quinta-feira, 20 de março de 2014

O Ecumenismo e a liberdade aos Leigos


Segundo a proposta do concílio do vaticano II, a presença dos leigos, deveria levar há um processo de que eles poderiam ter uma transformação de si unirem, principalmente aqui na América Latina.

Porém, nessa transformação completa, tem que haver o compromisso dos leigos ante a Conferência Episcopal, isto é, passar pelo funil dos sacerdotes católicos.

Para eles, a justiça, a paz e o crescimento fundamental relativo à família quanto à juventude e outras coisas, deverá passar pelos dogmas da igreja.

Tanto na ordem social como moral, e hoje no momento histórico, os leigos se caracterizam como um fator importante para o crescimento atual da igreja.

O que pode está pensando a igreja ecumênica? Bom, é, as pessoas se desenvolvem, aprende, amplia seu potencial, toma atitudes referente aos protestos de liberdade, tanto no campo pessoal quanto no campo de modernização.

Por isso, deveras causas e coisas, uma vez juntos, uma vez um só pensamento, uma só atitude, uma só maneira e uma só igreja.

Ai, se evita os conflitos, as ações individuais e impede o direito de divisão.

Por outro lado, por mais que queiram juntar-se, a modernização que transparece em vários setores, cresce e tecnisa o individuo fazendo com ele até mesmo sem querer melhore sua capacidade de racionar.

Portanto, é justamente por causa disso que, tanto a igreja ecumênica, como a política, quer restringir o direito do sujeito na internet e outros campos para expor suas opiniões; visto trazendo eles nas rédeas no domínio tornasse menor a liberdade, e a ignorância pessoal continua.

Assim, a igreja ecumênica, quanto à política corrupta, não quer transferir aos jovens (cidadãos), o direito de livre escolha e livre arbítrio.
Sem os mencionados perceberem, estão sendo dominados ditatorialmente e funcionalmente.

Toda transformação social, causa espanto porque muitas pessoas não estão preparadas para mudanças, e essas, tomadas por decisões, que segundo eles, podem afetar o que já existe como direção necessária.

Entretanto, passa-se o tempo, e esses desafios e, muitos desses devem ser admitidos, pois os setores em todos os níveis houve mudanças, e por que não no ser humano?

Embora possamos admitir que deva ter uma responsabilidade ao que se refere às leis morais, quanto leis civis, não podemos impedir que por muito trabalho para a democracia, nos traga agora ser domados pelas práticas abusivas de retenção.

Finalmente, não se deve deixar de haver critérios e reflexões numa vida cristã. Mas na unidade, isto é, nos serviços da missão e diversidade de funções, não podemos de maneira nenhuma reter o contraditório, a menos que este venha causar danos moral e fatal a sociedade.

Mesmo que a Bíblia que “na obra um só espírito” (I coríntios 12.11), isso não quer dizer que não há diversidade de funções e nem direitos individuais.

Portanto, fica claro e lógico que até Deus, ele mesmo no seu Reino tem: anjos que cantam, que tocam, que vigia, que se transforma em homens, que trazem mensagem para os servos, e até que tem funções de destruir, não exerçam seus cargos diferenciados e livres.

O próprio Jesus Cristo deu-nos o livre arbítrio e não forçou ninguém para que o servisse e andar-se ao seu lado.

Tanto é verdade, que sabia que Judas iria traí-lo e deixou-o, seguir seu caminho.

Não o impediu, não restringiu-o e não, condenou-o, mas advertiu-o quanto seu estado pecaminoso. Não é isso que deveria tanto a igreja ecumênica e a política fazer, alertar, direcionar, instruir, orientar e conduzir o homem no caminho certo?

Entretanto, o que eles querem? É impor seu querer a qualquer preço, tirando do povo, sua autonomia e seu desenvolvimento racional.

Uma coisa tenho para dizer: no caminho há varias estradas que conduz o homem para chegar ao seu destino. Por exemplo: para si ir a são Paulo, posso ir a pé, de ônibus, de avião, e até de navio.

 Neste caso, todos os caminhos (ou meios), me levarão a São Paulo, contudo, se me tirarem o ônibus, o avião e o navio, só me restará ir a pé.

A questão é ter uma única opção, uma única regra, um único objetivo, uma só vontade, uma só determinação e um só feito.

Onde há comunicação nisso, visto fazer e ter somente uma forma de estabelecer suas condições?

O que implica ai é sua regra seu domínio e sua vontade, sem respeitar as dos outros. Onde não há diversidade, não há beleza.

Que Deus possa nos ajudar a entender, que a vontade pessoal, não é a vontade de alguns. [G].

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