terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O Pecado Aceitável



A maioria dos cristãos conhece o texto aonde assevera que aquele que se nega afirmar que não tem pecado a verdade não está nele; isto é, é mentiroso. (I João 1.8).

Entretanto, diante desse escrito muitos acomodasse em comportar-se de maneira que lhe agrada, uma vez que o texto parece tá lhe dando tal consentimento.

Muitos e não são poucos, pensam que admitir ter pecados, assevera-lhe possuir vigência em poder fazer qualquer coisa, pois creem que pecado é pecado, esquecendo que há pecados para morte e há aqueles que não levam a tal destino. (1 João 5:16-17).

Vejo muitos acreditando que pode salientar a igualdade de Deus no sentido de nós sermos a sua semelhança, e, portanto, que Ele seja na sua forma física igual homem ou mulher.

Podemos admitir que Deus fosse um ser supremo livre de aspecto de forma quanto suas afeições humanas; mas não podemos aceitar um Deus que se traduz aos nossos sentimentos apriorísticos (quanto nossa vontade) a fim de querer adequar nossos erros no intuito de mostrar que Ele esteja se agradando do que fazemos.

Claro que encontramos fatos referentes ao composto de pecados que outros se adentraram em fazer que nas Escrituras Sagradas nos mostra. 

Mas não iremos pensar que isso possa nos dar o veredito que uma vez presente na Sagrada Escritura, confirme que possamos acatá-la como forma que nos der razão em fazer dos mesmos.

O que presenciamos nessa nova geração e quanto sua atuação, seja nas transformações comportamentais, seja no falar, no desenvolvimento racional etc., é que tudo parece que se pode fazer.

É uma arbitrariedade pensar assim, até não só no limite que à Bíblia nos apresenta, contudo, até nos ditames da própria lei da razão.

A própria lei nos limita quanto às minudências de possuirmos tal aspecto de iniquidade. Como por exemplo: pedofilia.

Se indagar que nada é pecado, o fato em pecar não se traduz como erro, e, portanto, tudo é admissível. Ora, o erro de abusar de uma criança passa a ser então um comportamento aceitável, e isso, é inadmissível, pois é a criança que está sofrendo tal ação daqueles que estão acatando tal atuação.

O pecado em si aqui está nos mostrando que não se pode aferi-lo aceitável.

Quando Jesus diante da prostituta curada e transformada, disse-lhe: E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. (João 8:11).

Estamos aqui arrazoando de comportamentos que não é cabível aos olhos de Deus (Jesus).

Pois bem, o mesmo se faz presente quando queremos “impor” tal destino aos nossos semelhantes em crer que tudo é crível.

Deus conhece nossas limitações até no aspecto racional. Porém, sabe também das nossas intenções quando recomendamos para fazer da nossa vontade e dos nossos apriorismos.

Não podemos ter fé em tudo que nos apresenta ser importante para nossa vida. Fé não é crer em crença dita, mas com profundo analise se é ou não verdade.

Todos os homens pecam, mas nem todos pecam para morte. (Eclesiastes 7:20).

O pecado aqui é traduzido por ações determinadas pelas suas escolhas diante dos fatos que possa envolvê-lo.

Vamos dizer que ele esteja no beco sem saída, então ele mente. Isso não quer dizer que ele esteja condenado para morte. Isso também não, estamos defendendo à mentira. Porém, da sua situação envolvida. Percebeu a diferença? Sua mentira aqui foi numa mera situação onde nem si percebeu, e caiu nesta.

A mentira lhe serviu de propósito para sua salvação. A mentira é um pecado, pois foi determinada pelas escrituras, mas da sua mentira mesmo sendo pecado não lhe levou para morte, pois ele nem percebeu que se tratava dela.

A situação aqui tratar-se de um caos: o assaltante está com um revolve na cabeça de seu filho querendo saber onde estão às joias e que não estão na sua casa. Diante dessa situação, você se ver obrigado em num lapso inventar uma estória a fim de salvar seu filho.

A mentira aqui por mais que seja errada lhe trouxe alivio em dado momento e não lhe levou para morte.

O pecado aqui foi aceitável, pois haveria um erro que exigiria de uma solução imediata.

Parece complicado aceitar tal forma de pecado, entretanto, diante de Deus o pecado aqui não levou o individuo para morte mesmo sendo de um raciocínio seu errado.

O pecado aqui mesmo querendo ter influência para que o marginal pudesse acatá-lo como verdadeiro, ele (o pecado), não foi determinante para levar o sujeito à morte (nos dois sentidos).

O problema referido existe de uma diferença quanto ao outro, pois emerge de uma situação sem saída; mas o outro, é de uma vontade que seja aceita pelo simples fato de ser ou querer.

Eu quero ser; eu sou assim; eu sou desse jeito; e, então, todos devem está mediante minha vontade, da minha aceitação e dos meus gostos.

Por que muitos não se apercebem disso? Por que os valores de juízo mudaram na forma de exercer na hora. O juízo de Deus hoje não é mais atuante no sentido de destruição do homem naquele momento do seu pecado para morte.

Então o homem se sente seguro, pois não sente que isso os leve para sua destruição, mas é um engano pensar assim!

Por 430 anos o Egito escravizou o povo de Israel pensando o que estava fazendo, o que era o certo, uma vez que eram deles os escravos e o faraó se consideravam um deus na terra.

Existiam que os alertavam? Sim. Mas não lhes eram dado os ouvidos. O povo (Israel), também por si já havia pecados e antes já haviam aceitado todos os costumes e erros. Acreditavam que tudo podia ser feito. Tudo era normal. Toda a sociedade vivia no caos das suas próprias ações.

Tudo isso, haveria de haver um juízo no intuito em trazer toda a revelação do que se podia aceitar e do que não se podia ser aceito.

O juízo do pecado transformaria toda a rotina não só do Egito, mas também do povo de Israel, pois eles haveriam de fazer, sacrifícios, oferendas e todas daquelas rotinas de mudança de vida quando haveria uma ortodoxia no santuário para fornecer uma aceitação moral de vida.

Os pecados eram retidos e exterminados quando levavam os cordeiros para tenda no intuito de mata-la e aspergido o sangue, a morte daquele sacrificado mostraria a remissão daquilo que alguns aceitava (os pecados).

Veja que o pecado deveria ter uma consequência: a morte de um ser vivente.

E aqui não era somente de um pecado que elevar-se a morte, mas de todos os pecados.

Os pecados aqui não eram aceitáveis em de nenhuma espécie. Mas você pode se perguntar: o porquê o pecado que não leva para morte eram também extintos? Por que ali se fazia presente à santidade plena - Deus.
Em Deus não há pecados. Os pecados tinham que serem exterminados no cordeiro definitivamente, visto ele representava o próprio Deus (Jesus Cristo).

Por fim, queremos alegar que nem tudo pode ser aceito como verdadeiro e nem tudo pode ser admitido como verdadeiro, mesmo que alguns suponham que deve ser desse jeito.

As Escrituras Sagradas nos apresenta verdades que se seguirmos estaremos seguros; sem que possamos imaginar que do que nos dizem são verdades. [G].
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Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade. (João 17:17).

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.

http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O que Jesus quis dizer: “Deixai os mortos enterrar os mortos?



Sempre tive a curiosidade em conhecer o que Jesus Cristo quis dizer:Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vais e anuncia o reino de Deus”. (Lucas 9.60).

Muitos alegam que Jesus queria que eles dessem mais valor ao seu proposito e da sua presença como relevância importante na sua vida. Mas temos que entender que os israelitas haviam ficado presos por mais de 400 anos no Egito e dos tais aprendidos coisas costumeiras diferentes das culturas escritas pelos textos escritos de Moisés.

Também é bom lembrar mais e verificar do contexto antes para aproximarmos das conclusões verificadas para tal fundamento: Jesus havia mandados eles (os discípulos) na frente para a fim de chegarem até Jerusalém, entretanto entraram numa aldeia de samaritanos no intuito de pousarem ali, dos quais rejeitaram das suas presenças.  Havendo acontecido tal atitude, Tiago e João se indignaram e alegaram permissão a Jesus para que pudessem descer fogo dos céus para consumi-los, mas Jesus os repreendeu com uma alegação: “Vós não sabeis de que espírito sois”.
Lucas 9:51-55.

Voltando aos israelitas cativos no Egito, neste mundo antigo, e paralelo aos mesopotâmicos, problematizamos que os judeus levavam consigo das mesmas tradições em enterrar os mortos como primazias para que descansar-se (no sentido do espírito sucumbir-se na tumba). O fato que permeiam-lhes às mesmas crenças do mundo arcaico, isto é, daqueles que um dia creram que tal “espírito”, pudesse vagar e andar por ai.

Jesus não só apresenta da sua importância como quebra das suas tradições quando sugerem que os mortos deveriam enterrar-se a si mesmo. Ora, todos sabem que é de comum acordo que um morto não pode enterrar-se. Então diante disso, segue não só uma alegoria, contudo, uma interpretação da veracidade de que Jesus queira quebrar tal costume, uma vez que pudesse alguns crerem que precisariam não só enterrá-lo (o morto), como alimentá-los (Os espírito supostamente vagando) ou tais outras coisas que pudessem surgir assim como eram de costumes de antigas cidades oriundas de mitos e superstições.

Apresentaremos para num caso de alguma verificação um site que tinge de textos, mas obviamente pesquisamos em outras fontes: por Ligia Cabús
A epopéia Gilgamesh, que relata a criação do mundo, o dilúvio e o pós-dilúvio, escrita em tabuletas de argila, em caracteres cuneiformes, considerados marco do princípio História propriamente dita [o tempo anterior, sem escrita, é classificado como pré-histórico], inclui, possivelmente, o mais antigo relato de aparição de um fantasma: Gilgamesh, o herói da aventura encontra o espírito de seu amigo Enkidu, ali descrito como uma forma transparente.
Na Mesopotâmia dos babilônicos [pois ali habitaram várias nações: acádios, sumérios, caldeus, assírios etc..] havia a crenças em diferentes categorias de espíritos, porém, os mais representativos, vistos com temor, pois eram considerados inimigos dos viventes, eram espíritos de homens e mulheres mortos. Certos fantasmas eram considerados como particularmente perigosos, hostis, capazes de afetar as afeições humanas, transformando amor em ódio. Estes, especialmente, teriam deixado o corpo em condições impuras, do ponto de vista cerimonial.
Os mais terríveis fantasmas da Babilônia eram os de mulheres que tinham morriam em trabalho de parto. Inspiravam piedade mas, também, medo; o sofrimento, acreditava-se, tornava-as dementes, insanas e por isso, eram amaldiçoadas, destinadas a se lamentar na escuridão. A dor que sofreram em seus últimos momentos de vida tornava-se um veneno para alma, uma impureza. Entre todos os fantasmas, estes eram os que mais trabalhavam contra a raça humana causando toda a sorte de infortúnios. Essa crença é compartilhada por outros povos: no norte da Índia e no México, os fantasmas de mulheres grávidas e parturientes são apavorantes. Na Europa existem existem muitas lendas de mães que morreram e voltam para  se vingar quando os parceiros e/ou pais negligenciam suas crianças.
Também se tornavam espíritos errantes e desconsolados, os homens que viveram solteiros, as mulheres que não tiveram filhos, os mortos em batalha ou em viagens que não foram convenientemente sepultados, os afogados, os condenados à morte, os prisioneiros que pereciam de fome e outros mais, vítimas de mortes violentas, como se vê, crenças que perduram até os dias atuais. Para descansar em paz, os mortos precisavam de libações, alimentos [tal como faziam os antigos egípcios] a fim de que não se transformassem em espectros destinados a vagar pelas ruas ou invadir as casas em busca de comida e água. Esses cuidados funerários eram obrigação dos parentes mais próximos.
[...] “Além de pertencentes a diferentes gêneros, as fontes para as crenças da Mesopotâmia em vida após a morte vem de períodos distintos na história da Mesopotâmia e englobam culturas sumérios, acádias, Babilônia e assíriasDevemos, portanto, cuidadosos para não ver os crenças de vida após a morte da Mesopotâmia como estático ou uniforme. Como todos os sistemas culturais, idéias mesopotâmica da vida transformada ao longo do tempo. Crenças e práticas relacionadas com a vida após a morte também variaram, com estatuto socio-económico e diferem dentro de paradigmas religiosas oficiais e populares. Com isto em mente, no entanto, de continuidade cultural entre a civilização Suméria e seus sucessores permite uma síntese de fontes diversas a fim de proporcionar uma trabalho introdução aos conceitos de Mesopotamian de vida após a morte”. https://edukavita.blogspot.com.br/2015/05/crencas-da-antiga-mesopotamia-apos.html






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quinta-feira, 13 de julho de 2017

“O Espírito de Profecia” não são livros, são revelações para pessoas.


Desde já expresso minha absoluta certeza que, “o Espirito de Profecia”, não são livros.
Livros são expressões (ação de exprimir-(se)¹) dos pensamentos dos seus autores, que muitas vezes não são provados empiricamente.

Também não estou querendo dizer que tudo que se escreva não seja verdade.
Lembremos que o homem muitas vezes, e, é comum, errar.

“O homem que nunca errou, nunca fez coisa alguma” – Michel Quoist (citado por Rodrigues, J. Adauto, em Pensamentos Imortais, p. 50).

Estão diante de nós muitos livros dos quais nos fazem meditar, pois são impressões² (opinião meio vaga, ideia, noção), vários livros, quantos mais, que são autos daqueles que os fazem conhecidos através das suas letras, mas não os qualificam ser a verdade concreta.

Deduzindo isto, fica a pergunta: O que é “o espírito de profecia”?  Lemos no contexto e Apocalipse 19.10 que João havia escutado uma voz muito forte e também um poder fora do comum tomou-lhe na sua frente fora do comum. Então após os eventos acontecidos, ele ver um anjo que se aproxima diante dele e fala (v.9), diante disso, ele ajoelha-se para adorá-lo, mas é repreendido para não fazê-lo, pois o anjo alega ser igual paralelamente servo assim como o tal seus irmãos presentes e que continuam fiéis. (v.10). O que torna o contexto interessante é a afirmação que “o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”, isto é, está profetizando ou receber uma mensagem para enviar aos outros é está no testemunho Dele.

Contudo, isso ainda não garante que todos aqueles que vivem pregando, falando ou escrevendo a esmo, seja um verdadeiro profeta ou uma profetiza.

É comum alegarmos que à Bíblia é um livro sagrado e inspirado por Deus, uma vez que foi canonizada; como também alegarmos que outros livros são apócrifos, pois dizem não ser reconhecidos pela “Igreja”.

Conquanto, alguns expressem seus autores, não os designem ser santos, pois foram rejeitados pela “igreja” arcaica. E os mais, estão fora do cânon bíblico.  

Alguns alegam serem importantes para que possam ser pensados ao custo de impressões (opiniões meio vagas), daqueles que quiseram expor seus pensamentos resultantes das suas vontades obscuras, mas foram rejeitados ao nível ortodoxo.

Queremos sempre dizer que temos profetas (izas) para sustentarmos nossos anseios, que se traduz que estamos com e na verdade. Entretanto, à Palavra de Deus afirma categoricamente e sem contestação que “o testemunho de Jesus é o espírito de profecia”, indicando que àqueles que recebem sua mensagem estão no Seu testemunho.

Perceba que quando o anjo trás no contexto a mensagem para o Apóstolo João, ele o iguala paralelamente a ele como aquele que serve de igual modo a Deus, dando entender também que tem o mesmo espírito, embora o texto nos leve ao propósito de adoração a Deus.

Profetizar é receber a mensagem de Deus e transmiti-la.  O Profeta não precisa está todo tempo profetizando (Lucas 1.67);

A profecia precisa ser cumprida, pois o profeta que a anuncia, alega ter vindo de Deus sua mensagem (Isaías 40.3); e deve está de comum acordo ao seu cumprimento (Mateus 3.3);

Dizer ter o testemunho de Jesus quanto à profecia, e ela nunca se cumprir é ser falso profeta (iza) (Deut. 13:1-5);

Deus não só revela sua profecia para somente UM PROFETA (IZA), mas para outros profetas (izas) (2 Reis 24.2);

Deus não está limitado somente para UM POVO OU UMA “IGREJA”.  (Efésios 1:10; 3:9);

Se Deus revelar-se sua mensagem para somente UM PROFETA (IZA), Ele estaria fazendo acepção de pessoas e Ele não faz (       ).

Por fim, “O testemunho de Jesus”, não só está uma única “igreja” ou numa única pessoa, mas em várias outras:” - Se eu dou testemunho a favor de Mim mesmo, então o que digo não tem valor. Mas existe outro que testemunha a meu favor e eu sei que o que Ele diz a respeito de mim é a verdade” (João 5.32). Embora esteja alegando ser o Pai (v.37); outros também o testemunham: João, Pedro, Tiago, Paulo, etc. etc. etc.

Todos sem exceção estavam com o espírito de profecia, uma vez que estavam testemunhando. Logo dando testemunho.

Mas se pode ser uma testemunha falsa? Sim. Por isso, que para se está com “o espírito de profecia”, se alega ter uma mensagem vinda de Deus, ela deve ser cumprida, uma vez que é uma instrução vinda do Senhor. (Apocalipse 19: 10 NTLH).

Concluo então que, a profecia de Deus não pode está somente nas mãos de um único profeta (iza), mas entre muitos. Porém, não naqueles que adoram ídolos; não naqueles que mentem; não naqueles que tem visões e sonhos falsos (Zacarias 13: 1-4); mas quando se diz se cumpre à Palavra de Deus (Jeremias 27.4; Amós 3:7).

“Por acaso, o Senhor Deus faz alguma coisa, sem revelar aos seus servos, os Profetas” (Plural). (Amós 3.7).

Referências:

SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, Bíblia Sagrada de estudo na Linguagem de Hoje (NTLH), (Ed. 2005).

1 - ALVES, A.TELLES, PROF.DR. AMORA, A.A.SOARES, Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa, p. 302, (Ed.18ª 2008).

RODRIGUES, J. ADAUTO, Pensamentos Imortais, p.50 – Sem Editora e Sem data.

2 – ALVES, A. TELLES, PROF.DR. AMOR, A.A. SOARES, Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa, p. 376, (Ed. 18ª 2008).

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http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

domingo, 4 de junho de 2017

Aloísio Magalhães (Recife PE 1927 - Pádua, Itália 1982)



Pintor, designer, gravador, cenógrafo, figurinista.
Aloísio Barbosa Magalhães forma-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 1950. Nessa época, participa do Teatro do Estudante de Pernambuco (TEP), onde exerce as funções de cenógrafo e figurinista, além de ser responsável pelo teatro de bonecos. Com bolsa do governo francês, estuda museologia em Paris, entre 1951 e 1953, também frequenta o Atelier 17, um centro de divulgação de técnicas de gravura, onde é aluno do gravador Stanley William Hayter (1901-1988). Volta ao Brasil em 1953. Em 1956, com bolsa concedida pelo governo americano, viaja aos Estados Unidos, onde se dedica às artes gráficas e à programação visual. Publica, com Eugene Feldman, os livros Doorway to Portuguese e Doorway to Brasília, e leciona na Philadelphia Museum School of Art. Em 1960, volta ao Brasil e abre um escritório voltado à comunicação visual, campo no qual é um dos pioneiros no país, e realiza projetos para empresas e órgãos públicos. Em 1963, colabora na criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), onde leciona comunicação visual. Cria, em 1964, o símbolo do 4º Centenário do Rio de Janeiro, seu primeiro trabalho de grande repercussão pública e, no ano seguinte, desenha o símbolo para a Fundação Bienal de São Paulo. Desde 1966, desenvolve desenhos para notas e moedas brasileiras. Em 1979, é nomeado diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e, no ano seguinte, presidente da Fundação Nacional Pró-Memória, quando inicia campanha pela preservação do patrimônio histórico brasileiro. Em sua homenagem, a Galeria Metropolitana de Arte do Recife passa a denominar-se Galeria Metropolitana de Arte Aloísio Magalhães, em 1982. Em 1997, o nome da instituição é alterado para Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam).

Designer

Seus primeiros envolvimentos com o design gráfico foi com o grupo O Gráfico Amador, que contava com expoentes da literatura brasileira, como Ariano Suassuna e João Cabral de Melo Neto. O estilo gráfico de Aloísio nesse período possui uma leveza e informalidade muito características das artes plásticas, e seu primeiro contato efetivo com o design e com o estilo internacional se deu nos Estados Unidos, ao lado de Eugenie Feldman, na The Falcon Press. Ao voltar para o Brasil, abre com outros colegas o Magalhães + Noronha + Pontual, seu primeiro escritório (teria alguns outros, sendo o de maior sucesso o PVDI Programação Visual e Desenho Industrial). Na área do ensino, ministrou com Alexandre Wollner um curso de Tipografia no MAM-RJ, e a seguir seria convidado com o mesmo e outros designers a fundar a primeira escola de desenho industrial do Brasil, a Escola Superior de Desenho Industrial, Esdi, onde ministrou aulas. E é do seu aniversário de 15 anos da escola que saiu talvez seu mais famoso texto, O que o desenho industrial pode fazer pelo país, em 1977. Faleceu em 1982, após ser diretor do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e estar à frente das principais ideias relacionadas à catalogação e preservação da cultura popular brasileira (podemos dizer em pé de igualdade com Lina Bo Bardi). Embora meu desejo fosse continuar aqui falando um pouco mais sobre a pessoa e pensamento de Aloísio Magalhães, talvez seja mais interessante verificar o que o autor efetivamente projetou para entendermos a escala de importância do mesmo na nossa história. Dentre as centenas de projetos em que se envolveu, escolhemos apenas 5 para comentar, por se tratarem de trabalhos de uma originalidade tremenda, e qualidade gráfica tal que os tornam atuais até hoje, e em sua maioria ainda em uso (mesmo que com alterações).
Destacamos para análise os projetos ao 4º Centenário do Rio de Janeiro (1964), Unibanco (1965), Light (1966), Petrobrás (1970), e seu desenho para a nova cédula do Cruzeiro Novo (1966). Um projeto público de sucesso é aquele que é absorvido pela população, que faz parte da vida das pessoas e as tornam orgulhosas de alguma situação. E o primeiro projeto que me vem à cabeça ao pensar nessas características foi o do 4º Centenário do Rio de Janeiro. De uma simplicidade formal impar, o projeto constitui-se de 2 momentos de leitura: o primeiro forma-se pelo espelhamento vertical e horizontal do numeral 4, formando algo próximo a uma cruz, fazendo ligação, assim, com a Cruz de Malta (legado português das grandes navegações). Dentro das leis da gestalt, temos o fechamento, quando a forma pode ser lida na ausência da mesma, em sua contra-forma. Se observarmos o espaço negativo formado entre os triângulos desse símbolo, encontramos um grande 4, sendo esse o 5º quatro do logo. À época, após a divulgação do concurso que elegeu tal marca gráfica como vencedora muitos reclamaram de tratar-se de um logotipo hermético e fechado, que ninguém entenderia.
No entanto, a recepção por parte da população foi de tal ordem bem-sucedida que o logo tornou-se, de maneira completamente autêntica, pipas, maiôs, fantasia de escola de samba, desenhos comemorativos em paredes e ruas (como acontece em época de Copa do Mundo), tatuagens etc. Foi de tal maneira absorvido pela cultura popular, daquele jeito que qualquer um de nós gostaria de ter um projeto, que não consigo lembrar projeto de maior sucesso que esse. Formalmente, há nessa marca gráfica um ponto que será muito característico de Aloísio Magalhães, que é a simetria radial. Simetria essa que encontramos também no logotipo do antigo Banco Moreira Sales, depois Unibanco. A simetria radial de tal símbolo possui um senso de infinito e rotação que se repetirá em diversos trabalhos do designer, como do Banco Nacional, Editora Delta, ou o próprio Quadricentenário. A complexidade de formas e curvas que deu ao logo do Unibanco me lembra de quando entrevistei João de Souza Leite sobre o Aloísio, em Maio desse ano, que me disse que o grande diferencial de Aloísio em relação aos demais designers de sua época (em especial aqueles do movimento concreto do design, como Wollner) é que Aloísio Magalhães solucionava seus projetos no traço, e os aspectos geométricos eram a viabilização visual e técnica da solução encontrada via traço, desenho. Digo que tal complexidade me lembrou essa conversa porque é bastante improvável que tal símbolo tivesse sido concebido dessa maneira, não fosse tal característica do designer. Na questão de adequação entre manipulação formal e respeito à memória de uma instituição o logo para a companhia de luz do Rio de Janeiro, a Light, é um exemplo bastante interessante.
Em entrevista com Joaquim Redig, este comentando sobre a importância da tradição de uma identidade em sua reformulação, elencou tal projeto como notável nesse quesito. Antes de seu redesenho a Light contava com um pequeno raio como logotipo. No projeto, Aloísio soube com maestria manter tal elemento, já conhecido da população do estado do Rio, e trazê-lo à linguagem digna de seu tempo. Mantendo a mesma linguagem de espelhamento, usou da letra L para, ao rebatê-lo verticalmente e criar a silhueta de um novo raio. Inclinando o desenho, forneceu dinâmica à peça, criando certamente um dos melhores logos que o Brasil já viu. Conseguiu manter o signo já tradicional à empresa, aliando-o à inicial da mesma, que gerou um resultado excepcionalmente pregnante e limpo, moderno e singelo. O projeto atualmente foi levemente redesenhado, afinando as pontas superiores e inferiores de ambos Ls, sem, entretanto perder o conceito original criado por Aloísio. Igualmente icônico na história do design é a identidade visual da Petrobrás, certamente uma das maiores e mais complexas de sua época. Anterior ao redesenho de Aloísio e seu escritório, o logotipo da Petrobrás se constituía de um losango amarelo com o nome da empresa dentro. Numa tentativa de remeter ao Brasil, o losango foi um elemento apropriado da bandeira nacional e utilizado como principal item dessa brasilidade.
Redig me contou que, a fim de verificar que realmente tal losango remetia ao Brasil e se era um signo efetivo a tal fim, fez-se um levantamento das empresas que utilizavam um losango em seu logotipo. E, isso é muito interessante, Redig diz que o grande elemento de pesquisa gráfica da época (início da década de 1970) era a lista telefônica, vejam só! E, folheando a revista, verificaram que as mais variadas empresas dos mais variados ramos com as mais variadas intenções faziam uso do losango como elemento principal. Gillete, Goodyear e Kibon são algumas das citadas por Redig. Concluiu-se então que o elemento losangular não era suficiente a identificar o país em um logotipo e partiu-se pela busca de novas alternativas. Optou-se então por abandonar uma linguagem formal para referir-se ao país e assumiu-se a linguagem cromática e a linguagem verbal para identificá-la: BR encontra-se tanto em Brasil quanto em Petrobrás, é a sigla comumente usada para identificar o país de maneira abreviada etc. E o projeto vingou, mas vingou de tal maneira que, quando em 2000 tentou-se uma reformulação de identidade visual e naming da empresa, que passaria a chamar-se Petrobrax, a notícia chocou o Brasil inteiro, que reagiu, tal tentativa de mudança não durou mais que dois dias, retornando, assim, ao seu antigo e original nome. A marca gráfica de Aloísio foi retomada, e posteriormente atualizada pelo próprio PVDI, mas já posterior a sua morte. Quando comentando o episódio da Petrobrax, Redig chama à atenção da necessidade do respeito e avaliação histórica do peso de uma marca ao tentar-se reformulá-la, assim como feito por Aloísio Magalhães para a Light. E, finalizando as analises de trabalhos, tocando novamente no tema da história, temos o projeto do Cruzeiro Novo. Também em concurso, o projeto de Aloísio foi selecionado, e rendeu (e ainda rende na verdade) elogios enormes pela sua inovação. Conversando certa vez com uma amiga, ela me chamou à atenção a quantidade de características simbólicas que um simples papel-moeda devem carregar: não pode de maneira alguma transmitir insegurança, deve conter elementos que identifiquem sua nação, deve estar dentro entretanto de uma tipologia tal que ainda o identifique como dinheiro, entre muitas outras.
A inovação de Aloísio para o Cruzeiro Novo se deu não só semanticamente, mas talvez acima de tudo, funcionalmente. A história é muito bem contada no livro A Herança do Olhar, organizado por João de Souza Leite. Resumindo, Aloísio fez uso de um efeito chamado moiré, que trata-se do desalinhamento reticular, para, assim, gerar um efeito óptico de difícil reprodução. Com tal cartada, Aloísio vence o concurso e ainda inova numa área praticamente milenar, que é a da produção de papel moeda. Participou de segundo redesenho, quando dessa vez inova funcionalmente no uso do dinheiro: percebendo o grande impecilho que é o dinheiro possuir lado de cima e debaixo, dificultando muitas vezes o reconhecimento do valor ou sua ordenação, fez com que as notas possuíssem o mesmo espelhamento que caracteriza outros de seus projetos anteriores: a partir desse momento, o papel deixa de ter lado superior ou inferior, mantendo-se o mesmo não importando a maneira como o coloca na carteira ou junto dos demais.

Comentário Crítico

No fim da década de 1940, aluno do curso de direito no Recife, Aloísio Magalhães participa do Teatro do Estudante de Pernambuco - TEP, que propõe um teatro popular, com apresentações em praças públicas. Exerce a função de cenógrafo, figurinista e é responsável pelo teatro de bonecos. Recebe bolsa do governo francês para estudar museologia em Paris, onde permanece entre 1951 e 1953. Lá freqüenta também o Atelier 17, um laboratório experimental importante na divulgação de técnicas de gravura, e tem aulas com o gravador Stanley William Hayter (1901-1988).
De volta ao Brasil, em 1953, dedica-se esporadicamente à pintura e faz pesquisas em artes gráficas. Participa da fundação do Gráfico Amador, oficina criada por um grupo de intelectuais interessados na arte do livro, realizando experimentações com técnicas de impressão. As edições têm cuidadosa forma gráfica e entre elas destaca-se Pregão Turístico do Recife, de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), com design e ilustrações de Aloísio Magalhães.
Em 1960, após trabalhar por algum tempo nos Estados Unidos com programação visual e artes gráficas, muda-se para o Rio de Janeiro. Abre um escritório voltado à comunicação visual, campo no qual é pioneiro no país, e realiza projetos para empresas e órgãos públicos. Cria, entre outros, o símbolo da Fundação Bienal de São Paulo e o do 4º Centenário do Rio de Janeiro, seu primeiro trabalho de grande repercussão, e espontaneamente reproduzido pela população em vários pontos da cidade. Na criação dos símbolos, Magalhães parte, na maioria das vezes, de uma unidade que é refletida, explorando a tridimensionalidade e a rotação do volume no espaço. Trabalha com design e projeto editorial de livros de arte. Em 1963, colabora na criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), onde leciona comunicação visual. Realiza o projeto da cédula do cruzeiro novo, em 1966.
Aloísio Magalhães é nomeado, em 1979, diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan,  e secretário da Cultura do Ministério da Educação e Cultura, em 1981. Na década de 1980, inicia campanha pela preservação do patrimônio histórico brasileiro. Apresenta propostas especialmente em relação a Ouro Preto e às ruínas de São Miguel das Missões.
Expõe, em 1972, a série Cartemas - nome dado por Antônio Houaiss -, que tem como base o cartão-postal, utilizado em colagens que exploram os princípios do múltiplo e do espelhamento. Nessa época, realiza uma série de desenhos de Olinda, com registros da paisagem e da arquitetura, de forma poética. Destaca-se pela versatilidade artística e principalmente pela relevante atuação em relação à política de bens culturais e preservação do patrimônio histórico.

Críticas

"Poucas pessoas no Brasil poderiam se gabar da versatilidade que teve Aloísio Magalhães em sua curta vida. É difícil, por isso, isolar sua atividade no campo do desenho industrial das que exerceu em outros campos. Foi um artista gráfico de excelente nível, foi pintor, desenhista e, surpreendentemente, político na conquista de meios para a realização de seus projetos culturais.
A preservação da memória nacional, que nele constituía quase uma idéia fixa, se fez através da Fundação Pró-Memória e da Secretaria do Patrimônio Histórico e Artistíco Nacional. Com seu incrível dinamismo, fez surgir, repentinamente, na Secretaria de Cultura do Ministério da Educação e Cultura, uma atividade que parecia impossível antes de ele assumir as responsabilidades que lhe foram atribuídas. Obteve recursos, cuidou pessoalmente de conciliar tendências e interesses divergentes, e estruturou um esquema que funcionou" (...)José E. Mindlin
MINDLIN, José. Aloísio Magalhães: um "designer" polivalente. In: ALOISIO Magalhães e o desenho industrial no Brasil. São Paulo: FIESP/CIESP, 1983. p. 2.

Depoimentos

"A desordem é apenas aparente. De fato, sinto uma enorme fascinação por este mundo de combinações e invenções em que as linhas, as cores, os espaços vivem por si. Um mundo novo, livre e rico. Um mundo que pode realmente nos desnortear com sua exuberância. Mas a liberdade e a invenção têm que pagar também o seu preço, conforme disse anteriormente. E se você prefere o real, confesso que, diante dele, prefiro o que é possível. Como pintor, sinto prazer diante dos elementos do quadro e penso quase que fisicamente em termos de tela e tinta. É com isto que se constroem os quadros. A admissão das formas como possíveis - e não como reais - aumenta no meu caso particular, a alegria da criação, a sensação de aventura que deve presidir ao nascimento de qualquer obra de arte. E se o mundo do possível me dá isso mais do que o mundo do real, deve ser fiel aos seus rumos, que são imprevisíveis mas não caóticos. Oferecem eles, a troco de seus perigos, a segurança presente em todo o retorno. Porque depois de realizado, o quadro assim entendido lança, no mundo da arte e mesmo na vida, formas trazidas ao real do desconhecido, criando terrenos seguros no lugar onde nos aguardava antes somente aquilo que era obscuro, informe e instável".Aloísio Magalhães
MAGALHÃES, Aloísio. Aloísio Magalhães. In: _______. Aloísio Magalhães: pintura e arte gráfica. Rio de Janeiro: MAM, 1958. p. 6.
"Achei que por meio do design, em trabalhos pragmáticos de uso coletivo, poderia encontrar uma fonte de questões muito mais viva e dinâmica. A idéia de participação do coletivo era o que mais me interessava. A atividade do pintor demasiadamente subjetiva, isolou muito o artista da comunidade e o que me interessava era retomar este contato de maneira direta e participante."Aloísio Magalhães
AYALA, Walmir. Aloísio Magalhães. In: AYALA, Walmir; SEFFRIN, André (Org. ). Dicionário de pintores brasileiros. Curitiba: UFPR, 1997. p. 18.

Exposições Individuais

1953 - Recife PE - Individual, no Departamento de Educação e Cultura
1954 - São Paulo SP - Paisagens de Pernambuco de Aloísio Magalhães, no MAM/SP
1956 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1956 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Pan American Union
1957 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Roland de Aenlle Gallery
1958 - Rio de Janeiro RJ - Aloísio Magalhães: pintura e arte gráfica, no MAM/RJ
1958 - Salvador BA - Individual, na Galeria Oxumaré
1959 - Filadélfia (Estados Unidos) - Individual, no The Print Club of Philadelphia
1959 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Roland de Aenlle Gallery
1961 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1966 - Stuttgart (Alemanha) - Aloísio Magalhães - Exposição sobre o símbolo do 4º Centenário do Rio de Janeiro na Technische Hochschule da Universidade
1972 - Belo Horizonte MG - Cartemas, na EBA/UFMG
1972 - Rio de Janeiro RJ - Cartemas, no MAM/RJ
1972 - Recife PE - Cartemas, no Museu do Açúcar
1973 - Recife PE - Aloísio Magalhães: aquarelas e litografias, na Galeria Lotus
1973 - São Paulo SP - Cartemas, no MAM/SP
1974 - Rio de Janeiro RJ - Aloísio Magalhães: litografias, aquarelas e cartemas, na Galeria da Praça
1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Ministério da Educação e Cultura
1974 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1977 - Nova York (Estados Unidos) - Cartemas, na Fischback Gallery

Exposições Coletivas

1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1954 - Recife PE - Salão do Estado de Pernambuco
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1955 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Arte Moderna
1956 - São Paulo SP - 50 Anos da Paisagem Brasileira, no MAM/SP
1958 - Cincinnati (Estados Unidos) - 5ª Bienal Internacional de Litografia Contemporânea em Cor, no Cincinnati Art Museum
1958 - Nova York (Estados Unidos) - Recent Acquisitions of the Collection, no MoMA
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1959 - Munique (Alemanha) - Arte Moderna Brasileira na Europa
1960 - Veneza (Itália) - 30ª Bienal de Veneza
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1971 - Cali (Colômbia) - 1ª Bienal Americana de Artes Gráficas, no Museu de La Tertulia
1972 - Curitiba PR - 29º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - O Desenho Jovem dos Anos 40, na Pinacoteca do Estado

Exposições Póstumas

1983 - Rio de Janeiro RJ - Aluísio Magalhães e o Desenho Industrial no Brasil, no Banco Boa Vista
1983 - São Paulo SP - Aloísio Magalhães e o Desenho Industrial no Brasil, no Masp
1984 - Rio de Janeiro RJ - Doações Recentes 82-84, no Mnba
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp
1990 - Curitiba PR - 1ª Bienal Brasileira de Design
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
1997 - Porto Alegre RS - Vertente Construtiva e Design, no Espaço Cultural ULBRA
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, na MAM/RJ
1998 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Internacional de Design, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Mostra Internacional de Design, no CCSP
2002 - Porto Alegre RS - Apropriações e Coleções, no Santander Cultural
2002 - São Paulo SP - A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes
2003 - Niterói RJ - Apropriações: Curto-Circuito de Experiências Participativas, no MAC-Niterói
2003 - Recife PE - Ver de Novo/Ver o Novo, no MAMAM
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2005 - Rio de Janeiro RJ - O Outro Sentido do Moderno. Aloisio Magalhães e o Design Brasileiro, no Centro Cultural Correios

Fonte: https://www.escritoriodearte.com/artista/aloisio-magalhaes/


Veja o video
Observação: Minha intenção é entender aqueles que fizeram nosso país melhor, e está em sintonia com o IPHAN, a fim de compreender os valores históricos ao seu tempo.[G]

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http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

sábado, 27 de maio de 2017

Paulicéia desvairada - O DOMADOR

        





"Passa galhardo um filho de imigrante,
Louramente domando um automóvel!"


Lendo um livro da faculdade, achei muito interessante estes versos que ao que parece, uma poesia meia sem lógica, e ainda com um sobrenome de um sujeito que teve sua origem de Portugal.

                                                         Paulicéia desvairada

                                          O DOMADOR

Alturas da Avenida. Bonde3.

Asfaltos. Vastos, altos repuxos de poeira sob o arlequinal do céu ouro-rosa-verde... As sujidades implexas do urbanismo.

Filets de manuelino. Calvícies de Pensilvânia.

Gritos de goticismo.

Na frente o tram da irrigação,

Onde um Sol bruxo se dispensa

Num triunfo persa de esmeraldas, topázios e rubis...

Lânguidos boticellis a ler Henry Bordeaux

Nas clausuras sem dragões dos torreões...

Mário, paga os duzentos réis.

São cinco no banco: um branco,

Um cinzento de tísica e Mário...

Solicitudes! Solicitudes!

Mas... olhai, oh meus olhos saudosos dos ontens

Esse espetáculo encantado da Avenida!

Revivei, oh gaúchos Paulistas ancestremente!

E oh cavalos de cólera sanguínea!

Laranja da China, laranja da China, laranja da China

Abacate, cambucá e tangerina!

Guardate! Aos aplausos do esfuziante clown,

Heroico sucessor da raça heril dos bandeirantes,

Passa galhardo um filho de imigrante,

Louramente domando um automóvel!

Fonte: Andrade, 1987, p. 92.
Obs: Como não havia pedido autorização da editora para publicar um dos dizeres do livro, fui a outras fontes...
Veja o vídeo dessa homenagem ao escritor Mario de Andrade:


Breaking News

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sábado, 20 de maio de 2017

Saindo da Matrix parte 56 - Apocalipse parte 4 - Capítulo 7 - Os 144 mil...



Gostamos do que é reproduzido pelo canal saindo da matrix, onde podemos meditar de alguns vídeos a necessidade em saber que nem tudo parece fácil de ser compreendido.
Não queremos alegar que concordamos com tudo, mas em muitos sim...

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Uma nova amizade e um novo olhar

Post: Prazer em conhecê-lo! O prazer, foi meu!
Ontem tive um imenso prazer que é conhecer outra pessoa. Muitas vezes conhecemo-las no lugar mais inusitado, mas esse foi mais um – num supermercado.  Conversamos principalmente sobre estudo, e o mais interessante e incessante que possa ser, disse-me ter um blog que achei muito criativo.

Claro que isso fora casual, e me deixou um pouco perplexo, que continuei pensando neste cara que acabara de conhecer, pois para minha surpresa, perguntou-me se eu tinha um blog. Não é fantástico sem nunca termos nos vistos e estarmos tão focados quase nas mesmas determinações, nos objetivos e valores? Pois é... E tratando dele ser um teólogo, onde muitos fazemos críticas, porque muitos se decomponham nos resultados só monetário esquecendo-se das funções que outrora tanto se se dirigem.

Embora possamos estabelecer uma critica não tão boa, quantos, os mais, esse, me causou admiração à primeira vista, visto ao que parece de uma sensatez, uma vez aberto aos paradigmas antagônicos.

Foi só a primeira impressão, porque sabemos das nossas dificuldades e ações que estamos sempre submetidos ao viés das contradições.

Fomos então ao seu blog para usufruir do seu pensamento, para aprendermos e analisar das suas afeições e sujeições dos seus valores e constâncias, que reproduzo aqui algo dele:
Outsider é um termo voltado àqueles que buscam enxergar não apenas o que está impresso na capa, o que aparentemente é mostrado como verdadeiro, mas também o lado de fora, o que muitos se abstêm de averiguar. O outsider é o caminhante, o peregrino, o visionário forasteiro que vê o que há de ilimitado nas hipóteses. O que não aceita de imediato o pré-estabelecido. No livro "O outsider" Collin Wilson chegou bem próximo do que expressa o termo. Entre o real e o virtual, escrever afinal não faz nem um mal. Mesmo assim, aí vai meu sinal, pra você, leitor, que não quer só o trivial, e sim o que vai além, o transcendental, o total, o essencial. Embarque nessa trip, e vamos juntos, vamos fundo nessa aventura. Fique à vontade, a casa é sua!
Fonte:https://socialoutsider.wordpress.com
"O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão".Provérbios 18:24
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