quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A Psicologia Sexual do Amor Humano Sem Deus



Hoje em dia o sexo tá sendo um dos assuntos mais discutidos pela sociedade. Os ditos, moderninhos consideravam-no como nada pode existir além do mesmo. Alguns consideram todas essas evoluções pertencentes a Freud.  

O Doutor Ludwig, afirmou que através de Freud, as pessoas podem conversar sobre sexo: “... o rótulo científico de Freud permite que a mais gentil mocinha discuta com qualquer homem os mais íntimos pormenores sexuais, estimulando-se ambos eroticamente durante a conversa, embora conservando faces imutáveis, e provando ao mesmo tempo serem doutos e despidos de preconceitos. Que coisa convenientíssima na puritana América!” (Emil Ludwig, Dr. Freud, pág. 166, Hellman, Williams e Company, New York).

Tanto Freud como Marx, esperou uma modernidade para exercer seus escritos numa sociedade de espectadores libertinos no século XIII, a fim de meios adversos de a pseudofilosofia influenciarem um povo materialista sobre sexualidade. Mas o Dr. Reinhold Niebuhr faz uma relação com Freud e um falso otimismo: 

“O pessimismo romântico, que culminou em Freud, pode ser olhado como símbolo de desespero que o homem moderno enfrenta, quando suas ilusões da modernidade há um esgar de desilusão e de cinismo.” (The Condition of Man, pág. 364, Harcourt, Brace & Company).

Freud não foi o vetor corrente da popularidade do sexo, mas a declaração e seu destino. Distante de ser o criador de um período, fora a sua sentença.

 “Os antropologistas culturais mostraram que as concepções de Freud a respeito da história da civilização são falsas e infundadas. O inventor da sua ideia favorita do ‘pensamento pré-lógico’ (ou mentalidade arcaica), o falecido Lévy-Bruhl, escreveu uma completa retratação, somente há pouco publicada. Em seus livros de notas (Carnets, in Revue Philosophique 1947), declarou que não há tal coisa como pensamento pré-lógico e que ele se havia inteiramente enganado interpretando seus dados de tal maneira. 

Em outro argumento, a noção de que a esquizofrenia é causada por fatores mentais, operando de acordo com os mecanismos freudianos, está cambaleante. Esta ideia é particularmente cara a um grupo de freudistas”. R. G. Hoskins (The Biology of Schizopheremis), “da Escola Médica de Harvard, acentuou o fato de que há tantas indicações de patologia orgânica nesta doença que uma origem puramente mental é improvável”.

O interesse sobre sexo é de tamanha assustadora divinização da perda da fé em Deus. Perdendo há fé em Deus, perde-se o desígnio da vida e, por conseguinte o amor à universalidade da existência. Tenta por instantes satisfazerem-se seus desejos em momentos excitantes. Estes os levam se esforçarem por vezes adorarem em vez do criador, transformando paixões carnais em deus. Idolatrando quanto adorando suas paixões carnais, tende quando terminarem as ações promiscua, à opressão sobre a outra pessoa chegando à barbaridade.

Não há pior coisa de que tentar satisfazer suas necessidades íntimas das ambições do amor carnal, a fim de atender o desejo do amor verdadeiro no sexo sem compromisso. Pode ser até que se satisfaça por um momento o físico, porém, por dentro do homem (sentido genérico), o desejo do amor finito não pode ser completado por um amor temporal sexual. Somente o amor eterno pode preencher o íntimo das necessidades fisiológicas, pois parte do ser humano, é composto da essência da existência de Deus, que é o sopro para a vida. Portanto, o finito amor humano, tende a procurar o infinito amor de Deus. Seres humanos jamais satisfarão seus anseios intimamente sem o divino.

 Por fim, o que ficam são: forem devaneios, petulância, tédio, aborrecimento e ódio. Por essas e outras coisas, que muitos namoros terminam em trágicas mortes. O não compromisso causa um suposto-domínio sobre o companheiro (a), porque pensam estarem unidos intimamente ligados pelo sexo; coisa que não é verdade! Porque não houve o amor verdadeiro. Somente o desejo de satisfação carnal; e aquele verdadeiro Deus que instituiu o amor eterno fica de fora, posto que o amor temporal iluda o sujeito. Assim sendo, o Deus indigna-o, e tenta culpa-lo pelos suas falhas admitidas, como é retratado aqui:

“O racionalismo roubou-lhes a fé em Deus e a espiritual vida de amor e união com Ele. Sendo homens, e não máquinas de calcular ou vegetais, devem ter vida concreta, intensa, apaixonada. Voltam-se, portanto, para o sexo, para a imagem biológica da vida espiritual, sua paixão e união – não pelo que ele realmente possa dar e tem dado em todos os tempos, mas pelo conteúdo daquela outra e suprema vida de amor que ele reflete. Ficam sem dúvida desapontados, e continuarão a ficar desapontados. Mas sua busca é um juízo, um testemunho e uma intimação. O raciocínio humano não pode alcançar o claro e completo sistema de verdades sobre o qual só poderia ser construída uma estável ordem mundial de natureza puramente racional. 

Ele (o homem) é devorado pelo monstro submarino da vida biológica, emboscado nos seus instintos irracionais, a baleia do sexo. Pois, como a baleia, o sexo deveria alimentar as necessidades do homem e não engoli-lo. Mas o monstro marinho pode afinal de contas revelar-se instrumento de sua libertação. Na sua barriga, escura e confinada, aprende ele, como o profeta, a impotência de seus poderes naturais para satisfazer as exigências de seu espírito, sua necessidade de iluminação divina e de graça. Assim o julgamento do sexo na sua moderna idolatria torna-se um testemunho da necessidade para o homem da vida e do amor que só Deus pode conferir, um testemunho da realidade que prefigura e reflete.” (The Bow in the Clouds, Sheed & Ward, Londres).

Outra forma de razão ao culto do sexo está no anseio de escapar à responsabilidade que sua mente intranquila tolera na sua consciência. Porque sua necessidade não passa de mera aventura e que quando submetido ao cargo de (ou a) responsável, alega não ter relação nenhuma com a pessoa usada para os seus intentos pervertidos (as). Uma vez negado o amor verdadeiro, negasse o compromisso. E tal negação de viver uma vida certa, vive uma vida sem ética. E sem esse pacto formal, a vida não tem sentido. Uma vez sem sentido, tentam anular Deus. Por ser Deus, o instituidor da ética moral.

“Aqueles que estão cientes da prova apresentada pela moderna psicologia da larga parte desempenhada nas opiniões e conduta do homem pela força consciente ou inconsciente da sexualidade podem muito bem inclinar-se para a opinião de que a vontade de subverter a ordem social não é devida inteiramente ao amor insolúvel da justiça, ou mesmo à necessidade de alimento e bens entre os famintos e os que nada possuem. Um desejo mais ou menos franco de libertar-se das restrições sociais à atividade sexual é um fator frequente e importante.” (Pierre Henri Simon, Marrriage and Society, in bondy and Spirit, pág. 112, Longmans, Green & Company).

São essas alegações que escutamos da licença carnal feita da anarquia pessoal que transformar-se nos fundamentos da sociedade. A vida sexual suposta-social liberal abate os fundamentos da vida familiar que tentam destruir. Os anarquistas sexuais supostamente-sociais advogam o emparelhamento marxista ente a rebelião do ornamento nos libidos animalescos.

 Por todos os sistemas supostamente sociais almejam a mesma desventura: a crença na economia histórica e que o individuo é determinado pela biologia dos prazeres.  Um age sobre a liberalidade da formação cultural e o outro age sobre a liberdade das vontades humanas. Formando assim um paralelo existente neoliberal supostamente modernista.

O senso da razão num Deus como centro principal para obter os valores necessários do amor, são-lhes transferidos para um materialista sexual, por na suposta-modernidade psicossexual, a negação do amor do Eterno são rejeitadas, porque lhes impõe uma conduta exemplar, coisa que não querem admitir. Negando Deus, acham-se totalmente importantes para fazerem o que bem lhes aprouver.

Conclusão
Quanto mais tentarem os ditos psico-pseudos-sexuais-modernistas usurpar os valores morais, mais problemas estará há enfrentarem na sociedade moderna. O deferimento do amor divino para o imperativo humano é de extrema necessidade nos dias atuais.

 Não pode haver liberdade sem compromisso que atenue os desejos humanos. 

O interesse nas coisas perecíveis da terra tende a acabar. Dizemos muitas vezes e até por varias vezes: “nosso futuro está nas mãos dos jovens”, se não houver sinceridade de amor sexual verdadeiro familiar (homem e mulher), não haverá família; não havendo família, não há jovens, não havendo jovens,não há pessoas, não havendo pessoas, não há quem ame, não havendo quem ame, não há ninguém, não havendo ninguém, não há nada, não havendo nada, tudo se acaba. [Galhardo].


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