sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Homem em Meio ao Pecado Pessoal



      
Todos os seres humanos experimentam o senso de culpa quando violam algum tipo de lei. Seja essa, natural ou sobrenatural. E nós passamos por um processo de temor por está sendo censurado por si mesmo. A nossa própria consciência condena-nos, fazendo-nos medrosos. O pecado torna-nos cada vez mais incongruentes, e o senso de culpa que não queremos admitir como causa nossa, de estarmos sofrendo por não obedecermos aos valores morais, são-nos doenças que os psiquiatras querem aderir como causas psicológicas modernas. 

Entretanto, seria um erro dizer que o senso moral sempre ou quase sempre, está por trás das enfermidades mentais, porquanto não é igualmente. O cabo doenças mentais, que causam confusões físicas, tais como orgânicas adulterações do encéfalo, convulsões nas glândulas endócrinas, malformações no código nervoso central e distinto casos análogas. Podemos analisar: os casos dos loucos, que muitos alegam serem problemas causados por irregularidades do “plano molecular” como a hipótese das custas psico-hereditariedades da demência-insano- depressiva. Está mais que percebida que estamos abordando da fisiologia da frustração. Estamos criticando aqueles que no campo psíquico na redonda clínica ou que informa cientificamente negam a culpabilidade ou iniquidade.

No campo moral, mesmo aqueles que negam ou dá-se por incertos os fatos resultantes em consequência dos erros existentes na sociedade, deve-se aceitar ser por causa dos desacertos que os regem, por não quererem cumprir as leis para ajusta-los.  Eliminando assim, serem somente as doenças que os permeiam para fazerem crimes em meio há humanidade.

Mesmo aqueles que dizem que o código ético muitas vezes, são-lhes gerado, por aqueles que vivem independe da sociedade que o rege na sua vida, não temos como aceitar ter por causa um grupo que determine sua vontade em obediência aos seus princípios de valores. Haja vista, se observarmos como os doutores Marynia Farnham e Ferdinand Lunderg que muitas mulheres causam distúrbios mentais por não terem filhos (exceto por algum tipo de doenças), são infelizes: “... são, com exceções ocasionais, emocionalmente desorientadas. Quer isto dizer que são mulheres infelizes, qualquer que possa ser o testemunho consciente delas em contrário. O abrupto declínio da natalidade, portanto, é um índice importante no aumento da desordem emocional e da felicidade, afetando tanto os homens como as mulheres, mas afetando particularmente as mulheres. (Modern Woman, pág. 396. Harper & Brothers). 

Pois bem, tanto alguns psiquiatras e sociólogos querem demonstrar que algum valor ético depende da região quanto à sociedade que eles vivem. Mas, não podemos aceitar isso, por que como determinaria o individuo na sua consciência saber o certo e errado em uma sociedade pervertida dizer que suas ações estão certas? A consciência quase sempre repele os absurdos causados pelos pareceres sociais duma determinada era. Por exemplo: uma mãe que tem filhos e o pai por distúrbios mentais ou sadismo, os mata; no geral, não são aceitos esses casos de homicídios. E o que dizer do nazismo, onde muitos morreram e algumas pessoas individuais até mesmo alemães, não aceitaram e não aceitam essas mortes? Uma pessoa particular pode ir contra o que permeia na sociedade mesmo vivendo nela. 

Lembra-se do caso de Ló? Ló protestou quando os homens da cidade de Sodoma, que queriam ter relações sexuais com os anjos. Ele hospedou-os na sua casa e insistiu que comessem com ele e sua família, além que passassem a noite na sua casa e não numa praça. (Gênesis 19.1-11). O homem pode está certo, quando opera contra a coletividade e errado, quando opera com a coletividade. 

Prova que, o pecado está muito mais para a consciência do que para o social. Muitos acreditam que a manifestação do pecado é intrínseca no homem corrupto e, até mesmo alguns teólogos acreditam que o homem é incapaz de justificar-se pelas obras. E isso veio o conceito do corrupto ter méritos pela fé imputados por Cristo. Isso é um erro gravíssimo. Outros teólogos juntaram as duas coisas e negaram a justificação quer seja pelas obras, ou pela fé. Predestinando o homem há soberania de Deus, quer na condenação ou salvação depende unicamente da Sua vontade. Em meios entes esses erros, falasse da vontade humana, onde ficará? Conquanto com tantas coisas surgindo, o totalitarismo vem para alegar que o homem vive em posto da coletividade. Portanto, o que determina nele não é, nem as obras nem a fé, mas sim o que a sociedade diz sobre função ser o que é certo e errado. Levando-o para um estado de auto sujeição coletiva (um exemplo: o comunismo). Ou seja, o que ele pensa deva ser determinado pelos outros. Isto leva-nos há pensar está o homem ditado na sua mente particular regido não por sua vontade independente, mas pela vontade da mente coletividade e de Deus. Tirando seu livre arbítrio, e fazendo de Deus um ditador.

Ainda por fim, aparecem os psicólogos materialistas que alguns alegando que o homem não é inteiramente imoral, porque ele pode permanecer no meio social tendo, otimismo, não levando ao um conceito real humano. Como também errando em leva-lo ao pessimismo onde pode ser essencialmente puro, alçar evoluindo-se na instrução.  O pecado é uma realidade admitida entre quase todos os níveis sociais. Assim, é justamente há não observância da lei.

Ainda por quebrar as relações e pessoas o pecado anula a bondade, ferindo o amor ao próximo. O pecado é um insulto onde à aspiração própria, tem lugar contra a aspiração do outro; é uma ofensa ao amor; é por essas coisas que não podemos anular Deus. Porque mostra-nos nossa insignificância sobre a santidade do verdadeiro amor.

Isaías percebeu isso: “– Ai de mim! Estou perdido! Pois os meus lábios são impuros, e moro no meio de um povo que também tem lábios impuros. E com os meus próprios olhos vi o Rei, o Senhor Todo Poderoso!” (Isaías 6.5).

 O amor verdadeiro é regido por aquele que se deu por intermédio do filho: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único filho para que todo aquele que Nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16). Assim sendo, o pecado é a desconstrução do amor, segue-se não poder ser tratada aos níveis de psicólogos materialistas, e nem tão pouco ao nível de psiquiatras materialistas, por seu fator está relacionado não em coisas materiais; mas voltar-se em sentimentos transcendentais espirituais. Ou seja, a santidade divina em relação ao senso humano: “Afasta-te de mim porque sou um homem pecador, ó Senhor” (Lucas 5.8). Pedro havia reconhecido sua pequenez em meio Aquele que sabia fazer-se amoroso; quando, necessitando-lhes forneceu-lhes os peixes. (verso 7). Por outro lado, o mesmo não pode ser dado o curar do pecado tratando-o como doenças, visto não ser ele compreendido como resultado de impulsos pré-existentes de fatores resultantes sociais ou individuais (no sentido de moléstia). O pecado deve ser aceito, como vontade própria individual do ser humano trazido pela sua consciência em querer fazer os atos planejados. Já dizia Lutero em relação ao pecado: “Você não pode evitar que os pássaros voem sobre suas cabeças, porém podem impedi-los de posarem e fazer ninhos.” (parafraseando-o). O homem intelectual não pode compreendê-lo (na definição do querer pessoal) e nem curá-lo (no significado de tratamento psíquico) por tratar-se de uma vontade que implica o desejar do sujeito.  Podemos conhecer todos os nossos pecados admitidos e não sentimo-nos culpados. O doente vai ao médico e tenta descobrir o que está causando-lhe o estado mórbido, e nem por isso, sentisse culpado em está doente (a menos que saiba o que o levou há ficar enfermado). As crianças  concentram-se  no que seu professor(a) tenta ensiná-las, porém, não é porque ela observa-lhe e aprende que as torna ignorante; mas as alunas concentram-se em aprender com o seu professor(a) o que é melhor para tornassem inteligentes. Não é a condição adoentados (as), que lhes trazem a cura, mas o que podem se fizer para melhorarem. Não são os níveis sociais que podem fazê-las enfermas em conhecer serem pecadoras, é a sua situação enferma em não examinar-se e saber que sua enfermidade está dentro de si, é o pecado. 

O pior orgulho é não reconhecer que precise de Deus para melhorar sua situação pecaminosa. O homem deixa arrastar-se em sofrimentos ao desespero em invalidar o que o Pai celestial poderia fazer por ele, se caso permitisse curá-lo. Jesus pode fazê-lo feliz e completo, dando-lhe perdão. Se um filho comete um erro e chega para pedir perdão ao seu pai, dificilmente o pai não o perdoaria.  Deus tem muito para nos dar, mas precisamos achegar a Ele e percebermos que Seu amor implica em obediência às suas leis; não para que nos tornemos melhores, mas para que nos tornemos Seus filhos.

Jesus Cristo havia dito para Felipe quando lhe pediu para mostrar o Pai, para que não precisar-se de mais nada. Porém, Jesus afirmava quem conhecia Ele, conhecia o Pai, e logicamente o perdão e amor por conhecê-Lo.  “... – O que Eu digo a vocês não digo em Meu próprio nome; o Pai, que está em Mim, é quem faz o Seu trabalho. Creiam no que lhes digo: Eu estou no Pai e o Pai está em Mim. Se vocês não creem por causa das Minhas palavras, creiam pelo menos por causa das coisas que Eu faço” (João 14.10-11).  Ora, e o que Jesus fazia, não era amor? Suas curas, Seus milagres, Sua necessidade em transmitir a todos a verdade e a Sua salvação.

Jesus Cristo foi muitas vezes acusado de está junto de pessoas pecadoras, sem cultura e muito menos sem prosperidade (exceto em alguns casos), mas por maioria, eram pobres e perseguidos. O que Jesus fez e que espantou a todos foi justamente, expulsar os negociantes e mercadores do Templo. Sim, os pecados dos homens angustiavam lhes demais; e os fariseus, ou seja, a classe pastoral (dos pastores da prosperidade: mercadores), vendiam pombos, ovelhas, carneiros, bodes etc.; a fim de supostamente fazê-los prósperos em relação ao perdão dos pecados. Jesus por outro lado, condenou-os por estarem fazendo da Sua casa (Templo) covis de ladrões. Ou seja, lobos que vendem de tudo nas igrejas. Em vez de estarem pregando o que o pecado estaria fazendo com a humanidade, e que Jesus viera para salvá-los dos laços do inimigo (Diabo), estavam adquirindo riquezas próprias para viver uma vida melhor. 

Essa gente que passa supostamente por estarem prósperos devido ao ensino da teologia da prosperidade, não conhece e nem admitem que estejam em pecados admitidos ou acariciados. Existem pessoas que não aceitam e até rejeitam a culpa pessoal, e que estão felizes por terem coisas materiais. Invalidando a cruz de Jesus Cristo em meio aos seus valores estar relacionados em bens materiais e dinheiro. 

Deus não pode fazer-se misericordioso para aqueles que não se sintam miseráveis. Pensemos: juntei-me a igreja por causa de Jesus Cristo ou por que a igreja me fará prospero? Por que Jesus Cristo não se fez rico, negando-se vir à terra pobre? Quanto menos pensarmos em Jesus Cristo, mas distantes estamos de sermos salvos. Quanto mais pensarmos em prosperidade, mas longe estamos do Reino dos Céus. “Onde está teu tesouro ali estará teu coração”.

Aquele que nega sua culpa, nega seu pecado e, por conseguinte nega Aquele que pode perdoá-lo. Se você não reconhece que é pecador, logo não conhece Aquele que poderia tirá-lo do pecado.

Onde não há miséria espiritual não há misericórdia de Deus.  Se não houvesse os miseráveis (aqueles que se sintam pecadores, todavia, arrependidos), o que Jesus Cristo veio fazer na terra? Se não há pecadores, não há perdão; não há salvação; não há Jesus Cristo; e não há Deus. [G.].


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