sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A mente em conflito aos desejos carnais.



Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. 1 Coríntios 2:16.

O homem precisa ser levado no mais profundo de si, sobre o manto do racionalismo, mas não sorratear camuflando-se que não pensa mesmo.
No íntimo há uma mente que serve para movê-lo no seu todo porque na sua condição de existir não se age sem ela.

É ela que te faz comandar naquilo que almejas fazer. Mesmo para o louco, ela age não como uma sadia, mas como uma desestruturada.

Nela existe o lado bom e o ruim. O mal lhe permeia sempre. Às vezes confundindo-nos do certo e do errado.

O que parece ser importante, nem sempre é. A natureza humana ora, faz, ora, não faz, mas não deixa de pensar, porque sua mente é intrínseca.

Existem as mentes lançadas no lamaçal da impureza, pois se cauterizou somente nos desejos carnais sem poder vê outras coisas.

Direciona-se somente naquilo que quer, visto está tão vil, tão miserável, e tão pervertida, que não deixa o ser humano olhar com clareza o outro lado do oposto.

Pobre mente humana, na qual, envolvida no obscurantismo em geral, porque tomou conta do seu todo, e, portanto, sua natureza, tornar-se fraca.

Tange sem distinção seu eu, e restrita seu mundo. É um caso de mistério? Não, é uma doença mental que precisa ser tratada.

Contudo, deve ser aprimorada do ponto de vista da observação, onde ela precisa ser alertada para vê além do eu dos desejos.

Mente fraca, mente sem Deus, porque existe um elo entre seu pensar e seus desejos em não querer entender o divino.

Pode haver separação entre eles? O pensamento racional sabe que o desejo é inerente ao corpo, mas também sabe que a mente pode comandá-lo.

Agora se nela somente há os desejos, sem o pensamento de fato que o leve para o mundo da grandeza, então ela é miserável.

E miserável é aquele que pensa está somente para os desejos carnais.

Miserável é somente aquele que de dia e de noite pensa somente em satisfazer a sua vontade.

É o miserável o que se considera grande, mas não passa de um decaído.
Caído pelas suas paixões porque só enxerga seus anseios para atingir seus objetivos.

São daqueles dolorosamente o envolve, pois ele sabe, ele conhece, mas não admite o erro.

Mas porque não admite o pior? Uma porque não quer, e outra é porque cauterizado já está.

Como provar?

Há pessoas que parecem serem boas, envolventes, pela sua bela aparente, devido sua condição; quem sabe financeira ou atlética; entretanto, são doentes pelas suas necessidades, por causa do choque que causa entre o corpo e sua real condição humana mental.

Seu suposto heroísmo da pervertida vida que tenta influenciar naqueles que então, o conhece, revelam-nos ser somente um ato para conseguir suas cobiças cruéis, não somente para os outros, mas para o seu próprio ego.

Sua fútil vida está sobre o desenvolvimento de planos audazes transvestidos de bons.

Não contende que seu eu, quer a todo custo, que os outros estejam interligados, porque na sua necessidade de satisfação, pensa satisfazer-se quando fatiado com os outros.

É o dito, bolo dividido em pedaços. Porém, com um gosto azedo.

Sua guerra não é conosco, mas com ele mesmo. O seu egocentrismo no erro, revela sua insatisfação, pelo simples fato de sua briga constante.

Alheio a sua condição, não enxerga outra saída. Não consegue afrontar-se para sentir que sua vontade pode está errada. Concretizou na cabeça que ela está certa, e, tudo que lhe vier à frente, não passa de pura irrealidade.

Dedicou-se somente nisso. É não saber que como bandido chama-se de herói. O bandido é aquele que pensa que seus atos estão condizentes com sua mediocridade.

Medíocre é aquele que ignora os fatos de uma realidade. Como se vê ele mesmo lendo não vê. Como poderia fazer isso se sua mente está escura aos seus valores que se contradizem.

Não há brilho que o leve para outros caminhos, como pode haver? 

Diante da mente culpada que sabe que está, não admite porque quer ser maior nas suas escolhas.

Julgar-se constante, mas não se submerge ao juízo que faz de si próprio, pois fecha os olhos para sua causa.

Você conhece algum homem que ache que o maior será saber que tudo é para mim?

Não há nada de pureza, pois na sua revelação todos os dias, vemos não uma luz brilhante, mas aquela secreta.

Conquanto, queira mostrar que faz tudo como a luz do dia, nos seus sentimentos: conheci dê-se vontades próprias.

É o homem que quer por sua própria condenação relatar sua inclinação, ao desejo, expor ser, necessário para todos.

Sua necessidade tem que ser transmita porque sua insatisfação com ele mesmo, só pode satisfazê-lo, quando supostamente satisfeito nos outros.

Não quer conhecimento porque julga tê-lo. Ignora tudo que lhe diga. Não podemos deixar de chama-los de consciência cauterizada.

Se uma luz está presa entre paredes, logo essa não pode clarear outras, porque sua prisão não deixa sair.

Não pense que é uma luz clara, não, é uma luz escura porque existem aquelas que são de outras cores – e o preto também é uma cor.

Será que não podemos divisar virtudes nesses cidadãos? Virtude é a prática de fazer o bem. A palavra em si já denota uma coisa boa.

Para distinguirmos os bons dos maus, temos que levarmos ao cúmulo da razão. E como se faz isso? Basta levarmos a observação.

Por exemplo: se você pega um homem velho e ele se considera novo, o que poderia fazer para ele veja sua própria aparência? Poderia coloca-lo frente ao um espelho.

Pois bem... Sua carência está em não admitir sua condição falha, porque supostamente na sua mente estão corretíssimas suas ações, mas, o contrário é verdadeiro.

Não se trata, dele não ter vontade própria, não, mas perceber que nem sempre sua vontade está de acordo com seu corpo.

Embora, existam pés que pegue como mãos, tirando o cérebro, a cabeça não pensa.

Descubra-se de maneira real para sua condição, não esta que ao que parece esteja errada, porém, a condição de completar sua imagem a de Deus: “façamos o homem à nossa imagem”.

Deixe de ser marrento em entender que suas aspirações ao erro, não fará de você um homem melhor.

Eis a razão: os sentimentos adoecem, o corpo muda, os órgãos falham e a mente enlouquece.


Eu não tenho medo de admitir meus erros. Eu tenho medo do que eles possam fazer com os outros.[G].







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