quinta-feira, 3 de abril de 2014

A Perversão Mundana e Sua História se Repetem



A moral humana estava posto aos olhos de quem vivia na época, eram momentos para chegar-se a Deus, mas na vida que viviam não podiam perceber o mal que invadia seu ser.

O Deus da benção agora estava no seu limite de misericórdia. Não se era mais suportado as desavenças humanas, as gerações chegaram às fronteiras da iniquidade.

A isso não havia quase justos, pois todos estavam pervertidos e falidos de moralidade. Muitos só pensavam em sexo, dinheiro e prazer.

Os videntes e aqueles que usavam de cartas olhavam o futuro com desprezo e não conseguiam imaginar o que estava para vir.

A opressão havia aos pobres, mas estes também já estavam em meio à luxúria e enraizado no pecado.

A instituição, particular em certo sentido já não mais se via como querendo educar, visto sua cerne estava no lamaçal no lodo dos vermes.

Oradores, pensadores, pessoas populares e seus argutos, corromperam-se em frívolas e vãs fantasias, onde somente se falava em por dinheiro nas suas maldades.

“Oolá (o santuário dela) foi prostituta de todos os oficiais assírios, e a paixão dela a levou a se tornar impura, adorando os ídolos assírios”. (Ezequiel 23.7).

Muitos adoravam outros deuses, e sentiam que estavam protegidos nos seus castelos de areias.

O mal era fazer sua própria vontade: “Não digas: Farei a este homem o que ele me fez, dar-lhe-ei o mal que me deu!”.

O povo já havia esquecido que um dia Deus era justiça. Estava todos nas cidades, fazendo o que bem lhes aprouve fazer.

A prudência e a cortesia não mais existiam, o que queriam era alimentar-se do prazer que sacudia seus desejos.

As viúvas, as mulheres e crianças, já não eram vistas como pessoas, mas como um meio para trazer-lhes prazeres sexuais, o mesmo que acontece hoje.

Os pobres e os ricos faziam o que bem lhes desejassem fazer. Alimentavam da corrupção e dos abusos dos progressos, pois já não havia limites a considerar.

Muitos dos legisladores estavam sobre o mantra dos políticos que os importunavam, porque haviam colocados no poder maior.

Seus preceitos como juízes, já não era mais visto como resultados de uma ótima justiça; embora o povo corrompido pelas usuras e falcatruas existente, nem percebiam as moléstias que existiam nos tribunais.

A lei que Deus havia estabelecido como formas orais já não chegam-lhes aos ouvidos, pois muitas belas mulheres sensuais cegavam-lhes a compreensão. E a luz que uma vez era clara, agora já escureciam com escamas suas visões.  

A recompensa no que poderiam ter como obra do bem, já não mais existia, porque o resumo da suma do correto permanecia estranho para eles.

Uma vez que os chefes do poder preferiram permanecer no estado inerte ao que acontecia no mundo.

O povo sentia que as regras eram boas, e não lhes parecia que deveria haver alguma mudança nos seus princípios, porque era aceito pelas próprias autoridades.

Naquele tempo ainda não havia profecia, pois o pecado já não tinha chegado ao cume da taça.

Contudo, não estava tendo o agrado de Deus. Ele como legislador e Criador de tudo, não podia aceitar a inerrante ação de homens casarem-se entre si, como mulheres também.

Obstinavam-se tornar pior ainda seus desejos e suas vontades, estavam tramando entre eles, adotarem crianças para ensina-los conforme sua educação; que para Deus já não era certa.

E assim continuavam com seus desígnios e propósitos, no mais, as tribos com hábitos confusos deparavam-se cada dia com costumes desagradáveis, destilando-se dos seus erros.

A capacidade de discernir entre o certo e o errado não acompanhavam-lhes julgar, visto eles já estavam moldados em aceitar o inaceitável perante aos olhos deles mesmos.  

Seus mestres, seus doutores, seus psicólogos e seus anciãos, esforçavam-se por justificar que tiveram as conquistas nesses méritos, ditos sexuais, e com um suposto discernimento ser correto; e passaram a evidenciar e ensinar que o homem necessitava exercer seus desejos mais ansiosos e supostamente inerentes neles.

Afligiam-se cada dia em querer aumentar essa necessidade que uma vez foi tida como obsoleta. Não podiam mais admitir que essas vontades não pudessem ser feitas.

Os rigores dos clamores nas ruas eram diários quantos constantes e o povo acatou tudo.

Entretanto, o céu não aceitou essa luxúria e perversão humana, e trouxe ao conhecimento de Abrãao que haveria de destruir essas quatro cidades pervertidas sexualmente.

Pedro assevera o que aconteceu: "E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente" 2 Pedro 2:6.

A tolerância de Deus da sua misericórdia havia chegado ao limite do extremo.

O Profeta Jeremias quanto à destruição de Jerusalém, relatou com ficaria: “Será como a destruição de Sodoma e Gomorra, e dos seus vizinhos, diz o Senhor; não habitará ninguém ali, nem morará nela filho de homem” Jeremias 49:18.

Isaías anuncia para os caldeus como iria ficar diante da arrogância e soberba e seus pecados: “E babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”Isaías 13:19.

Portanto, a ruína de Sodoma e Gomorra como mais duas cidades seriam por causa dos pecados admitidos sexuais.

Deus não podia tolerar a mudança comportamental sexual, visto criar todos os seres distintos, marcho e fêmea.

Isso se tornaria um desafio para com Deus, isto é, provocar o criador.

Quando o homem passa a estabelecer regras que ofende os valores morais e passam a ser cumplice dos mesmos, Deus vem e intervém.

“Ouvi a palavra do Senhor, vós poderosos de Sodoma; dai ouvidos à lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra” Isaías 1:10.

O resultado no passado alerta-nos para o presente, e traz-nos os resultados no futuro. Quando os juramentos nos tribunais são a favor do povo errante, e aceitam as misturas das causas exigidas, o fim é a conquista das punições dos erros aceitos.

“E toda a sua terra abrasada com enxofre, e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem nela crescerá erva alguma; assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o Senhor destruiu na sua ira e no seu furor”. Deuteronômio 29:23

A destruição é iminente, e não terão como escaparem de Deus das suas sétimas últimas pragas.

No passado Deus alertou e tirando Ló e sua família da destruição, pois ele não compactuava dos ensejos e desejos sexuais existente na sociedade contemporânea.

"Então o Senhor fez chover enxofre e fogo, do Senhor desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra"Gênesis 19:24.

Lembrando que, o que aconteceu no passado, irá acontecer no futuro.

A isso se refere Jesus Cristo: “Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade” Mateus 10:15.

As cidades que viveram em tempos de escárnios, impurezas e idolatrias, são essas, e não outras, que Deus trará julgamentos sobre elas; embora já estejam sendo escrito no livro das obras seus feitos (Malaquias 3.16).

Portanto, obedecei aos Seus mandamentos quando Ele vos diz: “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte”. Apocalipse 21:8

Arrendei-vos enquanto é tempo! Deixai os caminhos do mal, e não se prostituem com anseios, desejos e ações sexuais. [G].

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