quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Oráculos da Divindade


O pensamento que se tem ouvido que só há um Deus não separa Jesus Cristo do Pai, uma vez que Ele disse: “Eu e o Pai SOMOS UM” João 1.30; ora, mas que sentido pode uma pessoa ser um com Deus, o Pai? Logicamente em força e poder porque tinha condições de fazer milagres, prodígios, curas, ressurreições, encarnações etc., por SI MESMO: “Porque nEle habita CORPORALMENTE TODA A PLENITUDE da Divindade” João 14.11.
A palavra PLENITUDE quer de dizer completo, ou seja, podia ter condições de fazer tudo que assim desejar-se que fosse feito.

O Filho dependia do Pai não no sentido Pleno, mas no sentido de humildade, pois não queria demonstrar superioridade diante de Deus, contudo em igualdade: “Eu e o Pai SOMOS UM”; o Verbo SER expressa um afirmação definitiva concreta.

Então não poderia tá afirmando uma coisa que não pudesse ter condições de não possuir; e isso não quer dizer também que não tivesse força e poder para atuar de maneira que quisera-se.

Ademais o profeta Isaías disse que teria alguns atributos que somente um Deus poderia possuir como ser, “Deus forte, PAI DA ETERNIDADE.” Isaías 9.6.

E que o próprio discípulo Tomé que era incrédulo reconhecera ser ele um Deus quando disse: “... Senhor meu e DEUS meu.” João 20.28.

O grande Apóstolo Paulo não ficou atrás e exaltou-o dizendo – “Acerca do Filho diz: o Teu trono ó DEUS, é para todo o sempre.” Hebreus 1.8.

E quando envia a carta para Tito ressalta: “... a manifestação da glória do nosso grande DEUS e Salvador Cristo Jesus.” Tito 2.13.

E Pedro não deixou por menos quando disse que “... na justiça do nosso DEUS e Salvador Jesus Cristo.” II Pedro 1.1; não nos deixa dúvida nenhuma sua divindade.

Os próprios Fariseus reconheceram porque queriam-lhe negarem tal afirmação: “... sendo Tu homem, Te fazes DEUS a Ti mesmo.” João 10.33. Então não há dúvida nenhuma quantos aqueles que acreditam na literalidade destas afirmações bíblicas, a menos que não creiam nas Escrituras Sagradas.

Quanto ao Espírito Santo que é um dos mais citados na hora batismal, “Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” Mateus 28.19. Isso deixa claro sua importância na divindade uma vez que sem Ele não há poder, pois o próprio Jesus havia dito aos discípulos que não sair-se de Jerusalém sem primeiro receber poder do alto, que vinha através de um dos atributos do Espírito Santo.

 E perceba que no batismo coloca-O numa igualdade de divindade quando mesmo sendo distintos, mas forma um Deus único na Grande Comissão de salvação da humanidade.

Ademais o próprio Paulo confirma a responsabilidade da benção na igreja em aceita-lo como divino quando rege uma benção, “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo, seja com todos vós!” II Coríntios 13.13. Ora, se o Espírito Santo fosse uma força ou poder, não seria distinguido de forma individual nesta benção, pois somente já em Jesus a igreja já teria essa disposição de força e poder, porque Ele já possuía e era reconhecida pela mesma.

Na cobra o veneno já é intrínseco e no leão sua força.

Eu sou Pai e tenho um filho que também ele tem um sobrinho que é meu neto, nós somos três pessoas distintas com o mesmo propósito, ser uma família.
Um conjunto único forma uma família que almeja andar juntos, mas somos iguais em comum acordo no objetivo que é ser família, contudo temos distinção, porém somos UM num todo comum.

Não se pode manifestar compreensão plena quando se trata da divindade, na triuna, pois não conhecemos a nível superior, ou seja, celestial como seja realmente uma natureza desconhecida completa de um ser divino, porque temos uma mente terrena e de natureza pecaminosa.

Como poderíamos reconhecer a plenitude de um ser que Nele não existe pecado e nem tampouco carne?

Os que se recusam a aceitar a distinção divina embora conjunta do Espírito Santo, ser um Deus, estão negando a pluralidade da palavra Elohim, ser plural, quando também é usado como “Façamos o homem”, “desçamos”, “vejamos”, e o pior é quando Deus afirmar que “Eis que o HOMEM é como UM DE NÓS” o pronome NÓS faz-se no plural alegando que há mais de UM SER DISTINTO, porque não faz sentido usá-lo se não existir-se mais de um ser divino, porque isso fora dito no céu e não na terra.

Ora existem várias invenções humanas, mas nunca podemos usar um pronome no plural se este não tiver mais de uma coisa ou um ser pessoal.

No caso do batismo de Jesus Cristo se o Espírito Santo fosse uma força ou poder atuante não teria sentido o Espírito Santo aparecer em uma forma de pomba, porque estaria contra a lei do auto comando pessoal, ou seja, de domínio, pois essa apareceria numa pessoa que no caso seria o próprio Jesus e não numa pomba. Porque a força ou poder estaria na pomba em vez de Jesus se isso fosse verdade? Ora, não tem sentido nenhum isso!

Mesmo que alguns queriam alegar que a pomba signifique mansidão ou qualquer outra coisa, todos há de concordarem comigo que, em nenhuma pomba não vemos nenhuma força e muito menos poder.

Qual o sentido do mostrar mansidão numa pomba diante dos fatos do batismo uma vez que era um ser humano? Não seria mais lógico dizer que o Espírito Santo apareceu em forma de pomba, pois todos necessitam de mansidão para com Ele atuar nas transformações de almas? Estaria o Espírito Santo alegando que Jesus Cristo não teria mansidão suficiente por isso precisava Dele constantemente, porque se não agiria de forma errada no trato com os seres humanos? Impossível de aceitar essa afirmação!

Por mais que não queiram aceita-lo sobre várias alegações e pretextos ser Ele um Deus quanto à luz da Escritura Sagrada, não há como fugir, ser Ele um Deus.

A pluralidade no batismo confirma a existência de três seres distintamente com o mesmo objetivo porque houve uma atuação de aparição conjunta, Jesus Cristo sendo batizado, o Espírito Santo em forma de pomba e Deus com sua voz dizendo, “Este é meu Filho amado em que Tenho muita alegria.”.

Não há como negar a importância desse conjunto! Não seria lógico pensar que uma pomba seria comparada ao humano uma vez que não pensa, e não teria sentido apresentar uma força ou poder como resultado de separação do ser divino.

Conclusão

O resultado quando se estuda é que não há como negar que, tanto Jesus Cristo e o Espírito Santo são seres divinos e distintos do Pai, como uma Trindade Revelada na compreensão humana, mas nunca numa compreensão mais acurada completa, por que quem poderia entender a complexidade de um Deus eternamente incompreensível no sentido absoluto?

Se não podemos entender de forma clara e completa cada pessoa, como poderíamos suportar tal entendimento divino? Não compreendemos direito a forma dos espíritos (anjos), muitos menos ao Criador (Elohim). Entretanto o que nos foi suficiente ao entendimento, já basta! (G).

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