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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Em busca de um poder moderador



O objeto de estudo que iremos evocar não se resume apenas neste artigo. Damos evidências que ecoam nos nossos pensamentos, pois devido a razão nos torna conhecedor do mesmo.

Na integra, os dados fomentam em acontecimentos que resultou de vários anos que particularmente fora observado em tempos e sobre reflexos de inside que acontecera momentaneamente.

Afasta-nos a vontade de sermos ingênuos e progredimos no ensejo que aflora nossos olhares.

Um olhar não como um espectador somente, mas daquele que quer ver o futuro preocupado com os acontecimentos.

Sendo assim, iremos transcorrer os episódios que nos fez ter essa visão.

Havia nos tempos outrora que o mundo não só fosse visto por razões do estado físico, porém, também transcendental, pois nem tudo poderia ser explicado pela razão.

Conhecemos que o mundo se faz por poderosos quando este sobe em razão da sua força ou promoção.

Em era “inferiores”, homens saiam em busca de novas terras, campos, fazendas, guerras e estabelecer-se nessas novas “descobertas”, a fim de formar seu clã, suas tribos ou seus reinos.

Queremos acreditar que os regentes de novos mundos assim fizeram não somente no intuito de benesses para outros, mas principalmente para si.

A história confirma das suas conquistas, que, não fossem em busca de novos horizontes, entretanto, forjar o reconhecimento das forças.

Tudo que acontecera nos trazem os resultados que nos vemos até aos dias atuais.

Em meras conquistas, não somente alimentavam às ações devidas, embora fossem necessárias quando se adentram, enfim, reinavam também saber às formas linguistas que tinham aquela nação conquistada.

Não bastasse isso, não seria fácil dominar o dominador em razão de muitos serem intelectuais.

Estamos falando não num estado muito arcaico, contudo, já na nação já formada, aquela que tinha seu próprio saber, seu idioma.

Por exemplo: Se fossem falarmos da China, primeiro estariam enfrentando “Os mandarins, que formavam o corpo burocrático e administrativo da China imperial, eram admitidos em seus cargos mediante um exame, onde tinham seus conhecimentos de chinês clássico e da filosofia de Confúcio.”

Ora, alguns podem achar que estamos falando da história linear que irá trazer aos nossos dias. Isso só nos serve como base para o que iremos prosseguir.

O corpo antigo seria em função do saber como fundo de administração. Não somente pela força se compunha os líderes, entretanto, pelo entendimento. Não aquele que não tinha nenhuma formação.

Para que fique claro e sem dúvida, não estamos falando de graduação, pois isso nos veio depois, mas de formação indutiva e instruída pelo viés dos pensamentos daqueles que assim se faziam.

O poder não era uma mera menção ou querer somente. Tudo que hoje nos veem nos mostrar parece fácil demais.

O que queremos é o corolário (outra demonstrada), é que refocilar não finda questões que iremos demonstrar.

Perturba hoje saber que muitos querem fazer acreditar que o tônus que dizem são o certo.

O certo por sinal está longe daqueles que tomam o poder.

Claro que sabemos que eles estão lá porque foram escolhidos pela massa. Uma que por sinal, estão muitas vezes enganadas.

O engano que os envolvem são os “presentes”, que recebem.

Lutamos para que se tenha uma cicatrização. O problema é que se tenha já inflamado e o pus já se alojou na ferida.

Existe também falar que não se pode ouvir daquele que não alcançou o “sucesso”, que para eles, é o ter.

O ter para muitos é a forma de demonstrar a satisfação que alcançaram algo.

Há problema aí? Sim, quando essa foi formada pela corrupção e dolo.

O que nos deixa perplexo, é que descadaramente negam.

As atitudes de homens de “sucesso”, não é está no que realizou, mas no que adquiriu indevidamente.

Entendam que muitas das conquistas que se foram feitas não foram por meios lícitos, mas ilícitos.

Roubaram, terras dos outros, herdaram agriculturas de pessoas, conquistaram créditos de bancos, impuseram despesas, tributos absurdos etc. etc. etc.

Mas falarão sobre isso? Não, porque alcançaram o “sucesso.”

Não vamos nos espantar, pois afinal eles pensam por nós e nos fazem acreditar neles, não é?

Kruschev: ‘Devemos construir casas de modo que nossos filhos e netos possam morar nelas.

Nixon: Mas nossos filhos e netos podem ter gostos e necessidades diferentes dos nossos.

Kruschev: Bem, deixe que eles mudem os móveis.

Por que mudar a casa?’”

Claro que eles sabem o que queremos! Não duvide disso! Se você duvidar, é um reacionário.

A questão não se trata de vitimismo, uma vez que isso não se enquadra na pura racionalização da representação proposta.

Quando retratamos que muitas coisas foram adquiridas por “sabedoria” humana, não erramos!

Olhe agora, século XIX, “A sociedade da época era, em sua maioria, analfabeta....”

Então, quem tinha ‘instrução’, dominava quem não tinha, óbvio!

O que se tem na antiguidade é força, o que se dizia, o povo acreditava. O que mais se espanta que ao que nos parece, hoje acontece o mesmo.

O trazer o medo ao povo é de “suma” necessidade para sociedade.

O medo é representado como uma forma de ‘governar’, pois pessoas ficam apavoradas ao saberem o que lhes podem acontecer, então, abre mão do que almejam.

Veja o que o medo pode fazer até quando se está nos esportes: “Eu sempre joguei tão duro quanto sabia, tentando incutir o medo de Eisenhower [dele próprio] em cada adversário.”

Pois bem, essa é à estratégia de alguns que sabem o que é melhor para nós, não é?

Instalando o medo muitos conseguem o que querem entre a população.

Medo de sair de casa; medo do governo atual; medo da chuva; medo de um meteoro cair sobre nossas cabeças; de terremotos; de ônibus; de ostracismo; e de tudo.

A técnica de alguns governantes se traduz no medo. No passado era assim, e hoje não é diferente, pode crer!

O inferno que tentam apresentar é que não aceitarmos os que eles querem iremos sofrer – dos medos.

A conquista pelo o poder não tem limites.

O próprio Lacerda já expunha essa desonra nos seus dias: “A honra ferida pela infâmia dos que dominaram e degradam o Brasil.”

Embora estivesse falando dos políticos da sua época, Getúlio e Kubitschek, sua revolta estava contra uma classe dominante, os comunistas.

A técnica que anelam é que a burguesia não deixa outras classes subirem, como que quando estão lá – no poder, deixam, mero engano.

O caráter sensato que tantos impõe que devam ter, não agem da mesma forma quando sobem ao poder.

O retrato é o reflexo do espelho quando se olham.

As histórias que nos contam são sempre às mesmas, “o homem é bom, vai tirar esse burguês do poder e vamos dá o melhor ao povo”. O povo que tanto falam, só não é o daqui.

Não sei se você já percebeu, mas quando os escritores escrevem sobre o comunismo, dão ar de sofisticação.

Eu leio muitos livros sobre esses assuntos e só vejam retratando-os como ‘deuses’; porém, quando me disponho para ver os ditadores, da Venezuela, da Coréia do Norte, da China e por aí vai, não os enxergo como salvadores da pátria.

A rigor, o herói idílico (amoroso), quando lá, no ‘trono’, muda de figura.

O herói agora se volta ao obscurantismo, das trevas, da ‘santa inquisição’, dos meros fanáticos que são o que são.

O que faz um fanático? Uma adesão cega aquilo que se apoderou. Ah, então, é por isso, que os juízes agem assim? São fanáticos.

Os fanáticos juízes, fatalizam o povo. Uma ação fatal de poder que já meramente adquiriram e possuem para agir.

Os fanáticos sempre estão agindo, pois não se contentam nas suas doutrinas, mas querem que todos possuam dos seus ensinos.

Poderíamos até dizer, são fascistas.

O que fascismo? É um sistema autoritário. O autoritarismo não quer somente demonstrar sua autoridade, mas exercer ela sobre todos.

O autoritarismo é fatal porque o fatalismo é sua reação intenção.

E como se exerce? Através de normas invocadas pela sua própria cabeça.

Não há um conjunto de aceitação entre a população e os administradores, isto é, um governo recíproco, mas um somente, deles, os autoritários.

É uma forma de governo a todo custo.

É como se fosse um micróbio tomando todo o corpo sem que se tenha algo que os extermine.

Não veem daquilo que lhe formaram, de onde nasceram. Não são somente desenvolvidos por portugueses, holandeses, alemães etc. uma vez que não sabem realmente quem são.

Na América, os ingleses vieram e entraram em vários países com suas religiões e suas disposições.

Formaram o que hoje são, a maior nação do mundo, a melhor, a América do Norte.

Não há como negar da sua autoridade em ser o que são. São fortes no poder bélico, nos costumes, na economia etc.

Não vemos somente esta, mas a própria Inglaterra, forte, no dinheiro, Libra esterlina; o Canadá que também fora conquistada, grande economicamente.

Estamos muitos acostumados em falar dos americanos, mas esquecemos muitas vezes que foram os ingleses que colonizaram essa américa.

Queremos muitas vezes rechaçar eles por alguns dizerem: “São burgueses!”, ora, olha tu o que eles são.

Se queremos sacudir às vezes os costumes de uma nação a fim de propósitos ideológicos erramos.

Se a Inglaterra se abrir em questão de aceitação de todos às classes entrarem no seu país errará, pois mudará sua forma de ser.

Mesmo detendo ser um país que tem a aristocracia, ela sempre foi uma força para o mundo.

A força fez o que os Estados Unidos é hoje, o que é o Canadá etc. Aqueles que não quiseram adquirir dos seus costumes, faliram.

A falência não só veio na forma de economia, mas até de religião.

A questão não se restringe na história, é uma estrutura, ou seja, uma história estrutural.

Para se enfrentar devemos entender a civilização e dos seus fomentos.

Cria-se muitos discursões, sem nós compreendermos direito como se formam a sociedade estruturada.

Não estamos vivendo na era neolítica onde a principal subsistência era, ausência de divisão.

Passamos da era moderna, e estamos na era tecnológica onde tudo ou quase tudo se resolve através das máquinas.

Hoje somos uma sociedade do conhecimento, dos ‘relacionamentos’, ou seja, do envolvimento social, do face, do insta, do youtube etc., tudo sobre comunidade social.

Embora nos pareça que estamos dividindo coisas, o retrato não é bem assim. Há muito do eu, do somente a mim.

E se tratando do ego, eu, o nós, só serve como abstrativo. O poder todo está em mim, portanto, sou eu que detenho da razão.

E o pior é quando tratando dos políticos, sim, daqueles que elegemos. Daqueles que fazem leis, daqueles que são os ‘guardadores das leis’, a figura muda muito.

As leis só servem para favorecimento dos eus – políticos.

Agora o território fora marcados e pertence somente a eles.

Brasília a capital do Brasil tem dono, os políticos. O povo não manda lá. Mas ultimamente não estão mandando nem nas suas casas, pois o poder subira às suas cabeças.

Agora, eles acham que é pouco, ‘vamos mandar também nos seus lares.”

Daqui a pouco vão dizer: ‘vamos dormir com suas mulheres.”

Vocês acham que estamos brincando? Não. Roma se levantou e está entre nós.

Os césares, generais, imperadores e cônsul estão em Brasília.

Se deixarmos formarão uma nova nação, conquistando terras cada vez mais.

Os poderes que foram para solucionarem nossos problemas, agem contra nós.

Claro que existe um pouco de benevolência quando dos seus tronos, olham, e ver uma mulher querendo comer às migalhas que caem das vossas excelentíssimas mesas.

Não é nada demais, pois até os cachorrinhos comem também das migalhas, não é?

O objetivo aqui proposto não é fazer uma revolução contra os senhores feudais, do congresso, do senado e muito menos do STF, uma vez que não há alcance aos ‘deuses’, mas de uma reflexão.

Enfim, compreendemos que não basta para eles ser resumidos somente em poderio, mas que tal levarmos a sociedade na escalada de submissão total? Implantar um poder moderador, o que acham? Que tal um como o da China comunista? O que vocês acham? Sim, faz muito bem, pois no Brasil há muitos cachorros pelas ruas, e nos falta carnes para comermos. [G].

Referências:

1)     EBON, Martin, Os grandes líderes, Kruschev, p. 72, 1987 – Nova cultura;

2)     SANTOS, Rodrigo Otávio dos, Fundamentos da pesquisa histórica, p. 144, 2016 – Intersaberes;

3)     SANDBERG, Peter Lars, Os grandes líderes, Eisenhower, p. 16, 1987 – Nova cultura;

4)     LIMA, Alceu amoroso, A segunda revolução industrial, p.25, 1960 – Agir;

5)     DULLES, John W.F. Carlos Lacerda, A vida de um lutador, p. 249 – 1914-1960 – Nova Fronteira;

6)     RODGERS, Judith, Os grandes líderes, Winston Churchill, p.68, 1987 – Nova cultura.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Deus não existe


Como é engraçado saber que quando às coisas vão mal, muitos sabem num instante procurar Deus.

Os petistas na sua maioria não crer que Deus existe. Sim, pois se apoiam no comunismo e  revelasse assim que já não o possui visto seu dogma prega isso.

Pois bem... O interessante é saber que estão dizendo alguns políticos que o Juiz Sérgio Moro não é Deus para julgar o ex-presidente Lula.

Não é cômico? Não creem em Deus, porém, quando algo acontece de relevante, eles se lembram dele? Mas quanta ignorância. Não o cite uma vez que ele não faz parte do comum de vocês.

Contudo, ele aceita todos aqueles que se aproxima dele. O problema está em somente citá-lo com o intuito de zombar da atuação do Juiz. Uma verdadeira ironia, sem si darem conta que ele é santo e não permite que use seu nome em vão.

Está Escrito: Deus não terá por inocente o que usar seu nome em vão – um dos seus mandamentos.

Deus não existe para vocês, então porque o invocam? Se for uma mera fantasia, qual a relação concreta que estaria entre o juiz e o Senhor uma vez que é uma lenda?

Agora quando o mal está inserido, permeado, e atingindo-os agora ele existe?


Ajam certo, e deixem Deus de lado!

"Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou". João 8:58


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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As falsas pessoas – os atores



A sabedoria é aquela que se faz livre de ocultação. Que precisa agir como é de fato.

Mas não são todos que andam com ela, pois ser sábio, não ser profissional bem sucedido.

Segundo a própria Bíblia, o sábio é aquele que começa temendo ao Senhor.

Ainda há aqueles que usam máscaras que tentam mostrar-se como tal, aos outros. Porém, se pudéssemos tirá-las das faces, veríamos sua real verdade.

Existem no mundo muitas coisas que nos levariam a termos surpresas significantes quanto ao ser humanos agradáveis e desagradáveis.

Já não nos restam surpresas, porque muitos já os conhecem, depois de tantos atos que caminha entre nós, que possuímos o cuidado inerente.

Conquanto a vida não parecesse ser de brincadeira, visto se somos inúteis não servimos para nada.

Muitos e não são poucos os que atuam como atores passando por verdadeiros, mas frequentemente são meros homens que representam um papel que de fato não são os seus reais da vida que os seguem.

Do outro lado, estão aqueles que supostamente acreditam que eles são como são. Mas que no fundo da verdade na estrada que caminha sem muitos olhos, ele não representa, contudo age como é.
É por isso que vemos diante da nossa face, mas agora sem máscaras, o verdadeiro eu. Aquele que não representa porque somos nós sozinhos.

O espectador não o reconhece porque só pode vê-lo com algo que cubra seu verdadeiro rosto. O seu âmago já está coberto, e, portanto, não é possível realmente vê além do que ele seja, pois ninguém tem olhos biônicos para transpassar o que o acoberta.

Neste que usa subterfugio na maioria das vezes, não age com sinceridade. Já faz de si um costume, que de tanto agir sobre o manto da mentira, acostumou-se com ela, e, então, não consegue voltar ao verdadeiro homem.

Diante desses jeitos, de fatos, é que não podemos entrar neste campo, pois nossa personalidade é formada pelo o que somos. Se nossa atitude não é direita e nem franca, nossa atitude termina sendo o que somos. Ou seja, iremos agir no papel que conquistamos porque escolhemos mentir.

Se o mundo está escuro, sem luz nenhuma, nós conseguimos enxergar na nossa frente? Claro que não! Embora vivermos sobre representação a cada dia, devemos poder ser sinceros o mais que possível para não cairmos sobre nossa própria escuridão que representamos.

Pois é, amigos. São assim que muitos agem. Loucos pelas mentiras, pelos, não eu, o outro nele toma conta da sua vida e sua mente é transformada no desiquilíbrio que já nublou sua consciência diante daquilo que escolheu ser.

Quantos homens e mulheres que parecem o que não são, e vivem sobre a infelicidade. E até muitos que supostamente parecem felizes, na verdade tem que sempre está sobre a representação a fim de continuar nos seus cargos; tem que admitir erros que os rodeiam para continuar conquistando algo palpável; isto é, coisas matérias para assim satisfazê-los.

Pensando que seu caráter real é isso, que almejou ser, não consegue mais se desvincular disso. Já não somos nós, mas aquele que está dentro do suposto eu.

Que mentira é viver sem sermos nós. Somos obrigados tu e eu, a não sermos como somos.

A vida é fachada por uma faixa que colocamos de cima embaixo, pois o que diria os outros se não fosse desse jeito? Reais não são!
Que miseráveis de pessoas somos nós. Realidades que queremos, até agimos como ladrões muitas vezes para possuirmos o mais e mais.

São os bens que nos comandam, e não somos nós que o comandamos, pois eles se fazem mais presentes em nós, do que sermos presentes na vida.

Por que nós não aceitamos a nobreza de sermos como somos? Por que não agir com franqueza para possuirmos a elevação do grande caráter que Deus requer dos seus escolhidos?

Não pense que algo pode te fazer feliz. O que só acontece é uma aparência, porque existe um suplício de uma felicidade vergonhosa.
Ora, se uma coisa te faz feliz, então não é você, é a coisa que te faz!

Assim é a vida: Apresentam coisas mundanas, os que atuam nos “homes”, obriga-os agirem da mesma forma, pois o comum acordo que falcatruam entre eles, são os que aplaudem os seus costumes serem mentirosos, mascarados.

Aborrecem a sociedade, porque alguns já conseguem enxergar, mas outros, ainda não, o que reais não são.

O tom que existe é o seguinte: o fulano, o sicrano, o beltrano, são assim! Então, como eles são, seremos também!

O que muitos não podem enxergar é sua pequenez, que estão aplaudindo, suas necessidades daqueles que os envolvem.

São as mentiras fictícias das relações, que pensam serem sinceras, porque quando uma cobra quer matar sua presa, ela supostamente age de maneira silenciosa. Embora havendo cobras que faz barulhos, elas também quando picam seu veneno, não pica para que a presa continue viva, mas para mata-la.

Alguém já presenciou quando chefe passa todos dizem: “bom dia chefinho!”, riem para ele, e quando saem do meio, eles dizem, que cara chato, que cara mais feia.
Oh! Quantas mentiras das representações que não reconhecem seu ser.
Teu amigo hoje será supostamente teu inimigo amanhã. Como diz à Bíblia: “Maldito o homem que confia em outro homem...”.

Por que não confiar visto são aqueles que estão entre nós todos os dias, e muitas vezes são aqueles que podem nos ajudar?

Porque eles usam máscaras, e não são verdadeiros seu eu.

Queremos agradar, e, portanto, nós muitas vezes fazemos ser como eles gostam que queiram que sejamos. Mas a realidade não é isso! O lado escondido, quando desmascarado, mostra sua face real.

O homem por natureza está sempre querendo agradar aos outros homens, mas não com sinceridade. É somente um lado obscuro, sujeito ao lugar que estão.

Coloquem-nos juntos diariamente, vivendo lado a lado de dia e de noite, que logo sua mascara cai.  

Sim amigos, não agem com naturalidade, pois pensam o que os outros podem pensar de nós. Precisamos agir conforme todos almejam que querem que sejamos.  Conquanto pareça serem, não são.

Mostre-se que são do jeito que são, e, logo verão oposições, porque o homem não age como a natureza quer que eles sejam, mas como às pessoas querem.

Poderíamos agir com simplicidade e com nossa própria qualidade, sem ostentação, na medida em que vivemos que existimos, com a verdadeira alegria de sermos reais, e não como atuamos no teatro da vida.

O que queremos é que os outros nos vejam que somos – os bons – os certos – perfeitos.

Ah! Quantos enganos, quantas mentiras que todos vivem!

Seus defeitos são mascarados com muitas máscaras lavadas e alvejadas com algo que parece o mais puro e limpo. Porém, são somente objetos que colocamos para esconder nossa imperfeição, nossa natureza má.

O problema maior é não admiti-la, é não aceita-la mesmo, mas não é porque não a queiramos, pois alimentamo-las todos os dias, é porque queremos que os outros nos vejam, o bom que somos.

Somos forjados pelas aparências. Os que nos assistem nos criticam. Ao menos tentamos sermos o que não somos. Isso nos parece hilário.
Francamente, que tipo de homens que queremos ser? Aquele sem o mínimo de caráter e personalidade?

Quando na frente, o suposto bonzinho. Por detrás, o malandro, aquele que rouba que adquire dinheiro maquiado pelo obscurantismo etc.

E é assim que o mundo age? E nós precisamos ser iguaizinhos aos outros? Precisamos de tantas coisas para sermos nós mesmos? 

Por que não podemos viver com a simplicidade da vida, da humildade? Nossa maneira de vivermos pode transmitir, nos outros que nossa atitude quanto à beleza que estamos vivendo, seja melhor para sua vida.

O problema está na própria sociedade, e não digo somente do mundo, mas até na igreja, pois apresentam aos irmãos aquilo que muitos não conseguem terem. E mais: ao fazerem isso, fazem que aqueles que vivem uma vida mais humilde, lutem para apresentar-se como atores também do valor justo que a comunidade exige.

Esses caminhos não são os melhores! Eles também serão culpados diante de Deus pelas as representações que fizeram aos pequenos, transmitindo indiretamente sua forma de conseguir uma suposta felicidade.

Os simples ditos como supostamente, “coitados”, são os que mais sofrem, porque querem alcançar um lugar ao sol, entre aqueles que passam a ilusão de que a felicidade está na maneira do jeito que eles vivem. 

O justo valor não está nas coisas que o homem possui, mas no que ele possa ser verdadeiro como um homem humilde.

O que nos liberta da sociedade carente de coisas, é a verdade de conhecer que a verdade não está nas coisas, mas na maneira de nos conduzirmos diante dela.

A ambição de termos o mais: é pecado, pois não nos satisfazemos do que possuímos. 

Quanto mais queremos, mais mascaras usamos!

Saia da atuação; saia das coisas; saia dos outros; e venha para aquele que não possuiu nada, mas estava além das coisas, dos outros e das mascaras – Jesus Cristo. [G].









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terça-feira, 29 de setembro de 2015

O Evangelho comprado – vão todos para o inferno!


“Ai Pedro e João puseram as mãos sobre eles, e assim eles receberam o Espírito Santo. Simão viu que, quando os apóstolos punham as mãos sobre as pessoas, Deus dava a elas o Espírito Santo. Por isso ofereceu dinheiro a Pedro e a João, dizendo: - Quero que vocês me deem também esse poder. Assim, quando eu puser as mãos sobre alguém, essa pessoa receberá o Espírito Santo. Então Pedro Respondeu: - Que Deus mande você e o seu dinheiro para o inferno! Você pensa que pode conseguir com dinheiro o dom de Deus? Você não tem direito de tomar parte no nosso trabalho porque o seu coração não é honesto diante de Deus. Arrependa-se, deixe o seu plano perverso e peça ao Senhor que o perdoe por essa má intenção. Vejo que você está cheio de inveja, uma inveja amarga como fel, e vejo também que você está preso pelo pecado”. (Atos 8.17-23).

Amigos, eu juro que não é arrogância o que vou relatar, nem tão pouco falta de humildade e muito menos obter poder com dinheiro, pois Deus já estabeleceu diante de minha vida sua intenção quando disse (...). Mas sou um homem de psicologia, ou seja, realizando testes para assim chegar a resultados.

Não é isso que fazem todos nos campos das teologias, da história e das ciências? Pois bem! Coloquei um link do pague seguro onde diz para doar algo para ajudar o blog a fim de trazer-lhe que podemos dizer: a verdade. Ao menos estamos em busca dela. 

Porém, estes sim, esses mesmos que vivem pedindo dinheiro nas igrejas, nos rádios e TVs, nunca fizeram nenhuma contribuição para este blog.

Este blog que por sinal é de muita relevância, pois todos sabem não é com o propósito de me gabar porque o louvor e glória pertencem ao Senhor, contudo, este que sabem que tem voz ativa ao que se refere na sociedade fazendo-lhes pensar, querendo ou não, ele existe. Então procura tentar resolver aquilo que nos afeta todos os dias que é: A MENTIRA, A CORRUPÇÃO E OS VALORES MORAIS PERVERTIDOS, trazendo-lhes da verdade e a lógica real dos fatos.

Eles talvez não almejem e tampouco sente a necessidade de fazer tal contribuição. Talvez porque estaria fortalecendo aquele que poderia incomodá-los futuramente.

Diante disso é que me disponho humildemente a mostrar tal verdade, pois sabemos que nosso propósito está muito além de ensinos organizados, e bem estruturados com o fim de adestrá-los para suas causas.

O blog está isento de tais maneiras hipnóticas e apologéticas que não tem nada a ver com a verdade bíblica, tão pouco, a suposta verdade de maneira geral.

Nosso compromisso está em ver o sistema, tanto religioso quanto político, cultural, social e filosófico de maneira à parte do que apresentam serem sinceros.

Embora crendo nos valores que todos trazem em seu bojo, nossa realidade de ser, resulta em fazer-lhes perceberem e compreenderem que nem tudo que são apresentados são reais verdades.

Também não estamos dizendo e nem tão pouco afirmando que estamos com toda a verdade, porque ela cresce todos os dias quando é-nos revelada através da Bíblia Sagrada.

Somos pecadores e carecemos também de perdão dos nossos pecados.

Todavia encontramos erros naqueles que pedem ajuda financeira para progredirem, mas não os traze a mesma para este blog.

Sua contribuição é muito importante para melhorarmos cada vez mais! Entretanto, não dependemos disso ou daquilo para deixamos de publicar, caso nenhuma dessas religiões que arrecadam bilhões por ano deixe de contribuir.

Continuaremos assim, prosseguindo e avante!

George Washington disse: “Ações e não palavras são as verdadeiras marcas da amizade entre amigos”. Levando então para o campo psicológico no mais profundo da palavra: aqueles que não dão, não nos demonstra amizade.

Porém, não digo dá a igreja, pois como já disse: eles arrecadam bilhões por ano. Mas contribuir fora do seu campo de atuação.

E mais: para aqueles que defendem o melhor para a sociedade.

No nosso meio conhecemos muitos homens que se disfarçam para ir à busca do mais, e não se cansam em adquirir mais, a fim de usufruir do conforto e luxo que o dinheiro pode proporcionar-lhes.
Para todos estes que não tem nenhum pouco de vontade de ajudar o blog, deixo-vos esta frase de Diógenes que disse: “Os piores escravos são aqueles que servem constantemente as suas paixões”. Sim amigos, servir das paixões do conforto, luxo e luxúrias.

Se caso algum de vós arrependerem-se do seu orgulho, e de suas ambições, nos demonstre com ações bem vindas, caso contrário, não iremos tirar nenhuma linha do que pensamos sobre vocês.
“Não basta amar os outros, é preciso que eles os percebam”. Langhehn. Então senhores? [G].





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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Pátria e a Política


O Amor a Pátria

Como brasileiros sentimos o grande amor a nossa pátria, porque é nela que nascemos, crescemos e criamos nossos filhos e netos. É nesta, e não em outro lugar que adquirimos identidade, uma condição de status; e quando essa é bem organizada quanto muito bem administrado, trás brilhos claros aos nossos cérebros tornando-nos pessoas muito melhores.

A pátria pode fazer com que o homem torne-se grande como pequeno, pois quando cotizar-se com seus feitos, aumenta ou diminui a parcela daqueles que estão inseridos nela.

O homem ele pode tornar-se agradecido por morar num país onde ele cresce, desenvolve-se e permeia sua posteridade; entretanto, quando este não fornece a ele e aos seus semelhantes crescimentos, sua fé neste país, ofusca sua visão na sua aspiração.

É no desenvolvimento, na cultura, no trabalho, no laser, na saúde, e na segurança, que o homem encontra verdadeira esperança e felicidade. Todos esperam encontrar-se bem nesses campos, porque os impulsos da vida nos leva nessa direção.

Na mente quanto no peito, ou seja, no coração, que sentimos o ideal de sermos chamados de cidadãos, aqueles que se ligam inteiramente com as coisas do seu governo.

O labor da democracia que muitos lutaram para alcançar nesta nação, não pode ser descartado como não uma conquista da sociedade por sentir que através de caminhos corretos pudessem leva-los ao um mundo seguro.

O Reinado e a Regência

Sabemos que a independência do Brasil, deu-se através na figura de D. Pedro I, ele destacou-se por unir todas as províncias num único império.

Isso fez com que ele tornar-se uma pessoa bem conhecida em todo país, porém, infelizmente por motivos diversos de causas, tornou-se uma pessoa com impopularidade, o que fez que tomasse uma decisão de abnegar do reinado do Brasil.

Sua renuncia deu-se por quatro fatores que não agradavam ao povo brasileiro:

1)    Dissolveu e mudou a Assembleia Constituinte, por D. Pedro;

2)    Asseverou punições arbitrárias naqueles que era contra seu governo, ou seja, os revolucionários, principalmente os das províncias do Nordeste e do Norte;

3)    Declarou guerra à Argentina, e, portanto, o Brasil em guerra;

4)     Sua participação direta na coroa portuguesa que o levou a sucessão.

Todos esses motivos que levaram o povo desconfiarem, e este, não somente o povo brasileiro, mas os próprios portugueses sentiram antipatia, porque se fazia contra Portugal e seu povo.

Por tudo isso, a própria imprensa da época, os jornais, trataram de ataca-lo com todo vigor que neles possuíam que o tornara impopular.

A Assembleia Constituinte e a Constituição de 1824

Devemos lembrar que mesmo antes de haver tido a Independência do Brasil, D. Pedro já havia constituído a Assembleia Constituinte (3 /6 / 1822). Contudo, foi depois de um ano que a instalou (3/5/1823), onde redigiu o projeto da Constituição.

O problema era que os deputados não tinham experiência, o mesmo que acontece hoje, quando nos casos de alguns se elegerem pela primeira vez. Eles fizeram brigas, embates, em vez de solucionar os problemas da pátria.

Com tudo isso, no meio havia pessoas muito influentes como o brasileiro José Bonifácio, onde tomara uma atitude muito contrária ao imperador.

Formando uma colisão de rejeição e havendo discussões que o projeto da Constituição, quanto seu atraso, fez um desgasto devastador onde irritou tremendamente D. Pedro.

Onde ordenou prisões e dissolução na Assembleia daqueles que se faziam rebeldes, que ele condenou muitos membros ao exílio.

Todas essas discórdias e desavenças no poder fez que ele fizesse outra, ou a primeira Constituição monárquica constitucional, compreendendo de quatro poderes distintos:

      1.     Poder Judiciário, onde exercia a Justiça;

      2.    Poder Legislativo, ao qual sua base era propor, redigir e aprovar leis;

     3.       Poder Executivo, sua função, era fazer cumprir as leis;

   4.  Poder Moderador, essa cabia, através do imperador, garantir a independência do país e manter harmonia, quanto ordem nos três poderes. Neste caso, somente o imperador podia instituir ou dissolver senadores, câmaras, nomear ou demitir ministros.

Assim como podemos perceber, no imperador, nele pertencia todo poder supremo. Era uma forma de limitar profundamente a liberdade e os desejos dos brasileiros no seu absolutismo.

Assim estava convencido que com seu jeito de administrar o país, e sua continuação regendo-o haveria de ter êxito, mas os males que tanto evitou e evidenciou para que não tivesse, caiu sobre ele.

O maior problema que enfrentou contra os brasileiros, foi trabalhar para perpetuar sua filha Maria Glória ao poder, ou seja, reinado. Esse interesse exagerado e desacerbado descontentaram os brasileiros, que o acusaram de descuido dos assuntos do Brasil.

Pois bem, assim serve no campo da política, quando um governo tenta a todo custo perpetuar seus colaboradores eternamente, há um desgasto danado.
E o resultado é sua queda e sua regência já não se faz mais necessária, uma vez que já não agrada mais aos brasileiros. Resultado: enfrenta rejeição dos eleitores, dos políticos e da igreja.

Conclusão

Todas as vezes que tentamos reinar sozinhos no sentido de não darmos ouvidos ao povo, entramos no fim do reinado. E se tentamos mexer naquilo que para o povo, não se deve tocar, tipo a Constituição, ainda piora se quisermos bulir nela.

O governante governa para o povo, então, seu governo deve está direcionado naquilo que a sociedade almeja, já faz tempos que o reinado de D. Pedro I acabou, mas as consequências do que aconteceu com ele, pode muito bem servir para os nossos dias.

Foi-lhe exprimido o seu direito, pois não queria entender o direito do povo. Nenhum direito único é maior que vários direitos.

Diz o ditado: “uma andorinha só, não faz verão!”, ademais, mesmo tendo sua comissão formada, para o povo quem manda é o presidente e não seus subordinados.

Então, para se ter grandes progressos alcançados no campo de perpetuar o governo, esse deve está em completa harmonia com o povo e para o povo. O caminho dos governantes pode ser largo, porém se nele não couber à sociedade, as pedras nele, os farão tropeçar. [G].

"Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade."(Hebreus 11:16).

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