segunda-feira, 23 de março de 2015

As Três divindades bíblicas


As três divindades bíblicas

Muitos não querem considerar há menção que aparece em Mateus 28.19 do, “Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”, pois alegam que isso fora acrescentados depois. Mas se forem apresentados outros textos. E se eu apresentar uma forma tripla seria considerado os textos que se seguem?

Leiamos: “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas”. (1 Pedro 1:2).

Aqui vemos de forma muita clara os três distintamente aparecendo em funções diferenciadas.

O Pai - Presciência - Ciência do futuro.

Previsão; pressentimento.

Teologia Conhecimento que tem Deus de tudo o que há de acontecer.

Espírito Santo - Santificação (ou em sua forma verbal, santificar) significa literalmente o processo pelo qual se separa algo ou alguém para um uso ou um propósito religioso, ou seja, tornar sagrado ou consagrar.

Jesus Cristo - A obediência (do latim oboedire = escutar com atenção, de OB, “a”, + AUDIRE, “escutar”) pode ser classificada como uma das virtudes e se define como um comportamento pelo qual um ser aceita as ordens dadas por outro.

Em um contexto religioso, chama-se aspersão do sangue era um ritual que era feito dentro do tabernáculo.

Entretanto, não pára por ai, pois tem mais: “Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima , orando no Espírito Santo,
Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.”
(Judas 1:20-21).

De novo nos são apresentados os três em conjunto, se o Espírito Santo fosse uma parte de qualquer um dos dois, Pai ou Filho, por que apresenta-lo de forma individual, ou seja, separado e com detalhes de atributos?

Não parece estranho isso?

Se ele fosse uma parte como sendo um de Deus no sentido de divisão Dele, ou seja, uma força ou poder como parte, não seria usada orando “no”, mas, orando “em” Espírito Santo.

Conclusão: Chego a pensar que para se formar uma determinada religião, ou como queira chama-la de doutrina ou ensino, alguns detêm o princípio de dever-se abandonar a verdade a fim de querer com cegueira não olhar de forma clara o que os textos definem ser verdadeiro.

O que chama a atenção e percebemos é que as virtudes de cada qual são destacados de maneira para não haver sombra nenhuma de dúvida que agem em conjunto na salvação humana, sem que nenhum aja de maneira, sozinho, porém, em conjunto. [G].


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