quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Tarefas para comprar nossas cobiças


Temos um habito que querermos grandes tarefas para fazer.  Se não temos, não nos conformamos com nossa vidinha – é isso mesmo! Muitos acham pequenas suas vidas, pois almejam fazer grandes coisas.

Mas pensando sobre a definição real do que seja uma tarefa, me parece que envolve tudo que fazemos corriqueiramente. Então fazemos grandes tarefas.

Entretanto, ainda aqueles que se envolve com as opiniões alheias e dar-lhes ouvidos para fazer mais e mais as grandes ações.

Muitos se imaginam, não fiz muito, e, portanto, necessito fazer de qualquer jeito, custe o que custar.

E ainda existem aqueles que para fazerem, não se importa com quem está do seu lado, o negócio é o seguinte: almejo fazer isso, e, é necessário para eu continuar progredindo na vida.

Sim, é o progresso que lhe toma muitas vezes seu entendimento.
Nós somos como uma máquina que não quer parar de jeito nenhum. Não reconhecemos que temos um lugar ao sol, e esse, envolve-nos na harmonia universal.

O que nos estabelece é que para sermos grandes, devemos fazer grandes coisas porque se faz necessário diante da sociedade estar entre os melhores.
Não entendemos que cada qual tem sua obrigação.

 Devemos reconhecer que nossa tarefa sugere para nós mesmos, essa sendo de menor envergadura, é grande quando nos despusermos ao que Deus quer que nós façamos.

O seu juízo não é igual ao nosso, porque ele vê o que não podemos ver, e ainda vemos diferente às coisas que pensamos que sejam importantes, mas a Dele é o contrário.

Achamos que fizemos tudo de grande porque consideramos que os outros não fizeram igualzinho ao nosso alvo, mas o que parece grande demais para nós os nossos feitos, na visão de Deus é muito pequeno.

Porque Ele olha não como nós que queiramos justificar nossas ações diante dos outros, não, ele vivifica o ato.

Os antigos queriam, e muitos hoje ainda querem fazer se aparecer como um bruxo para alegar que foi num toque de mágica que houve tudo resolvido.
Conquanto, cinze em si o parecer supostamente favorável as suas boas obras, seus atos são apenas como pedras de seixo – duras e pequenas.

Com o sobrenatural criam alienados e são também medíocres, entre muitos grandes.

Posso afirmar que seu intuito não está em oferecer genuínos atos de ações bondosas, mas mesquinhos, e aos corações desiludidos, onde eles escutam e adentram-se em abonar uma suposta ajuda.

O povo humilde não se apercebe disso, porque sua necessidade invoca, é que lhes ajude de alguma forma, visto sua vontade estará maior que o seu não.

O problema está no coração, onde nos sentimos demasiado incapacitados em resolver nossos problemas, mesmo que para os olhos dos outros, pareçam pequenos. Cumpramos pensar que somos grandes, fazendo pequenas coisas.

Não é muito de se admirar que os jovens matem por um celular, porque está envolvido que sua tarefa seja em ter aquilo que os outros possuem.

Pensa ele, que sua elevação na sociedade aumentará se estiver com aquilo que adquiriu, mas isso não deixa de ser verdade para uma comunidade arrastada para o consumismo.

Contudo, essa suposta perfeição do materialismo indiscriminado que exige naqueles que cumpram tarefas, porque se assim não tiver feito, não poderá o mesmo, ter seus desejos matérias completados.

Assim ele pensa que cresceu, porque obteve algo para si, a fim de cumprir o que a coletividade almeja que fizesse.

Sua obrigação agora está não mais em amar seu próximo. Toma seus desígnios que passou da sua própria compreensão ao avesso ao próximo.

Na qualidade de pessoa, na compreensão humana, parece está com maior valor absoluto, haja vista não é mais um coitado, qual sua capacidade no ter, apresenta agora a todos os que estão em sua volta.

Exclama: “Eu consegui isso... Consegui aquilo... E posso conseguir mais...”.
“Tenho grande desejos no meu coração, já não sou mais o mesmo, porque agora possuo a capacidade de está nas rodas dos que outrora não podia”. Exclama o alienado!

Se si olhar no espelho, só verá aquele homem que supostamente venceu seus anseios, da sua necessidade temporal, porque o ideal de Deus não é esse.

Sua pequenez está em querer fazer tarefas que lhes exigem para que possa adquirir suas vontades imposta por aqueles que enriquecem as suas custas.
Não é por isso que condenou Jesus Cristo? “Em vão me adoram seguindo tradições de homens!”.  (Mateus 15:9Perceba que quando esteve no Templo e fez do comércio migalhas dizendo – a casa de meu pai será chamada casa de oração, e vós fizerdes covis de ladrões.

Ora, são essas as virtudes dos homens ter tarefas para obter coisas materiais? Então Jesus Cristo morreu em vão!

Há tantas coisas que possamos pensar que nos fortalece, mas sempre queremos aquelas que nos deixa-nos mais ricos.

Hipócritas! Não sabeis que os que ajuntam tesouros aqui na terra, serão os mesmos que ficarão nela? Sim, são os que adquirem para si tesouros e não são ricos para ajudar os pobres. (Mateus 6:19)

Eu garanto a vocês que o que se considera grande hoje, será humilhado no dia do juízo do Senhor dos Exércitos. [G]




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