terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O Reinado dos Reis

 Príncipe William será o futuro rei da Inglaterra
Por muito tempo é pregado sobre reis serem reinos, porém não podemos descartar que um reinado tem que ter um chefe supremo, esse chamado de rei, pois num reinado é o monarca a principal autoridade no sistema da monarquia.

Embora possamos admitir que o rei não governe o país sozinho, sua autoridade prevalece, como acontece num país governado por um presidente.

Nos tempos do profeta Elias, o rei era Acabe era o comandante nas terras de Israel e fizera o que era mal aos olhos do Senhor, tanto é verdade que Deus disse que estaria destruindo a casa de Acabe. (ver 2 Reis 9.8).

Passando vários reinados, chegamos agora aos tempos de Jesus Cristo, onde o monarca agora se chama Herodes, e todos estavam sujeitos a sua jurisdição. Confirme: 

E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que também naqueles dias estava em Jerusalém”. Lucas 23:7.

Portanto, um reinado, segue e é regido pelo seu rei, uma vez que sem um rei, não haveria um reinado, visto a monarquia ou o sistema de autoridade ser rígido por alguém que comande.

O próprio Jesus foi considerado rei dos judeus, como é bem tratado no texto bíblico. Confirme: “E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: este e Jesus, o rei dos judeus”. Mateus 27:37.

- Caro amigo, não estou aqui querendo que algum de vocês engula de goela adentro o que estou tentando passar, contudo, não podemos de maneira nenhuma deixar de notar ou perceber a influência monárquica de um rei no comando dum reino ou país.

- Seria incoerência e até falta de honestidade intelectual, não entender que todo reinado é constituído por rei, no qual o principal objetivo é governar seu reinado.

Talvez você possa pensar que, - estou contra aos ensinos pregados quanto que seja que os reinos do apocalipse fazem-se somente dos reinos, entretanto nem hipóteses não podem descartar que num sistema quer seja monarca, ou papal, não se tenha um chefe como cabeça maior.

Pois se assim fora, já não é um sistema de governo, porque neste haveria de ter um governante – para mim, muito claro e simples assim!

O próprio Jesus afirmou que seu reino não era deste mundo. Confirme: Respondeu Jesus: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. João 18:36.



Isso é uma prova que alude da citação Dele, que tem um reinado, e que este seja governado por Ele mesmo. Logo, se tem servos que o sirva, e que seu reino não era deste mundo, isso confirma que este, é um rei também que rege seu reino.

Quando à Bíblia apresenta os sete reis de apocalipse 17.10, mesmo levando em consideração a história secular, não têm como não destacar que o sistema não haveria de ter um rei, visto que mesmo na história houve a prisão do Papa Pio VI fora preso pelo general Berthier sobre o comando de Napoleão Bonaparte. 


Confirme: Em 1796, tropas da República Francesa  sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, num motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, general marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_VI

Portanto, como nos é mostrado pela história, que havia um reinado, e o Papa é que fora preso, quanto extinto seu exército; comprova sobre a luz dos escritos históricos que o rei fora tirado do reinado.

Assim como num reino quer seja, monárquico, presidencial ou parlamentarista, sempre haverá aquele que comanda sendo como principal, dentre outros que atuam no sistema estabelecido no país.

Conclusão

Por mesmo que queiramos desconectar um rei do sistema de um reinado, não conseguiremos quando estudado o contexto historicista, e o contexto bíblico.

José nas terras do Egito teve que revelar ao rei (faraó), o seu sonho, e mesmo como governante de todo o Egito que lhe fora dado para comandar, ficou ainda subalterno ao rei. Confirme: “E tendo toda a terra do Egito fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó disse a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser, fazei”. Gênesis 41:55.

Observou que ainda o rei ou faraó tinha autoridade sobre o Egito, porque o povo com fome veio a ele, e não a José, e que foi ele mesmo que determinou que fossem a José a fim de resolver a fome do povo?

Por isso, que tudo a luz da Bíblia e do seu contexto deve ser observado como que mesmo sendo um poder que quer dominar o mundo, este segue com o seu comandante como real mentor de ordens que mesmo sendo instituídas pelos seus soldados (bispos), suas regras só serão permitidas se assim ele desejar, visto partir o comando na sua própria pessoa como rei.

Então, fica claro e contundente admitir de forma coerente e concreta quanto realista que o homem do pecado a qual cita Paulo. Confirme: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha à apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição...” 2 Tessalonicenses 2:3; seja um rei que governe um reinado é este o Papa de Roma. [Galhardo].


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