sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O Sentimento de Culpa do Pecado

       
   Muitos anos são-nos passados e continuamos com os sentimentos de culpa por causa dos nossos pecados. O que podemos fazer para esquecermos sem andarmos angustiados e tristes? Alguns acreditam em pedir perdão há Deus, outros se direcionam há alguns psicanalistas para obter alívio e descanso da alma. O segundo grupo, pretende obter êxito rasgando as verdades bíblicas cristãs, como folhas de papeis. O mundo se pulsa em querer ter sossego para sua desventura íntima. Rejeitando a sua culpa e a responsabilidade, que o envolve em não descobrir que há um ser superior existente, continua-lhe culpado.

   Nosso ensejo é mostrar-vos aqui, quanto de maneira, não é rejeitar a psiquiatria nem tão pouco o processo psicanalítico, pois os dois são apropriados nos seus domínios. Nota-se que somente em discursão teórica, podemos perceber que um grupo de psicanalista aceita que o homem é um animal; portanto, não é responsável pelos seus atos e nem por isso, precise de perdão por não obter-se de culpa pessoal.

  Conhecemos que no campo humano, ele quando passa por problemas de agir mal, sente-se a necessidade de querer pedir perdão, nem que para isso, faça-se escondido.  E às vezes necessite de auxilio para poder caminhar no caminho certo. No seu íntimo pretende ter como modelo, ser moral, e alcançar um imaginado.

1)    Nenhum homem consegue viver satisfeito com sua forma quando erra. Porquanto, fere seu coração e sua mente. Quando no olho cai um argueiro, ele enchesse de lágrimas, clama constantemente pela agonia para que si retire o que o incomoda. O mesmo necessita a mente, que a dor no coração seja curada.

2)    A mente adoecida faz-nos culpados e muitas vezes recalcados, deixando-nos que nos acuse pelas falhas cometidas. Alguns homens se limitam em pensarem que, deixando o mal, possa viver com uma mente tranquila; esquecendo-se também dos valores morais que os regem para uma melhor exultação.
  
Reações Humanas

 Os homens destroem-se quando sua personalidade acredita que as proibições morais, são-lhes doenças do subconsciente. Pensam que suas vontades, podem ser-lhes feitas de todas às formas. Agem como os animais por instintos. De fato, a tolerância de fazer nossas próprias aspirações do nosso ego, muitas vezes causa-nos males e transtornos mentais. A censura da responsabilidade, o desejo, a ira, o ódio e a luxúria, tem-nos feito vários maus na sociedade moderna. Todos esses fatos existentes leva-nos a admitir que precisamos pedir perdão pelos nossos erros exagerados que causamos no mundo.

   Conhecemos que somente em Deus podemos alcançar o perdão verdadeiro.  Nele buscamos sermos pessoas melhores.  O conflito corporal é perigoso para o corpo, assim, como o conflito moral é perigo para a alma. Quando uma farpa entra no pé, o pé primeiro quererá lançar fora, sangrando; se não, terá que cortar a pele a fim de removê-lo para que não inflame todo o local ferido. Assim é o pecado se deixarmos tomar conta de nosso corpo, transformar-se em estado putrefato.

   Sentir-se culpado e levado a irritação por conservar o pecado acariciado para si mesmo, é pior que está enfermado para si próprio. Quando vamos ao médico, almejamos a cura da nossa enfermidade; o aluno não quer ficar na ignorância, e recebe do professor o conhecimento para não permanecer ignorante. Deus quer que nos acheguemos Nele, para obtermos conforto e aprendermos a dispersar através da sua sabedoria, a culpa do sofrimento imposto pelo pecado. Porém, alguns preferem ficar no coração a dor e sentir na mente os efeitos das suas escolhas, como diz esse verso: “Minha boca dirá a cólera do peito. Ou ele estourará, se contê-la quiser; Neste caso prefiro a extrema liberdade, de dizer, como gosto, o que bem me aprouver.” (William Shakespeare. A Megera Domada, Quarto Ato, Cena III). 

E assim, fazem o psicanalista com relação ao homem, investigando e sondando o pensamento por pensamento, para declarar um estilo do pensamento na situação irrefletida; porém, a mente voltada a Deus o envolve em não exercer como os ateus e os agnósticos em não reconhecer sua culpa para chegar-se em sintonia com o divino. Se rejeitarmos a moralidade, e não reconhecermos nossos próprios devaneios, estaremos tentando escapar da objetividade das más ações que permeiam a todos. O orgulho em não aceitar a verdade é como o ferro enferrujado que com o tempo da ferrugem quebra. Quando alguém não percebe sua culpa, mostra que sua realidade não está dentro do seu intimo, por ser duro como martelo. 

Jesus reconheceu a dureza do homem em não aceitar sua culpa, e, por conseguinte, aceitou a culpa conferida pelo pecado no homem.  Mesmo o homem não querendo chegar-se a Deus para pedir-lhe perdão das falhas feitas, Ele mesmo procurou mostrar-lhe sua bondade, para que o homem percebesse que mesmo sendo culpado, tomou-lhe o lugar para chegar-se a Deus pelo Seu sacrifício na cruz do calvário. Muitas vezes o homem enfermado não conhece bem da sua moléstia, e precisa de alguém que interceda por ele, para que se chegue a ser curado. Foi assim o que Jesus fez pela humanidade; as chagas em suas mãos e pés provenientes do pecado fez-nos fazer a cura da aproximação para com Deus. Porém, muitos reconhecem sua doença quando médico expõe-lhe e aceita a cura. Mas existem aqueles que rejeitam serem curados e até tratados; permanecendo no primeiro estágio, que é o estado adoentado permanentemente até a morte (estado de sentimento de culpa não querendo a cura). 

Ainda há quem tem problemas sexuais e dirigir-se aos psicanalistas para atendê-lo, seu analise quanto sua circunstância. Embora, possam tentar sobre analise, buscar melhoras para seus pacientes, o mesmo alguns tendo um senso pervertido e liberal, não lhes poderá dar-lhes o conforto necessário e a atitude certa para uma moralidade séria e perfeita quanto há princípios verdadeiros e honestos dentro do contexto real da família e da sociedade. Pois, há definição da família quanto sua forma, definisse como homem e mulher (crianças ou filhos) restrito como sendo casal, composto por masculino e feminino. Se seu sentimento de culpa já o induz a pensar sobre o assunto, seria mais que claro que seu coração leva-o a pensar que existe um problema que o envolve, pois sua emoção o perturba. 

Por esses e outros motivos que o homem (sentido genérico) deva reconhecer seu estado pecaminoso, e aproximar-se Daquele que pode trata-lo com amor, assim como fez o pai com o filho pródigo quando volta e pede perdão por ter ido embora e gastado todo o dinheiro com desejos carnais. O pai reconhece que ele foi culpado, mas o abraça o beija e faz-lhe uma festa em homenagem pela sua renovação de vida. Igualmente é a atitude de Deus pela volta dum pecador arrependido das suas faltas: “– Pois Eu lhes digo que assim também vai haver mais alegria no céu por um pecador que se arrepende dos seus pecados do que por noventa e nove pessoas boas que não precisem se arrepender”. (Lucas 15.7 B.NTLH). Portanto, mesmo todos os seres humanos em todos os níveis, quer sejam: governantes, reis, doutores, teólogos, papas, bispos, pastores etc., devam e necessitem pedirem perdão há Deus pelos seus desacertos nas suas vidas. 

Mesmo tendo como Jesus Cristo como salvador, suas culpas, não sair-lhes sem profunda sinceridade e humildade de coração. Na oração Jesus disse: “Perdoai-nos assim como temos perdoado nossos semelhantes.” Somente em Deus podemos alcançar os nossos anseios. Freud sabia disto: “a transferência, disse ele, especialmente nas mãos de um médico inescrupuloso, é um instrumento perigoso”.  O mesmo em vez de tratar o paciente com problemas mentais ou em sentimentos de culpa que o angustia, poderá mudar para um tratamento físico por se tratar de ter sobre seu atrativo o sexo. Além do mais, o perigo poderá ser maior quando este pode ser do sexo oposto ao analista.

   Todos aqueles que sofrem de transtornos neuróticos ou psicológicos muitas vezes exigem no seu interior, atenção. Por si sentir intranquilos por sua situação acamada. Quando submetido há um terapeuta sente-se feliz porque lhe proporciona ouvidos para escutar suas lamentações, e retoma uma relação humana. Porém, essa circunstância, que o problema desses transtornos geralmente atingiu-lhes; são nada mais que traços da sua adolescência. Muitas vezes são aventuras não pensadas que o envolve por toda sua vida. Mesmo parecendo um paradoxo do objetivo para o subjetivo no altar do céu, com certeza lhes será de mais benéfico e maravilhoso o resultado, se ele humilhar-se verdadeiramente e pela fé e reconhecer que o Divino chegará a ele.

O Modelo do Desígnio

   Na sua relação com Deus o importante do que qualquer outro tratamento ao sofrimento é a nossa libertação do pecado quando são feitas no plano moral; porque a relação na analise na natureza humana não conhecerá o envolvimento frustrado. Por que quem poderia sentir verdadeiramente o que passa na mente e no físico do outro ser? Ninguém pode alcançar e alçar com profunda verdade o que passa na mente do sofrido culposo, se não, Aquele que o conhece por completo e que o rege o mundo que é Deus. E quase todos admitem e aceitam que Jesus Cristo com sua moralidade e sua bondade atingiu milhares de sofredores pecaminosos e tomou-lhes a vida. Por mais que recusemos chegarmos a Ele, a representação moral Dele na terra, mostra-nos a confiança que podemos ter Nele.  Não estamos falando simplesmente de homens mortais e com desejos afetivos e defeitos quais quase todos admitem, não, estamos falando do mais sublime e mais perfeito homem reconhecido como o senhor de muitos. Sim, este é o desígnio do verdadeiro mestre salvador, salvar a humanidade do sofrimento do pecado. O modelo foi apresentado ao mundo e suas normas foram dadas como regras para a vida feliz. Cabe-nos cumprir.

   Muitos não querem submeter-se ao analista e ao psicólogo de todos os homens, Jesus. Mesmo sabendo que existem pessoas até mesmo clérigos, com instintos do ego, com sua libido e também outro, funcionando como instinto de morte como bem trata Freud.  E que ainda em seus ensinos freudianos admite fatores existentes nos homens além do sexo, como: “conservação e preservação da espécie humana” que pode fazê-lo confundir-se com suas necessidades sexuais como qualquer efeito olhado no sujeito. Porque Freud percebeu que mesmo ao nível cultural todos inconscientemente e até [consciente], pode preparar o indivíduo na sua doutrina ao seu bel prazer. Assim sendo, a interpretação que possa dar ao paciente poderá não ser realmente o fator resultante de recalque teórico nele, pois, seu sistema pode falhar por ser também constituído de desejos provindo do seu corpo. Além do mais, Freud declarou que todo tem similaridades referentes: comer, fome, sexo, de poder, etc. E que pode nos satisfazer. Pois bem, os analistas [...], não geralmente não retrata a moral ao nível do homem viver em submissão a ela, mas a Igreja levanta sempre questões através dos seus ministros à importância de cumpri-las para poder viver adequadamente e de forma aceitável na sociedade. Todo o pecado existente por quebras de regras são-nos uma ofensa não somente contra Deus, mas contra nosso próximo. Por essas e outras que Deus estabeleceu modelo para termos como espelho a fim de não estarmos errando.  Se o pecador iminente está terrivelmente levado ao sofrimento do pecado, sendo rebelde fere os princípios morais das regras tanto divinas como sociais. Quando se está com dor de cabeça, geralmente afetamos a família, assim também é o mal no irmão, afetará a igreja de Cristo. Segue-se então, o conselho de procurar o divino para resolver de maneira sobrenatural. Porém, por causa da fé que ativou possa fazê-lo curado.

Conclusão


  O pecado admitido e aceito é orgulho, uma aberração ou abominação a Deus. Jesus ordenou-nos que devamos nos humilhar e aceitarmos Suas normas para não sofrermos ainda mais. Disse Ele para Maria Madalena em relação aos seus acusadores e para que não pecasse mais: “E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.” (João 8:11). Seria muito bom se pudéssemos somente dizer: estou curado das minhas culpas, contudo o mesmo não é verdade, porque o réu não pode ser ao mesmo tempo o juiz e jurado. Sabemos que nossos desejos como pecados devem ser repudiados e rejeitados, e que somente Jesus Cristo pode conceder-nos a cura. Embora possamos admitir que o que sofre precise de uma mão amiga para ajuda-lo no progresso do restabelecimento o mesmo pode encontrar no homem a mesma dificuldade nem que seja diferente da sua. “A alma doente e o psiquiatra são duas feições gêmeas, feições características deste fim da era moderna. O psiquiatra é a encarnação da ciência aplicada, tentando lidar com as devastações dos erros da ciência. O que ele descobre é que mais ciência não é bastante.” (William Ernest Hocking, What Man Can Malce of Man, Harper & Brothers, New York). Em paradoxo temos o esforço cristão para ajudá-lo no ideal da personalidade a exemplo do grande mestre Jesus Cristo como guia e sua Palavra Escrita como Luz.  Que Deus possa nos habilitar com humildade para dizermos constantemente: “Senti, não conseguimos alcançar vitória e cura para nossas enfermidades.” Amém! [Galhardo].

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