quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Família no Contexto Educacional e a Concepção Adotada Por Professores para Interagir Com As Famílias das Crianças da Pré-Escola


Texto Redigido: Marlen Galhardo
            Nos dias de hoje nos deparamos com situações em que famílias se perdem dentro do contexto educacional, porém é fundamental que escola e família vivam em harmonia para a carreira acadêmica dos filhos, devem caminhar juntas para que o trabalho educativo se torne eficiente e possibilite ao educando segurança necessária para seu desenvolvimento intelectual contribuindo-o assim para a formação de um indivíduo autônomo. 
 Sabendo que o ser humano nasce com grande potencial de aprendizagem, em todo tempo está aprendendo e desenvolvendo habilidades, nas mais diversas oportunidades que o mundo lhes proporciona, assim sendo, pode-se ver que o papel fundamental da família é que vem em primeiro lugar, pois é ela que determina os primeiros passos que seus filhos precisam aprender, e caminhar para a tomada de decisões que lhes darão um futuro certo e seguro.
Segundo o autor Amaral Fontoura;
 Com base nos escritos do autor Amaral Fontoura, a criança adquire sua primeira educação ainda no berço, pois nos primeiros anos de vida já começam a observar tudo em sua volta, adquire conhecimentos e assim começa a formar seu caráter que o dirigirá por toda a sua vida.  
Conforme o autor em sua obra diz que: segundo a Constituição Brasileira:
“A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola” (artigo 168) e § 3.º, II: assegurada a oportunidade a igualdade deve inspirar-se no princípio da unidade nacional e nos ideais de liberdade e da solidariedade humana, como também se estabelece o direito quanto os deveres dos pais quanto à educação dos filhos, podendo pagar penas de detenção e multa aos pais caso não cumpram esses deveres. (Amaral Fontoura, Escola Viva Sociologia Educacional, p. 158).
 Nada pode substituir o papel de primeiro educador dos filhos que é a família, ainda com base na obra do autor; nos países mais desenvolvidos quando ocorrem situações em os pais encontram dificuldades econômicas a ponto de desistir dos filhos, o governo corre em auxílio oferecendo-lhes auxilio que os ajudem na convivência dos filhos em seu poder, mas se por algum motivo a permanência dos filhos não for possível, o governo procura entregar a criança para outra família seja adotiva ou não, desde que esteja no seio familiar, por mais que os abrigos e acolhimentos ofereçam cuidados e proteção ainda assim não são aconselháveis, pois não conseguem transmitir aquele carinho, amor e orientação moral que somente a família pode proporcionar.
 Enquanto que o papel principal da escola é preparar o cidadão para exercício pleno de cidadania, além de estudos científicos e curriculares para uma vida democrática, é ali onde o ser humano aprende a se conhecer e conhecer o outro, respeitar e valorizar o meio social.
 Seu conceito é preparar o homem para sua formação acadêmica incentivar a utilização das faculdades mentais na aquisição e construção do conhecimento em favor do bem comum tendo como ferramenta as diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos.
 IInteragir com as famílias de seus alunos para que estes se apropriem dos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural da humanidade, deve fazê-lo de forma que o conhecimento seja compartilhado e esteja contextualizado ao conhecimento verdadeiro, o aluno deve ser visto como alguém capaz e com vontade própria de aprender.
Segundo as palavras do autor Augusto Cury;
Bons professores ensinam seus alunos a explorar o mundo em que estão do imenso espaço ao pequeno átomo, ensinam a explorar o mundo que são o seu próprio ser. (Augusto Cury, Pais Brilhantes, Professores fascinantes, p. 48).
 Promover a aquisição de hábitos saudáveis através do conhecimento das leis que o regem, oportunizar o desenvolvimento do senso crítico, da criatividade e do pensamento reflexivo, incentivar o cumprimento dos deveres práticos da vida diária, a sábia escolha profissional e a formação familiar, o serviço a Deus e a comunidade.

2 OS PRINCIPAIS MEIOS DE PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA VIDA ESCOLAR DOS FILHOS.
 A escola nos dias atuais tem promovido meios de participação para que as famílias estejam cada vez mais envolvidas na escolaridade de seus filhos, para tanto é necessário que esta parceria esteja cada vez mais ligada, os pais devem buscar na escola fontes seguras para rever relações, condições e maneiras de lidar com situações vividas no dia a dia.
De acordo com a autora Isabel Parolin,
Cabe à escola construir respostas e instrumentos que atendam aos novos tempos, com todas suas peculiaridades e as diferentes necessidades. (Isabel Parolin, Professores Formadores: A Relação Entre a Família, Escola e a Aprendizagem).
        Formar cidadãos para a sociedade é formar seres humanos, humanizar atitudes em todos os aspectos, perceber que dividimos o mesmo espaço que cabe cada um cumprir com suas responsabilidades e direitos, para tanto é importante que a escola esteja a par de circunstâncias extremas que ocorrem nos seio familiar, assim fica mais acessível o trabalho entre escola e família.
Quando a família se alia ao projeto da escola, o objetivo é sempre obtido, é importante que haja diálogo entre os pais com os filhos em relação o que se passa na escola, um importante papel também é o da escola, que deve passar aos pais tudo o que acontece com seus filhos no interior da escola, tal comunicação pode ser feita por meio da agenda que a crianças possuem, ou se houver situações graves que então seja feita através do telefone ou e-mail.
 A participação dos pais nas atividades escolares de seus filhos é um trabalho fundamental para a construção coletiva de conhecimentos na formação ética do aluno.
 Outra forma de participação dos pais na escola é nas reuniões, e programas de confraternização que a escola oferece, durante as reuniões pode se mostrar o que pode ser feito para melhoria, assim fica mais fácil haver interesse por parte dos pais que começam a interagir com a escola e consequentemente sua participação nas atividades escolares de seus filhos começam a ter um novo rumo.
 O diálogo entre a família e a escola tende a colaborar para um equilíbrio na execução escolar, o que torna possível considerar que a criança e os pais trazem uma ligação intima como desempenho. De acordo com relatos históricos, autores como Elkin (1968), Ariés (1978) e Dias (1992),) buscaram compreender a dinâmica da relação família-escola, como principal  destaque para a família como administrador socializado, ao enfatizarem que os filhos aprendem valores sentimentos e expectativas por influência dos pais.
             Conforme o autor, Grunspun e Grunspun [s.d], Casas (1998), se refere às modificações sociais ocorridas dentro da instituição familiar, explicam que poucos são os casos em que os pais compartilham a responsabilidade sobre a vida escolar de seus filhos.
 Sobre a compreensão da relação família-escola a partir dos aspectos psicológicos, autores como Ehrlich (1995), Fraiman (1997), consideram dois pontos muito importantes. Primeiro, indicam uma escassez de estudos realizados por pesquisadores brasileiros na área do envolvimento dos pais no trabalho escolar. O segundo fundamenta que os aspectos psicológicos da família influenciam na educação escolar dos filhos, ou seja, os filhos vivem reflexos negativos e positivos no contexto familiar, internaliza-os conforme o modelo recebido, e esses modelos parecem possuir um peso considerável no contexto escolar. O entrosamento dos pais com a escola deve favorecer a reflexão de diferentes aspectos pedagógicos.
             A importância da família para a escola também tem sido investigada em relação a outros fatores como: o comportamento dos alunos em sala de aula e os problemas de adaptação. As pesquisas mais recentes que investigaram a relação família-escola e a questão do desempenho escolar podem ser classificadas em cinco perspectivas:
 A primeira ressalta a influência dos fatores sociais da família no desempenho escolar dos filhos e refere-se à classe social dos pais e sua relação com o desempenho escolar dos filhos, indicando que a existência de um grande número de pais analfabetos dificulta a ajuda aos seus filhos na tarefa de casa. Pode-se afirmar tais pressupostos, tendo como referência os estudos de Sena (1990), Pinto (1994), Zago (1998), Chaves e Barbosa (1998).
 A segunda perspectiva aborda a influência do contexto pedagógico da família na sua relação com a escola. Rocha et al (1998).
 A terceira perspectiva se refere à participação dos pais na escola, indicando que a presença dos pais na vida escolar dos filhos constitui um fator indispensável para desempenho escolar e enfatizando a importância da presença dos pais principalmente nas reuniões realizadas nas escolas. (FRAIMAN, 1997)
 A quarta perspectiva discute a importância dos pais para o desempenho escolar dos filhos num sentido mais direcionado aos aspectos do desenvolvimento da aprendizagem. Os estudos de alguns autores referem-se à relação entre a família e o desempenho escolar, indicando questões de participação no processo de aprendizagem. Autores como Sigolo e Lollato (2001) enfocam as aproximações entre a escola e a família, revelando que a mãe, com maior frequência, é quem acompanha as atividades escolares dos filhos.
 A quinta perspectiva enfatiza a importância dos pais mais especificamente sobre o sucesso ou insucesso escolar dos filhos, chamando a atenção para que os pais sejam mais bem orientados sobre as atividades e obrigações escolares dos filhos. Isso permitiria um compromisso maior com o sucesso escolar. Sipavicius (1992)
 Ao considerar a importância dos pais na vida escolar dos filhos o estudo de Andrade (1986) teve uma contribuição especial para a presente pesquisa. O autor buscou compreender os fatores psicossociais do insucesso (repetência) a partir de entrevistas com os pais dos alunos.
    Parece que os pais de alunos com sucesso constroem uma percepção positiva fundamentada na ideia “a escola é boa”, enquanto que os pais de alunos com insucesso relatam que “a escola parece boa”. Observa-se que os pais deste grupo sentem certa discriminação da escola, pelo fato dos seus filhos apresentarem insucessos. Esta diferença entre as duas percepções indica que nosso objetivo geral será alcançado, sobretudo quando chegarmos a analise total dos dados.
2.1 COMO AUMENTAR A CONFIANÇA DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO À ESCOLA?
 É evidente que toda família tende procurar a melhor escola para seus filhos, além da estrutura, filosofia, concepção pedagógica, gestão e administração. Pois a escola faz parte da vida das famílias, é ali onde as informações são fundamentais para novos aprendizados e aprimorar seus conhecimentos, além de profissionais capacitados, a escola deve providenciar meios de participação em que a família encontre confiança e assim possa contribuir para a evolução educacional de seus filhos.
 Cada instituição é um grupo social articulado com a sociedade, desempenha uma função socializadora em relação à educação assim como por intermédio de ações praticadas em prol da comunidade escolar.
 É importante ressaltar que uma boa relação entre a família e a escola fundamenta-se numa comunicação franca, com responsabilidades de ambas as partes para criar um vínculo de confiança e bases seguras tanto para o aluno como para a escola, vale ressaltar que nas ocasiões em que ocorrem situações desagradáveis tais como, alunos com notas baixas, a filosofia da escola, organização curricular, ou até em casos isolados como peraltices de alunos, brigas entre eles, etc. É importante que a escola tenha o máximo cuidado em resolver o problema juntamente com os pais destes alunos, um diálogo aberto onde o respeito mútuo deve ser obtido como meio de mediar conflitos e resolver os problemas.
 Conforme relato do autor Rudolf Lenhard a comunidade é em relação à escola aquele setor da sociedade onde ela se situa, física e socialmente e através da qual ela recebe em grande parte, o influxo da cultura e das exigências nacionais. “Os alunos e seus pais são membros da comunidade e a estrutura desta reflete-se na escola por intermédio das expectativas com que eles a encaram”. (Rudolf Lenhard, Sociologia Educacional, p.127).
 É evidente que a família é o primeiro elo educacional em que a criança recebe, a personalidade da criança se estrutura e molda essencialmente no meio familiar, os pais são responsáveis pela educação de seus filhos e isto reflete no ambiente dos quais eles frequentam, são eles os responsáveis e devem assumir o seu papel de primeiro educador saber oferecer amor, impor limites e orienta-los a respeitarem o meio em que vive a instituição que lhe oferece instrução educacional e seus professores, para uma vida democrática e o bem social.

2.3 COMO A ESCOLA DEVE PROMOVER PROGRAMAS DE CONFRATERNIZAÇÃO EM QUE AS FAMÍLIAS POSSAM PARTICIPAR

 A ideia da participação dos pais nas atividades escolares dos filhos tem dado tão certo, que nos dias de hoje não podemos imaginar uma escola que não organize programas em que as mesmas não possam participar.
 Ao relatar alguns momentos em que os pais passaram na escola com seus filhos para realizar algumas brincadeiras e atividades, organizadas pela coordenação escolar e oferecidas as famílias, para crianças da educação infantil, foi preparado atividades de acordo com a faixa etária de cada turma, a sala de aula foi o espaço adequado para receber os pais, as mesinhas foram colocadas em circulo para que os pais pudessem participar com seus filhos e todos ficassem frente uns aos outros, foi distribuído o material que no caso era folhas de papel colorido, tesouras e cola, para serem dobradas e recortadas formando vários formatos e desenhos, atividade simples porém de grande valor, pois, foi ali que pode ser visto rostinhos felizes e radiantes das crianças em ter seus pais dentro de sua sala de aula participando de suas atividades, em outra ocasião, no mês de maio em que se comemora o dia das mães, a escola promoveu um programa especialmente para as mães, com a participação do coral da escola em que as crianças do pré ao quinto ano fazem parte, logo após a apresentação do mesmo, as mães puderam participar em sala de aula para mais uma atividade junto com seus filhos, de acordo com orientação da coordenação pedagógica, foi organizado uma massagem para as mãos das mamães e muitas vovós que também foram prestigiar e participar das atividades escolares, as crianças foram as principais “massagistas” de suas mamães e vovós. Mesmo em atividades simples a importância é de grande valor, só assim as famílias acabam acompanhando o desempenho escolar de seus filhos.
Conforme, Revista Carta na Escola, edição 23.
 A escola da Prefeitura de Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, adquiriu um projeto em que professoras participam do Programa Interação Família e Escola,
 Quatrocentas professoras fazem parte da importante missão de participação e interação de visitar seus alunos que passavam por certas dificuldades de relacionamento e aprendizado, conforme relato às experiências vividas tem sido de fundamental tanto para as famílias como a escola, ambas só tem a ganhar, pois, além de maiores rendimentos escolares dos alunos, esta oportunidade de aproximação entre família e professor passou a produzir maior participação dos pais na vida escolar de seus filhos e consequentemente estes passaram a se interessar mais pelo estudo e aprendizado colaborando assim para a redução de repetências ou abandonos dos alunos aos estudos, de acordo com a pesquisa bons resultados puderam ser comemorados, como também maiores colaborações e participações dos pais em relação aos programas oferecidos pela escola. Fonte; http://www.udemo.org.br/leitura-113,htm 
 Com base na obra do autor Nelson Piletti, é de total importância à visitação do professor à família do aluno, pois assim o seu trabalho e o rendimento escolar do aluno torna-se mais deleitoso e eficaz, este intercâmbio produz mais informações a disposição dos professores gerando mais confiança e busca para a solução dos problemas, como também o conhecimento do bairro, a comunidade onde vive o aluno, as dificuldades que ali se encontra, e o que as políticas do país têm proporcionado em favor da educação.
 Ao falar em escola e comunidade, ressalta-se a experiência do Grupo Municipal Professor Trajano, de Lajes (SC):
A diretora do Grupo relata a experiência de sua escola:
“Partindo de visitas as famílias dos alunos, verificamos as principais necessidades das crianças, suas carências e dificuldades. Igualmente verificamos os problemas do bairro: água, esgoto, habitação, alimentação, prostituição, insuficiência salarial, desemprego, etc. Através de reuniões informais com os pais e com as próprias crianças, foi estabelecido um programa educativo e cultural mais condizente com a realidade”. (Nelson Pinetti, Sociologia da Educação, p. 98).
        Segundo relatos, a escola passou a trabalhar também com um projeto simples porem condizente a aprendizagem das crianças, que foi a implantação de atividades extras da sala de aula como, teatro, música, danças folclóricas, pintura entre outras atividades, da qual se destaca a hora da horta, pois através da mesma se constitui uma importante aprendizagem no contato com a terra, solo, canteiros, medidas do terreno, a importância daqueles alimentos e suas vitaminas, podendo aplicar esta relação nas áreas de disciplinas como português, matemática, ciência, geografia podendo também relatar o estudo religioso ao lembrar-se da natureza criada por Deus.     
        A dificuldade que muitos professores encontram em buscar esse contato com as famílias das crianças tem sido pela falta de tempo que os pais não estão dispostos a dedicar, pois, vivemos numa sociedade marcada pelo capitalismo e concorrência, assim que muitos pais se perdem deixando para lá ou para depois esta junção de educação família e escola, porem aqueles que estão dispostos a investir na educação e futuro de seus filhos conseguem tempo e como recompensa veem seus filhos prosperando com melhor desempenho na área educacional em todos os aspectos, formal, psicológico, cultural, entre outros.
  






METODOLOGIA

             Para a realização deste trabalho foram utilizadas fontes de pesquisa em livros didáticos de autores que abordam temas da educação família e escola, bem como sites e pesquisas dentro do recinto escolar e também informações com profissionais e pais de alunos da educação infantil que frequentam o Colégio da Rede Particular de Ensino.
 A metodologia consiste em compreender como se relacionam as famílias e a escola dentro do contexto educacional, se esta prática tem favorecido o educando e quais providências a favor de melhorias quanto ao exercício pedagógico da instituição para atender da melhor maneira a comunidade escolar que atua em seu recinto.
A autora Marcia Grochoska cita Penim e Vieira:
Cada escola possui uma história própria e um modo de existir na comunidade-vila, bairro ou cidade – articula-se com pessoas que, de uma forma ou outra, contribuíram para sua construção. Em muitos casos a escola representa a conquista de uma determinada comunidade, que lutou para garantir desde o espaço físico até as instalações físicas a fim de que seus filhos tivessem um espaço de aprender. Movimentos de tal natureza traduzem o valor social e simbólico da educação para a população que nem sempre possui meios adequados para cobrar da escola uma educação para a população de qualidade para seus filhos. (Marcia Grochoska, Organização Escolar, perspectivas e enfoques, p. 37).
 Assim convém que estado, família e profissionais educacionais despertem para novas buscas e soluções das dificuldades que se vê na educação brasileira seja no aspecto familiar, cientifico, religioso, cultural, entre outros.


REFERÊNCIAS

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ANDRADE, Antônio dos Santos.(1986). Condição de vida, potencial cognitivo escola: um estudo etnográfico sobre alunos repetentes da primeira série do primeiro grau. São Paulo, 249p. Tese (Doutorado em Psicologia). Instituto de Psicologia. USP.
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CURY Augusto, (1958) – Pais Brilhantes Professores Fascinante / Augusto Cury – Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
DIAS, M. L. Vivendo em família: relações de afeto e conflito. São Paulo: Moderna, 1992.
ELKIN, Frederick.  A criança e a sociedade. Rio de Janeiro: Block, 1968.
EHRLICH, M. Iparental involvement in education: a review and synthesis of the literature. In: Revista Mexicana de Análisis de la Conducta, v. 7, n.1, p. 49-69, 1995.
FRAIMAN, L. P. E. (1997). A importância da participação dos pais na educação escolar. São Paulo, 134p. Dissertação (Mestrado em Psicologia).Instituto de Psicologia, USP.
GROCHOSKA, Marcia Andreia Organização Escolar: perspectivas e enfoques / Marcia Andreia Grochoska – Curitiba: Ibpex, 2011 – (Série Pesquisa e Prática Profissional em Pedagogia).
GRUNSPUN, H. e GRUNSPUN, F. Assunto de escola. In: Assuntos de família: relacionamento – sexo – Tv – Droga – Escola. [S.L].: Almed, [S.D.].
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LENHARD, Rudolf (1912), Sociologia Educacional / Rudolf Lenhard. 4ª edião – São Paulo: Pioneira, 1978. (manuais de estudo).
PILETTI Nelson, Série Educação Nelson Piletti Professor livre docente da Faculdade de Educação da Universidade de são Paulo. Sociologia da Educação edição reformulada e atualizada 17ª edição, Editora Ática 1998. Rua Barão de Iguape, 110, São Paulo. SP.
PINTO, E. Contribuição para a análise dos indicadores sociais e familiares do atraso escolar. In:Temas sobre desenvolvimento .São Paulo, v.4, n. 21,p.2-9. 1994.
REVISTA CARTA NA ESCOLA, Edição 23.
ROCHA, Carmo e cols. (1998). Influência do contexto pedagógico da família no desenvolvimento de competências sociais por alunos do primeiro ciclo do ensino básico. Revista Portuguesa de Educação. Lisboa, v. 11, n.1, p. 36-38.
SENA, M. G. de C. A educação das crianças: representações de pais e mães das camadas populares. São Paulo,1990.409p. Tese Doutorado em Psicologia. Instituto de Psicologia, USP, 1990.
SIGOLO, S. R. L. e LOLLATO, S. O. Aproximações entre escola e família: um desafio para educadores, In: CHAKUR, C. R. de S. L. (org) Problemas da educação sob o olhar da psicologia. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2001.
SIPAVICIUS, N. A. A (1992).O rendimento escolar na 1 ª série do 1o grau em duas escolas públicas paulistanas: um estudo com uso de regressão múltipla. Didática . São Paulo, v.28, p.115-129.
ZAGO, N. Realidades sociais e escolares e dinâmica familiar nos meios populares. Cadernos de Educação PAIDÉIA. FFCLRP, USP, Ribeirão Preto, fev/ago, 1998.