sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Expondo os Erros – Seria o Óbvio?


                         
Desde os tempos antigos os passos eram na preparação estudada para mostrar-se com sabedoria.  Os homens se interessavam em aprender, uma vez que o conhecimento adquirido levaria a grandes posições.

Era chamado ainda, não conhecido o termo, mas chamava-se, educação global, termo utilizado hoje nos nossos dias.

Os homens se faziam dominados pelas tradições, pelos costumes e pela fé, não era somente uma fé num único Deus, mas em vários deuses.

As inquietações com respeito à sabedoria eram constantes, o mundo era o dos sábios, dos Demostenes, dos Sócrates, dos Leonardos etc.

Nota-se que isso não mudou, mas hoje não é com tanta evidência como no passado. Já na época de Jesus Cristo alguns fariseus, saduceus quanto escribas tinha por costume estudar as escrituras chamadas de Torá.

Certa vez, Jesus Cristo, com uma pergunta queria instigá-los a consciência, perguntou-lhes: “E Jesus, tomando a palavra, falou aos doutores da lei, e aos fariseus, dizendo: “É lícito curar no sábado”?(Lucas 14:3), e apresentou indagações importantes diante deles (...), eles, porém nada responderam”. (verso 6).

O que Jesus fez, foi expor os erros que eles haviam adquirido por anos na seita farisaica. Fê-los responderem aquilo que não puderam refutar. Às vezes é preciso dentro de um contexto social, fazer perguntas onde não se possa haver resposta.

Não é uma questão de constranger a pessoa ou até mesmo fazê-la oprimida para achar que somos arrogantes, não, contudo, é preciso mostrar onde estão errando, e muito mais, por que estão fazendo isso, uma vez que nem sempre se conhecem profundamente no que estão lutando e qual o motivo que os levaram-no nisso??

Essa tensão poderá acarretar a uma observação que antes talvez não tivesse. É muito pertinente ensinar o correto, e às vezes, esse pode ser de maneira não agradável para alguns, entretanto, isso poderá surpreendê-lo por completo, e mudar de atitude.

Veja que quando a criança quer tomar decisões que não nos agrada, é comum agirmos em dizermos, não são assim as coisas.

Portanto, para uma pessoa que não conhece bem algumas coisas, que por vezes está inserido, devemos repreendê-la para que possa entender como funciona.

E olhe que às vezes essas repreensões poderão ser desagradáveis, pois quando os filhos não querem obedecer-nos, atuamos com rigidez.

Uma pessoa que defende uma regra sem conhecimento supostamente profundo é como uma criança que está implantada numa família sem saber ainda seu papel dentro dela. Só imagina ser um filho, mas não sabe as regras que estão inseridas na sua vida.

Conclusão

Por mais que amemos as pessoas e temos cuidado com elas, diante de tantas coisas e causas envolvidas, devemos fazê-la refletir a fim de que não se caia numa cilada que poderá causar na sua vida, um processo de educação errada, permanentemente, e por vezes sem volta.

Que Deus possa nos está iluminando a elucidar assuntos relevantes no contexto humano onde o verdadeiro objetivo é só ajudar uma pessoa, há encontrar a sabedoria necessária para ser educado diante de uma sociedade exigente. [G].

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