quinta-feira, 11 de abril de 2019

A Religião

                               

Seria bom entender que não estamos levando o leitor para todas religiões; e também não dispusemos em pactuar todas com entendimento específico. O que queremos conferir está na disposição entre circunspecção de uma modelagem ao complexo deste conjunto.

É preciso antes de começar definir o que seja religião. Segundo o dicionário, Soares Amora da língua portuguesa, define como: 1. Crença e força ou forças sobrenaturais que teriam criado o Universo e a quem seria devido o culto; 2. Sistema religioso; 3. Devoção.

Sabemos que podemos dizer hoje que existe uma infinidade de sistema religioso, isto é, várias formas de adoração. Mesmo que tenham seitas ao que se trata de reuniões com propósito do sobrenatural, assim mesmo estamos, por conseguinte incluí-las nesta verificação.

O homem ainda que não queira crer neste sistema, ainda assim procura desvendar de forma subjetiva e até com cientificidade o que não se quer crer.

O não crer estende-se numa forma de crença, visto que para não acreditar se precisa de forma de crença naquilo que não quer se crer.

Diante disso, o homem precisa formar um tipo “religioso” para não se ter crença.

De fato, o mundo no sentido do sobrenatural existe mesmo para aqueles que não quer sustentar esse fato concreto.

Relatos são presenciados em cada momento da nossa existência. 

Sentimos o vento em nossos rostos, presenciamos o clima, o gelo que aparece de um surgimento de baixa temperatura que mesmo que a ciência possa explica-la, não a apresenta como iniciou-se essa transformação. Embora que sejam fatores naturais, uma vez que nos acostumamos, não conseguimos definir seus primórdios. São tantos eventos, tantos casos místicos, tantas visões especiais que não dá para crer em algo milagroso.

Compreendemos quando nos falam, pois estamos habituados com nossa língua, mas já se perguntou: como surgiu ela e como desenvolvemos vários tipos de sons? Como adquirimos tantos linguajares? São perguntas que mesmo que a ciência e a história nos tentem explica-las, não chegaremos ao âmago das respostas.

Os sons dos pássaros, o rugir dos leões, o relinchar dos cavalos, o ruivo dos lobos etc. Como adquiriram tamanha capacidades de fenômeno acústico?

O homem se viu sem solução, não entendia como tudo outrora surgiu, e o que fazer para responder tamanhas indagações da consciência.

Viu-se obrigado em levar seu julgamento para o campo sobrenatural, visto não lhe exercita resposta contundente. Como explicar às cores do arco íris? Já não digo de forma do aparecimento se é que me entende, como surgiu todas às cores reais? Qual foi seu começo? Produto do acaso? Não dá, isso não responde!

Os costumes são aceitos porque não nos perguntamos ou pensamos nos seus objetivos. Tudo para nós nos parece natural, cada palavra, cada som, cada cor, cada manifestação diariamente bem como a vida. Porém, como apareceu? As explosões estelares mesmo para os cientistas e formas que surgem, assim mesmo, o porquê deu-se isso? Conjecturamos e conjecturamos, parece que queremos dá significado naquilo que não compreendemos muito bem.

Não queremos de forma nenhuma atentarmos para o sobrenatural, para algo acima de nós porque nossa presunção de “sabedoria” quer estabelecer e que repousa em nós todo o conhecimento.

Não estamos aqui escrevendo para inocentes, para ingênuos, aqueles que acreditam que haja um surgimento pela casualidade.

Tanto quanto se sabe, tudo não pode chegar-se à suma do vivei, ou seja, o resultado final das coisas, isto é, apareceu do nada.

Vamos pensar sobre nossa vida, sobre nossa velhice, sobre o passar dos anos. Desenvolvemos um calendário para que tenhamos uma mediação dos tempos. Claro que estamos aqui definindo uma razão para compreendermos a idade dos tempos; mas sobre a consciência, a mentalidade, como aprendemos a pensar desse jeito? Como adquirimos sabedoria para desenvolvermos tal composição de compreensão?

Chegamos então a conclusão que possa existir algo que explique tudo isso, entretanto, não está ao nosso alcance no sentido compreensivo.

A imaginação daquilo que outrora nos formou para elucidar tal reflexão, formou-se o poder mágico em querer compreender daquilo que não abrangemos.

Comprometidos em buscar acerca de sentidos mesmo que sobre fantasias e imaginação, subjetivas ou concretas que isolados ou conjunto nos envolvemos em refletir tais enigmas.

Como nasceu o intuito de um Deus? Ora, não se pode aderir algo sem primeiro saber se existe? Pode ser até que tenhamos a cautela de querer aceitar em algo que não exista, mas ainda assim há em nós a dúvida.

Se queremos acrescentar algo devemos fazê-lo que um grupo nos aceites, isto é, um modo de pensar igual.

O homem olha e ver o vulcão impulsionando das suas larvas para fora, os furacões do seu rolar das ventanias, a terra tremendo e o mar com suas ondas gigantes expulsando-as em direção as margens. Onde estar os parâmetros de tudo isso, como isso formou-se no sentido primórdio da contemplação do conceber? Não dá, existe algo incompreensivo!

O ser humano, verifica toda essa efervescente transformação diante dos seus olhos, e assume um compromisso em adorar.

Mas para fazê-lo precisa-se desenvolver algo que se adore. Adorar o que? As nuvens, os ventos, o clima, o sol, a lua, as estátuas etc.

Isso não resolve o problema, porém, quer preencher sua peculiaridade que o incomoda.

Para preencher o vazio que o interna sobre um ideal de respostas, funda um sistema. Sistema cientifico, sistema místico e sistema religioso.

A ciência quer uma resposta; o místico só quer saber que tem algo obscuro; e, o sistema religioso sabe que não existe algo sem um Deus que fez tudo isso.

Para manter cada valores, eles concluem sobre formas de verificações das suas ideologias pesquisar.

Se já foi expressado que nem tudo existe resposta, o mais certo é crer naquilo que não se pode entender.

Se o homem contempla mesmo que não veja como o caso do vento, logo seria mais óbvio crer naquilo que sente. Não é o crer de cegueira!

O cego sabe que existe, mas não crer sem sentir.

Ele pode está na escuridão, entretanto, anda sentindo às coisas para compreendê-las.

O homem pode achar que houve religião nos primórdios da sociedade, mas dizer religião não é uma maneira adequada de dizer sobre aqueles que criam num Deus.

Os passados dos tempos com muitas indagações que houvera tal surgimento de nomes religiosos.

Nomes dados para a fim de defenderem das suas posições. Dogmas inventados (alguns bíblicos outros não), para sustentar das suas preferências.

De exemplos citamos: A fixação do homem às coisas (Sol, lua, clima, pedra); O fogo e água; da tribo de Judá, o judaísmo, fariseu e saduceu; cristianismo; hinduísmo; etc.

Os vestígios apresentam que o homem procurava desenvolver uma posição profunda de intercambio com algo que em muitas vezes sem compreender quereriam respostas às suas indagações.

Os resquícios de achados antigos e a atmosfera que nos permeiam atualmente nos dá elementos para acreditar que o homem precisa de algo para que possa captar a fim de querer preencher aquilo que falta.
As religiões tentam trazer algo que possa favorecer tais questionamentos. Conquanto pareça favorecer o homem no aspecto resultantes de empoderamento do saber mítico, nem toda preenche tal interpolação.

Para os cristãos sobre o consumo do espírito de Jesus o homem se preenche no sentido de saber que tudo fora formado por um criador.

Mesmo dentro da humanidade culta que existem, muitos acadêmicos formados, pode-se dizer um tal aspecto de ignorância no sentido absoluto espiritual.

Segundo Bright (1969), J.B. Phillips, em seu prefácio ao livro Cartas às Igrejas Novas fala sobre a tragédia da ignorância espiritual de muitos intelectuais. “Um dos fenômenos curiosos dos tempos atuais é o de considerar perfeitamente aceitável a ignorância profunda quanto à fé cristã. Homens e mulheres que se envergonhariam grandemente de evidenciar ignorância em assuntos de poesia, música, ou pintura, por exemplo, absolutamente não se perturbam se for descoberta sua ignorância quanto ao Novo Testamento. O fato é que se verificam afirmações às vezes feitas por intelectuais, em seus próprios escritos, nas quais, com exceção de algumas coisas que decoram na infância, eles não revelam qualquer conhecimento do Novo Testamento. Muito raramente eles dão atenção honesta, inteligente e adulta aos escritos do Novo Testamento, mas decidem que Jesus foi simplesmente um homem mal orientado. Outras vezes concluem que toda religião cristã está baseada num mito. O fato não é que esses homens tenham dado séria consideração ao Novo Testamento e o tenham achado espúrio, e sim que eles jamais lhe deram a atenção merecida. Insistamos com nossos intelectuais e incentivemo-los à leitura dessa notável coleção da literatura cristã primitiva. Convém permitir que essa ignorância quanto ao que o cristianismo ensina e pratica seja exposta e apareça como ela realmente é, uma simulação intelectual. O crítico da religião cristã mal informado deve ler particularmente os Atos dos Apóstolos. Aqui está um registro simples, sem verniz, consciencioso, do comportamento e dos atos de um pequeno grupo de pessoas firmes em sua convicção de que Jesus estava certo em Suas afirmações.” (BRIGHT, B., Revolução Já, Editora Betânia, 1969 págs. 49 e 50).

Então, mesmo dentro da crítica das religiões, são formadas de crenças resultantes de concepções de dogmas estabelecidas por alguns homens. Entretanto, uns sem fundamentos mais concretos, mas levando somente à criatura no sistema de crença nela.

Quanto aos estudos devemos tê-los em mente sobre mais testemunhos e comprovações, já que a CIÊNCIA exige dos acadêmicos, e, portanto, que trouxemo-las sobre o viés dos estudiosos.

Quero destacar que não entro em fase de quem não conhece do que fala, contudo daqueles que são verdadeiros pesquisadores do assunto permeado diante dos vossos olhos.

Ninguém pode impedir que uma pessoa adore uma pedra e nem tão pouco que creia em bodas de café, mas sejamos ao menos coerentes, não presenciamos estudos concretos sobre isso no sentido resquícios de conhecimento de verdadeiros resultados.

Pode-se admitir que a “religião” ensine-o a acreditar em fantoches e que há prazer no exibicionismo na nudez quando se apresenta aos outros; ou mesmo que seja bom relacionamento promíscuo. Mas uma coisa é dizer para se crer, e outra, é a certeza que isso seja realmente necessário.

Na igreja de Corinto havia tal profanação e existia o costume até Paulo combater.

As religiões podem te influenciar para aquilo que não seja certo a fim de adquirir dos seus “objetivos”. Um exemplo claro, é o suicídio em massa.

Por que há tanta ignorância quando se refere às disciplinas religiosas? Muitas vezes porque o homem adere daquilo que o seu ego quer sobre diversão de prazeres.

A religião verdadeira compõe-se de pretensões favoráveis ao homem, mas não no sentido de prazeres carnais.

O homem é maldoso por natureza, portanto, sua intenção estará sempre voltada ao mal.

Deus quer que o homem seja espiritual para poder moldar-lhe. Jacó expressou: “Tenho visto a Deus face a face e a minha alma foi salva”. (Gênesis 32.30).
A religião com um viés em formar o homem no aspecto humano sem ajuda do divino só o levará para um falso reavivamento.

Se a religião apresentar aos homens dogmas infundados sobre os pontos de vistas de homens o resultado é uma religião vã.

Não seja inocente ou ingênuo, estude para compreender qual o sentido de tudo que há no mundo.

Não se deixe levar por homens que seu intuito está em formar uma sociedade para seus benefícios.

Providencie compreender que a história demonstra o que é certo e errado quando estudamo-la com honestidade.

“O livro de Atos e as Epístolas do Novo Testamento dizem mais a respeito do sentido da iniciação cristã do que sobre as minúcias de sua ministração. Seus dons de graça compreendiam: perdão de pecados, regeneração espiritual (isto é, renascimento) a presença permanente do Santo Espírito, a incorporação na Igreja com todos os privilégios, e a promessa de vida eterna. Os seguintes tópicos sumarizam o modo pelo qual esses dons de graça eram concedidos: 1. PREPARAÇÃO PARA O BASTISMO... 2. O MODO DO BATISMO... 3. O NOME DE DEUS. ... 4. A IMPOSIÇÃO DAS MÃOS... 5. [A UNÇÃO COM ÓLEO] ... 6. O MINISTRO DO SACRAMENTO.” (JR.M.H.S. Adoração e Vida, 1957, 193-197).
Por esse motivo que devemos ler e bem o que nossas religiões e os homens estão dogmatizando.

“Os que se metem a dar preceitos [dogmas] devem considerar-se mais hábeis do que aqueles a quem os dão; e, se falham na menor coisa, são por isso censuráveis”. DESCARTES, R. Vida e Obra, p.30, 1987.

Pois bem, mesmo demonstrando sobre o aspecto de luz natural do homem do qual ele esteja definindo-o como saber que o tenta revelar-se sobre o manto do divino, o cuidado deve ser constante, uma vez que na função sobrenatural, segundo Descartes, esse exercício é função do teólogo e não de qualquer um que se auto intitula conhecedor dos mistérios de Deus. E por isso, quer proceder como assunto de doutrinas daquilo que impõe da sua própria consciência.

E para compreendermos bem as leituras da história que nos contam, e que temos que olhar o passado, mais ainda de maneira sobre o estudo atento que o que ela quer nos ensinar.

Aqui não estamos defendendo o cristianismo, embora pareça, mas sobre a presença atenta aos fatos que acontecera sobre o império, que como livro de Atos dos Apóstolos, e do Império Romano.

Não há como negar a centralização de poder de Roma quando os Apóstolos existiam. Por isso, o olhar mais contundente no livro referido.

Para tal, vamos destacar os deuses que existiam na época. Vamos só salientar que o título posto já resultaria de divindade: Augustus, Diana, etc.

Os historiadores cristãos afirmavam sobre um tipo de deus na época de Tibério, após Otávio Augusto, o deus baco. O deus do vinho, música e danças.

No governo de Tibério e de seus sucessores segundo Vicentino e Dorigo (2002), foi marcado de intrigas, conspirações e perseguições. Foi um dos impérios mais corruptos e de imoralidades que existiu. (VICENTINO, C., & DORIGO, G., História Geral e do Brasil, 2002 p. 88 e 89).

Portanto, a religião (era a adoração aos deuses e seu patrono (rei, “divino”)) pode levar ao homem aos erros dos seus dogmas.

A Palavra de Deus (Bíblia) afirma que a religião verdadeira está em atender os órfãos e viúvas em suas aflições.

Claro que isso é uma perspectiva humanitária da qual a religião cristã é formada; porém, mais que isso, está em atender às exigências dos valores estabelecidos sobre a consciência do seu surgimento (homem), e das suas indagações.

Então é aqui que surge a religião indagando do surgimento de todo o ser tanto animados como inanimados. Das bactérias, das transformações espirituais, de um novo homem, de misticismos e do divino.

O espírito do saber é inerente ao homem. Incluem-se ainda assim, os seus ensejos neuropsicológicos que estabelece funções de pensamentos que raciona.

Não há como negar o desejo de aprender, mesmo que isso não seja sua principal fonte, o captar do desejo da verdade é fonte de sobrevivência no sentido do querer ter conclusão do certo.

Segundo Alves (1981), Freud convenceu-se que os desejos, por mais forte que fossem, estavam condenados ao fracasso. (ALVES, R., O que é religião, 1981, p.92). Eu discordo veementemente, pois os homens atendem-se e tendem-se a cumprir daquilo que anseia.

Embora estivesse falando dos fracassos terrenos no que se refere ao homem mortal, o cristianismo ensina sobre a imortalidade, isto é, da eternidade. Fato por isso, rebatido por mim e por muitos que acreditam na eternidade e quando testemunharam de muitas ressurreições dos primórdios cristãos.

Concluem-se que muitas religiões podem serem boas, mas nem todas. A religião fora inventada pelos homens com propósito de satisfazer as indagações que precisavam de respostas, e que eles estavam necessitando de buscar algo mais para suas vidas.

As civilizações hebraicas, fenícias, persas etc., tiveram seus deuses a fim de satisfazerem das suas escassezes que outrora verificavam-se.

Para além disso, os homens foram influenciados em adorações falsamente compostas por objetos, astros, zigurates e templos que pretendiam-se resolver ressaltar resoluções de alguns problemas, de fontes, de reinados que muitas vezes os oprimiam.

Os homens não só contentaram com os deuses, mas além disso, eles pediram que reis estivessem no meio deles, pois das suas necessidades eram grandes.

Somente com a verdadeira pesquisa pode-se situa-se bem o que seja necessário atualmente, seguindo sempre o princípio que existe o certo e o errado e ainda em meio ao errado.

O certo é saber que houvera homens que presenciaram dos fatos concretos e assim trouxeram para nós com profundo fundamento e importância.

Esse pequeno objeto de pesquisa pode comprovar que houve sempre uma precisão em desenvolver o contato com o sobrenatural, mesmo para aqueles que negam tal submissão.

Quando compreendemos dos grandes homens da história percebemos que a história não se enganou: homens como: Faraós, Ciro, Dario dentre outros; e deuses: baalins, Sol, Astartéia, que representava a adoração a Lua e fecundidade; assim como antigos impérios: Mesopotâmia, Palestina, Egito, Israel etc., entendemos que nossa garantia estará fundamentada não em homens que erram e nem tão pouco em “religiões”, mas em entendimento correto do que realmente o homem precisa para preenchimento das suas representações dos pensamentos que muitas vezes são obscuros ao fato de saber das existências.

Por fim, é inerente ao homem um querer compreender da sua existência e quanto a tudo que o envolve e incomoda-o, pois, tendo essa necessidade e demasiada vontade em descobrir o que versa no seu imenso mundo adentra muitas vezes em acertos e erros. E, portanto, a atenção em julgar deve ser nosso maior raciocínio a fim de saber se algo está certo ou errado sobre os parâmetros da verdade verdadeira.

“Enfim, quanto às más doutrinas, pensava já conhecer bastante o que valiam, para não mais estar exposto a ser enganado, nem pelas promessas de um alquimista, nem pelas predições de um astrólogo, nem pelas imposturas de um mágico, nem pelos artifícios ou jactâncias de qualquer dos que fazem profissão de saber mais do que sabem”. Descartes, R. Vida e Obra, p. 33, 1987.

Descartes sendo administrado por homens dos saberes vê-se obrigado em deixá-los no intuito de descobrir por si só o que realmente acontece na natureza dele e de outros na realidade concreta dos fatos, e não somente em função de fantasias pré e pós estabelecidas por eles mesmos.

Na sua composição de pensamentos abstratos e concretos verifico-os que há diversidades constantes e não somente isso, mais ainda no caminhar com segurança no mundo em atento desejo de aprender a distinguir o que é verdadeiro mesmo.

O pequeno tratado aqui apresentado aperfeiçoa o resultado nas escolhas que devemos ter em franco aspecto de que caminho estamos seguindo. Assim, ao observarmos com mais resiliência verificaremos a valia da minha opinião se compõe de desdenha, condenação ou pura veracidade. (G).



Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
http://igrejaremanescente-igrejaremanescente.blogspot.com.br/* Serão permitida reprodução total quanto parcial, onde poder ser incluídos textos, imagens e desenhos, para qualquer meio, para sistema gráficos, fotográficos, etc., sendo que, sua cópia não seja modificada nem tão pouca alterada sua forma de interpretação, dando fonte e autor do mesmo. P.Galhardo.

segunda-feira, 11 de março de 2019

O amor é maior que a lei.



O homem é levado a acreditar que muitas coisas sobre o aspecto pessoal são resolvidas a ferro e a fogo, mas o que nos leva talvez a isso são os nossos costumes.

Vivemos numa sociedade que nos influenciam que temos a obrigação que o que vale é nossos ditames, regras e leis, esquecendo-nos do amor.

O amor como foco resolve quase todos os conflitos.

Não dá para não sermos expostos aos pecados que somos envolvidos que nos cercam.

O profeta Isaías alegou: “Habito no meio de um povo de lábios impuros”. (Isaías 6.5).

E quando algo de ruim acontece dependendo do ocorrido queremos logo fazer justiça, cumprir nossa lei que acreditamos que estão certas.

Sempre levamos e levantamos que estamos certos e o errado é o outro. Talvez fazemos isso no intuito de inconscientemente acreditar que somos individuo justos.

A razão nossa está no campo de atuação do que queremos enxergar, pois se direcionamos nossa visão somente em nós não veremos a do outro. Primeiro pela nossa natureza pecaminosa e depois porque não amamos.

A amar outras pessoas é um ato difícil. Nossa preocupação sempre estará em mostrar leis das quais muitas vezes não seguimos, visto a lei do amor é uma delas.

A Bíblia em fator de amor apresenta que Deus faz chover entre bons e maus, uma vez que seu amor é intrínseco nele, e, portanto, não têm como não ser de outro jeito. O amor transbordar lhe.

Estamos sempre dispostos em mostrar leis para os outros e querer vê nos corações dos outros cumprindo-as; entretanto essa “luz” que almejamos apresentar só serve para cumprimento dos nossos objetivos, nada de transformações.

Quando o jovem rico se aproximando de Jesus e alegando que tinha cumprido toda a lei, o Mestre mostra da sua necessidade: “vai vende tudo que tens e dá aos pobres!”

Você consegue admitir que isso é um ato de amor?

Você vê que a necessidade de um pobre se faz em comer, vestir-se, ter onde morar e ter um pouco de dinheiro etc.?

O jovem rico era um cumpridor da lei, porém, sem amor. Amar é essencial na trajetória do cristão verdadeiro.

Amar o próximo.

Eu vejo muitos cristãos falando de leis, de cumprimento e de que nós precisamos cumpri-las, contudo, muito pouco se fala do amor; do cumprimento dessa lei.

Não se engane amigos em pensar que cumprindo toda a lei e sem amor você irá conseguir os privilégios de um Deus de amor.

Você já parou para pensar na vida de Jesus? Já olhou com mais atenção como Ele agia frente às pessoas? Já analisou com mais cautela qual a primeira coisa que apresentava e que queria mostrar aos homens? Se nós prestarmos a devida atenção saberemos que é o AMOR.

Seu interesse não estava em mostrar em princípio leis, mas em como ser apaixonado pelos os outros frente às suas necessidades – o amor.

Seu ato central estava em fornecer a bondade. A Igreja ao que parece quer primeiro estabelecer leis para os homens cumpri-las em vez de oferendas de amor.

E como se ama? Se ama em atender às necessidades dos outros.

Até na Ceia do Senhor foi-lhes oferecido o pão e vinho.

Percebeu? Jesus, deu-lhes o que comer.

O oferecimento da comida poderia ser traduzido como um ato de amor, uma vez que o alimento trata o que nos causa dor.

Se uma pessoa estiver com fome, você irá dá-lhe um livro para que se leia?

A lei é importante, contudo jamais ficará no lugar absoluto do amor.

O amor transcende toda a forma de cumprimento da mesma lei.

A lei é um cumprimento de normas estabelecidas, mas o amor não.

No amor não existe leis frente a uma prostituta em ser apedrejada.

No amor não existe leis frente a um ladrão na cruz.

No amor não existe leis frente a um cobrador de impostos rejeitado pela sociedade.

Aquele que ama reconhece o sofrimento daqueles que estão envolvidos em circunstâncias muitas vezes difíceis de serem compreendidas até mesmo por eles mesmos.

Certa vez ouvi um discurso de um pastor: “melhor que ele seja excluído, pois não nos causará coisa pior!”

Se esse discurso determina um ato de amor, então a igreja está no caminho errado.

A trilha envolve em seguir os passos de Jesus Cristo, e dele, amar.

Veja que estou demonstrando o que cogito ser necessário ao homem, mas sei que diante dos fatos o esquecimento lhe vem.

Cabe à mesma reflexão na hora do acontecimento, saber esperar em vez do ímpeto.

O pensar em momento certo segue um raciocínio mais eficaz para se resolver um problema.

Precisamos duvidar dos nossos pensamentos e fazer a pergunta: Estão certos? “Se duvido, penso”. “Leva ao cogito: ‘Penso, logo existo’ (Cogito ergo sum).

Não estou aqui dizendo que devemos pensar somente em nós, mas nos outros também.

Se pensamos somente em nós, somos egoístas.

A realidade de um fato pode nos acontecer quando envolvido num problema em apelo para nos beneficiar sem darmos conta do próximo.

Ele nos parece distante, pois estamos sobre o manto da nossa justiça – da nossa lei que argumentamos serem melhores.

A ideia que estamos certos argumenta de maneira inconsciente impressa em provar que somos corretos e que os outros estão errados.

O Deus da religião é diferente do Deus do amor. A religião impõe condições sobre realidades de expressão que presencia, mas Deus não, pois consegue transcender os pensamentos humanos.

O amor dele resulta da sua própria natureza, e essa em onisciência.

O homem se faz forjado pela sua perspectiva, pelo viés ideológico, pela sua natureza pecaminosa ante o arcabouço da sua própria razão em benefício próprio.

Não há como fugir dessa realidade, o homem quer pra si as benesses da vida individual.

O homem quer conquistar, quer mandar, quer ser o tal.

Todavia, Deus diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. – Mandamento.

Mas alguns irão dizer: “eu amo meu irmão quando lhe apresento às leis de Deus”. Ora, leis são cumprimentos de normas.

Amar é tirar de si e dá aos outros daquilo que é seu.

“Vai, vende tudo que tens e dá aos pobres”. Percebeu? Não? Eu sou cumpridor da lei, diz o rico. Jesus, porém, lhes diz: “Cumpridor?” “guardas-te toda lei, mas esquecestes do amor”.

O amor em reconhecer às necessidades de outros.

Amor em não ficar em argumentos, contudo, nas ações.

Deus não se restringe nas religiões, pois seu apelo está no amor, em ser.

O que nos envolve então? Temos que diferenciar das memórias e das razões.

As memórias nos trazem daquilo que nos ensinaram e guardamos para agir no que julgamos ser proceder correto. E razão envolve em estarmos sobre um fato concreto em raciocínio do mesmo e estabelecermos pensamentos a fim de temos ideias de como devemos resultar.

Queremos termos razão, mas muitas vezes não é a razão que temos, entretanto, memórias a fim de defini-las.

A razão pode está enganada, visto a razão não é, são memórias pré-estabelecidas sobre a razão.

Como assim?

Aquilo que o homem foi ensinado resulta na sua maneira de ser.
Então, a memória dele permeia-lhe o seu corpo tomando a sua razão.

As memórias formam sua razão, porém, a razão pode estar errada pelas memórias.

Diante disso, o homem pensa está fazendo o bem quando na verdade não está devido que na sua memória estará entre outras coisas o cumprimento das leis.

O envolvimento em tê-las como primordial ao que parece supera o amor, coisa totalmente contrária sobre o aspecto da bondade.

O fato de o jovem rico apresentar ao messias o que fizera sobre que a praticava que bancava demonstra isso.

Ele se ver um homem com razão, pois foi cumpridor das leis que outrora lhes impuseram pelas suas memórias às lembra. Contudo, sua razão é levada a lógica que as leis que cumprira não é amor, mas somente obras de ações próprias.

Nutri em si o eu, o que todos os homens perseguem, satisfação própria.

Eu quero demonstrar que sou o todo poderoso, sou o que sei mais, sou melhor porque sou CUMPRIDOR DAS LEIS QUE ME ENSINARAM. As minhas memórias me trazem assim.

Destaco que as memórias são essenciais aos homens, mas que memórias?

O jovem rico não só trazia na memória a “vantagem” em ser cumprido das leis como riqueza.

Jesus Cristo diz: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: é muito difícil um rico entrar no reino do Céu. E digo ainda que é mais difícil um rico entrar no Reino de Deus do que um camelo passar pelo fundo de uma agulha. (Lucas 19.23 e 24).

O rico queria crer que sendo cumpridor das leis teria uma vantagem sobre os ditames das regras de salvação.

Lendo o contexto percebi mais radicalismo de Jesus Cristo quando diz aos discípulos que: “E todo os que, por minha causa, deixarem casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras receberão cem vezes mais e também a vida eterna. (Verso 29).

Falta de amor, Dele? Não, dentro do contexto vemos um jovem rico arraigado pelas suas memórias sem razão, sem amor, pois guardava no seu coração o seu maior tesouro – sua riqueza.

Estaríamos nós somente preocupados em sermos cumpridores de leis?

As nossas memórias nos fazem verdadeiros homens de Deus ou só de leis?

As leis estão acima do amor?

Todas essas perguntas não necessito que me respondam, mas que digam pra si mesmo sobre o aspecto da razão.

Essa razão que sobre pensamentos profundos transcendem às nossas memórias.

Para concluir, não devemos nos esquecer que alguns reis caíram por se acharem orgulhosos do que tinham e que até se acharam divinos.


O rico caiu por amor a riqueza. O amor não era para com o próximo, mas para si mesmo.

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sábado, 9 de março de 2019

A Salvação é de graça porque foi paga na cruz


Deus me deu esse sonho:

"Pela graça sois salvo mediante a fé."

O que é graça?

É um mérito adquirido sem merecer!

Então se é de graça a salvação, por quê todo mês tenho que pagar?

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

A V A I D A D E de todos nós.


Outro dia estava pensando no assunto para escrever aqui no meu blog, mas acabei desistindo. Eu não havia da chama para assim fazê-lo. Podemos dizer que aqui serve mais como um diário do que um ARTIGO ESCRITO.

Então vamos lá. Agora são exatamente 3.10 da manhã e comecei a meditar desde às 2:00 horas quando me acordei.

Outro dia havia sido bloqueado por uma pessoa na minha rede social e no momento que isso aconteceu fiquei com raiva, mas o pior foi ter me sentido um verdadeiro IDIOTA com letras maiúsculas, não porque ela havia me bloqueado, mas porque não pensei que isso pudesse acontecer comigo.

Eu não estou preocupado realmente por ela ter feito isso, não é isso! O fato é a possibilidade de não ter pensado, pois sou um cara que sempre pensei sobre muitas coisas, mas não tanto quando depois de ter acontecido isso.

Depois desse fato tudo mudou na minha vida, tanto que nem pareço ser a mesma pessoa agora.

Sinto que tudo que eu fazia estava voltado para minha V A I D A D E, sim, porque somos sempre vaidosos.

A vaidade é um mal que devemos excluir da nossa vida para sempre. Eu quero deixar claro que estou escrevendo isso agora não por mais vaidade, mas por COMPROMISSO com meus leitores.

Já faz algum tempo que ando testando psicologicamente a vaidade, mas sem perceber que este mal estava inserido em mim.

Estamos sempre postando coisas nas redes sociais e em sites etc., e muitas vezes não passamos sem eles durante sequer um dia sem entrar nelas.

Estamos aprisionados por todos esses sistemas que inventaram para nos vigiar e pesquisar sobre nossas vidas.

Através dessas mídias sociais às pessoas descobrem como somos, como agimos, do que gostamos, do que necessitamos e porque não dizer do que pensamos.

Que alívio me sinto agora por saber que não preciso mais delas!

Eu só não me excluo de todas elas e desapareço, visto ter um COMPROMISSO com meus leitores e aqueles que um dia no passado acreditaram em mim.

Antes fazia tais coisas por V A I D A D E, porém, agora por C O M P R O M I S S O.

Outrora, não vou dizer que não fui tocado por Deus para assim fazê-lo, pois estaria mentido se assim não procedesse, todavia algumas vezes pelo fato saber da minha importância.

E quanto mais a pessoa sabe da sua importância na sociedade, né, mas VAIDADE elas têm.

Eu poderia ter esse mal, mas sempre procurei ser sincero.

Acredito que a sinceridade está acima até dela.

Eu não tenho o desejo de ofender ninguém, mas, muitas mulheres têm mais esse mal que os homens. Ora, eu não estou falando dos princípios da beleza que podemos até inclui-los aqui, mas muito mais de suas formas de serem.

Elas agem sobre a perspectiva da sedução e das verificações que os homens têm sobre elas, e, portanto, da sua maneira de possuírem os meios para até adentrarem nos pensamentos dos homens.

Talvez a causa por Deus não as fazerem de “sacerdotisas”.

Contudo, mesmo trazendo uma pequena reflexão sobre elas aqui, não quero entrar mais sobre as mesmas porque ainda carecem de mais pensamentos aprofundados e a suma aqui nos trazem para dentro de todos nós e não somente sobre elas de realidade.

Os homens não estão fora desse contexto e até quem sabe pior por quererem terem mais do que podem.

Ah, aí é que tudo se complica de vez, pois trazem no seu amago o prazer de domínio e de conquista.

Querem sempre mostrarem que estão por cima e que podem tudo.

Outro dia, num dia qualquer, mais precisamente num dos meus trabalhos, estava conversando com uma pessoa e trate-a como uma pessoa comum, e logo vi da sua necessidade de ser representado pelo o que era visto, disse-me que não era um homem comum, entretanto um fazendeiro.

Psicologicamente ele estava envolvido com sua VAIDADE, uma vez que de tanto mostrasse do que tudo podia, não lhe passava pela mente que nem tudo podia. Percebeu?

Como estou feliz por ter me acontecido essa exclusão da vida dessa pessoa no sentido de bloqueio, pois passei a meditar durante 90% de como eu era!

Realmente com toda sinceridade, estou feliz no sentido deste fato de perceber de como estava!

Eu queria me excluir de todas as mídias sociais de vez, mas não faço por simplesmente está comprometido com meus leitores e pelo fato de sem modéstia e vaidade, ser uma voz no meio dela, porque sabemos disso. Claro agora sem essa tanto dita – A VAIDADE.

Eu não mais me importo de tá postando todos os dias algo e muito mais se leem ou não do que escrevo. Faço-a como já disse, por COMPROMISSO. Esse, essa somente por lema.

Agora já não consigo enxergar mais do mesmo jeito, e muito mais que isso, vejo o que importa e o que não mais importa.

O que vou dizer agora alguns ainda pode acharem ser vaidade, mas faço-o por reflexão e muitos mais por observação no sentido de como somos.

Brigamos por qualquer motivo, muito os fazem. Outro dia tentando ajudar uns vizinhos quanto pensarem sobre o que havia acontecido no fato de uma enchente ocorrido aqui na região, percebi que mesmo querendo fazer tal resolução eles não entenderam do que eu queria na verdade, que era simplesmente ajuda-los das suas necessidades sem nada em troca; mas logo percebi que levaram o assunto às brigas entre eles.

Julgamos muito sem entender do que uma pessoa necessita e mais ainda sem compreender outras pessoas. Somos muito egoístas, pois não temos o costume de dividir das nossas necessidades sem compreender que outros precisam das mesmas.

Brigamos por simples coisa, por uma pequena coisa.

Voltando aos vizinhos, eu os deixei! Eu não mais quero envolver-me quando não se entende, quando discutem no sentido de brigas.

Não estamos querendo dizer ser melhores do que todos, mas que não precisamos brigar por pequenas coisas. O melhor a se fazer é deixá-los com sua “pequenez”! Isto digo não no sentido de vaidade, mas no sentido de entendimento por ser muito pequeno serem certas brigas.

Hoje me sinto em outro nível, nele quero viver tranquilo, sem arrogância e sem VAIDADE.

Andei pensando muito no sábio Salomão quanto ao contexto.

Ele tinha tudo, tinha a riqueza e percebeu que tudo era vaidade e não mais que isso!

Oh dela que nos consome!

Vaidade absurda que temo-a consumir todos nós!

Vaidade para ganharmos mais, sim, para estarmos na frente de todos com uma casa bonita, luxuosa, quantos carros extravagantes a fim de mostrarmos que podemos mais que outros.

Vaidade de um pastor que coloca seu dinheiro para correção, para ter mais, uma vez que sabe que vaidosamente sabe que pode mais, pois assim ele se tocou do que estava fazendo.

Vaidade de um irmão que subiu no púlpito para mostrar aos outros irmãos que sabe mais do que eles, uma vez que o expressou de fato da sua.

Vaidade de um outro que cantou não para louvar a Deus, mas no intuito somente de permanecer onde está.

Vaidade de um ouvinte de não querer se expor para não perceberem da sua vaidade.
Então, como ser?

Viva tranquilamente, sem querer mostrar-se no sentido de incomodo para si mesmo.

Gosto muito de um irmão (de sangue) que possuo, um que age sem nenhuma vaidade, uma pessoa de um coração generoso e humilde.
Eu o admiro muito!

Eu tento muitas vezes ser igualzinho a ele, mas minha VAIDADE não me deixa.

E digo, ele não é tão religioso, mas sua maneira de ser, é de extrema necessidade entre nós.

Eu até fico constrangido de dizer isso agora, mas ao que parece, os mais “religiosos” no sentido de aparência parece muito mais necessitado de deixarem a vaidade.

Termino com um provérbio de um grande homem: “tudo é vaidade...”

 Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
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