sexta-feira, 10 de julho de 2015

O reinado para sempre de Davi – O Israel



Deus faz uma aliança eterna como promessa a Davi, ele era um homem segundo o coração de Deus, portanto, mesmo quanto diante do pecado, sua promessa não iria se desfazer.

Poderiam pensar, mas seus filhos andaram no caminho dos erros, porém não esqueçam que de Davi saíram como descendentes que seria reis de Israel. “E quando vc morrer e for sepultado ao lado dos seus antepassados, eu colocarei um dos seus filhos como rei e tornareis forte o reino dele. Será ele quem construirá um templo para mim, e eu farei com que os seus descendentes governem para sempre.” (2 Samuel 7.12 e 13).

Então, essas bênçãos sobre promessas eternas seriam passadas a todo o Israel: “... Eu vou dar a vocês as bênçãos sagradas e certas que prometi a Davi.” (Atos 13.34).

“Tu disseste: ‘Eu escolhi o meu servo Davi, fiz uma aliança com ele e lhe prometi isto: ‘ Um dos seus descendentes sempre reinará; eu farei com que eles sempre sejam reis depois de você.” (Salmo 89.3 e4).

Embora muitos pensem que por causa de Davi ter pecado, seus descendentes iriam cair todos, Deus promete-lhe uma aliança eterna.

“O rei pediu vida, e tu lhe deste vida longa, sem fim”. (Salmo 21.4), o texto em si alude perpetuação eterna.

A geração de Davi não poderia se acabar porque ele era visto como um rei messiânico, e como tal, ir até o maior rei – Jesus.

Uma promessa eterna deveria ser estendida ao futuro; e essa, a eternidade.  Não existe nenhuma possibilidade que essa promessa não irá ser cumprida, uma vez que ela se estende ao reino eterno; e este tem seu representante que, é Jesus.

Quando Deus determina para o seu povo (Israel) voltar-se para Ele, era para que eles tivessem um reino definido eternamente, e serem, reis perpétuos. (Amós 5.4).

O texto direto não demonstra isso, mas uma aliança com Deus não se dissolve. “Eu o Senhor não mudo, e em mim não há nem sombra de variação.”

Mesmo os israelitas tivessem, em, e entre pecados, quando este voltasse para o Senhor, ele haveria de perdoá-los. “Então vocês vão me chamar e orar a mim, e eu responderei. Vocês vão me procurar e me achar, pois vão me procurar com todo o coração.” (Jeremias 29. 11 e 12).

Essa promessa dependia da aceitação do povo de Israel para se cumprir um reino eterno? Não! Pois eles arrependendo-se ou não, o filho de Deus viria, e nele como israelita que era se cumpriria.

Mesmo que tivessem dúvidas, mesmo que permanecessem nos pecados, alguns não iriam ficar, pois haveria uma promessa de que gerações iriam reinar, e como tal, não teria cabimento aquele que conhece o futuro (onisciência), dizer uma coisa e ser feita outra.

“Povo de Israel, por que você se queixa, dizendo: ‘O Senhor não se importa conosco, o nosso Deus não se interessa conosco’? Será que vocês não sabem? Será que nunca ouviram falar disso? O Senhor é o Deus eterno, ele criou o mundo inteiro. Ele não se cansa, não fica fatigado; ninguém pode medir sua sabedoria.” (Salmo 40.27).

Embora o povo cansado, humilhado e revoltado, Deus não teria tais problemas humanos, uma vez que é Dele que vem renovação (energia) e força. (verso 29).

Assim mesmo alguns alegando que não alcançaram ou não irão alcançar o trono, como reis, em Deus, todos os israelitas (convertidos), alcançarão.  “Os que confiam no Senhor” (Isaías 28.16).

Mesmo que Deus der uma condição para que o povo retorne para ele, e assim ainda alguns não farão; uma promessa feita para Davi não seria quebrada. 

A fidelidade do seu servo Davi merecia no mínimo, respeito diante da sua própria honra.  

E ninguém mais honra seus compromissos do que o próprio Deus.
“Povo de Israel, ponha a sua esperança em Deus, o Senhor, porque o seu amor é fiel, e ele sempre está disposto a salvar. Ele salva Israel de todos os seus pecados.” (Salmo 130.7-8).


Assim como Davi era fiel, assim Deus também o é.

Nenhum ser humano pode nem sequer imaginar, sua fidelidade no campo da perfeição; pois nele não há traços de imperfeições. 

Em contrapartida, Deus não está afirmando que não se possa entender seu pensamento, mas devemos saber que os nossos não são comparados com a infinidade do Dele.

E quando diz que fará algo, mesmo que demore, isso será feito; além do que nós imaginemos.

“A erva seca, e a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre”. (Isaías 40.8).

Ai está: o absoluto, o irrefutável, e a realidade dos fatos, comparar a natureza com o que Ele diz ser real.

Esse texto poderia ser levado em outra direção, “Eu o Senhor, restaurarei Israel para sempre.”.

A palavra denota um cumprimento que jamais poderia ser quebrado, onde levaria até o Messias – o Jesus Cristo.
“... e dar sua vida para salvar muita gente.” (Mateus 20.28). 

Salvação: transmite ser uma ligação de eternidade plena.

E o que é eterno, não se acaba; dai a coroa de ouro, comunica uma coisa que jamais terá fim.

Mesmo que Deus no passado não quisera-se que seu povo tivesse um rei, ele não deixou de cumprir sua promessa ao seu servo Davi, pois em Jesus foi cumprido.

Contudo, não fica somente nisso, só por ai, os próprios israelitas serão reis na eternidade.

Entretanto esse reinado é levado não somente a classe da gema, mas aqueles que guardam o sábado sobre destaque. (Isaías 58. 13-14).

Poderia alguém dizer: “não consigo ver nada no texto de Isaías 58 sobre reinado dos israelitas”? Então você deveria ler todo o contexto de Isaías e saber da felicidade de que, onde há rei, há príncipes, e onde há príncipes, no futuro se tornarão reis.

“Nossa, agora você me confundiu tudo o meu fosfato! Se Jesus é nosso rei, como poderia ter mais reis”? Nem sempre um reinado se faz sozinho, às vezes para se reinar precise não somente de um, mas de vários reis.

“Já não os chamo de amigos, mas de irmãos!” Ora, se somos irmãos, então não somente somos irmãos, mas reis, pois Jesus é um.

Dentro do assunto do destaque daqueles que guardam o sábado, quando o povo volta do cativeiro Babilônio, este, o sábado passou a ser cada vez mais venerado. (Ne 13.15-22).

Dentro desta volta estavam aqueles que eram estrangeiros, mas também já havia aceitado este dia como de descanso, então era considerado como israelita também aos olhos de Deus.

“O Senhor Deus diz: ‘Povo de Israel, lembre-se disto! Não esqueça que você é o meu servo. Eu o criei para que me servisse e nunca esquecerei você.” (Isaías 44.21).

Israel não pode esquecer-se da aceitação de Deus em relação aos outros povos introduzidos no seu meio; pois Israel é como uma árvore que produz frutos, e esses podem nascer em qualquer lugar.
Também não podem achar que só porque foram escolhidos para reinar, outros não possam reinar juntos, uma vez que um rei pode dar seu reinado a quem lhe aprouver.

“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o patrão (rei) vai coloca-lo como encarregado de toda a sua propriedade (tesouros).” (Mateus 24.47).

Não basta dizer, “sou israelita e possuo toda a riqueza que Deus me prometeu, e, portanto, sou rei, e somente nós temos o direito a tal destino”. Não, como a parábola do patrão que possuía sua riqueza, ele deu a aqueles que faziam as coisas com fidelidade, e, por isso, que foi recompensado. 

Não é porque uma promessa fora feita a Davi que ti garanta o reinado perpetuo, sendo-te desleixado. 

Num reinado exige que o futuro rei se disponha de responsabilidades; porém, não somente quando rei, mas no percurso para tornar-se um.

Não basta pensar: “estou salvo, e uma vez salvo, salvo para sempre”. Ora seria muita infantilidade pensar assim! Jamais um pai daria sua empresa para um filho que fosse um rapaz que não tivesse responsabilidade absoluta. Ninguém, digo, ninguém não entregaria sua empresa para pervertido, corrupto, vadio ou esbanjador para que ele administrar-se os bens da família. Então a tese de que, “salvo para sempre”, é totalmente falsa a luz de comparações.

Ademais, seria intrigante, quanto chegarem à beira do ridículo, pensar ou supor que um filho dedicado, responsável nos seus deveres, fiel, tratando os outros com dedicação e quem sabe até com delicadeza chegar-se a perde a chance de chegar ao trono, diante do promíscuo? Seria o cúmulo do absurdo da estupidez do pensamento, imaginar tal coisa!

Como poderíamos chegar a pensar que um rei (mestre de todos os bens), poderia dar seu tesouro para um irresponsável? Jamais faria isso, a menos que fosse um perfeito idiota!

E se tratando de idiota, eu digo: Deus, não o é!

Jesus lutou para salvar todas as classes de pessoas, mas jamais admitirá um pervertido, sem escrúpulos, ou mesmo, um insensato e corrupto, chegar ao poder sem antes passar pelo crível do arrependimento verdadeiro, mudança de vida.

Mesmo justificando-os por seus méritos diante de Deus (Romanos 5.19), ele não iria admitir que um pecador continuar-se pecando deliberadamente para reinar com ele. Jamais!

Um reino de ouro e pedras preciosas, e o rio transparente, aludem perfeição; pois o ouro é nobre, as pedras preciosas têm seu valor, e o rio transparente denota claridade, pureza e perfeição. 

Conclusão

Para ser um rei ou no mínimo viver em um reino, deve-se cumprir normas pré-estabeleci dadas pelo que um rei já deixou. 

Por isso, para se ter um lugar de honra ou ao menos está dentre desses honrados, o que se espera é que se cuidem dos seus mandados.

Mas como saber quais são desses comandos? Lendo as Escrituras Sagradas – Bíblia.

Quando o texto reflete, receberá a sua recompensa junto com os grandes (reis), ao pé da letra, o texto hebraico diz: “com os poderosos [reis] ele dividirá o que foi pego na guerra”.
E o que foi pego na guerra? O tesouro. 

E qual tesouro é este hoje? O reino eterno ou reinado eterno.
Serás rei se assim quiseres! 

Seja rei como Davi foi, pois Deus não te escolheu para ser escravo aqui na terra, mas para reinares nos céus. Amém! [G].


















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