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terça-feira, 8 de abril de 2014

Superior Geral dos Jesuítas convidados a descobrir o novo santo "restauração", como um modo de ser da Companhia


O superior geral da Companhia de Jesus, Adolfo Nicolás, convidados a como um "exemplo" para o novo santo espanhol, o jesuíta José de Anchieta ao descobrir que a "restauração" deve representar para eles "modo de ser".
Em uma carta aos jesuítas estados gerais superiores que sua canonização pode resgatar a "Versátil, motivando e extremamente atual" figura de José de Anchieta, além de que de Peter Faber.
"Os dois, com a intensidade de sua vida, convidando-nos a descobrir que a restauração, em vez de ser para nós um mero evento histórico, deve representar o modo de ser sempre presente, em um corpo apostólico continuou recreação", diz ele.
Ele também coloca você como um exemplo de «roaming» com tudo o que implica de "liberdade espiritual, disponibilidade e capacidade de discernir e fazer escolhas" e se pergunta se isso não deve ser uma das características essenciais do seu corpo apostólico.
"A viagem continua de Anchieta, quase um modo de vida hoje poderia inspirar e encorajar a nossa busca por mobilidade apostólica para responder aos desafios colocados pelas novas fronteiras", diz.
Ele também destaca a sua capacidade de organizar a missão de modo vertebrados, integrando as diversas presenças apostólicas e as diferentes dimensões em um único projeto diversificado e complexo, mas único.
Para a Companhia de Jesus, a canonização de José de Anchieta é uma chance de retomar a busca intensamente perseguiu esses horizontes: sensibilidade à diversidade étnica e diversidade religiosa, cultural e social; eo desenvolvimento de uma liberdade criativa incansável fresco e capacidade de improvisar responsável.
Fonte .

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Quem é o Papa Francisco I - Jorge Mário Bergoglio?


O argentino é o primeiro papa jesuíta e o primeiro do continente americano


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O cardel Jorge Mario Bergoglio, novo papa, em missa na igreja de São Cayetano em Buenos Aires, em 07 de Agosto de 2009 (Foto: AP Photo/Natacha Pisarenko, file)
Jorge Mario Bergoglio nasceu em 17 de dezembro de 1936 em Buenos Aires. De família italiana, um dos cinco filhos de um trabalhador ferroviário e uma dona de casa. Estudou química no ensino técnico e, aos 21 anos, decidiu tornar-se padre. Bergoglio entrou para Companhia de Jesus em 11 de março de 1958 e foi ordenado em 13 de dezembro de 1969. É o primeiro papa jesuíta e o primeiro do continente americano. É também o 12º papa não europeu, o primeiro desde 731. 
O argentino tem licenciatura em filosofia pelo Colegio Máximo San José, em San Miguel. Lecionou filosofia, literatura e psicologia.
Entre 1973 e 1979, período que abrangeu a ditadura militar argentina, foi provincial (um cargo de comando da Ordem dos Jesuítas) dos jesuítas na Argentina. Em 1980, tornou-se reitor do seminário San Miguel – onde estudara anos atrás. Bergoglio fez o doutorado na Alemanha. Ao retornar para a Argentina, atuou em Córdoba.
Em 20 de maio de 1992, foi nomeado bispo titular de Auca e um dos quatro auxiliares de Buenos Aires. Em junho de 1997, assumiu o cargo de bispo adjunto, por conta de problemas de saúde do então titular da arqudiocese de Buenos Aires, Antonio Quarracino. Em 28 de fevereiro de 1998, tornou-se o titular.
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controvérsias : Em audiência sobre crimes cometidos na Escola de Mecânica da Marinha (Esma), centro de detenção clandestino da ditadura, a ex-presa e desaparecida María Elena Funes relatou que o arcebispo de Buenos Aires tinha proibido um dos jesuítas de atuar como padre na região de Bajo Flores, no sul da capital argentina, por razões ideológicas.

Berglogio foi denunciado pela primeira vez por cumplicidade com crimes da ditadura em 1986, no livroIgreja e Ditadura, escrito por Emilio Mignone, autor defensor dos direitos humanos que teve sua filha desaparecida.
Fonte:  http://revistaepoca.globo.com e Opera mundi