sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A escuridão é necessária, mas nem tanto.



Em tempos antigos nada existia, um clima de escuridão era o que permeava em todos os cantos, pois no escuro não se podia ser observado nada visto o nada era o preto.

Somente nesta presença, ou seja, num vazio da escuridão, para que começar-se algo a aparecer precisaria um brilho.

Se houvesse algo estaria ocultado, pois no denso é difícil enxergar alguma coisa. Mas por um momento espontâneo num universo, e fora da realidade, isto é, daquela que só existia, houve um fenômeno que mudou algo que parecia impossível.

Era um fato além dos fatos que já existia. Num segundo de dia, porque ele (o dia) é feito todo, mas pode ser real num momento, foi que acendeu um clarão.

Onde o criar parecia sem razão porque era um oco. Entretanto surge mesmo sem ninguém escutar em sentido de interpretação de som, uma voz que clama seu sentido do existir.

Essa já havia tramado como deveria ser para se ter o resultado no finito, pois a criatura deveria saber sua existência futuramente.

Dando sua diferença no paradoxo, para o claro, iria os homens reconhecer do que seja melhor.

Nessa luz poderia guia-los para o caminho certo, porque não estariam sem vê.

“Deus viu que o que havia feito era bom”, quando com sua voz exprime: “Haja Luz! E a luz começou a existir”. (Gênesis 1.3).

Essa mesma viria para frente levando quaisquer aqueles que quisesse enxerga-la com mais afinco.

Na noite sem luminares, ou seja, sem os astros, não se poderia enxergar nada, então seria improvável haver que algo existir-se sem o dia.

Não bastava criar ele, mas ter feito outras coisas. Porém fica a pergunta: a escuridão também foi criada? Na realidade à Bíblia nos apresenta três céus, dando divisões neles, portanto, se estamos no céu do universo, seria lógico pensar que para o começo, houve o escuro criado primeiro, pois ele iria retratar algo para o primeiro existir.

O escuro tinha a função de separar, mesmo não havendo nada. Não haveria noite se não a houvesse.

Sua existência também mostraria o contrário entre o bem e o mal, visto no escuro não se pode vê.

Porém, no claro tudo aparece e fica evidente. Certamente essa mudança, inclusive das duas determinaria que todos os seres, saberiam julgar melhor, qual o melhor de tudo.

O texto resulta para entendermos que Deus é perfeito naquilo que faz.

A luz que aparece que veio de tudo fazer existir vem depois quando surge o sol, já existia com a presença do próprio Deus, que transmite a sua própria.

A escuridão na perspectiva humana aqui, sempre irá existir, porque ele existe por si mesmo.

É o sol que tira ela de seu estado quando tudo volta a amanhecer. Isso nos arrasta a pensar que precisamos sempre de luz para poder está vendo.

Seria como que para aparecer uma flor, ela teria que desabrochar constantemente.

Alguém pode não entender da sua complexidade, contudo seu aparecimento é necessário a fim de mostrar seu perfil de um paraíso que não existe.

Se algo está lá, mas não o vemos, então podemos achar que ele não existe. Pois é... O fato, para saber que uma coisa se faz presente, precisa-se da claridade.

E não somente precisa dela (da escuridão), pois sem tê-la, não teríamos chance de sobrevivência uma vez que o ardido do calor aumentaria bastante.

As plantas precisam de um repouso de luz; os animais precisam descansar na sombra (que é um tipo de escuridão); os homens precisam renovar suas forças (ao dormir eles precisam dela); etc., etc., etc.

O problema é que ela indica que algo não vai bem quando essa permanece constantemente em nós, e nos seres existentes.

O mesmo acontece conosco quando diante da luz diretamente. 

Conquanto pareça que só vemos coisa ruim nela, se fosse não tê-la (o escuro), seriamos como árvores secas.

Posta entre nós reflete que temos que fazer uma escolha no sentido do caminho certo.

Andar nas trevas é não vê, absolutamente nem um milésimo na frente, aliás, só a vemos.

Até para traduzi-la, fica muito difícil, pois não encontramos dentro do contexto espiritual nada que nos leve a querer está do seu lado.

Além do mais, transmite-se um lugar sem profundidade, até para morrer perdido, antes do fim para depois ter o fogo, e esse, reflete luz própria quando aceso.

Morre o homem e não passa a ver nada – é um escuro absoluto.
Entretanto, quando houver o surgimento, isto é, ressurreição, na luz, há claridade.

Por isso que Jesus Cristo chama a atenção do homem para não viver no escuro, pois ele mesmo diz: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida”. (João 8:12).

Perceba que a vida também é luz, então a morte segue o paradoxo disso.

Por fim, andar nas trevas (no escuro), no mundo espiritual é está cego.

E o cego não pode vê, pois anda no escuro.
Comece vê e saia da escuridão! [G].










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