segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O Estranho Leonardo da Vinci


Tudo do que se pode dizer de Leonardo da Vinci é que era um homem meio excêntrico, e, portanto cheios de esquisitice, dentre elas era escrever com as duas mãos, talvez por isso, muitos erros de grafias e abreviações.

Leonardo era identificado como seguidor, um dos primeiro, rosa-cruzes, e ainda tal biógrafo, Vasali descreve-o como sendo um homem com uma mente em estado herético.

Rosa-cruz é uma confraria de iluminados surgida na Alemanha a partir do século XVI e difundida pelos países vizinhos no século XVII, quando ficou publicamente conhecida através de três manifestos. Insere-se na tradição esotérica ocidental. Esta confraria hermética é vista por muitos rosacrucianistas antigos e modernos como um "Colégio de Invisíveis" nos mundos internos, formado por grandes adeptos, com o intuito de prestar auxílio à evolução espiritual da humanidade.

Alguns metafísicos consideram que o rosa-cruzismo possa ser compreendido, de um ponto de vista mais amplo, como parte, ou mesmo como fonte, do hermetismo cristão, patente no período dos tratados ocidentais de alquimia que se segue à publicação da Divina Comédia de Dante.

Alguns historiadores, no entanto, sugerem a sua origem num grupo de protestantes alemães, entre os anos de 1607 e 1616, quando três textos anónimos foram elaborados e lançados na Europa: Fama Fraternitatis R.C., Confessio Fraternitatis Rosae Crucise Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz Ano 1459. A influência desses textos foi tão grande que a historiadora Frances Yates denominou este período do século XVII de Iluminismo Rosacruz.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rosa-cruz

Em uma de suas ideias supostamente heréticas estava em acreditar que Tomé fosse um irmão gêmeo de Jesus Cristo.

Na obra da sua pintura da À Última Santa Ceia, retrata ao que parecem: ser duas figuras supostamente parente de Jesus. Então diante disso, acredita-se que um deles, seja seu irmão Tomé, gêmeo dele.

The Notebooks of Leonardo da Vinci, Vol. I (de 2 volumes de livros de bolso) pp. 182-3, Dover, ISBN 0-486-22572-0.

É bom lembrar que Leonardo estava ligado ao Vaticano, embora somente no sentido de pedido ao seu trabalho de pintura. E de tudo que se vem de lá é meio duvidoso. Um dos seus pedidos foi fazer uma Nossa Senhora onde ela deveria ter seu manto brocado dourado e azul-ultramarino.

Assim mesmo que fosse um “gênio”, ele tinha seu lado obscuro, pois como já foram analisadas, talvez ao escrever com ambas as mãos, suas ideias estranhas não fossem muitos percebidos, e ficar-se secretamente escondidas.

Claro que podemos admitir que como fosse descriminado por causa da sua escrita esquerda, sendo seu biógrafo, Serge Bramley dito que era, poderia estar escrevendo em várias direções e pintando suas telas sem esclarecê-las direito.

Sabe-se também que ele trabalhava com muitas coisas distintas, e que mesmo fazendo tantos trabalhos não pudessem finalizá-los, porque sua mente estava voltada com muitas interpretações.

É bom saber que o homem está envolvido mesmo estando além dos fatos que o segue, ele pode está familiarizado com as circunstâncias que o envolve e sua visão com relação ao mundo e no que acredita.

Dificilmente um homem que estuda; que escreve; que pinta e que raciocina muito; fica preso numa visão comum das coisas. Geralmente seu mundo tornar-se complexo e muitas vezes inconcludente e concluinte.

Ainda mais quando este quer ser reconhecido pelos seus feitos, aí é quando tornar-se cada vez mais complexo e visionário.
Por fim, podemos concluir que Leonardo da Vinci não era como podemos dizer, “um homem comum”, no sentido de raciocinar concretamente, mas com bases metafísicas. [G].



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