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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Dono do Facebook é o Maior Patrocinador das Causas LGBTS

                                              Chris Hughes e o namorado, Sean Eldridge


De acordo com a revista norte-americana "Advocate", que publicou uma lista com os principais líderes LGBT com menos de 40 anos, o co-fundador do Facebook, Chris Hughes e o namorado Sean Eldridge, encabeçam a lista.

Chris tinha 19 anos e estudava em Harvard quando, junto com outros três amigos, fundou o Facebook. Quatro anos depois, já formado, ele se mudou para a Califórnia e com os sócios tornaram a rede social um dos fenômenos dos tempos atuais.

Agora, aos 27 anos, Hughes não está mais envolvido com o Facebook, exceto como usuário e um dos principais acionistas, o que lhe rendeu uma fortuna.

O casal, que se conheceu em 2005, tem esperança de se casar em Nova York. Por conta de sua participação de pouco mais de 1% no Facebook, Chris Hughes tem um patrimônio líquido de US$ 700 milhões, o que o torna o gay mais rico do mundo com menos de 30 anos.


*Com informações de A Crítica
Nota: talvez por isso que minhas postagens do Facebook, diminui o número de visualizações numéricas, além de eu perceber uma carência no que refere-se a quantidade de comentários. Mas não vou culpar isso, somente ao Facebook, uma vez que me acham polêmico e o povo, teria receio, pois alguns depende de parecerem muito bem a alguma instituição religiosa. E claro, seria contrário a ela, como ela determina à forma de alguns procederem, eles ficariam preocupados, uma vez que almejam algo dentro. [G].

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/ * Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

domingo, 30 de junho de 2013

Facebook de Olho Grande: Restringe Anúncios em Páginas com Conteúdo Ofensivo



O Facebook anunciou nesta sexta-feira que vai restringir a publicidade  em páginas e grupos com conteúdo polêmico e ofensivo. A empresa irá realizar uma revisão de anúncios na rede social no início na próxima semana e disse que vai remover os anúncios de todos os grupos e páginas que contêm "violência ou conteúdo sexual" até o final dessa semana."Nós sabemos que os comerciantes trabalham duro para promover suas marcas, e nós levamos a sério seus objetivos", escreveram representantes do Facebook no blog da companhia.
"Embora já temos rigorosa revisão e políticas de remoção de conteúdo contra os nossos termos, nós reconhecemos que precisamos fazer mais para evitar situações em que os anúncios são exibidos ao lado de páginas e grupos polêmicas".
Nota: O que parece restrição de alguns anúncios, passa a ser uma espécie de ditadura; pois, num país como o Brasil que sendo o artigo 5º da constituição nos da  o direito de expor nossas opiniões e pensamentos democraticamente, entra ai uma canal social restringindo esse direito. Embora sabendo que sua fonte é americana, não deveria o país aceitar suas determinações, haja vista, estarem atuando e lucrando no nosso. Mas, como sabemos aqui se pode tudo e lá fora só pode o que eles querem. [G].

terça-feira, 18 de junho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

A Face da Mídia de Duas Caras

Quando nosso amigo Mark Zuckerberg criou o Facebook em um simples dormitório de Harvard, ele não criou um site para conectar as pessoas. Cá entre nós, ele criou uma mídia. Uma potente mídia que hoje atinge mais de 1 bilhão de usuários e onde as marcas, por exemplo, se apropriam do espaço comunicacional para tentar construir histórias relevantes e com isso seduzir e arrebanhar consumidores. 

Ou seja, criam uma fanpage, investem em design, desenvolvem um planejamento de conteúdo e, assim, alcançam mais um “touch point” de conexão com os seus mais diversos públicos. Mas, de novo, o que Zuckerberg criou ali foi uma mídia a serviço de agências de publicidade e de anunciantes com gordos orçamentos de marketing para atingir suas respectivas metas de vendas, engajamento, reputação, envolvimento, likes ou como queira chamar.

E quando se cria a uma mídia, ainda mais no ecossistema digital que habitamos, é preciso que se pense na forma de como ganhar enormes volumes de dinheiro com aquilo. No final do ano passado, o Facebook arquitetou uma manobra que gerou críticas por todo o mundo. Ele virou uma chave e, de uma hora para outra, apenas uma pequena fração de usuários passou a enxergar os posts que uma marca publicava em sua fanpage. Há quem diga que míseros 16% de nossos “curtidores” vêem o que nossa marca publica. 

Quer que mais usuários (ou “likers”) visualizem uma publicação de uma promoção, ou foto ou frase do dia? É muito simples? Pague! Vou usar uma analogia terrível, mas é exatamente assim que enxergo essa polêmica manobra de Zuckerberg. Ele fez o papel do traficante que começa aliciando com drogas leves e grátis para em seguida cobrar caro pelo vício de substâncias mais pesadas. Guardadas as devidas proporções dessa triste analogia, foi exatamente assim que muitas marcas se sentiram. Começam a pagar e a investir alto para poder conversar com um número cada vez maior de fãs.

Nesse sentido, as marcas questionam: por que colocar uma grande quantidade de energia para a construção de uma presença online consistente e sedutora no Facebook, se isso não atinge 100% de nossos fãs? E as taxas cobradas pelo Facebook não são baratas. O que nos conforta é que vivemos num capitalismo livre. Isso não é extorsão de dinheiro, é apenas capitalismo. Um sistema feroz, mas é assim que a banda toca hoje. Não existe almoço grátis! Eles estão certos e escorados em uma simples lógica de livre mercado. Do ponto de vista de um CEO ou de um Diretor de Marketing de uma grande empresa, esse é um grande dilema. Investir? Quanto investir? Como mensurar? Dezenas de questionamentos como esses são feitos nas mesas de reuniões no exato instante que você lê esse meu despretensioso texto.

O curioso dessa história é que não foram apenas as chamadas "páginas de fãs" que sofreram com essa mudança, pois começamos a perceber que as nossas publicações em páginas de perfis (de usuários individuais do Facebook, gente como a gente) também não estavam sendo vistas por 100% de nossos amigos. Sim, isso mesmo,  eu, com o meu perfil pessoal, posso pagar e também promover meus posts. Basta dar o número de cartão de crédito que os likes se multiplicam. Vemos aqui uma intenção clara do Facebook em induzir as pessoas a se enxergarem como marcas. E, ao analisarmos o comportamento online de marcas nessas plataformas, percebemos que algumas delas também se humanizam, se personificam, justamente para ir atrás do tão almejado polegar pra cima de seu consumidor-fã. 

O Ponto Frio é um clássico exemplo, com a criação do pinguim que tenta humanizar a marca, aplicando certa dose de bom humor para se aproximar cada vez mais dos usuários. A estratégia é ousada. O problema é que esse tom de comunicação da marca Ponto Frio nas redes sociais destoa completamente dos demais pontos de contato da marca, como por exemplo o 0800, a propaganda, a postura de um vendedor da loja, etc. Dessa forma, não somente não se constrói marca, mas se direcioná o foco para o líder de categoria. As marcas tentando se humanizar e as pessoas tentando se transformar em marca.

Pessoalmente, como um blogueiro (blogdohiller.blogspot.com), eu jogo o jogo e dou dinheiro para o Facebook no sentido de promover os meus textos, cursos, debates sobre branding e demais projetos que promovo.  Vejo como um acordo de reciprocidade nos dois sentidos, porque eu divulgo a minha marca (meu blog) no Facebook e ele reforça a percepção da marca Facebook  por meio de widgets de destaque em meu espaço. Mesmo assim, estou quebrando a cabeça e tentando achar outras maneiras de direcionar o tráfego para o meu blog. Enquanto isso, vou utilizando meu Twitter (twitter.com/MarcosHiller) que ainda não virou essa chave (se virou, ainda não percebi) e o Google+, que come pelas beiradas. Com essa forma feroz de ganhar dinheiro, Mark Zuckerberg está matando as presenças online de nossas marcas? É uma boa pergunta.