Eu sei que alguns homens possui algum tipo de problema no sentido sentimental relacional, todavia, sua vontade não pode está diante da vontade dos outros, porque mesmo sentindo sua condição, não se pode fazer dos outros homens (genérico), dos seus males.

Eu não tenho o direito de querer-me jogar-me na frente de um trem, e querer que outros tenham o mesmo direito, eu tenho um problema sentimental comigo.

Eu não tenho o direito de amar meu filho, e querer que outros o amem também.

Eu não tenho direito de pintar minha casa de roxo, e querer que outros façam o mesmo.

Meu direito está relacionado com minha visão que pode está errada diante de uma sociedade, mas o contrário pode ser verdadeiro.

Mesmo querendo ou não impor meus direitos, eu posso querer influenciar outros nos direitos certos diante dos direitos errados.

Mas mesmo assim, meus direitos devem por princípio e por primazia devem está intensamente ligados ao primário.

O primário aqui: é o real, o que é admitido por todos como verdade. Não é uma verdade que eu quero admitir, mas uma verdade absoluta, mesmo que a psicologia queria te fazer pensar o contrário que tua vontade é que valha.

Como resolver isso então? Ora, aquele que souber utilizar-se da inteligência, fazer uma reflexão de si, e admitir que possa até querer que seus valores morais sejam esses, mas saber que foi uma questão de escolhas, e viver sobre a tranquilidade mesmo sabendo que não a possui, pois o objetivo não o deixa, deixa pra lá suas causas sobre o aspecto da paciência da alma em aceitar o primário.

Oro a Deus para que sua alma seja renovada uma vez que só Cristo nele, poderá entender de forma clara que o homem foi feito a sua imagem para ter o oposto como atração. [G].

“Acalmei e apaziguei minha alma; como a criancinha no seio da mãe, assim minha alma está em mim”. (Salmo 130).

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

terça-feira, 28 de julho de 2015

O homem faz história



O homem comum, sua história está dentro do seu mundo, o reconhecido, dentro dos outros.


Quando acontece algo importante, sejam esses: eventos, festas, comemorações etc., o elogiado quase sempre será aquele que é reconhecido.


Um desfile militar geralmente a continência está voltado para autoridade mais em atuação. Num estado, é o governador e seus subordinados com seus companheiros que estão no palanque.


Então, as multidões voltam-se seus olhos para aquele que está na frente.


Portanto, não é reconhecido por outros aquele que vive seu mundo, mas que vive para o mundo dos outros.


Jesus Cristo era esse tipo de homem, mas não era porque queria homenagens, mas porque todos os reconheciam como figura importante na sociedade: aquele que poderia ensinar; aquele que poderia curar; aquele que poderia fazer milagres; aquele que podia... Podia... E podia...


Assim é a história, compreende-se que muitos estão vivendo seus mundos, mas existem aqueles que aparecem diante dos demais. [G].


Um blog abaixo da média, mas além dos fatos
 
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sábado, 14 de junho de 2014

O Retorno de Deus ao Homem



É fundamental saber quando uma promessa que foi dada possa ser cumprida; porém, nem sempre isso ocorre logo. Uma mulher grávida precisa esperar nove meses para ter um filho.

Mesmo que ela queira que seu filho nasça logo, ela sabe que precisa esperar o tempo determinado.

E no caso da promessa da volta de Jesus Cristo? Bem, essa como sabemos, não foi posto o dia nem hora, mas somente evidências dos acontecimentos resultantes nos fatos ocorridos próximo ao fim.

Alguns não acreditam nesta volta, entretanto, sabem se forem realmente sinceros que existem provar reais de achados que justificam os escritos bíblicos como serem realista.

Assim fica evidente para muitos que diante de tantas descobertas empíricas existirem algo certo para si crer que num momento ainda não aconteceu, mas, irá sim ocorrer.

Se pensarmos que no nada não pode passar a existir, iremos acreditar ao observarmos o que existe hoje veio de alguma coisa superior.

Um mundo que vemos é causa do que Ele fez que admitimos existir, pois, nos fazemos presente nele. O universo que supostamente conhecemos, temos a certeza que tem vários planetas, estrelas, luas etc., porque não só o vemos como mesmo na nossa imaginação percebemos a quantidade destes.

Logo, se há algo que é existente no infinito do universo, por que neste não se possa haver um ser superior que pode nos trazer um reino infinito?

No Universo admitimos o infinito porque não conhecemos seu término, entretanto não queremos admitir um ser infinito? Não parece um desespero não querer aceitar que possa existir uma identidade além da nossa?

O que nos aparece aos nossos olhos, queremos aceitar e fazer conhecido por outros como verdade. Estamos sempre dispostos em acreditar em qualquer coisa que nos parece verdade, porque já o experimentamos, já utilizamos, já vimos etc.

Sempre fazemos de tudo para alguém acreditar em nós nem que nossa verdade não seja real. Mas queremos fazer-se crer.

A inteligência quer só admitir as coisas comprovadas e testadas porque o que fazemos só nos convence se estamos certos nas nossas conclusões.

Não queremos ser vistos como pessoas que não conhece o que diz, pois o melhor que podemos compreender é aquilo que fazemos de melhor para outros compreenderem também.

Ora, temos que aceitar que se não estamos convencendo, estamos não sendo verdadeiros, ou até mesmo falsos – E eu acredito e creio nisso que, ninguém quer ser conhecido como mentiroso.

Queremos de todas as maneiras ser pessoas de verdades e perfeições; tomo como base uma pessoa sem credibilidade não convence seus seguidores, porque se faz um homem incerto nos seus argumentos, nas suas coisas e nas suas causas que defende.

Não há nada mais perfeito e certo do que uma pessoa que as outras possam acreditar no que ele representa como indivíduo, numa sociedade que supostamente anda em caminhos obscuros e imperfeitos, e ele não.

Mesmo que muitos não o aceitem, não querem atender seus chamados, e sua vontade de fazer o bem, visto tal ser não é perfeito, ao menos aqueles que acreditam na perfeição do Universo e suas coisas nele existentes, possa aceitar um Ser Perfeito na sua Existência.

A prova absoluta não está na visão do que se possa ver, mas na aceitação que num Universo existem coisas e causas que ainda não conhecemos, e supostamente aceitamo-las que possam existir; e por que não aceitar que exista um Deus em algum lugar, só porque não o vemos?

Entendemos alguns elementos que estão na nossa vista, dependendo da situação que nos implica constituísse infinitamente concretas, pois admitimos.

Admitir o que conhecemos mesmo que ainda não o encontremos, contudo nos fazemos crer que existem coisas que não velamos ainda aos nossos olhos e cremos.

Queremos crer que um dia o homem possa se transportar em alguma máquina para outro lugar, e quem sabe até para os planetas que ainda não chegamos.

Ao homem sempre compete acreditar naquilo que ele ainda não conhece e não possa alcançar tampouco encontrar, mas quer acreditar.

Ele pela sua simples natureza imperfeita almeja na sua intima necessidade de descobrir aquilo que nem ainda não imagina que exista. É necessário para ele sempre se fazer revolucionário em quase todos os aspectos da vida. Ser o primeiro descobridor daquilo que o prende para ser livre como criador.

Portanto, sua necessidade está além das suas forças de querer, visto no seu cerne tem seu ansiar em cometer qualquer coisa para sua satisfação, no qual lhe trás felicidade.

Seu atributo é ser conquistador de algum objetivo concreto, a fim de sentir-se bem.

Ao que parece fica sempre procurando neste mundo que o cerca supostamente revelar, para obrigar as pessoas crerem nele.

Pode passar uma vida toda sem saber se sua suposta descoberta é verdade, contudo não quer acreditar ou supostamente crer que existe uma força a qual se chama, Deus, que virá em sua glória fazer-se conhecido.

Conclusão: sendo necessário para o resto de sua vida abismar-se na obra do Universo, e procurar nele algo que o convença ser verdadeiro naquilo que crer, deveria passar parte desta visão sobre as luzes da descoberta com seguinte tentativa em querer saber: Deus existe? Quando dispuseres a andar pelo o vale da fé, acreditarás naquilo ainda que não visse, mas que existe.

Por que, quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? 2 Samuel 22:32.

Esse Deus um dia voltará para cumprir sua promessa:

"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem". Mateus 24:27.

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.