domingo, 16 de março de 2014

Moisés, Egito, Opressão, Ditadura e Comunismo



Moisés o profeta mais antigo que encontramos na história, pois foi ele que nos trouxe a mais antiga história da civilização deste mundo.

Lá, na Bíblia, que conseguimos observar o começo da Assíria, onde caçadores se transformaram e trouxeram, podemos dizer assim, o início da civilização.

 E na Assíria, que pastores estudando e observando a natureza transformam-se em astrólogos e sacerdotes.

Devido às tantas mudanças de conhecimentos e alterações adquiridas com o tempo, que as circunstâncias levaram a constituírem sociedades diferentes.

Muitos adquiriram certos tipos de costumes e exageros, destinando-se a adorar em vez do criador, a criatura.

Porém, acreditavam alguns, que Deus era tudo, e, portanto poderiam adorar qualquer coisa.

Muitos achavam que devido às transformações que ocorriam na natureza, poderiam si identificar com a mesma.

Com isso, alguns acreditavam que havia forças de espíritos; pois, mudanças ocorriam no clima e estações.

Fizeram dessas teorias práticas de prostrarem-se ante tudo; como no Egito e China. Esqueceram que o coração, era enganoso, e os experimentos humanos muitas vezes ilusórios.

E continuamente passaram exercer tais costumes de pérfidas ideias, que a sociedade precisaria de tais coisas, a fim de estarem sobre elevado espírito.

Mas, o que realmente acontecia eram as paixões e ambições nas mentes e nos corações destes homens - O mesmo que acontece na atualidade!

Com isso tudo, houve entre esses dois povos, que se aventurava na conquista pessoal, que passaram há serem conquistadores primitivos; que de fato houve uma divisão de cultura na sociedade, estabelecendo duas nações distintas.

Reduzindo-os nas adorações de deuses estranhos. Poucos ainda conseguiam sentir a vontade de um Deus verdadeiro. Muitos acreditavam que os deuses eram necessários, e o mundo teve uma sociedade monárquica teocrática.

Três castas surgiram: a primeira que era uma das mais fortes, da inteligência no sentido mais ou nenos amplo; a segunda da força; e a terceira aquela que visava o lucro através da matéria. Sem essas, só havia escravatura e opressão.

Foi com essa forma de conveniência e de domínio, que as nações passaram a conquistar indivíduos que antes livres, passaram a serem escravos.

O mundo antigo pesavam muitos deles, em conquistas; alguma semelhança atual? Se eu tiro o direito à liberdade, isto é, direitos de pensamentos de desenvolvimento de cada pessoa, conquistamo-las.

Esse era e é o pensamento infame de alguns: tirar direitos da sociedade, e estabelecer o seu direito ditatorial.

Foi isso que fez o Egito, muito conseguia por força e poder, fazer que os seus governantes e a nação, desfrutarem-se de prosperidade material, a fim tornar-se rico.

Ascensão 

Em vindo de umas terras tão distantes, e com intuito de buscar hospitalidade é que surge uma família, oriunda da Caldeia e provenientes das terras dos parentes, chamados de hebreus, onde havia como patriarca Abraão e sua descendência.

Anos se passaram, surgiu o famoso José, com singeleza de espírito, passou a governar todo o Egito, donde distribuía alimentos para todos os povos que os vinha procurar.

Lá no Egito, alguns deles, se estabeleceram, passando a observar e aceitar os costumes destes povos que adoravam deuses pagãos, mesmo sendo hebreus adoradores de um único Deus, não supostamente isolou-se, nem rejeitaram esses princípios de ritos e cultos.

Entretanto, os Egípcios consideravam-os (hebreus), imundos e sujos comer com eles: “Serviram o almoço a José numa mesa e aos seus irmãos em outra. E havia ainda outra mesa para os egípcios que estavam ali, pois estes; por motivos religiosos, eram proibidos de comer junto com os israelitas.” (Gênesis 43.32).

Muito tempo se passou e o governo de José chegou-se ao fim. A quem pensou que a nação de José, ou seja, o povo hebreu pudesse si unir com outras nações, e guerrear contra eles (egípcios), e conquistarem-no.

“Em caso de guerra, eles poderiam se unir com os nossos inimigos, lutariam contra nós e sairiam do país. Precisamos achar um jeito de não deixar que eles se tornem ainda mais numerosos.” (Êxodo 1.10).

Pensaram, devemos acabar com alguma intenção deles de força, dai suprimi-los.

Faraó estava disposto torna-los escravos tal como alguma política hoje pensa, vamos tirar todos os meios de que eles possam se manifestar, reprimi-los através da internet, das mídias sócias, e até por meio de forças.

Opressão, trabalhos forçados e construções de cidades faraônicas, fortificadas, deteriam outras nações de invadirem-nos.  

Faltando-lhes piedade e justiça, prosseguia o Faraó contra todos e contra tudo, pois queria desarraigar através da violência qualquer suposto anseio de liberdade e astúcia.

Não é isso que alguns tentam hoje, priorizar sua vontade a qualquer preço e de qualquer forma, a fim de introduzir sua doutrina cruel?

Contudo, Deus ouviu o clamor do povo e o socorreu, deixando nascer um menino que haveria de trazer liberdade ao um povo sofrido.

Dentro do mesmo Egito houve uma mãe que o vendo no rio Nilo, tendo encontrado, num cesto um menino tomou-o para si, e o educou com toda a ciência do país.

Não é isso que faz Deus, quando algum reino ou governo, quer passar por cima daqueles que o clama de dia e de noite, que ouve seu clamor?

O Egito agora estava condenado, era só uma questão de tempo para fazer o menino crescer com toda a sabedoria e manifestar toda sua ciência, para Deus usá-lo; porque Deus está além do tempo.

Passaram-se os anos, e um belo dia, estava a si deparar nos serviços dos escravos quando viu um egípcio espancar um israelita, não demorou muito, e o feriu de morte.

Fugiu para o deserto a fim de escapar das garras dos que o perseguia. Belo dia , encontrou com a filha de Jetro, sacerdote do país de Midiã, lá lutou contra alguns e foi conhecer o futuro sogro onde casou-se.

Vencendo todo seu sofrimento no deserto árduo, e conhecendo o Deus através de um arbusto, volta agora para o Egito, com seu irmão, para libertar o povo da escravidão que os assolavam (Êxodo 4.29-31). 

Vendo que o povo já não mais acreditava supostamente em nada, disse-lhes: “vou leva-los para uma terra que mana leite e mel.” Houvera Deus falado assim.

Houve milagres, prodígios e pragas, donde fez que o Faraó render-se e dessem a eles, liberdade, quantas riquezas para irem adorar ao seu Deus no deserto. (Êxodo 18).

Mas, o Faraó não iria ter mais quem os servisse e havia ficado com medo, pois pensava que eles poderiam vir ao Egito forte e preparado para uma batalha contra ele.

Decidiu persegui-los para combatê-los, e os mata-los; pois somente assim, não haveriam de voltar com um exercito, pensou.

Sua destruição foi achar que era poderoso demais! Não é isso que alguns governos pensam hoje, sou forte e posso tudo, tenho o controle em minhas mãos, e quero conduzir o povo no caminho que tenho como certo, quero defini-los como, comum, ou comunista?

Esquecendo que no caminho da vida podem-se encontrar os hebreus, e como são filisteus, haverá uma necessidade de combatê-los, porque neles, acendem um espirito egípcio (Êxodo 23.17).

Assim sendo, a liberdade não pode ser suprimida e nem tão pouco submetida há algumas pessoas que almejam favorecer a si própria, com suposta doutrina certa.

Por outro lado, Deus tende a entender que o povo só valoriza suas normas e suas leis, quando encontrassem no sofrimento e angustia. Não é desejo de Deus que o povo sofra, contudo, se olharem-se antes seus erros e enganos, não haveria de serem subjugados e nem destruídos.

Os hebreus, em vez de irem para frente ficaram em círculos por quarenta anos, rodeando, sem chegarem à terra prometida.

Assim são hoje, governos que almejam chegarem à terra prometida, mas equivocam-se no cumprimento de ensinos, quantos desejos, pois querem impor, conceitos errôneos. Serão destituídos do poder.

Conclusão

A palavra de Deus uma vez foi ouvida nos corações dos hebreus, entretanto, eles não atenderam o chamado, e passou a fazer sua própria escolha, quanto seu próprio caminho, donde foram todos mortos no deserto.

Uma vez relatada nos seus profetas, outra vez ouvida pelos seus seguidores, e mais tarde presenciada pelos seus servos, Convinha também não restringi-la, nem deixar de ouvi-los, sobre o aspecto intelectual como espiritual, uma vez que são eles que trazem os homens à razão.

Privilegiados por estar de acordo com os ensinos dos grandes profetas, e de um dos maiores profetas, Moisés, precisamente difundem e pregam a verdade, para aqueles que supostamente não querem aceita-la.

Convém lembrar que foi Moisés que levou os hebreus no caminho que Deus queria que entrassem, contudo, somente aqueles que obedeceram: Josué e Calebe, e mais os jovens abaixo de vinte anos, que conseguiram chegar à terra prometida.

Como bem entendemos hoje, muitos, Josués e Calebes, tentam a todo custo e de quase todas as formas, fazer os governos compreenderem que só se pode entrar na Canaã terrestre quanto Celestial se seguirem os Mandamentos ou ordenanças de Deus, se não, morrem no meio do deserto (caminho) [G].
Continua...
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