sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A primazia do primário no homem



Aqui está o mundo na nossa frente com muitos perigos. Uma bomba entre nós, não aquela feia pelo material, mas aquela que envolve tudo que nos cerca. Sua patologia é nos fazer explodir porque somos levados ao meio, ao ambiente e aos costumes.

Uma explosão múltipla de fatores resultantes nas solicitações exteriores, da qual estamos inseridos.

Uma planta pequena para se tornar um arvore grande e robusta precisa receber da terra seus minerais, mas também água e sol.

Cada animal que vive na natureza existe porque se utiliza do que a própria produz, seja essa das carnes cruas que comem, seja das ervas que se sustentam ou do material que homem possa fornecer-lhes.

O homem por sua vez também precisa dos elementos e das propriedades da mesma natureza seja no campo vegetal quanto do animal. Tudo para sobreviver e para satisfazer-se a fim de viver.

Em todo aspecto material precisa, mas tem também um fator muito importante para sua existência permanente, moral e social.

O vegetal cresce fica lindo produz seus frutos ou não seguindo uma regra natural com o seu intuito dado em sua própria natureza.

O animal por sua vez também cumpre seu papel derrocado, pois sofre as consequências dessa causa que é seu acabado diante do ardor natural da natureza, mas atinge ser real sua harmonia. Nada tira sua atenção no âmbito que atua.

Agora vemos o homem formado pelas forças do poder existencial porque nasceu assim, então tem sua forma natural, constituído de um espírito, que pode até ser abatido, formado muitas vezes pelas circunstâncias do meio, fez-lhes rompidas uma vontade de ser igual ao mesmo.

Entretanto, com uma grande diferença dos outros seres, porque nele reside a inteligência, a racionalidade e uma primazia do instinto.

Assim, pode discernir, e mesmo derrotado no sentido que nele aja o pecado, pode estabelecer valores morais quase perfeitos. Se quiser não se utiliza do horror que alguns já estão utilizando mesmo sabendo que não são inacabados.

Deus os fez a sua imagem, embora recebido nele, uma transformação, suas potências físicas e espirituais estão harmonizadas.

O querer e o efetuar são da sua vontade, não age como um animal: se damos comida ele come, se não damos, ele não come. No homem há uma grande diferença, pois não precisa de alguém que esteja alimentando-os, ele resolve por si só do seu anseio.

Os outros seres sente uma necessidade em relacionar-se não no sentido de amor como homens, porque mesmo parecendo que os tenha, são somente instintos, mas no homem o amor é real.

O problema está em quando não se utiliza de maneira adequada esse, visto seus valores muitas vezes está sobre uma sensualidade como às vezes pelas emoções que o cerca.

Não se pode medir um valor de um animal (no sentido de seu amor), porém, no homem o amor depende da sua maneira de ser, então, pode sim ser medido, porque ele pode amar de maneira errada.

O homem pode escolher amar outro homem assim como uma mulher outra mulher no sentido de relacionamento matrimonial.

Embora no contexto de Deus isso seja escolha errada. Por isso, que sua disposição em seu ideal de vida pode está realmente controverso.

Se no seu espírito rege na sua imaginação, norteada pelos valores que a sociedade impõe-lhe ser verdade, sua natureza está contra ela mesma.

Um homem nasce um homem para ser homem, e uma mulher nasce mulher para ser mulher. Cada uma desempenha um papel importante na sobrevivência humana.

Não se pode admitir o cansaço de pensar que um homem pode ter outro (sentido genérico casar-se), porque da sua natureza chega-se ao fim.

Como poderia ele existir sem a outra? Conquanto alguns queriam relacionar-se porque seus valores morais estão pervertidos pelas suas vontades, e aceitos pelas autoridades que autorizaram isso; atropelam-se em saber racionalmente que não existem homens sem sexo oposto junto.

É fácil pensar e alegar o que quiser parecer ser verdade, mas à lógica não nos deixa pensar ser verdade um animal cruzar com outro do mesmo sexo e nascer outro.

Isso é fato e dedução primaria saber! E por que muitos se fazem de tolos? Porque são mesmo!

Nós podemos comandar um cavalo com rédeas, visto ele nos obedece ao comando. Coisa primaria!

É fácil dominar um pássaro numa gaiola porque está preso na nossa vontade de prendê-lo. Coisa primaria!

É fácil criar um cão no nosso quintal porque ele está subalterno ao nosso comando. Coisa primaria!

Vamos rir da coisa primaria para os ditos: intelectuais, aos homens que se fazem do primário para não admiti-lo.

Muito fácil manter a técnica da manipulação, do ilógico, da mentira, da fantasia, e do imoral, mas se tratando da verdade, essa não é lógica – coisa primaria!

Vamos leva-los agora para um bebê uma criança, um recém-nascido, coisa primaria de se ver, mas coisa difícil de como ele veio a sua existência – o lógico é pensar que houve um cruzamento entre pessoas de sexos opostos para assim forma-lo, mesmo tendo tantas coisas envolvidas na sua biologia, mas seria ilógico não admiti-los? Coisa primaria!

Se o homem não admitir uma coisa primaria, sua primazia está diante da falsidade uma vez que o primário se faz presente sobre a lógica da verdade.

Eu sei quanto é difícil sentir uma necessidade numa vontade diferente sobre seus valores, mas não podemos em nenhum momento, homens e mulheres deixarmos de admitir a lógica primaria.

Não se pode dizer que um burro nasceu dum cruzamento com um jumento do mesmo sexo – coisa primaria!

A menos que ele tenha algum problema em admitir sua racionalidade à primazia do primário, aí sim, podemos considerar que ele sofre de algum problema mental.

Eu sei que alguns homens possui algum tipo de problema no sentido sentimental relacional, todavia, sua vontade não pode está diante da vontade dos outros, porque mesmo sentindo sua condição, não se pode fazer dos outros homens (genérico), dos seus males.

Eu não tenho o direito de querer-me jogar-me na frente de um trem, e querer que outros tenham o mesmo direito, eu tenho um problema sentimental comigo.

Eu não tenho o direito de amar meu filho, e querer que outros o amem também.

Eu não tenho direito de pintar minha casa de roxo, e querer que outros façam o mesmo.

Meu direito está relacionado com minha visão que pode está errada diante de uma sociedade, mas o contrário pode ser verdadeiro.

Mesmo querendo ou não impor meus direitos, eu posso querer influenciar outros nos direitos certos diante dos direitos errados.

Mas mesmo assim, meus direitos devem por princípio e por primazia devem está intensamente ligados ao primário.

O primário aqui: é o real, o que é admitido por todos como verdade. Não é uma verdade que eu quero admitir, mas uma verdade absoluta, mesmo que a psicologia queria te fazer pensar o contrário que tua vontade é que valha.

Como resolver isso então? Ora, aquele que souber utilizar-se da inteligência, fazer uma reflexão de si, e admitir que possa até querer que seus valores morais sejam esses, mas saber que foi uma questão de escolhas, e viver sobre a tranquilidade mesmo sabendo que não a possui, pois o objetivo não o deixa, deixa pra lá suas causas sobre o aspecto da paciência da alma em aceitar o primário.

Oro a Deus para que sua alma seja renovada uma vez que só Cristo nele, poderá entender de forma clara que o homem foi feito a sua imagem para ter o oposto como atração. [G].

“Acalmei e apaziguei minha alma; como a criancinha no seio da mãe, assim minha alma está em mim”. (Salmo 130).

Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
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