terça-feira, 15 de outubro de 2019

A arrogância dos "irmãos."

                         
Investigando a Bíblia

É comum querer trazer uma história que ocorrera no passado para nossos dias.
A nossa vontade muitas vezes quererá impor do que pensamos sobre os assuntos que usamos; a fim, em parte, reconstruí-la.

Acreditamos, hoje, na atualidade, que existam regras para uma defesa de tese.

Se queremos que a verdade prevaleça, então não expressamos de maneira vulgar nossas reconstruções da história.

O pecado não está em ler como se distingue como aconteceu os fatos outrora. Porém, reformá-la é que nos trás o falso daquilo que quiseram representar.

A Igreja pode possuir a humildade em entender um livro como ele se apresenta de forma contada, como pode usurpar sua real intenção, e querer favorecer o aspecto indutivo para um fim em si.

Quando no passado sobre o viés das indulgências, os pecados eram perdoados, pois os homens queriam aumenta esplendor de Roma.

Época que ela, 1400 e começo de 1500, progride no sentido de poder e riqueza.

Sabendo que não tinha de onde buscar mais riquezas e manter sua soberania ao que consta luxo, inventa tal doutrina: arrecadar dinheiro com indultos de perdões.

Não bastasse isso, haveria de julgar sua própria civilização, isto é, seus próprios clérigos:

Cada delegado eclesiástico era solicitado a enviar à Cúria Papal – escritórios de administração do papado – metade da renda de seu cargo para o primeiro ano (‘anatas’), e daí em diante um décimo ou dízimo por ano. Um novo bispo tinha de pagar ao papa uma quantia importante [pelo] pálio – tira de lã branca que servia de confirmação e insígnia de sua autoridade. Na morte de um cardeal, arcebispo, bispo ou abade, suas propriedades particulares revertiam ao papado.... Todo julgamento ou favor conseguido da Cúria exigia um presente como confirmação, e às vezes, o julgamento era ditado pelo presente.” 1

Entre os homens por incrível que possa parecer em contradições, observa-se seu desejo e anseio em trazer pra si, o aspecto de comando.

Não há muitas vezes o princípio pregado, ‘sola scriptura’, uma vez que o que interessa é impor sua vontade.

E estamos falando de homens estudados. Imagine aqueles que nem têm estudo na área teológica.

Cansamos de assistir alguns ‘sábios’, de interpretações bíblicas em obras próprias de consciência – mente.

Segundo suas próprias interpretações longe de ser a verdade.

Babilônia no passado era símbolo de toda altivez e prostituição.

Sabemos que beber de mais ofende o organismo e faz que o homem, fale coisa com coisa, sem sentido.

Assim é a comparação da sua embriaguez do “vinho de sua devassidão” (Apocalipse 17.2).

Não dá para admitir interpretações bíblicas sem usarem o contexto. Muitas vezes ela nos traz uma definição clara do assunto.

Falam de anjos, demônios, inferno etc., sem entenderem de fato a composição tratada no sistema escriturístico.

Por exemplo: quando a Bíblia fala do formato de alguns anjos com face de leão, touro etc., cheios de olhos pela frente e por todos os lados, não está se referindo ao aspecto de forma, mas de força e poder.

Não há sentido em dizer: “– A prostituta está ‘sentada sobre muitas águas’”. Pensar ser uma mulher no sentido literal sentada sobre o mar. O próprio Apocalipse responde que águas, onde a meretriz está sentada, são povos, multidões, nações e línguas. (Apocalipse 17.15).

Portanto, não dá para concluirmos nossa própria conclusão ao bel prazer, e admitir isso, como fato comprovatório final.

Temos que irmos ao real significado bíblico sobre o viés contextual.

O que passar de interpretação pessoal, haverá de usurpar o real sentido bíblico.

Devemos entender que à Bíblia existem formas de relatar às coisas, seja, profética, narrada, poética etc. E temos que compreendê-la, levando isso como fato no momento de lê-la.

Muitos acreditam que suas hipóteses estão certas. Mas lembre-se, são hipóteses, isto é, conjecturas.

Acreditar no seu próprio pensamento não define comprovação verdadeira. 

Temos que admitir uma maneira mais racional quando adentramos na crença em atribuir hipóteses.

Uma coisa é ter fé no que acreditamos, e outra, é ser empírica na palavra.

Mas você pode dizer: “a fé não é empírica.”, mas não estamos tratando de fé, mas de escritura.

Podemos admitir pela fé que Deus exista; porém, não comprava-lo pela fé.
A prova da sua existência comprova-o pela crucial observação nas Escrituras Sagradas.

A questão não se resume no campo da filosofia onde sugere pistas e pensamentos. Entretanto, sobre às palavras escritas de testemunhas.

Se cremos na história como nos relataram, temos fé, mas além disso, o empirismo, pois há os escritos dos amanuenses.

O argumento escrito não bastasse serem escritos, mas comprovados sobre ideias presenciáveis, ou seja, daquilo que testemunharam.

Veja que temos um probleminha que muitos relatam. “Pedro e outros eram sem instrução (cultura culta).” E, portanto, pregavam e relatavam sem estudo nenhum. Ora, estamos falando de homens que viram e ouviram.

Não era interpretação deles, mas daquilo que conheciam no sentido pleno.

A questão não se resume de conjecturas; onde podiam falarem e escreverem o que se dera na cabeça.

Para eles não havia falta de provas, pois não era uma questão coisas sem sentido, mas de presença factual.

É difícil entender alguém que fale de velocidade sem nunca ter entrado no campo da mesma.

O sujeito consciente ao menos no que se possa parecer para construir um mundo dentro daquilo que quer defender, no mínimo precisará coordenar aquilo que quer acastelar.

O princípio básico da prova é saber como ela age. Para isso, o indivíduo quer controlar à prática.

E ela, a teoria defendida, sem comprovação empírica, passará somente como base teórica como símbolo de fé.

Permita-me dizer mais uma vez, não estamos falando de fé, mas de interpretação verdadeira do que o autor quer relatar.

Não negamos a fé, pois é um ato sobrenatural individual do sujeito. Ao contrário das citações dos religiosos contemporâneos do ponto das vivências.

Se como exemplo falarmos de graça, não extinguimos a cruz. A graça pode ser comparada ao um ato de favor imerecido ao indivíduo. No campo da cruz, é um ato palpável.

Podemos imputar em nós um favor, mas não deixa de ser subjetivo mesmo que este seja conscientemente aceito por todos.

Alguns parece que carecem de real abandono de verdadeira observação escrituristica. Resume às coisas num argumento simplista. Não estamos querendo dizer que a simplicidade não é focar nas suas palavras que até pode serem rebuscadas, mas sobre do que está escrito na Bíblia.

Ter um título de doutor ou mestre em alguma área não te dá um direito de argumentar os escritos sagrados ao ter bel prazer, pois o grupo de fariseus e saduceus, faziam muitos deles, o mesmo.

“Os saduceus proclamavam crer no princípio “sola scriptura”, em oposição aos fariseus que apoiavam abertamente algumas de suas doutrinas pela tradição. Mas, na verdade, os saduceus tinham também suas próprias tradições e até mesmo sem suas ênfases sobre as Escrituras eram frequentemente muito parciais quanto aos que aceitar e o que rejeitar.” 2

O próprio Jesus, Yeshua, condenava os doutores da lei (sentido de interpretação própria da Torá). Ainda mais das suas próprias doutrinas que queriam que o povo cresse.

Pedimos aos nossos leitores que não basta querer crer no que te dizem, contudo, verificar de forma pesquisada como “regras e mais regras, um pouco aqui e um pouco ali.” Isaías 28.10.

Veja se pode agora entender o real significa do texto, pois vou apresenta-lo mais relevante: “– Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.” Mateus 10.28.

Veja bem, se formos levar o real significado o texto, então teríamos que admitir que alma é um ser pessoal fora do corpo, mas o sentido é de vida.

O corpo só tem vida se tiver uma alma. Mas o que é uma alma? A alma, é o fôlego de vida.

Se alma fosse um ser pessoal, então não poderia perecer como relata o texto; “Perecer (morrer) no inferno a alma e o corpo.”

Ora, se alma pode perecer, como pode viver eternamente queimando no inferno? Não tem sentido uma alma morta num inferno eterno, pois a alma morreu.

Fantasia, fantasia, fantasia, querem te ensinar sobre alma e inferno.

Falta estudos profundos sobre o assunto, e não conjecturas simplistas.

Salta-nos aos nossos olhos, como não há comparações escriturísticas, como manda o profeta Isaías que façamos.

“Os fariseus ensinavam a existência de espíritos tanto bons como maus... opinião que recebeu grande impulso das ideias pérsicas. Acreditavam [os fariseus] ... no galardão e suplício eterno, ideias que tiveram grande desenvolvimento nos dois séculos antes de Cristo... Os discípulos de Cristo saíram da camada religiosa imbuída destas ideias.” 3

A questão é seguir os regulamentos de interpretação e exegese, e principalmente o contexto.

Temos que considerar, como já fora relatado, que até mesmo os discípulos, estavam envolvidos com os pormenores de ensinos dos fariseus, quantos saduceus.

Observe agora, como era preocupante o fato de não aceitar às normas pré-estabelecidas:

... Neste processo o Santo Ofício seguiu o critério de que na ausência de demonstrações conclusivas, não se deve difundir e propagar o que vai contra uma tradição estabelecida. Galileu foi condenado a prisão perpétua em junho de 1633, é obrigado a abjurar suas teses, sob pena de ser queimado como herege. Prefere viver e se retrata, foi forçado a admitir que ultrapassara os limites. Todos os seus livros foram proibidos e ordenou-se que o Diálogo fosse queimado.
Para Galileu, a ciência adquiriu o seu verdadeiro valor na síntese católica do saber.4

Não dá para formar um raciocínio, sem levar em consideração os contextos dos eventos que outrora que se permearam.

Portanto, não é um sistema cognitivo, sem antes olhar sobre o viés investigativo, os tratados de estudos profundo sobre os mesmos.

Seria arrogância minha, escrever ou falar de um assunto tão significativo e profundo, sem antes ler sobre às propostas.

“Muitos conhecem tão pouco acerca da Bíblia que sua fé é instável. Removem os marcos antigos, e as falácias e ventos de doutrina os levam para cá e para lá. A ciência, falsamente assim chamada, está minando os fundamentos dos princípios cristãos; e os que uma vez estavam na fé vão-se afastando dos marcos bíblicos e se divorciam de Deus enquanto ainda professam ser filhos Seus.” 5

Os ditos “profetas” da internet, estão fazendo sucesso, uma vez que com “bons” argumentos, agoirentam princípios metafóricos como realidades.

Já não são àqueles que pretendiam trazer para si, o possível período narrado futurístico, como Nostradamus.

O que temos hoje é a averiguação, sua legitimidade e autenticidade do que dizem, ser a verdade absoluta.

Não estamos dispostos a acatar todo vento de doutrinas, sem antes pelas escrituras, saber, ser ou não verdade o que dizem.

Sabemos que há infâmia de encenações e interpretações teatrais, a fim de fazer que outros creditem e acreditem nas falácias perpetradas.

Para isso, devemos compreender se vale ou não às palavras, Má-ás-malaki (como és formosa), tuas interpretações.

Alguns só cultiva nos seus pensamentos, daroês (individuo que aduba a magia), acreditavam os árabes que os dervixes possuem o dom de adivinhar o futuro.

O problema se encontra na adivinhação e não na inferência concreta do contexto.

Veja bem, não precisa de muito estudo para compreendê-la, pois foi feita para que todos entender-se.

Os próprios reformadores traduziram-na para que muitos pudessem lê-la, e compreender-se ela.

Wicliffe, Lutero, Tyndale, Calvino etc., enfrentaram oposição, uma vez que queriam que não somente os cultos compreendesse dela, mas os leigos também.

Ora, se eles estavam convictos que os leigos pudessem lê-la e compreendê-la, sem muitos esforços, como então, não estudá-la usando seu contexto? Ela, não fora traduzida para que não a pudesse ser compreendida.

Não precisamos de adivinhadores, falácias, “profetas”, para interpretá-la bem; basta, usar o seu contexto.

Sir Frederic Kenyon, durante algum tempo diretor do Museu Britânico, [disse]... deu essa certeza em seu livro amplamente lido, Our Bible and the Ancient Manuscripts: “O cristão pode tomar nas mãos toda a Bíblia e dizer sem temor ou hesitação que tem nelas a verdadeira Palavra de Deus, transmitida sem perda importante de geração a geração através dos séculos.” 6

É importante destacar que ele fala de cristão no sentido pleno; isto é, tantos cultos como leigos – famosos ou simples; embora esteja defendendo a veracidade da Bíblia.

Mesmo vivendo muitos na era medieval, ainda existiam aqueles que defendia da sua veracidade.

O que causa problemas nas sociedades, muitas vezes é o fato de má interpretação das escrituras; levando o homem para caminhos obscuros.

Quando a Igreja na Idade Média, começou a arrecadar dinheiro a fim de poder e riqueza, quanto condenar pessoas para a morte e apossar-se das terras alheias, aí veio o castigo.

O castigo vem muitas vezes sobre a forma de revolução. Isso dera nos primórdios do terrorismo.

 E a revolução Francesa em 1798, é uma dessas, que, Da propaganda pelos fatos ao terrorismo, há apenas um passo que certos anarquistas franceses transpõem seguindo niilistas russos, a partir de 1882. Uma primeira bomba explode num cabaré de luxo em Lyon. Em seguida, a célebre Banda negra de Montceaules-Mines acumula as ameaças enviadas aos notáveis, destruições de objetos litúrgicos, o incêndio de uma capela... pagando o preço com pesadas penas de prisão.7

Veja que muitos acreditam em teorias conspiratórias, e acusam algumas formas de doutrinas religiosas, mas esquecem de que fora por causa de investigações interpretativas erradas, daqueles que queriam se fazer-se de ‘profetas’, que trouxeram tais revoluções.

Impuseram a população, imposição, ditaduras etc. etc. etc., e assim vieram as revoltas contra tudo isso.

A Revolução de 1930: Visão dos Tenentes

(Discurso de Maurício de Lacerda, líder do movimento tenentistas de 1930)
[...]
Não! [...] Não sou democrático e sim revolucionário, francamente revolucionário. A revolução continua a ser, para mim, a solução mais viável para esse complexo problema brasileiro. Ela é o meio de provocar a transformação radical, absoluta, do anual regime imperialista. 8

Se seguissem às normas que à Palavra de Deus recomendando, de divisão, ajudar os necessitados, e amor, nada disso haveria acontecido.

Mas a dificuldade maior está sujeita nas supostas interpretações dela como sendo supostamente estudada, de vida após a morte, do fogo eterno, inferno eterno, alma eterna etc., tudo engano.

Veja isso, “a alma que pecar essa morrerá.” Ora, mas a alma não é eterna, como pode então morrer? Percebeu? A alma não pode ser um espírito individual.

A alma é igual ao fôlego de vida: “O Senhor Deus criou os céus e os estendeu: formou a terra e tudo o que nela existe e deu vida e fôlego a todos os seus moradores.” (Isaías 42.5);

“... quem dá a todos vida e respiração [fôlego ou alma] e tudo mais.” Atos 17.25 Bíblia de Estudo NTLH.

Se você notar com mais cautela ou atenção, perceberá que não há escrito alma, mas fôlego. Ora, se a palavra alma fosse tão importante no sentido pleno, então porquê preferiram usara a expressão fôlego? A resposta é óbvia, são a mesma coisa.

Conclusão

Devemos deixar de lado às pessoas que querem trazer como uma nova interpretação das Escrituras Sagradas, como uma nova verdade.

Nada pode ser comparado como saber que de fato, uma palavra se distingue como uma mesma palavra, isto é, um sinônimo.

O Senhor tem seus agentes certos para compor o verdadeiro estudo das Escrituras.

Isso não quer dizer que todos não podem lê-la com cuidado e sabedoria.

Ela não se contradiz, mas age com textos e mais textos formando assim um contexto.

E para entender da sua história, necessita-se usar, o começo, meio e fim do assunto tratado.

Não dá para se pegar um livro e lê-lo no começo, e não ir até o seu meio e fim para compreendê-lo.

Existem tópicos abordados que se terminam naquela página, mas um verso isolado não determina uma história; toda contada sobre o assunto proposto.

Devemos compreender que os fariseus e saduceus acreditavam nos espíritos porque compreendiam, eles, do ponto de vista dos persas.

A Bíblia nos relata que o livro de Daniel foi escrito quando judeus estavam sendo oprimidos pelos pagãos.

A invasão da Babilônia em Jerusalém aconteceu por intermédio do imperador Nabudonosor, onde levaram os judeus para suas terras.

O reinado dos Persas deu-se entre 539 a.C., quando conquistaram Babilônia.
Vivendo entre os pagãos por tantos anos aprenderam dos seus costumes.

Dentre esses, eram às mensagens de deuses espirituais e vida após a morte.

Portanto, quando voltaram para Jerusalém trouxeram tais costumes para sua terra.

Os pecados das quais os profetas estavam sempre advertindo-os, se referiam aos deuses pagãos, e crenças obscuras e vida após a morte.

A história confirma. Um pouco de história não faz mal pra ninguém. [G].

Referências

1)    O homem em busca de Deus, p. 307, 1990, W.T.B.

2)    VENDEM, Morris, Como Jesus tratava as pessoas, p.107, 2010 – CPB.

3)    CHRISTIANINI, A.B. Subtilezas do erro, p.250, 1981 – CPB.

4)    MACLACHLAN, J.G.G. et. At. Galileu, Pensamento vida e obra, p.24 e 25, s/d - CT ed. Ltda;

5)    WHITE, E.G. Conselhos sobre Escola Sabatina, p.35, 1976 – CPB;

6)    MARXWELL, A.G. Você pode confiar na Bíblia? p.12, 1986 – CPB;

7)    SIGNIER, J.F. E Renauld Thomazo, Sociedades Secretas Vol. III, p. 191, 2011 – Larousse;

8)    PRIORE, M.D. et. At. Documentos de história do Brasil de Cabral aos anos 90, p.82,1977 Ed. Scipione.

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Reconstruindo os Czares

                 
Imagens de livros bibliográficos

Hoje em dia o que mais se fala é sobre a natureza, como se ela fosse a coisa mais importante do mundo.

- Aí de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês são como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de podridão. Por fora vocês parecem boas pessoas, mas por dentro estão cheios de mentiras e pecados. Mateus 23.27-28.

Jesus Cristo estava condenando os fariseus por causa das suas reais intenções.

O engano é uma forma de esconder o real objetivo daquilo que queremos alcançar.

Muitos homens usam a natureza, os jovens etc., em prol de uma forma de esconder o seu propósito.

Como é comum aos indivíduos parecer que estão sempre em uma boa causa.

Leem tudo a fim das intenções camufladas pelo seu egoísmo.

Mas as escrituras nos trazem sinais visíveis para desmascarar àqueles que fazem dos seus princípios aparentes como sendo bons.

“Orgulho, ciúme e amor pelo poder, se abrigados e deixados a envenenar o espírito, podem se manifestar de maneiras terríveis.”1

Os homens outrora, estavam em função de querer conseguir poder e riquezas.

Jesus Cristo conhecia de fato aquilo que muitos não compreendiam.
Assim se faz na atualidade. Querem assumir um papel de protetores da natureza, mas com outras intenções.

Existe uma verdade por trás disso. Porquê em vez de estarem preocupados tanto com a natureza, não buscam resolver os problemas causados pela fome no mundo?

Sabemos que existem países que vivem nas penúrias, dia após dias sem nenhuma ajuda significativa.

Países como a França, Alemanha, Holanda etc., só estão preocupados em assumir à vontade dos seus anseios pelo poder mundial.

Um dos principais mandamentos de Deus, é, “Amar o próximo como a si mesmo.”, e não a natureza como a ti.

A natureza nem passa perto dos mandamentos de Deus.

Não são os homens que guardam a natureza, embora tendo um papel nela; mas o próprio Senhor.

Jesus disse: - Eu vim a este mundo para julgar as pessoas, a fim de que os cegos vejam e que fiquem cegos os que veem.

- Será que isso quer dizer que nós [fariseus] também somos cegos?

- Se vocês fossem cegos, não teriam culpa! – respondeu Jesus, - Mas, como dizem que podem ver, então continuam tendo culpa. João 9.39, 40 e 41.

Culpados pelos seus próprios anseios camuflados, por se fazendo de protetores da natureza.

Os homens são capazes de qualquer coisa a fim de atender das suas “necessidades”.

No Nazismo para ascender um poder massacraram milhares de judeus alegando que seria necessário.

“O regime de Hitler é particularmente assustador porque revela como uma sociedade moderna, avançada e culta pode afundar rapidamente para a barbárie e o genocídio.” 2

Tudo se começa com um ar de proteção. Entretanto, a “causa” que parece boa, se torna de um efeito devastador.

Hitler de um desconhecido, passa a ser conhecido.

Não é isso que parece com essa menina estudante, sueca,  que ninguém a conhecia?

Ela ainda não se deu conta do uso que estão fazendo dela – “uma idiota útil”.

Mais pra frente se arrependerá quando acordar do “sonho.”
Porque sonhar não é realidade; e, existem sonhos que se tornam pesadelos.

A real intenção da sociedade mundial, é querer a riqueza que se encontra no Brasil.

[...] Nicolau Villaganhon, homem nobre de França e cavaleiro do hábito de São João, informado dos franceses, que por ali vinham comerciar com o gentio tapuia, determinou de vir a povoá-la.”3

Mais que isso, está envolvido uma intenção de uma vontade paradoxal aos conservadores de direita.

Todo e qualquer comunista honesto deve combater a sociedade burguesa até o último alento, com palavras e ações, de armas em punho, se necessário for. A propaganda da Internacional Comunista há de acabar com o poder dos imperialistas! A Internacional Comunista há de ser coveira da sociedade burguesa: essa é sua missão histórica. 4

Os objetivos serão rebuscados por qualquer custo.

No regime Nazista começaram até queimando livros, e após, os próprios homens – judeus.

Outra coisa para se relatar, seria o modo como uma pessoa deveria se apresentar, assim como fizeram com Hitler.

“[...] Hanussen lhe sugeria. Ele explicou, então, que, embora tivesse ritmo e dicção impressionantes, deveria melhorar a linguagem corporal e gestual, pois teria maior impacto sobre a audiência.” 5

Pergunta: Estariam os “administradores” mundiais, usando essa menina estudante para um real objetivo camuflado? Perguntar não ofende!

Será que ela compreende, como o Nazismo começou?

Voltando aos fariseus, sabemos que eles foram que levaram Jesus Cristo para a morte.

Eram eles que o incomodava dia após dia.

Deus ama qualquer homem que mude de atitude, mas não pode amar um homem ou mulher que esconde o verdadeiro significado das suas intenções.

Existem maneiras sutis de enganar pessoas. Por meios de vários instrumentos.

Em Romanos 1.25 nos mostra que alguns estariam adorando aquilo que fora criado(natureza) em vez do criador.

“Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente, amém.” Romanos 1.25.

Na tradução da Bíblia na linguagem de hoje, diz assim: [...] adoram e servem as coisas que Deus criou...”

Deus criou a natureza, então vamos adorá-la, em vez de Deus. E deixamos os homens no último ponto.

Veja isso: Em 1865, Engels numa troca de opiniões com Marx, a propósito de uma declaração comum para a imprensa, escreveu: “Num país agrário [Natureza], é uma baixeza atacar, em nome do proletariado industrial, unicamente a burguesia, sem mesmo fazer a alusão à patriarcal ‘explorando à paulada’ a que os operários rurais se veem submetidos pela nobreza feudal.”6

Marx defendia uma revolução agraria, isto é, um combate da cultura de terras (da natureza) contra os senhores feudais.

Pois bem. Muitas pessoas são envolvidas no jogo dos outros países sem se darem conta do real significado que isso pode causar numa estrutura social.

Na França, o Partido Comunista, rigorosamente fiel a Moscou – e, portanto, a Stalin -, fortalecia-se dia a dia; na União Soviética continuava a destruição selvagem de todos os que direta ou indiretamente, opunham-se ao regime.”7

É interessante saber como a França está envolvida nos mais perversos sistemas.

Um dos sórdidos desejos da internacionalização da Amazônia, começou lá através do Presidente Emanuel Macron.

Na verdade, o anseio se designa na vontade de roubar de nós nossas riquezas; e estabelecer um regime mundial para uma sociedade; onde as ideias é formar um conjunto de valores trazidos dos mais regimes perversos ditatoriais mundiais.

Essa mesma estratagema acontecera antes outrora, e algumas foi-se quebrada; embora alguns ainda permaneçam, mas não há muito resultados bons.

O que devemos fazer é resistir aos “valores”, que tentam nos impor do mesmo jeito como fizera Gandhi ante a colonização Inglesa.

“Gandhi terminou dizendo que a resistência consistiria na recusa de cada indivíduo em obedecer a lei injusta, e, caso fossem agredidos, também deviam se recusar a revidar com a violência.”8

Acredito que devamos resistir aos regimes de fora que querem nos fazer de escravos dos seus regimes.

A estratégica segue a mesma regra, de uma bela prostituta, que chega toda alinhada com roupas bonitas e enfeites, a fim de nos tragar.

Aqui a iluminação segue como uma ajuda a natureza. A suposta vontade vai em dizer que estão acabando com a floresta.

Que ela é pulmão do mundo; que o mundo depende dela para sobreviver.

Querem demonstrar uma suposta humildade ante um estado de necessidade, pois aproveitando das coisas querem fazer suas causas.

“- Humilde é Deus, que é rei do Céu e da Terra e de tudo quanto existe, porque todas as vezes que o homem deseja ver e falar com Ele, pode vê-Lo e dizer das suas necessidades. Este rei não tem porteiros aos quais o homem tenha que dar dinheiros.”9

Sim amigos, pois o real motivo tanto dos fariseus, como dos homens hoje, está no poder e no dinheiro, que pode ser proporcionado para eles.

Conclusão

O mundo vive sobre um viés ideológico de esquerda, onde aqueles que não aceitam dos seus regimes, são ditos, como fora da caixa.

Conseguimos perceber isso quanto ao trato com a não aceitação do Presidente Trump e Bolsonaro, de terem ganhados às eleições, e, portanto, uma perseguição sem precedentes.

Eles parecem até que estão sobre o viés dos czares antigos, e líderes que mataram milhões e milhares de pessoas, Hitler, Stálin, Maduro etc.

“Stálin é metade monstro, metade gigante. O povo não o preocupa. Por ele, o povo pode até apodrecer.” Dito por outro, implacável cruel – Adolf Hitler.10

Assim segue a humanidade com os homens que se dizem estão melhorando o mundo.

Cabe a nós rejeitá-los!

Quer Macron ser um novo Hitler? Pense! [G].

Referência

1)    HOLBROOK, F. Lição da Escola Sabatina, Adultos (Aluno), p.45, 2009 – CPB.
2)    SILVA, S. Peixoto, Os Bastidores do Nazismo, p.57, 2015 – Nova Sampa
3)    PRIORE, M. Del at.el., Documentos de História do Brasil, p.13, 1997 – Scipione
4)    HOOBLER, T. e Dorethy, Os Grandes Líderes, Stálin, p.37, 1987 – Nova Cultura
5)    SILVA, S. Peixoto, Os Bastidores do Nazismo, p.62, 2015 – Nova Sampa
6)    GOMES, M. A Vida e o Pensamento – Karl Marx, p.59, s/d – 4D
7)    GARZA, Hedda, Os Grandes Líderes – Trotsky, p.78, 1987 – Nova Cultura
8)    BUSH, Catherine, Os Grandes Líderes – Gandhi, p.35, 1987 – Nova Cultura
9)    LÚLIO, R. Livro das Bestas, p.65, 2006 – Escala
10)HOOBLER, D. e Dorothy, Os Grandes Líderes, p.67, 1987 – Nova Cultura



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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Ciência Vs Religião

                        

Era um dia como outro qualquer, mas assistindo um vídeo no youtube me trouxe a escrever esse artigo.

Insatisfeito com que presenciei, pois uma doutora na área de física me causou espanto, uma vez que o tema me interessa saber por curiosidade.
Este traduz-se ao referido do formato da terra.


Não estou aqui julgando-a, haja vista, talvez, ela não tenha uma compreensão plena do que disse.

A alegação é que os terraplanistas geralmente são pessoas religiosas, segundo ela “sofre” de ignorância.

Eu costumo alegar que não devemos nos meter com uma pessoa especialista, visto são dotados do saber na sua área.
Isso mesmo, na sua área.

Então questionar o fator religioso sem ter como base fundamento, serve como um tipo de “ignorância.”

O poeta fala e escreve daquilo que lhe encantou à alma.

O cientista daquilo que lhe foi impregnado como os resultados da comprovação provada.

Embora nem tudo posso ser comprovado.

Falamos que a terra é redonda, uma vez que nos ensinaram assim desde de criança.

Acreditamos na gravidade, pois os mestres do saber “provaram”.

Agora, faço a pergunta: como começou a gravidade, e, como ela surgiu? Percebeu? São perguntas que não existe resposta.

Outro dia assistindo num canal famoso, no mesmo site, já relatado, ouvi que um doutor havia sido repreendido, pois falava com uma pessoa não no mesmo nível intelectual dela.

Ainda existe uma coisa muito relevante para se dizer, às vezes uma pessoa mesmo sendo formada numa área ainda não domina todos os campos da mesma, e ainda, mais significadamente não conhece outras.

Fora criada numa família tradicional, onde a religião nunca lhe permeou o saber por completo.

E, diante disso, acredita que o que apreendeu na academia é o fator real de todos os fatos que defende.

Não compreendeu o drama que lhe envolve, porque seu Norte foi esquecido num campo da qual nunca aprendera.

Hoje vou relatar mais uma coisa: nunca discuta com um filósofo ou um teólogo sem ter nas mãos o conhecimento do mesmo que eles têm.

Você “doutor(a), passará vergonha. Não porque eles irão te humilhar, não, não é nada disso! É porque o conhecimento deles é profundo no sentido do começo da existência da sabedoria, isto é, como surgimento do saber, de uma forma mais ampla.

Conversar é uma coisa, mas desafiá-los é outra coisa.

Veja bem, a autora falou que à Bíblia não é um livro científico.

O que não percebeu é que nela já há cientificidade.

Vamos às provas: feitas algumas com capas de couro; páginas de celuloses; letras de tintas de canetas.

O couro é uma matéria do animal; a celulose é subproduto da madeira; tintas são matéria química até da uva.

A erudição não é um fator de restrição quanto ao ponto concreto de provas.
Precisamos irmos nos primórdios da existência; isto é, de quando surgiu.
Não entrei nem no campo dos manuscritos, àqueles dos amanuenses.

O verdadeiro erudito(a) sabe da sua existência, das causas e feitos que ela nos outorgou até aqui.

Não basta dizer: “ela (Bíblia), não nos serve de provas.”

Vamos ser honestos. Sabes algo do seu surgimento, como foi introduzida na sociedade, e o porquê?

É fácil olhar com olhos de censura ou de crítica, mas mais uma vez pergunto, sabes algo a respeito dela?

É fácil para nós falarmos do que conhecemos, pois é do nosso domínio.

Veja amigo, não basta alimentarmos o preconceito contra ela, pois isso, não resolve nada, ela existe.

Sabe ao menos disso: “Toda escritura é dada por inspiração de Deus.”
Mas cara, “eu não acredito em Deus!” Ora, acreditas nos quilômetros quadrados da terra; nos meridianos; na sua redondeza; na velocidade do seu “giro” supersônico; e não queres acreditar Nele, por simples preconceito?

Fostes tu que medites os quilômetros dela? Fostes tu que entendestes do círculo máximo que divide à terra? Fostes tu que medites da sua velocidade girando sobre ela mesma? Pois bem, nada disso podes provar sobre o aspecto que não tiveste lá na hora do seu desenvolvimento no campo de concretização cientifico, e não queres acreditar em Deus pelo simples fato que não podes vê-lo? Ora, mas tu podes ver tais coisas? Afirmar que a gravidade existe pelo simples fato que uma coisa cair no chão, uma vez atraída pela força, não prova da sua existência na compreensão da comprovação empírica.

Já fizeste alguma vez à pergunta: por quê não existe vida em outros planetas e porquê não existe gravidade lá? Já não digo sobre explicações científicas, mas sobre o resultado de só aqui tê-la? Já fizeste honestamente tal pergunta?

Alguma vez perguntaste como Newton conhecia tanto sobre matemática, física e química, e como se tornou mestre na área? Sabias que ele havia devorado os ensinos de geometria de Descartes? Sabes quem é Descartes?

 Só para se ter uma ideia, no seu começo de estudo entrou num colégio chamado La Flèche na páscoa de 1607 e dali saiu em setembro de 1615

“O padre Charlet, parente da família, conseguira para o menino, em função de sua fragilidade física, um regime especial, com um quarto particular onde ele repousaria na cama todas as manhãs.”1 Ora, a pouco dizias que à Bíblia não era um livro científico, mas o que dizer de Descartes, o que ele lia, e o seu método de dúvida? “Penso, logo existo.” – Descartes.

Pera aí, um padre? O que estuda um padre? Teologia, Filosofia etc., então, como fica agora? Cientistas estudando através de padres (teólogos)? Não parece um paradoxo, não querer acreditar nos escritos sagrados e estudar com aqueles que estudam e leem da mesma? A pouco dizias não acreditar que ela fosse científica.

“Ninguém pode conceber tão bem uma coisa e fazê-la sua, quando a aprende de um outro, em vez de a inventar ele próprio.” – Descartes.

“Viver sem filosofar é, propriamente, ter os olhos fechados, sem tratar de abri-los jamais.” – Descartes.

Puxa, agora complicou! Sei tudo de física, matemática e química, mas estarei eu, de olhos fechados aos outros conhecimentos?

“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.” – Isaac Newton.

Geralmente ignoramos o que não nos interessa, pois somos “metres’ e doutores no nosso assunto que dominamos.

Então iremos desprezá-los? Claro que não!

“Newton foi abandonado pela mãe, que contraiu matrimônio com Barnabas Smith, um clérigo rico de setenta e três anos.” 2

Embora não nos é contado quando ele foi mandado para casa da avó, o que podemos saber ao menos teve alguma influência de estudioso religioso.

Eu nem precisava dizer, mas Newton estudou a filosofia de Descartes, ... e a mecânica descrita por Copérnico.

Agora que o negócio irá ficar feio: Newton mais conhecido como físico e matemático, tinha domínio das línguas clássicas e foi profundo conhecedor das Sagradas Escrituras. Segundo a história, ele leu Antigo Testamento no hebreu original e o Novo Testamento no grego.3

O que às pessoas desconhece, é a revolta da ciência, ou podemos dizer, dos cientistas quanto à Bíblia e a religião, se deve ao poder absoluto da igreja nos seus primórdios devido ao luxo e o ócio4 que os fizeram relaxados quanto aos dogmas.

O problema também se dava o fato que na idade média os bispos e sacerdotes, não queriam perder das suas regalias, e, portanto, ameaçavam todos quando viam com novas descobertas que os contrariavam.

É bom também que se diga, que nem todos os bispos e clérigos tinham uma formação acadêmica, assim como reis e governantes.

Muitos ainda eram ignorantes, uma vez que os cargos eram mantidos por tradições, e passadas de pais, parentes e filhos.

Por volta de 1597, Galileu estudou a obra do astrônomo polonês Nicolau Copérnico, que morrera havia mais de 50 anos. Copérnico tinha proposto que a Terra e os outros planetas giravam em torno do Sol. Isso era totalmente diferente da concepção aceita na época, ou seja, que tudo girava em torno da Terra. Acreditava-se piamente que a Terra era o centro do Universo.5

O método de Galileu foi rejeitado pela igreja da época, pois ainda não tinham compreensão absoluta dos fenômenos ocorridos.

Não eram somente uma questão de não aceitar novos ensinos, pois muitos deles nem tinham tamanha cultura para tal aceitação. É isso que devemos ter em mente.

Veja, a igreja tinha uma relação com os ensinos aristotélicos, quanto escolásticos, e vem, Galileu e quebra essa barreira apresentando o método relacionado com à natureza.

“’O livro da natureza está escrito em caracteres matemáticos’ e que, ‘sem um conhecimento dos mesmos, os homens não poderão compreendê-lo.”6

Não era outrora, que, Galileu, estivesse contra à igreja, mas suas pesquisas contrariavam-na no sentido de ensino, pois eles ainda não admitiam outras filosofias científicas, uma vez com uma compreensão “limita”.

Devemos tomar com perspectiva admitida com todos os cientistas seguiam detalhes dos antes deles.

O próprio Einstein, assim procedia. “As ideias lançadas por Newton dois séculos antes se tornariam um caso particular da relatividade geral.”7

Entretanto, nem tudo ele concordava e só admitia, pois não tinha como provar o contrário.

Eu não imagino a gravidade puxar a luz de uma lanterna para baixo. Ora, sabemos que a lanterna solta das mãos cairá no chão, mas não há tanta força que a submeta para trazê-la à terra sem serem aberta às mãos. Assim a gravidade estará sujeita a força das mãos. Agora fica uma pergunta: e a luz?
A luz não faz parte da matéria? A luz não tem peso, portanto, não pode ser jogada para baixo? “Einstein previu que a gravidade tem a capacidade de alterar a cor (ou a frequência) da luz.  Agora ver se percebe à justificativa: 

“Por exemplo, para sair de uma estrela, uma onda de luz tem de ‘ceder’ um pouco de sua energia para vencer o campo gravitacional intenso.” 8

Eu não sei, mas pra explicar a força gravitacional no que se refere a luz, incluíram uma perda de cor.

Assim, quando atiramos uma bola para cima e ela cai em direção ao solo, é porque ela está sob influência da curvatura que a Terra causa no espaço-tempo. Veja que não há nenhuma força agindo sobre a bola. Ela está apenas seguindo a trajetória mais curta nesse espaço deformado.

Você deve estar se perguntando: ‘Então, tudo aquilo que aprendi nas aulas de Física sobre força gravitacional está errado? Sim, está. Mas, como já dissemos, a ideia de força – ou toda a teoria newtoniana da gravitação – funciona muito bem para os fenômenos do Sistema Solar. Só falha, por exemplo, quando se está muito próximo ao Sol, onde a curvatura que essa estrela causa no espaço-tempo começa a ser apreciável. Daí a anomalia na órbita de Mercúrio, planeta mais próximo do Sol, que a gravitação newtoniana não conseguia explicar.9

Conseguimos entender, que nem mesmo os próprios cientistas adequavam-se entre si das mesmas ideias.

A ‘ciência exterior’, - sublinha ele, - insiste muito no fato de que todo o seu valor provém do basear-se, a mesma, na vinculação dos efeitos com as causas respectivas. Todavia, o homem não conhece bem a forma em esses efeitos estão relacionados com suas causas.10

Piloto (1967), lança uma ideia que o próprio homem é que emite inferências voluntárias que ‘prejudica’ a lei.

Portanto, são muitas de nossas vontades estabelecidas por tendências que admitimos, que nos emergem nos pensamentos considerar com regras de vida.

Aceitamos à ciência, mas muitas vezes não queremos admitir à religiosidade, visto já concluirmos não querer.

Queremos admitir uma reputação baseada nas circunstâncias dos títulos adquiridos. Todavia, a cultura fora desenvolvida com o passar do tempo.

Ainda existe um fator preponderante, que é, o fato de uma má interpretação dos outros sistemas culturais.

Quer ver uma coisa interessante? O escritor Dan Brown, com sua publicação do best-seller, Anjos e Demônios, os illuminatis, ganhou destaque como moda quando ele provocou uma dicotomia com efeito bastante preocupante sobre o viés que eles odiavam a religião católica. 11 O que ele não conta é à história de maneira de historicidade. Então, ao leigo, o compêndio (resumo), traz uma verdade escondida que agora veio através de uma ‘luz’ esclarecedora.

Assim, a ação de querer estar ‘certo’, toma efeito quando este parece ou é mesmo um estudioso; porém, há controvérsia quando se conhece a verdade.

A verdade deve ser rebuscada, mas na certeza da verdadeira composição dos fatores reais.

“Jamais conheci alguém que tenha pensado que um espaço não possa ser aumentado.”  - Pascal. Se o homem não tiver espaço para desenvolver a mente, pra que serve o estudo? Estudar mesmo que o assunto já está estabelecido, é de tamanha necessidade.

Sempre estaremos dispostos em persuadir aos outros, aquilo que aceitamos com admissão; uma vez que queremos ser os detentores do conhecimento.

A arte de persuadir tem uma relação necessária com a maneira pela qual os homens consentem naquilo que se lhes propõe e com as condições das coisas que se quer fazer crer. ... Não falo aqui das verdades divinas, que eu não teria coragem de incluí-las na arte de persuadir, pois elas estão infinitamente acima da natureza; somente Deus pode coloca-las na alma e sob a forma que lhe agradar. 12

Encerramos, já sabendo que muitos dos cientistas que aceitamos hoje em dia, como grandes gênios da humanidade, não se distanciaram no sentido de aceitação, em primeiro verificar com destreza o Deus que os ‘perseguiam’, quanto transformá-los como eram – grandes homens.

Não podemos bater de ombros em função de sermos acadêmicos ou não, e não admitir que foram eles que fizeram o que nós somos hoje.

Rejeitar os teólogos outrora, impossível;

Rejeitar os filósofos outrora, impossível;

Rejeitar os hebreus (judeus) outrora, impossível;

Rejeitar os escritos sagrados (Torá, Bíblia), impossível.
NÃO DÁ.

Estudando com toda à destreza e firmeza sobre o viés investigativo, não há como negar tais feitos da humanidade.

Dá pra negar à escrita? Não, ela existe.


Dá para negar os tabletes de barro? Não, ele existiu.

Dá para negar os pergaminhos? Não, o papel existe.

Então, são fatos que aconteceram, e sem eles não teríamos ao menos com ler e escrever.

Negaremos Gandhi só porque foi um hinduísta? “Posso ser uma pessoa desprezível, mas quando a verdade fala em mim, sou invencível.” – Mahatma Gandhi.

Para aqueles que desconhece à história da Índia, Gandhi, através da sua ‘vontade’, em auto submissão libertou ela da Inglaterra.

É claro que não vamos desmerecer o conhecimento, porém, isso não é tudo na vida do homem.

A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto o melhor de uma pessoa. Que livro é melhor que o livro da humanidade?
Não quero que minha casa seja cercada por muros de todos os lados e que as minhas janelas estejam tapadas. Quero que as culturas de todos os povos andem pela minha casa com o máximo de liberdade possível.13

Todos aqueles que conhece à história desse homem, sabe que pelos seus feitos conseguiu influenciar o mundo pelo seu jeito de ser.

Veja o que ele disse: “Um aprendizado acadêmico, não baseado na prática, é como um cadáver embalsamado, talvez para ser visto, contudo não inspira nem nobilita nada.”14

Conclusão

Não estamos querendo nem um ato de aplausos, visto isso fica para os grandes homens; mas a avaliação entre que alguns possuem mais vantagens do que outros no sentido do saber.

Isso também não determina um saber entre todas às coisas na vida. Pense:

O que seria de nós sem o pedreiro, uma vez que são eles que constroem nossas casas.
O que dizer do motorista de ônibus? Eu não sei dirigir este veículo.

O pizzaiolo faz uma delícia admitida por quase todos.

E ainda os professores, que transformam vidas, dando-lhes oportunidades no desenvolvimento da sua formação cultural.

Além disso, outras e outras profissões. São tantas que nem dá para relatar todas aqui, mas sintam-se homenageados.

Não iremos fazer igual a Josef Stálin: “Não há prazer maior que descobrir um inimigo, preparar a vingança, ver tudo feito e, depois, dormir sossegado.”

Existem homens e homens. Mulheres e mulheres. O problema consiste em inferir, qual destes queremos ser?

Os muçulmanos na sua essência, isto é, aqueles que vivem em constância admissão da mesma (religião), dizem que reconhece a precariedade da ciência humana.

Neste ponto podemos dizer que estão certos, pois Deus é maior que a mesma.

É fácil perceber quando não conhecemos o universo por absoluto seu tamanho.

O mesmo se faz quando estudando toda escritura sagrada, uma vez que achamos sempre uma novidade em mais uma compreensão. Parece até sem limites de conhecimento.

A falta de compreensão escriturística ou mesmo a reprovação já acontecia na antiguidade, pois alguns acreditam em outros deuses da natureza.

Paulo atraiu devida atenção na antiguidade entre os filósofos epicureus e estoicos trazendo-lhes a razão.

A fim de convencê-los, argumentou: “Cidadãos de Atenas, vejo que em tudo que se relaciona com religião sois extremamente supersticiosos. Pois quando olhava para vossos objetos de culto, observei entre outras coisas um altar com a inscrição: ‘A um Deus Desconhecido’. O que adorais, mas não conheceis – este é o que proclamo agora”. – Atos 17.22 e 23.

Há coisa que acreditamos e outras que negamos, entretanto, todos querem crer em algo.

Alguns creem veementemente que a ciência é tudo. Esquecendo que fez ela.
“Quando adestramos a nossa consciência, ela beija-nos ao mesmo tempo que nos morde.” – Nietzsche.

Vemos o filósofo falar de modelo de consciência, mas o Apóstolo Paulo já havia dito sobre uma mente cauterizada.

Por fim, vamos ao grande dramaturgo, que muitos aceitam, William Shakespeare, mesmo sendo considerado por muitos um grande teatrólogo, que mesmo tendo saído da religião, ele fora educado por muita influência católica. Portanto, sua sabedoria viera de um sistema que muitos hoje não querem aceitar – dos religiosos. [G].

Referência

1)    RUSSEL, B. Filósofos que fizeram história, Descartes, p.9, s/d;
2)    GOMES, M. A vida e o Pensamento de Isaac Newton, p.13, s/d;
3)    GOMES, B. A Vida e o Pensamento de Isaac Newton, p.61, s/d;
4)    ENGELMANN, A. História da Filosofia no Brasil, p.24, 2015 – editora intersaberes;
5)    MACLACHLAN, J. Filósofos que fizeram história, Galileu, p.13, s/d;
6)    MACLACHLAN, J. Filósofos que fizeram história, Galileu, p.33, s/d;
7)    CURY, F. O Grande Gênio Albert Einstein, p.63, s/d;
8)    CURY, F. O Grande Gênio Albert Einstein, p.65, s/d;
9)    CURY, F. O Grande Gênio Albert Einstein, p.67, s/d;
10)                     PILOTO, V. Humanismo Psicodinâmico, p.15, 1967;
11)                     SIGNIER, J.F. & Reunaud Thomazo, Sociedades Secretas, V. III, p.178, 2011 – Larousse;
12)                     PASCAL, B. Do Espírito Geométrico e outros Textos – Pensamentos, p.33, s/d;
13 e 14) CURY, F. A Vida e o Pensamento Mahatma Gandhi, p.89, s/d.





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