terça-feira, 11 de agosto de 2015

Estudantes parados são como nuvens nubladas

                           O mundo não gira somente nos olhos dos outros.
Estamos sempre aprendendo, pois somos estudantes em potencial. E nossa incumbência parece ser em estudar cada vez mais, pois é uma ânsia que nos permeia constantemente.

Ninguém vive sem aprender, pois como somos pessoas que pensamos o que nos dizem, muitas coisas gravamos.

Entretanto, existe uma classe específica que estão aprendendo para um dia poder exercer seu profissionalismo para poder ser um profissional na área que escolheu.

Sim, estamos falando dos estudantes, crianças, jovens e adultos que triunfa sobre as aspirações naquilo que estuda.

Nós precisamos aprender, mas uma instrução pode ser boa ou má, porém não deixa de ser um ensino.

Cabe, portanto o aluno aprender do melhor para poder ter força num mundo que gozamos. Se ele escolher o errado, sofrerá consequências devastadoras de imperfeições para seu futuro.

Pois bem, o anseio de saber está além do que muitos disseminam como verdade visto nem tudo que nós aprendemos seja aquilo mesmo verdade.

Fosse fácil assim, estaríamos diante de somados problemas uma vez não saberíamos distinguir o certo do errado. Por isso, os estudantes têm por obrigação, não só aprender, mas investigar se esse estudo que estão aprendendo está condizente com a verdade.

Para isso, devemos aproveitar de tudo, para podermos peneirar o mais correto possível do que nos instigaram saber sobre um determinado assunto.

Porque haverá neste sublime conhecimento, valores que poderemos alcançar ainda importâncias maiores.

Não amigos! Não podem achar que tudo que nos ensina seja para o nosso bem. Confiando em alguns mestres podemos ter certeza das suas afirmações, mas em virtude do progresso das falhas que percebemos, sejam, portanto, necessárias observações profundas no que constituí seu pretensioso conhecimento ser exato.

Não digo que talvez seja seu objetivo ensinar de maneira indigna, pois pode ser que ele mesmo aprendeu erradamente. Contudo, o vento que nos sopra os ouvidos, às vezes nos causa um zunir.

E este, não faz muito sentido porque o som que nos obriga a escutá-lo, nos incomoda bastante quando aos poucos sobre tempestades vemos que vêm juntos, os tufões do obscurantismo.

Sim, uns modos desequilibrados, não dizem de maneira percebida ante aos alunos porque muitos deles (estudantes), nem sabem entender o senso crítico aonde querem vos levar.

Neste sentido, o estudante não pode abrir os abraços com que quando irá abraças seus pais quando os encontra. Não, deve-se ter em mente que tudo merece no mínimo, investigação.

Sinistros seria achar que a terra é quadrada se não houvesse quem questionar-se sobre o assunto, onde se descobriu ser redonda – o óbvio hoje!

Antigamente sobre o mundo de Homero da Grécia antiga, (Século IX a. C.), do poeta, acreditava-se que a terra flutuava sobre grandes águas do oceano. (Cury, F. Copérnico e a revolução da astronomia, Pág. 8).

E naturalmente agora não existe mais tal ilusão!

Seja como for, o estudante diante da verdade ou da mentira, só saberá se for ao fundo do poço, onde dentro, pode ainda visualizar terra.

Não estou aqui desmerecendo o que os professores ensinam, jamais! Porque o contrário é verdadeiro; porém, segundo a própria perspectiva do seu próprio aprendizado, transformou-se no que é! Foi porque não quis permanecer no escuro, tornou-se mestre.

Ao sugerir que os estudantes investiguem tento explicar que o movimento do sol não está parado, pois se movimenta não somente sobre ele, mas sobre a terra.

De modo que, se ele olhar somente o professor, não se movimenta ao redor do que pode ser diferente do que ele esteja ensinando.

Não se trata do ensino ser ou não verdadeiro, porque sua explicação pode ser até excitante quanto envolvente, visto no mundo existente quem faça isso de maneira fenomenal.

O problema está no aluno, naquele que vai aceitando a trajetória do sol – e se ele está rodando somente naquela direção que acredita está rodando.

Na realidade, existem vários tipos de sons no mundo, entretanto, nem todos nos fazem bem. [G].



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