terça-feira, 7 de julho de 2015

Existe algo além do nada


Quando lemos o Gênesis conseguimos perceber a analogia com a ciência em pura concordância com suas aquisições.

Não vemos que uma esteja em disputa (mesmo que alguns queiram mostrar isso), pois as leis da natureza se diferem, mas se incuba transmitindo uma ordenação da qual existe um princípio, porém ao mesmo tempo, um infinito.

No começo quando nasce uma estrela não a vemos ter seu êxito sem algum tipo de força, temos que notar que existe um espírito que guia seu nascimento.

Os astros, os planetas e as galáxias tende ter algo que as faças nascerem do ponto de vista que alguma coisa não possa existir por si mesmo, porque teria que haver (existir) o instantâneo dentro deles, e, portanto ser realizado como um estalo. 

Quanto a um princípio, sugere que para tal, deve-se ter uma coisa que comece, pois como pode ter algo sem que se disponha ter para começar? 

Se eu penso na gravidade para que eu creia que ela exista deverei fazer algum experimento para provar sua existência.

Assim, pego uma caneta e solto e ela cai no chão, definindo que existe algo que a puxe para baixo, embora não a vendo (gravidade), sabemos que ela existe como prova cabal.

No universo entendemos que todas as coisas existentes lá, nasceram porque se deve haver uma força que as faça transformar sua existência.
Essa vontade que se faz presente no existir, porque estão sempre diante dos nossos olhos, vai sendo cada dia mostradas sobre a linguagem da criação.

Essa nunca parou, mesmo que pareça que foi criada e deixada, como bem tratou Moisés no seu livro, mesmo assim, nasce e renasce, mas como que precise de algo que mostre como deve ser feito, e mais, que necessite de um Ser Superior que transmita isso através de uma força onipotente.

Não há como compreender concretamente e cabalmente, tais eventos criativos constantes se não houver algo que os impulsione o existir.

A mais interpretação que a ciência queria induzir que uma coisa passou a existir do nada, não se pode convencer que do princípio não há princípio.

Embora possam alegar que então, que princípio surgiu Deus? Seu desenvolvimento está inerente a ele, como que o coração ao corpo.
O discernimento não envolve aqui coisas criadas, porque elas surgem diariamente a cada segundo ou instante.

Uma coisa que surge passa a existir, portanto seu começo teve início porque alguém ou algo fez-lhe fazer que surgir-se.

Não está aqui sua pura existência do seu inerente porque não existia antes, e como algo não existe não se pode ter. 

Poderíamos pensar então, mas o sol transmite seus raios e estes percorrem mais de dois milhões para se chegar a terra, segundo Herschel, isso denota que ele cria sua própria força, mas não podemos esquecer que na criação foi-lhe dado seu impulso, ou seja, na sua matéria foi desenvolvida sua própria impressão do seu realizar.

Mesmo parecendo absoluto, houve um início que pudesse para passar a existir. Mesmo que suas luzes se dissipem e cheguem até aqui, ela morre quando chega à noite, pois somente no novo amanhecer vem mais.

Contudo, ele não dissipa porque lhe foi dado permanecer como principal a fim de permear em outros seres sua existência, quanto precise.

Na terra e na lua vemos isso com muita clareza, embora haja diferenças, ele tem um fator tremendo nas transformações dos seres.

Vemos também que a terra exerce sua constância em permanecer sobre o abismo no espaço entre os polos, fixando-a para que não saia do seu lugar; permanecendo constante, mesmo se movimentando não sai deslizando pelo universo. 

“Deus estendeu o céu sobre o vazio e suspendeu a terra por cima do nada.” (Jó 26.7).

Aqui não vemos um firmamento como tratou Jerônimo nos Setenta, porque não há algo firme que possa sustenta-la, mas simplesmente uma imensidão, ou seja, uma extensão (rakiach). 

Voltando ao assunto, seria bom entender que, mesmo que alguns pensem que havia brilho, ou seja, luz quando na criação fosse o próprio Deus, não vejo como resultado concreto isso, pois como entender que o Espírito de Deus pairava sobre as águas e estava escuro?

O que entendemos e achamos o mais óbvio, seria pensar que, a existência da luz fez-se após a criação do sol, e não antes de disso, mesmo que Deus tenha luz em Si.

Perceba que quando há luz, tudo nasce, transforma, exala, cresce etc., portanto mesmo que parecendo que, a luz veio antes do sol, Deus faz-se organizado, pois tem um desenvolvimento contínuo.

Mesmo que muitos pensem no sistema evolutivo, porque aqui parece ser; essa se deu sobre um começo de que algo só passou a existir quando houve quem desse o ponto de partida a fim de prosseguir.

Não basta acharmos que a luz jorrou do nada, não, mas que mesmo o astro grande, tivesse na sua função se mostrar luz, mesmo esse, teve um princípio para que pudesse ondular sua força.

“Eu amo aquele que me ama, e quem me procura acha.” (Provérbios 8.17).

Moisés entendia que tudo foi criado, mesmo quando que pisava com sua sola dos pés no chão, olhava para os céus, de dia, via o sol, de noite, via os astros e sua imensidão, e para a terra, via os grãos de areias.

Compreendia muito bem que nada poderia ser por um simples acaso vir do nada.

No nada deveria ter algo que fizesse tudo aquilo que via, pois tinha uma ordem magnifica.

Se na água podia perceber que sem ela não se poderia ter vida, porque até para ele mesmo necessitava disso, não poderia nem supor que, como pode nunca secar elas?

Mesmo que alguns achem que um dia a água possa acabar, isso nunca irá acontecer por completo, porque ela já nasceu com seu absoluto.

Foi-lhe dada sua própria existência assim como ao sol, e mais, dela enche-se tudo, porque vem do fundo da sua inerência estabelecida desde o começo.

Do mesmo modo o ar (rouach) que foi-lhe dado seu peso e seu sentir como trazer mudanças climáticas.

Ninguém imagine que ele veio simplesmente sozinho, sem força predeterminada para que pudesse alcançar e alargar seus horizontes no mundo. Sim, uma força maior que ele estabeleceu seus limites e sua atuação.

Distinguir-se da água, da terra e do universo, mas é nele que já são vistos as chuvas, as correntes marítimas quando sopradas nas forças dos mares, e na sua força de propulsão para se alcançar lugares distantes.

Tendo tudo, mas ao mesmo tempo, foi-lhe necessário o começo, o princípio, o antes e tudo do que precisaria para exercer sua atuação no universo.

Está aqui à genealogia dos mais das coisas existentes no nosso meio, tudo não deixou de passar pelas mãos sobre as plenas e exatas condições com o intuito do seu objetivo.

Não estamos negando aqui outras existências, tais: fauna e flora, como seu desenvolvimento quanto suas condições de umidades, calores e luzes.

Entretanto, sobre a razão, não deixamos e não podemos deixar de percebemos que tudo houve uma abertura desde uma eternidade.
Diante, da educação, da observação e do analise, teríamos incompetência e incapacidade se não pudéssemos admitir que a criação viesse do nada e se o nada não houvesse o começo.

Assim mesmo, até para o nada passar a existir, do nada deveria ter alguma coisa para fazer que no nada tivesse que surgir vida (no sentido de existência completa de tudo).

Até o homem com toda sua complexidade no corpo e todas as suas funções, como: comer, beber, raciocinar etc., sendo matéria e imaterial não passou existir sem que no nada, não houvesse nada que o fizesse possuir vida.

Pedem-se mais provas para que te possa fazer crer, então deverias no mínimo, serem mais honestos em admitir todas essas essências realizadas em meio do nada. [G].

Não consigo vê nada, além do nada!

Meu filho: olhe as coisas direito!

Continua...










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