sábado, 26 de março de 2016

Exagerando nos detalhes sem se dá conta dos motivos.


Deus não chamou todos para mesma obra. Uns são escolhidos para pregar, outros para exercer o evangelismo, uns para negócios, e tantos outros para diferentes desígnios.

Não se pode preencher uma empresa somente de administradores, onde estariam os trabalhadores braçais? Quem si disposicionaria fazer a faxina ou cuidar do jardim?

É muito fácil um julgo quando este está em posição privilegiada, pois exerce autoridade sobre aqueles que estão sobre sua vontade.

Sua tendência está em comandar visto foi estabelecido para essa função, mas como corpo da instituição não exerce outras funções, a saber, um cargo inferior.

Na construção uma obra de edificação só será bem feita se todos colaborarem. Para isso, existem os engenheiros, mestres, carpinteiros, pedreiros e ajudantes. Cada um exercendo um papel fundamental para que o trabalho se torne perfeito.

Se um quiser tomar o lugar do outro com o intuito de supor que pode ser realizado sem aquele que conhece bem do seu exercício, resultaria no fracasso.

Jamais um líder irá entender bem o que um subordinado passa quanto ao serviço fazer, a menos que tenha passado pelo mesma experiência.

Quando relato experiência, não é aquela que você veio da pobreza e entendeu muito bem o que é ser pobre, mas ter testemunhado os mesmos deveres.

Considere uma pessoa que nasceu em “berço de ouro”, e que nunca pegou direito numa vassoura, mas não é o simples fato da riqueza, porém, ter vindo de uma família bem estruturada; eu afirmo: jamais compreenderá direito o que é ter vindo de uma família com o que tem de menos, e, portanto, atender aquele serviço bem.

Por outro lado, ele (a) pode ter valores bem reconhecidos no contexto de trabalho financeiro, ou até mesmo em outros, devido ter conhecido pelas posições que sua família tinha como sendo seu testemunho visto.

Penso ter observado muitos líderes que nunca viram sua base de ações feitas sem ser somente em seu benefício.

Podemos dizer que Deus é quem sonda os verdadeiros anseios de tais líderes. Entretanto, ao que parece lutam a fim de estarem sempre ao que consta, uma necessidade imensa em si auto valorizar-se. Uma prova é sempre quererem subir cada vez mais.

Muitos se esquecem do que está escrito: “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” (I Coríntios 10.31).

Poderíamos entender que um líder cristão quisesse tomar uma posição mais drástica quanto ao seu subordinado destituindo-lhe do trabalho, mas não iremos compreender as vantagens que teria se no caso fosse tirada uma pessoa que ama o que faz e muito bem.

Realmente podemos compreender que uma pessoa não sendo muito fiel cristão não poderia realizar um trabalho adequado no sentido daquela instituição cristã, mas não podemos levar em conta àquela que trabalha bem e que mesmo não sendo cristã realiza com perfeição porque ama o que faz ser retirada?

Consideremos agora que numa empresa existem varias funções a se realizar, embora a pessoa graduou-se num determinado assunto, isso não quer dizer que não possa exercer outra função, a menos que não queira assim fazer.

O problema é o seguinte, julgamos muitos sem nos darmos conta que iremos passar pela balança no mesmo peso e medida.

Não me venha dizer: “eu sou bom o suficiente para está onde estou!”, cuidado, pois eu poderia desafiá-lo a me demonstrar!

Entendemos que muitas empresas faltam recursos para continuar com aquele trabalhador (a), mas e quando não falta, seria justo não reconhecer e excluir uma que ama o que faz?

Ora, você poderia alegar, o líder pode fazer o que bem quiser, pois somente ele sabe do que deve ser feito naquele exato momento. Pois bem... Considere que o fato que nem Jesus Cristo nem excluiu a Judas que roubava o dinheiro recolhido.

Em suma, não existem justificativas que mesmo olhando o lado individual particular possa dar ao seu subordinado que faça-lhe convencer a causa e feito das suas ações tomadas em um suposto benefício para sua empresa.

Uma coisa tenho para vos dizer: mude sua atitude ou Deus mudará ela.
“Poupe Teu povo, ó, Senhor e não entregues Tua herança ao opróbrio (maldição)?” (Joel 2.17).



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