domingo, 9 de março de 2014

Fogo no Vaticano - A Dinastia da Babilônia Mística



Na história mundial da Babilônia mística, ela quer ser uma dinastia, e tenta de todas às formas conseguir esse propósito.

Defrontamos hoje com seu esquema de interpretações, aceitando de cada igreja sua doutrina como aceitando ser também verdade; entretanto, sabemos que, a verdade é uma só – não se pode ter sua própria interpretação escriturística.

A Bíblia nos apresenta que existe nos nossos meio falsos profetas, ou seja, homens que não usariam da verdade (2 Pedro 1.20), onde com astúcias e interpretações ao seu bel prazer fariam pessoas seguirem por muitos ventos de doutrinas erradas (Efésios 4.14).

Portanto, nesse “tempo do fim”, o que importa é há união, mesmo que para essa ela tenha que aceitar outras denominações religiosas, quantos outros ensinos.

Fica mais que claro que estamos vivenciando o final da história deste mundo e que o homem do pecado, o filho da perdição já atua. (Daniel 12.4, 9), 

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha à apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2 Tessalonicenses 2:3).

O alerta é que não deixemos nos enganar para não sermos levados por todas as doutrinas que Deus não recomendou.

Não podemos esquecer o que essa igreja fez com aqueles que não aceitaram suas normas. Os holocaustos, as suas abominações do vinho de sangue de seres humanos bebidos pela sua boca maldita.

Não é porque hoje sua voz parece mansa aos ouvidos, que devemos acatar suas vontades ou ordens – não de maneira nenhuma!

Babilônia sempre será a prostituta do Apocalipse, e segundo esse livro, o mal na terra.

Ela sempre se tem sido oposição aos escritos bíblicos, e sempre será. 

Pois, sua luxuria deu-se grande, e nenhum dos seus sacerdotes iriam submeter-se as interpretações escriturísticas; visto não admitirem ser uma das bestas do Apocalipse 13.

Por 2.300 anos, perseguiu matou os remanescentes existentes no passado, e não é agora que iria submeter-se há eles, haja vista, são os menores de todos. Sua suposta aceitação ecumênica, não é uma admissão dos ensinos dessas, mas uma maquiagem a fim de permanecer no poder.

No passado todo Egito estava no comando de José, mas isso não queria dizer que o Faraó não era o principal governante - como já apresentei em outro texto.

Além do mais, a profecia não se engana, visto, ela se concretiza quando houve mesmo essa perseguição a qual Daniel refere-se (2.300 anos 538 a.C até 1798 d.C. Daniel 8.14).

Esses períodos foram confirmados de maneira exata, e sem erros, onde somente aqueles que estavam vivenciando sabem muito bem o que passaram. Alguém já pensou o que diriam eles, com relação à união com essa igreja romana?

Morreram seguindo a fé que criam, foram decapitados, esquartejados, serrados vivos etc.

Veja: “Um segundo anjo seguiu o primeiro, dizendo: - Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela embriagou todos os povos, dando-lhes o seu vinho, o vinho forte da sua terrível imoralidade!” (Apocalipse 14.8).

Ai fica a pergunta: se ela caiu quando o anjo vier e derrubá-la com todos os seus pecados, como é que ela iria ser boa, visto caiu? Se caiu, é porque não presta!

Veja agora o verso seguinte o que ele nos apresenta: “... beberão o vinho de Deus, o vinho da Sua ira, que Ele derramou puro na taça do seu furor.” (Apoc. 14.10).

Portanto, fica claro que ela será destruída pelas mãos do próprio Deus, haja vista, está irado com ela, pois não segue seus ensinos, adorando e reverenciando: imagens e esculturas como santas.

Ela se opôs ao que Cristo, ou alguém pregou; e passou a ensinar o contrário o que a Bíblia propunha.

Ainda mais, seu presidente, pretende tomar o lugar do Filho de Deus, fazendo-se ser o próprio na Terra.

- Deus não poderia tolerar tamanha blasfêmia com o Seu unigênito!

Ponta Pequena

A Escritura Sagrada apresenta que uma ponta pequena cresceu e essa só poderia ser o papado visto que em Daniel 7.8 leva para o futuro “o príncipe que há de vir” Daniel 9.26.

Vemos que Daniel 7.11 o animal é morto, ou seja, a queda do império Romano, após a interpretação de Daniel 7.25: “Magoará os Santos”, isso fica claro quando observado a perseguição aos remanescentes fiéis de Deus, onde também destrói três reinos, fazendo cumprir-se a profecia: “um tempo, dois tempos e metade”. 
Lembre-se de Daniel 8:

1)   “Carneiro” – Império dos Medos e dos Persas.

2)   “Bode” – Império da Grécia – Chifre fenomenal – Alexandre o grande. Quatro chifres – Seus generais.

3)   Daniel 8.9 “Chifre Pequeno” – Nasceu e tinha olhos, como os de gente, e uma boca que falava com orgulho, “Sou um deus na terra”, portanto, não há sombra de dúvida que o anticristo já opera.

4)   Em Daniel 8.11 diz: “... acabou com os sacrifícios...” no tempo antigo, houve um período em que tiraram o culto e a adoração a Deus substituindo para vários rituais pagãos.

5)   Os sacrifícios eram oferecidos duas vezes ao dia; às 9 da manhã e 3 da tarde. Por isso que a profecia de Daniel 8.14 “Até 2.300 tardes e manhãs” abrangem dois mil e trezentos anos sendo perseguida a igreja verdadeira, visto um dia fazer-se um ano (Números 4.14), seguindo a regra dias, anos.

Pois bem, isso é somente um resumo de um estudo, mas podemos nos aprofundar, onde leva-nos, a saber, ser a igreja romana desobediente e rebelde aos ensinos do Eterno.

A atitude humana com relação a Deus na profecia é tanto de blasfêmia, como de usurpação do seu lugar, e é certo que haveria de haver o desgosto do Altíssimo.

Expiação

Não é porque Cristo expiou ou perdoo os pecados humanos, que iremos fazer o que bem quisermos e assumir o papel de pai, uma vez que este pai eterno só há um: Deus (yhaweh), A maldição do pecado, realmente Jesus tirou na cruz, onde derramou seu sangue (Hebreus 9.22-26 e Gálatas 3.13); mas os erros hoje existentes é não considerar a “Lei de Moisés” que essa não era feita por ele, porém por Deus.

Olha o que Jesus havia dito: “– Enquanto ainda estava com vocês, eu disse que tinha de acontecer tudo o que estava escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos livros dos Profetas e nos Salmos” (Lucas 24.44).

Por Cristo cumprindo a Lei (Mateus 5.17 e 18), em omitir nada nem “um jota ou til”, cumprindo que seria a redenção da adoração a Deus escrito no livro Levítico 23.7; onde o Profeta anunciava que para ver os céus, todos deveriam receber “A Lei e ao Testemunho” (Isaias 8.20), como vemos ai o cumprimento envolvendo a Expiação por Cristo na Terra e num santuário celestial, uma vez que não havia ainda entrado lá (céu), quando entra, expia, pois foi lá que começou o pecado. Veja: “Então se abriu o templo de Deus, que está no Céu, e arca da aliança foi vista lá dentro...” (Apocalipse 11.19).

Ora, se há um Templo no céu, é porque há um santuário. Quer uma prova disso? Então, Veja: “Ele (Jesus Cristo), faz o seu serviço no Lugar Santíssimo, na verdadeira Tenda, que foi armada pelo Senhor e não por seres humanos.” (Hebreus 8.2 BLH Católica).

E agora você irá dizer: “não existe santuário celestial!”, - Só si você for desonesto para não admitir tamanha prova!

O leitor atento perceberá não somente que Jesus Cristo fez uma intercessão na Terra, como também no Céu, pois foi lá que tudo começou. (Apocalipse 12).

Conclusão

Embora a igreja romana e suas aberrações queiram usurpar os realces da Expiação de Jesus, se dando ao trabalho de ordenar um suposto deus que reivindique a posição que nunca lhe fora outorgada, na luz das Escrituras são-nos demonstrados esses erros absurdos por essa igreja, que essas doutrinas são falsas; e todos aqueles que se associarem com ela, estarão sobre o juízo divino, como coautora dos seus erros. [G].


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