terça-feira, 22 de abril de 2014

Onde Está a Verdade?

"Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade". 2 Coríntios 13:8

O homem continua com as suas curiosidades, e muitas vezes essa chega num nível irreal. Ainda assim com os seus desejos em descobrir o que é verdade e o que não é; mas com sua intenção em transmitir tudo e um pouco mais, termina transformando sua história numa estória, pois os acréscimos inventados são-lhes colocados.

Naturalmente quando se conta uma história que já lhe foi contada, é natural um pouco de mudança, contudo, essa não pode ser acrescida com mentiras, visto a história si torna fictícia e não real.

Isso é comum em quase todas às histórias que presenciamos e muitas vezes aceitamo-las como verdadeira em saber que não são.

Descobrir a verdade com relação há um assunto, não é nada fácil, pois são-nos contadas pela visão do autor.  E esse, muitas vezes tentando denegrir ou até mesmo não mal intencionado, faz isso de maneira comum, visto também não conhecer ou se fazer desconhecida.

A intenção do homem é explicar todas as coisas que o envolve e os cerca. Entretanto, como pensante diante de tantas coisas, cria e recria os fatos.

Às vezes estabelece no seu cerne querer mostrar a verdade verdadeira, pois sabe que para poder exercer influências deve ser o mais honesto possível. Porém, isso não quer dizer que não inclua e até exclua essa verdade.

E quer ir além das suas necessidades, porque nem sempre é essa que almeja. E, portanto, às vezes não quer saber quem está com a verdade, conquanto as suas sejam estabelecidas.

Ele almeja na existência que o mundo lhe impõe, tomo que está inserido, conter respostas nas coisas e nas causas; apenas porque quer reagir às consequências das mesmas.

É assim e por isso, que quer saber, de onde vem, para onde vai, para que serve minha existência, por que estou pensando? – Qual é o Ser que rege tudo isso?

Tudo isso, leva-o ao campo da filosofia, pois passa a raciocinar e querer desvendar o profundo de tudo, mesmo sabendo que isso é impossível saber.

Ele pode somente deduzir para tentar ver as coisas como elas são; porém, muitos chegam ao absurdo nesta verdade, podendo realizar fábulas a fim de tentar provar o improvável.

Muitos homens quer ter a certeza daquilo que ele indaga, querendo chegar há um resultado na sua imaginação acerca de coisas muitas vezes invisíveis, sejam verdadeiras, e não sofismas.

Alguns não aceitam ser direcionados por aqueles que inseri suas ideias como verdade absoluta ante sua imaginação; e mais ainda, quer saber si é ou não verdade esse conhecimento imposto como verdade.

Portanto, estuda, analisa, investiga e reage aos conceitos pré-estabelecidos por outros – Não é assim que faz a ciência e filosofia? Pois bem, a ciência investiga querendo provar empiricamente suas ideias, mesmo que eles invistam em teorias fantasiosas.

Mas, a filosofia é o conhecimento certo, pelas coisas e causas iniciais, à luz da inteligência daqueles que as tem no sentido verdadeiro ao que si defere tê-la. Porque existem várias formas de conhecimentos fundadas.

Existem no nosso meio três tipos de estudo realistas, ou seja, onde levado ao estudo da realidade:

1)    A região externa que nos cercam pode trazer mudanças, que interfere na zona da experiência e das percepções.

2)    No âmbito experimental, segue o uso da razão para fundamentar o resultado para explicar o domínio quer seja cientifico ou não.

3)    Por fim, segue o resultado da suma das mudanças e outras coisas no resultado dos experimentos, trazendo o domínio puro da razão, segue na esfera da filosofia.

Assim sendo, a filosofia mesma seguindo muitas vezes nos princípios pensativos começando da realidade das ocorrências não está em contrassenso ou em aversão a estes.

Mesmo que na realidade possa ter transcendência, entretanto continua sendo real, tomo como base trazer para o estado físico.

Tomamos como base de exemplo experimental, a moral, que é mero estado racional mental, para adotar no comportamento humano amoldável na vida diária.

Portanto, segue que os escritos filosóficos geralmente como verdades não para somente um homem, por conseguinte para a sociedade no geral.

Realmente no campo filosófico o raciocínio impõe uma condição relativa, mas não irreal, porque levam em conta todos os eventos, circunstâncias e fatos concretos como resultados finais, a fim de chegar-se a escrever a verdade absoluta. Embora saibam que essa, deva ser analisada com cautela, e ainda mais que existem aqueles que não são verdadeiros.
Conclusão

Mesmo os homens usando todos os métodos e raciocínio para resolver problemas, muitos deles podem sim não conseguir chegar aos resultados concretos, quanto aos assuntos que estão aos seus redores.

Um homem com catarata não pode ver bem a menos que lhe seja raspada as escamas que encobre os olhos. Podemos dizer a aqueles que não veem que cor é o branco e o azul, mas não podemos descrever para eles como são realmente essas cores.

Podemos dizer e fazer os aleijados verem como é andar e caminhar, entretanto não podemos fazê-los sentir os pés no chão.

Assim é a verdade, podemos fazê-los entender, compreender e analisar, mas para aceita-las como verdade verdadeira, precisamos que eles creiam que seja verdade.

Uma coisa é escrever a verdade, e a outra coisa, é a escrita dos escritores serem a verdade. [G].

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