sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Do lado do certo ou do errado?


             
Nos meio dos sábios aprendemos, mas no meio, não conhecemos o lado.

De fato muito se progride quando nossa atuação se identifica com algo que acreditamos, porém, muitos acham que essa escolha trás controvérsia e até para muitos repudio.

Muitos acreditam que na sua glória religião e vida, se encontra a verdade, e que não se pode questionar nada que se torna arrogante.

Claro que existe o seleto grupo de teólogos, e que fosse natural, como bem sabemos que seguem uma regra e esta não pode ser quebrada, pois, seria incoerência ou talvez irreverencia disciplinar agir como tal diferente.

Contudo, nossa imaginação nos torna preso, e quão sublime é pensar, e nos fazermos cativos aos sonhos que nos torna pessoas melhores.

Não são as questões que levantamos e analisamos que nos torna radicais ou liberais, mas como agimos diante de si envolver por completo no assunto que permeou, ou sobre o raciocínio que inquietamos.

É a pobreza de espírito que nos torna reflexivo ao erro, porque não muitas vezes não discutimos de forma racional, mas tomamos uma atitude contrária e rejeitamo-las.

“Não se pode ver o reino de Deus senão aquele que renascer de novo”. (João 3.3).

Renascimento é o segredo para poder compreender de forma clara o objetivo das questões plenas; para resolver problemas relacionados à salvação do indivíduo.  

Convém lembrarmos que as plantas quanto animais morrem, e muito o homem quando não permanecem no seu próprio meio, mas não o homem que um voltado ao seu eu “ego”, não possa haver mudança para uma melhora.

Muitos homens entram num mundo do racionalismo, e esquecem-se do mundo da fé, uma fé que pensa, que age, que relaciona às coisas, que transforma, que estabelece coerência e disposição em aprender.

Bem acima dos conceitos do liberalismo extravagante e do radicalismo conservador, mas daquele que pretende entre os dois, chegar ao ambiente do natural harmonizar.

A água cai para aguar as plantas, e o sol ilumina para dar-lhe força, assim é o equilíbrio, molhasse o homem e secasse com a luz.

Entretanto num desenvolvimento racional existem aqueles que se direcionam para um lado, e não aceita proposta porque fecha aos ouvidos o escutar muitas vezes dos sons das diferenças dos pássaros que cantam ao seu redor.

Não sei se estais entendendo o que quero passar? Não sei se estais percebendo nossa natureza? Estamos mortos para o que se faz de novo, muitas vezes até no campo do conhecimento, porque temos medo daquilo que não conhecemos bem.

A verdade que acreditamos não é verdade que queiramos acreditar, uma vez que a verdade que não sabemos pode mudar nosso comportamento, e causar reações nos outros que irão nos incomodar.

Muitos estão mortos para a filosofia, para as aspirações, para os amores, para as musicas quanto para tudo. “Pare, que não quero aprender nem ouvir”! Exclama o conservador.

Também diz o liberal extremista, “estou aberto para tudo que vier”, e faz da sua vida uma regra que ninguém pode dizer não. “Eu aceito, e isso é verdade”! Diz o liberal sem nem pesquisar sobre o assunto.

Estão os dois errados! Porque um age pelo que conhece, e o outro, pelo o que quer conhecer e aceitar como verdade absoluta.

Mas, como devemos agir então? No confronto da vida, às vezes temos que ter um espírito de investigação para sabermos se estamos agindo certo ou errado do ponto de vista que nos é apresentado.

Embora possamos admitir que eles possam está certo em algo, o melhor é tentar viver de maneira flexível, mesmo quando isso pode nos causar problemas aos olhos dos outros.

Não estou aqui alegando que possamos aceitar de tudo como bem já foi apresentado de outra maneira, não, estou aderindo ao conjunto de normas para si tirar o bem para uma vida significativa.

Podemos está vivos no lugar e mortos para o mundo, como assim? Suas palavras são corretas, sua postura é exemplar, seu decoro é supostamente autentico, porém, sua postura pode ser de um fariseu.

Isso era a de Paulo, certo? Homem integro quase perfeito, e pronto ao com suposição, certa, mas morto à sabedoria. Só conseguiu tê-la, quando Jesus apareceu e o cegou na estrada de Damasco. Entendeu?

Ninguém pode encontrar paz de espírito no sentido de aquisição “deo-version”, se não entendermos bem o que Deus quer para nossa vida.

Desculpe-me se estão pensando no relativismo das coisas, é impossível viver sem relativas! Porém, não é uma questão extrema, esse, contudo, é a expressão para entendimento na transformação da consciência.

Estamos falando no sentido não do absoluto relativismo, mas no aspecto onde precisa de uma regeneração formada pelas coisas que nos rodeiam.

Somos obrigados, eu e você, a aceitar tais mudanças, quando olhamos tudo arredondados, ou seja, em nosso redor.

A conversão do radical quanto liberal, aparece quando percebe essa elevação que emerge do seu ser de dentro para fora, onde as pessoas notam mesmo quando não querem aceitar.

Sabe quando sabemos que ele está certo, e não queremos admitir? Pois é assim que estes se apresentam ao mundo. O mundo daqueles que dizem: “será?”, daqueles que estão sempre prontos em dizerem, “este não quer ser como nós”.

Quão enganados estão quando pensam assim, o mesmo que os discípulos alegaram quando os samaritanos não aceitaram a visita de Jesus na sua região. Eles alegaram: “quer que façamos descer fogo do céu para queima-los vivos?” Que espírito é esse que estamos presenciando no atual mundo hoje?

É uma tensão que nos assolam por todos os lados, uma vontade de permanecer como estamos porque temos gradual influencia sobre todos, e não podemos errar porque se não nos envergonhamos.

Nosso ego é importante e nossa luta está em nós mesmo, em não aceitar nossa condição de poder, de conquista e de majestade.

Toda nossa perversão é ter uma espécie de sentimento de dualidade, quando sabemos que estamos errados, contudo nos fazemos por certo.

Só quando quero reconhecer o meu ínfimo sentimento, é que vou escondido, de noite, de mansinho aos pés do salvador é que sou igualmente transformado.

Quem é o pagão que não quer ser convertido? É aquele que não quer reconhecer sua condição de insuficiente.

Tem psicologicamente e sustenta sua tese até o fim que é um homem bom e digno de está na posição que exerce.

Tal pessoa não ver claramente sua pequenez diante de um Deus santo e grandioso, que para Ele, somos tão pequenos.

Já tentou puxar um elefante pela tromba? Será que conseguiria movê-lo do lugar com sua força? Assim somos nós diante da grandeza do altíssimo.

Mas continuamos iguaizinhos como disse Pierre Rousselot, “no parafuso da inquietação”, o espirito controverso, permanece quando queremos ser do mesmo jeito, embora, inquieto.

Talvez possamos dizer: “nada me incomoda, porque sou desse jeito e acredito está certo, entre meus pensamentos”. Sim, muitos acreditam literalmente estarem agindo conforme suas decisões. Se for, conservador ao limite acredita que está completamente correto; se é liberal ao extremo, também aparece como um sujeito que toma por crer ser convicta certeza.

Entretanto, os dois se não estruturar-se sobre a ordem necessária, estarão perdidos para sempre.

Os homens revolucionários questionam o campo social econômico, desejam uma mudança radical, entre a sociedade. Porém, muitas vezes querem de uma maneira muito forçada e até violenta.

Contudo, temos que ver que o homem faz-se todo, como sujeito amável e raivoso, por isso a melhor maneira está no planejamento de forma gradual, não numa ordem violenta.

Porque se não nos fazemos liberais autoritários, tais comunistas socialistas, ou conservadores radicais com decisões frequentes sobre as forças que temos.

Dos dois lados não podemos está, pois, um tem uma preferência e classe insubordinada, como corrupta de personalidade e caráter, e o outro com a ausência de socialização estrutural.

Por fim, estaremos unilateralmente imperfeitos se escolhermos sermos separatistas nessa posição dentre ambas.

Os dois grupos estão totalmente errados e sem controles da mente, devendo ser orientados especialmente ao controle moral, ético, reflexivo e prudente nas ações.

O poder de controle das ações reforça a renúncia do eu, e faz o homem ser uma nova criatura.
Conclusão

Estamos vivendo em meio de tantas revoluções, quer sejam no campo tecnológico, como na comunidade política, ordem social, organização estrutural ambiental e entre a igreja e os homens, onde as opiniões se divergem, estão sempre em confronto e assumem a postura de estarem corretos.

Estes questionamentos, de auto valorizar-se diante de tantas coisas, é que nos torna incapazes de interpretar que nossa atitude não condiz com os que querem mudar as pessoas, visto não atingirmos a compreensão necessária e aspirações para construirmos uns cidadãos devidamente respeitosos até consigo mesmo.

Promove-se a guerra e a força para atingir os objetivos, diante de reivindicações dos direitos que livremente ou aterrorizante sustentamos em particular querer ter nossa vontade exigida, mas nos esquecemos de que pretendemos sermos normais.

E como normais, nossas batalhas tem que estarem diante dos nossos próprios olhos de onde, possa verificar que a mudança que tanto queremos deve partir de nos mesmos.

Sem dúvida nenhum homem é bastante bom, nem tão pouco tem muito poder sobre si mesmo, mas o Senhor consegue muda-lo quando aceita que o transforme. O fruto da bananeira é banana, o fruto do Senhor que nos ama, é amor ao próximo, uma coisa que podemos tê-lo por completo se pedirmos. Que assim seja! [Galhardo].



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