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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Conquistando Mentes Nubladas - Domínio Próprio


Estamos diante da alta tecnologia, da mídia, dos jornais, das revistas, das vontades, dos desejos e por ai vai.

Estamos a mercê do que queremos, pois o querer hoje de quase tudo, é que podemos supostamente têlos.

Não há quase nada do que queremos que não podemos obter visto tudo se mostra na nossa frente a liberdade obscura é-nos imposta como verdade real que devamos adquir.

Mas seria essa suposta liberdade ser boa para nós nos dias atuais? Como seria se um filho nosso não gosta de comer Chuchu, não o obrigamos a isso?

O que devemos fazer para nos proteger? Estamos vivendo bem segundo os costumes que nos apresetam?

Aperte os cintos e vamos tentar explicar como proceder diante das coisas que nos apresentam a fim de querer que suas causas sejam aceitas. 

Preste bastante a atenção agora!



http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Conquistando as Mentes Nubladas - Sexo


O mundo precisa ser alertado quanto com às consequências que nos permeiam quando o sexo é tratado de maneira pervertida, iremos direto para o caós. Estamos cada vez mais inserido nele, mas teremos chances, visto cada dia piora, pois muitos querem e estão argumentando que, podemos sermos sexualmente como achamos que devemos ser.

Contudo, existe alguns em todos os meios que não estão disposto, a mudar sua forma de relacionar-se, quer seja, na família, ou quer seja diante da sociedade.

Muitos admitem que estão fazendo às coisas certas, outros rejeitam tais coisas. Quem está certo, diante de tudo que vemos na comunidade, e porque não dizer na família? 

Temos um dilema, o que faremos com essa maneira que estamos sendo jogados por aqueles que pretendem impor sua maneira agressiva de  viver em nós?

Temos que concordar com tudo isso? Por que devemos aceitar, só obrigado? 

Veja o vídeo 
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sábado, 24 de maio de 2014

A Psicologia e As Laranjas Podres


Na minha casa eu tenho um pé de mexerica, ou seja, uma mexeriqueira; e como pé, o que ela faz, é dar mexericas – Óbvio!

Mas eu observei que ela estava muito carregada de frutas, e consequentemente caem seus frutos porque apodreciam no pé.

Então cheguei para minha mulher e disse: vamos colher os frutos porque estes que apodrecem não prestam para nós comermos.

E coloquei uma escada porque alguns se faziam altos, e não os alcançavam. Muitos dos frutos sua aparência estavam perfeita, entretanto alguns já se mostravam com podridão, visto passaram do ponto de colher.

Eram muitos e eu não estava dando conta de coloca-los todas em minhas mãos. Então pensei: o melhor seria coloca-los numa vasilha grande para que não ocupassem todos os espaços da casa.

Escolhi as mais bonitas e maduras, coloquei-as na geladeira para que pudessem permanecer mais tempo, a fim de aproveitarmos bem todas sem que pudéssemos perder nenhuma.

Contudo, para minha surpresa, passou só dois dias, e muitas delas já haviam entrado em estado de putrefação.

Logo as podres empestaram as outras que estavam boas, e até mesmo algumas que nem haviam-se amadurecidas, ainda verdes, estavam entrando em podridão.

Pensei logo: o que fazer para que as verdes não apodrecessem?
Ah, já sei, vou jogar fora as podres, porque eu perderei toda a colheita e nos bons frutos, não poderia usufruir dos sabores que neles contem.

E foi isso que fiz! Imaginando que logo eu poderia comer daqueles que permaneciam em seu estado normal.

O problema das mexericas não eram que todas faziam-se podres, eram algumas que estavam no seu pior estado apodrecido pelos radicais livres que as cercavam.

Algumas não conseguiam ficar no pé e caiam-se no chão, outras no próprio pé apodreciam-se, e por fim, outras tornar-se-iam podres juntos das outras boas.

Assim é a psicologia, não é que todos são mexericas podres, mas no meio de algumas, podem tornar-se, no pior estado putrefato.

“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.

E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;

Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;

Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;

Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem”.


Romanos 1:26-32






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domingo, 18 de maio de 2014

Pedofilia é Crime Contra As Crianças e Adolescentes


Internet é principal meio de divulgação da pedofilia
A pedofilia é um transtorno de personalidade da preferência sexual que se caracteriza pela escolha sexual por crianças, quer se trate de meninos, meninas ou de crianças de um ou do outro sexo, geralmente pré-púberes ou no início da puberdade, de acordo com a definição da CID-10 - Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde -, compilação de todas as doenças e condições médicas conhecidas elaborada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo informações do site www.censura.com.br - Campanha Nacional de Combate à Pedofilia -, a Internet é, atualmente, o principal meio de divulgação da pedofilia, que movimenta milhões de dólares por ano e forma verdadeiros clubes com o objetivo de unir os pedófilos, adquirir fotos, vídeos, fazer turismo sexual e tráfico de menores.

As crianças pré-púberes ou no início da puberdade que são escolhidas pelos portadores do transtorno de pedofilia têm, geralmente, 13 anos de idade ou menos. O indivíduo com pedofilia deve ter 16 anos ou mais e ser pelo menos cinco anos mais velho que a criança, conforme os critérios estabelecidos pelo DSM-IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), a classificação dos transtornos mentais feita pela Associação Americana de Psiquiatria.

Para pessoas que apresentam transtorno de pedofilia no final da adolescência, não há especificação de diferença etária precisa, cabendo, nesses casos, avaliação e julgamento clínico, levando em conta tanto a maturidade sexual da criança quanto a diferença de idade.

Os indivíduos que sentem atração pelo sexo feminino geralmente preferem crianças de cerca de dez anos, enquanto os atraídos por meninos preferem, habitualmente, crianças um pouco mais velhas. A pedofilia envolvendo vítimas femininas é relatada com maior freqüência do que a que envolve meninos.

Ainda de acordo com o DSM-IV, o transtorno de pedofilia começa, geralmente, na adolescência, embora alguns indivíduos portadores relatem não ter sentido atração por criança até a meia-idade. A freqüência do comportamento pedófilo costuma flutuar de acordo com o estresse psicossocial e seu curso é crônico, especialmente nos indivíduos atraídos por meninos. A taxa de recidiva para portadores do transtorno de pedofilia que preferem o sexo masculino é, aproximadamente, o dobro daquela observada nos que preferem o sexo feminino.

Nessas classificações, a pedofilia está agrupada a transtornos que fazem parte do grupo das chamadas parafilias, que são caracterizadas por anseios, fantasias ou comportamentos sexuais recorrentes e intensos que envolvem objetos, atividades ou situações incomuns e causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional e em outras áreas importantes da vida do indivíduo e/ou de suas vítimas.

As parafilias envolvem preferência sexual por objetos não-humanos, sofrimento ou humilhação, próprios ou do parceiro, crianças ou outras pessoas sem o seu consentimento. Além da pedofilia, são consideradas parafilias transtornos como exibicionismo, fetichismo, masoquismo, sadismo e voyeurismo.

As parafilias são conhecidas também por perversões, definidas, particularmente pela Psicanálise, como transtornos de uma estrutura psicopatológica caracterizada pelos desvios de objeto e finalidade sexuais. A pessoa portadora de perversão sente-se atraída por aquilo que é pessoalmente ou socialmente proibido e inaceitável.
Helena Daltro Pontual

Crime


Altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, para aprimorar o combate à produção, venda e distribuição de pornografia infantil, bem como criminalizar a aquisição e a posse de tal material e outras condutas relacionadas à pedofilia na internet.

   O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
            Art. 1o  Os arts. 240 e 241 da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, passam a vigorar com a seguinte redação: 
Art. 240.  Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente: 
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa. 
§ 1o  Incorre nas mesmas penas quem agencia, facilita, recruta, coage, ou de qualquer modo intermedeia a participação de criança ou adolescente nas cenas referidas no caput deste artigo, ou ainda quem com esses contracena. 
§ 2o  Aumenta-se a pena de 1/3 (um terço) se o agente comete o crime: 
I – no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la; 
II – prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou 
III – prevalecendo-se de relações de parentesco consangüíneo ou afim até o terceiro grau, ou por adoção, de tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade sobre ela, ou com seu consentimento.” (NR) 
Art. 241.  Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
 Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.” (NR) 
            Art. 2o  A Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 241-A, 241-B, 241-C, 241-D e 241-E: 
Art. 241-A.  Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente: 
Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa. 
§ 1o  Nas mesmas penas incorre quem: 
I – assegura os meios ou serviços para o armazenamento das fotografias, cenas ou imagens de que trata o caput deste artigo; 
II – assegura, por qualquer meio, o acesso por rede de computadores às fotografias, cenas ou imagens de que trata o caput deste artigo.
 § 2o  As condutas tipificadas nos incisos I e II do § 1o deste artigo são puníveis quando o responsável legal pela prestação do serviço, oficialmente notificado, deixa de desabilitar o acesso ao conteúdo ilícito de que trata o caput deste artigo.
 Art. 241-B.  Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
 Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
 § 1o  A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere o caput deste artigo.
 § 2o  Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por:
 I – agente público no exercício de suas funções;
 II – membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo;
 III – representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.
 § 3o  As pessoas referidas no § 2o deste artigo deverão manter sob sigilo o material ilícito referido.
 Art. 241-C.  Simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual:
 Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. 
Parágrafo único.  Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material produzido na forma do caput deste artigo.
 Art. 241-D.  Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso:
 Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
 Parágrafo único.  Nas mesmas penas incorre quem:
 I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
 II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.
 Art. 241-E.  Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais.”
Fonte:http://www.planalto.gov.br/ 

terça-feira, 6 de maio de 2014

O homem no meio da sociedade (prova que a marcha das vadias estão erradas)

Sabemos e compreendemos que todos para viverem diante de uma sociedade precisam de auxílio de outros homens.  Contudo, o ambiente pode fazê-lo mudar sua direção, quando as relações que o envolve estão corrompidas pela influência que exerce sobre ele.

Uma influência na maioria das vezes está relacionada no ambiente que vive uma pessoa, e na civilização que frequenta.  A sociedade é um conjunto coletivo de pessoas de tradições, ou não, que dá continuidade nos nossos antepassados que nos deixaram algo, nossa família que também nos mostraram sua educação, quer seja boa e/ou mal, para podermos dá prosseguimento na nossa existência.

Entendemos e abrangemos que uma sociedade evolui constantemente, mas nunca conhecemos que sociedade terá daqui alguns anos. Mas podemos determinar pelas suas ações, seus costumes, sua ética, sua vontade etc., como poderá ser futuramente.

Isto porque diante do que nos é apresentado e mostrado, mesmo tendo as somas de homens que se divergem de seus análogos, aflora o instar no seu próximo aos poucos os resultados de modo que modificam os seus.

Ademais, vemos com ímpeto isso acontecer de forma mais que indireta. Ou seja, de forma acentuada. Mesmo sabendo que às pessoas tenham o direito de escolhas, e de decisão, essa possa ser errada.

Por exemplo: - As marchas das vadias! Como pode uma pessoa querer ser respeitada no sentido moral, se em si mesmo adentra a falta de respeito? Não nos foi ensinado que a nudez é um ato obsceno? Não se tem na nossa lei quem si mostrar sexualmente (nudez), poderá ser incriminado, e até processado?



ATO OBSCENO

Art. 233 do Código Penal- Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena – detenção, de 3 meses a 1 ano, ou multa.

- ato obsceno: é o ato revestido de sexualidade e que fere o sentimento médio de pudor – ex.: exposição de órgãos sexuais, dos seios, das nádegas, prática de ato libidinoso em local público, micção voltada para a via pública com exposição do pênis, “trottoir” feito por travestis nus ou seminus nas ruas etc.

- lugar público: é o local acessível a número indefinido de pessoas – ex.: ruas, praças, parques etc.

- lugar aberto ao público: é o local onde qualquer pessoa pode entrar, ainda que sujeita a condições, como pagamento de ingresso – ex.: teatro, cinema, estádio de futebol etc.; não haverá o crime se as pessoas pagam o ingresso justamente para ver show de sexo explícito.

- lugar exposto ao público: é um local privado, mas que pode ser visto por número indeterminado de pessoas que passem pelas proximidades – ex.: janela aberta, terraço, varanda, terreno baldio aberto, interior de automóvel etc.; se o agente só pode ser visto por vizinhos, Nélson Hungria entende não haver o crime.

- entende-se não haver crime se o ato é praticado em local escuro ou afastado, que não pode ser normalmente visto pelas pessoas.

- é autor indireto do crime, aquele que se utiliza de um inimputável para a prática do delito – ex.: homem que treina macaco para praticar o ato.

- palavras e gestos obscenos: não caracteriza este crime, mas pode configurar “crime contra a honra” ou a contravenção penal de “importunação ofensiva ao pudor”.

- sujeito passivo: a coletividade (diretamente) e a pessoa que presenciou o ato (eventualmente).

- o tipo não exige que o agente tenha finalidade erótica; o fato pode ter sido praticado por vingança, por brincadeira, por aposta etc.

- 
consumação: com a prática do ato, ainda que não seja presenciado por qualquer pessoa, mas desde que pudesse sê-lo, ou, ainda, quando o assistente não se sente ofendido.

Portanto, mesmo que uma sociedade evolui no sentido mais complexo que possa existir, a sua ética deve permanecer como prática de fornecer na ordem social uma manutenção a fim de formar indivíduos sérios e melhores, e não pervertidos.

Perceba a inconveniência que isso resulta no nosso meio quanto aos conceitos de dever, propriamente dito, sobre o equilíbrio entre liberdade e direito. Sabemos que nosso direito termina quando atinge o direito dos outros, mas, como olhar de forma agradável um suposto direito quando este tenta perverter um direito civil do código penal?

Se uma lei determina que não devesse andar nus, nem tampouco mostrar nossas partes intima em alguns lugares abertos, como isso pode ser considerado um crime, tomo como base a lei já determina que seja?

A nossa obrigação como cidadão é atender o que a polícia, as autoridades, as leis que nos regem e os juízes etc., nos dizem como certo; a menos que esses estejam contra lei, não os seguiremos, contudo, dentro dela (da lei), devemos atender como direito real, e cumpri-la por completa. Pois, não fomos nós que instituímos os governantes para que possamos tê-los como nossos representantes a fim de estabelecer leis para nos proteger melhor, e nos fornecer organização nas nossas cidades? Como podemos diante das próprias leis admitirem e aceitar aqueles que querem e almejam perverte-las, tomo como base já existe lei contra isso? Claro que existe!

Dizemos sermos: inteligentes, capazes, e de adaptação gradualmente ao que se refere aos relativos conceitos, entre a época; a fim de melhorá-la em todos os aspectos. Como podemos agora voltar ao erro e até aos absurdos supostos atos de liberdade promiscua? Uma vez que, na própria lei não permite tal ato de liberdade avançada que possa fazer que uma pessoa mostrasse por vergonhosa libertinagem pecaminosa, e ainda fica nua por partes, ou completa.

Assim mesmo as reações humanas de um grupo, ou de vários grupos que tentam a todo custo transformar os nossos jovens, querer mudar os seus valores, contestando que há desigualdade quando não aceitável sua postura promíscuas, manchadas pela falta inerente de inteligência para perceber o que produzem, está fora dos padrões da lei, faz-se criminosos, e estão querendo ser presos quando intrínseco nesta lei diz que é crime aqueles que pervertem caminhos certos. Veja artigo 233 do Código Penal.

Conclusão

Uma sociedade para obter valores melhores, na grade de educação, cultura e democracia deixará muito a desejar se esta não trabalhar para perfeição organizacional nos homens em se completarem não só sobre o aspecto de direitos e deveres, mais aos valores morais e religiosos que os levam as obrigações reais concretas certas.

A sociedade ainda não aprendeu que a liberdade não nos faz livres para podermos fazer o que bem o que quiser com nosso corpo, mostrasse aos outros, mesmo em partes ou até por completo, que isso nos faz aberrações aos olhos de quem ver.

Não é porque sou livre que eu posso exercer meu direito de atentar a visão das crianças e jovens, não, não é meu direito fazê-lo isso! Porque nem todas as crianças e jovens estão acostumadas a verem seus familiares nus, e nem tampouco acostumados aos escândalos e vadiagens que acontecem por ai.

Até mesmo em quase todos os animais eles tem uma proteção quanto sua nudez, quer seja, pelos, penas ou gorduras. Não sei se você já prestou a atenção nisso, mas é-nos percebido!

A humanidade aprendeu a fazer roupas e a usá-las como necessidades. Quer para não mostrarem-se nus, quer para protegê-los do frio, do calor, do mar etc. 

Até mesmo o próprio Deus Yahaweh quando viu o homem nu perguntou-lhe:” E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Gênesis 3:11 e não permitiu-lhe que ficassem nus e agiu assim:” E fez o Senhor Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”.

Portanto, notamos que por mais inocente que possa ser uma pessoa, mesmo quando si interagem paralelamente sabem que estão nus, e estão agindo incorretamente. Uma vez que o homem e a mulher conseguem definir os sexos entre ambos, e conseguem sentir atração mutuamente.

A intenção nossa é levar o homem ao resultado em atender esse chamado no sentido em modifica-lo no máximo possível, para leva-lo a melhor maneira diante de uma sociedade que quer e senti a necessidade em cada dia está mais perfeita.

Se um círculo tem partes que se quebram, não roda com perfeição. [G].



quinta-feira, 3 de abril de 2014

A Perversão Mundana e Sua História se Repetem



A moral humana estava posto aos olhos de quem vivia na época, eram momentos para chegar-se a Deus, mas na vida que viviam não podiam perceber o mal que invadia seu ser.

O Deus da benção agora estava no seu limite de misericórdia. Não se era mais suportado as desavenças humanas, as gerações chegaram às fronteiras da iniquidade.

A isso não havia quase justos, pois todos estavam pervertidos e falidos de moralidade. Muitos só pensavam em sexo, dinheiro e prazer.

Os videntes e aqueles que usavam de cartas olhavam o futuro com desprezo e não conseguiam imaginar o que estava para vir.

A opressão havia aos pobres, mas estes também já estavam em meio à luxúria e enraizado no pecado.

A instituição, particular em certo sentido já não mais se via como querendo educar, visto sua cerne estava no lamaçal no lodo dos vermes.

Oradores, pensadores, pessoas populares e seus argutos, corromperam-se em frívolas e vãs fantasias, onde somente se falava em por dinheiro nas suas maldades.

“Oolá (o santuário dela) foi prostituta de todos os oficiais assírios, e a paixão dela a levou a se tornar impura, adorando os ídolos assírios”. (Ezequiel 23.7).

Muitos adoravam outros deuses, e sentiam que estavam protegidos nos seus castelos de areias.

O mal era fazer sua própria vontade: “Não digas: Farei a este homem o que ele me fez, dar-lhe-ei o mal que me deu!”.

O povo já havia esquecido que um dia Deus era justiça. Estava todos nas cidades, fazendo o que bem lhes aprouve fazer.

A prudência e a cortesia não mais existiam, o que queriam era alimentar-se do prazer que sacudia seus desejos.

As viúvas, as mulheres e crianças, já não eram vistas como pessoas, mas como um meio para trazer-lhes prazeres sexuais, o mesmo que acontece hoje.

Os pobres e os ricos faziam o que bem lhes desejassem fazer. Alimentavam da corrupção e dos abusos dos progressos, pois já não havia limites a considerar.

Muitos dos legisladores estavam sobre o mantra dos políticos que os importunavam, porque haviam colocados no poder maior.

Seus preceitos como juízes, já não era mais visto como resultados de uma ótima justiça; embora o povo corrompido pelas usuras e falcatruas existente, nem percebiam as moléstias que existiam nos tribunais.

A lei que Deus havia estabelecido como formas orais já não chegam-lhes aos ouvidos, pois muitas belas mulheres sensuais cegavam-lhes a compreensão. E a luz que uma vez era clara, agora já escureciam com escamas suas visões.  

A recompensa no que poderiam ter como obra do bem, já não mais existia, porque o resumo da suma do correto permanecia estranho para eles.

Uma vez que os chefes do poder preferiram permanecer no estado inerte ao que acontecia no mundo.

O povo sentia que as regras eram boas, e não lhes parecia que deveria haver alguma mudança nos seus princípios, porque era aceito pelas próprias autoridades.

Naquele tempo ainda não havia profecia, pois o pecado já não tinha chegado ao cume da taça.

Contudo, não estava tendo o agrado de Deus. Ele como legislador e Criador de tudo, não podia aceitar a inerrante ação de homens casarem-se entre si, como mulheres também.

Obstinavam-se tornar pior ainda seus desejos e suas vontades, estavam tramando entre eles, adotarem crianças para ensina-los conforme sua educação; que para Deus já não era certa.

E assim continuavam com seus desígnios e propósitos, no mais, as tribos com hábitos confusos deparavam-se cada dia com costumes desagradáveis, destilando-se dos seus erros.

A capacidade de discernir entre o certo e o errado não acompanhavam-lhes julgar, visto eles já estavam moldados em aceitar o inaceitável perante aos olhos deles mesmos.  

Seus mestres, seus doutores, seus psicólogos e seus anciãos, esforçavam-se por justificar que tiveram as conquistas nesses méritos, ditos sexuais, e com um suposto discernimento ser correto; e passaram a evidenciar e ensinar que o homem necessitava exercer seus desejos mais ansiosos e supostamente inerentes neles.

Afligiam-se cada dia em querer aumentar essa necessidade que uma vez foi tida como obsoleta. Não podiam mais admitir que essas vontades não pudessem ser feitas.

Os rigores dos clamores nas ruas eram diários quantos constantes e o povo acatou tudo.

Entretanto, o céu não aceitou essa luxúria e perversão humana, e trouxe ao conhecimento de Abrãao que haveria de destruir essas quatro cidades pervertidas sexualmente.

Pedro assevera o que aconteceu: "E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente" 2 Pedro 2:6.

A tolerância de Deus da sua misericórdia havia chegado ao limite do extremo.

O Profeta Jeremias quanto à destruição de Jerusalém, relatou com ficaria: “Será como a destruição de Sodoma e Gomorra, e dos seus vizinhos, diz o Senhor; não habitará ninguém ali, nem morará nela filho de homem” Jeremias 49:18.

Isaías anuncia para os caldeus como iria ficar diante da arrogância e soberba e seus pecados: “E babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”Isaías 13:19.

Portanto, a ruína de Sodoma e Gomorra como mais duas cidades seriam por causa dos pecados admitidos sexuais.

Deus não podia tolerar a mudança comportamental sexual, visto criar todos os seres distintos, marcho e fêmea.

Isso se tornaria um desafio para com Deus, isto é, provocar o criador.

Quando o homem passa a estabelecer regras que ofende os valores morais e passam a ser cumplice dos mesmos, Deus vem e intervém.

“Ouvi a palavra do Senhor, vós poderosos de Sodoma; dai ouvidos à lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra” Isaías 1:10.

O resultado no passado alerta-nos para o presente, e traz-nos os resultados no futuro. Quando os juramentos nos tribunais são a favor do povo errante, e aceitam as misturas das causas exigidas, o fim é a conquista das punições dos erros aceitos.

“E toda a sua terra abrasada com enxofre, e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem nela crescerá erva alguma; assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o Senhor destruiu na sua ira e no seu furor”. Deuteronômio 29:23

A destruição é iminente, e não terão como escaparem de Deus das suas sétimas últimas pragas.

No passado Deus alertou e tirando Ló e sua família da destruição, pois ele não compactuava dos ensejos e desejos sexuais existente na sociedade contemporânea.

"Então o Senhor fez chover enxofre e fogo, do Senhor desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra"Gênesis 19:24.

Lembrando que, o que aconteceu no passado, irá acontecer no futuro.

A isso se refere Jesus Cristo: “Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade” Mateus 10:15.

As cidades que viveram em tempos de escárnios, impurezas e idolatrias, são essas, e não outras, que Deus trará julgamentos sobre elas; embora já estejam sendo escrito no livro das obras seus feitos (Malaquias 3.16).

Portanto, obedecei aos Seus mandamentos quando Ele vos diz: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”. Apocalipse 21:8

Arrendei-vos enquanto é tempo! Deixai os caminhos do mal, e não se prostituem com anseios, desejos e ações sexuais. [G].

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