domingo, 27 de julho de 2014

A Vida de Fidel Castro – O Revolucionário Comunista (5)

Fidel e seus companheiros preso - Fidel prisoneiro nº4914

Muitas pessoas sonham em garantir bem estar para sua família e até para às famílias das outras pessoas, porém, quando às vezes está no poder esquecem.

Quantas vezes nós vemos jovens lutando para que o país der melhor condições de vida para a população.

E quase um desses jovens se destaca, e passa a querer está no comando a fim de melhorar as condições daqueles que o cercam na mesma luta.

Entretanto, diante de tantas mazelas, interesses e falcatruas, mudam os objetivos e passam a olharem somente seus interesses, esquecendo-se do povo.
Pois é isso mesmo que aconteceu no passado e acontece hoje nos nossos dias.

 Muitas vezes, e não é pouca não, que vemos uma pessoa subir ao poder e ficar rico.

Na época passada, Fidel, vendo as desavenças que ocorria com o governo de Batista, esperou e organizou grupos de atuação dentre o Partido Ortodoxo a fim de lutar contra Batista.

Mas ele vendo que aqueles mesmos que queria derrubar o poder, não tinha força para tal desígnio, organizou seus próprios combatentes para atacar Moncada.

Fazendo esse ataque, poderia despertar o povo para que em determinado tempo unir-se a ele, com o objetivo de que a nação toda poder-se envolver-se na tomada do país.

E esse ato pretensioso, donde já ocorrera tal tática em persuadir um pequeno grupo para alcançar um grupo maior, era um costume já exercido em outras ocasiões, uma vez que para se obtiver uma revolução bastava que alguns tomassem a frente.

Ademais que esses que já eram conhecidos com fidelistas, homens de várias classes sociais (média e baixa), já estavam familiarizados com o ideal de Fidel e sua carreira.

Tiveram, portanto uma ideia, vamos arrecadar dinheiro para que possamos combater de frente aqueles que forem contra nossa oposição.

Arrecadaram em torno de 18 000 dólares onde com esse dinheiro compraram uma fazenda, suprimentos e armas.

A intensão era vender algumas coisas para garantir uma boa quantia, e foi isso mesmo que fizeram com algumas lojas, venderam-nas e economizaram juntos.

No livro de Hurgh Thomas, A Revolução Cubana, ele introduz assim: “Castro embarcou no ataque ao Moncada sem uma ideologia verdadeiramente elaborada, somente com o anseio de depor o ‘tirano’ Batista e de acabar com a corrompida sociedade... da velha Cuba.”.

Estava tudo pronto, já não havia menos a hora do ataque, e em 25 de julho de 1953, aqueles que estavam, ouviram e não pouco, a estratégia de ataque de Castro contra o governo de Batista.

Havia carnaval em Moncada, e Fidel pensava: muitos estarão cansados e desatentos, com isso deixariam com menos forças para se defenderem contra o ataque.

Tinha ao seu comando em torno de 79 homens, dos quais, tentariam invadir o quartel e tomar o paiol com o objetivo de possuir uma grande quantidade de armas.

Por outro lado, estava Raul Castro seu irmão, que iria em direção ao Palácio da Justiça com 10 homens, garantindo proteção a Fidel diante das forças militares.

Caso tivesse problemas quanto o desenrolar da guerrilha, deveriam dirigir-se as colinas com os guerrilheiros para tentar lutar contra o regime.

Embora a vantagem deles fosse de 10 por 1, Fidel contava com a surpresa e a falta de atenção que alguns tinham diante do ocorrido.

Justamente naquele dia, na noite de 25 de julho houve o ataque direto com a intenção de mudar a história do país. Fidel chegou a dizer: “venceremos ou seremos derrotados, mas, em qualquer um dos casos, este movimento triunfará. Se vencermos nesta manhã, apressaremos aquilo a que Martí aspirou. Se não, o gesto, permanecerá como um exemplo para o povo de Cuba.”.

Eram 5:30 horas quando os rebeldes chegaram a Santiago. Raul Castro, e o Subcomandante Abel Santamaria, tomaram o hospital com intenção de ajudar aqueles que se fizessem feridos na guerra, e o Palácio da Justiça facilmente.

Diante da rebeldia os combatentes gritaram: “Abram caminho para o general”. Quando os guardas presenciaram esse ato, ficaram atônitos e desorientados que foram rendidos facilmente.

Assim que adentraram o quartel, três que estavam no posto, intensificaram contra eles, porém Raul instigou-os com os carros em cimas deles, quando os rebeldes sentiram sua atuação, passaram fogo no quartel.

Os soldados no quartel percebendo a grande ameaça que os cercavam, deram grande rajadas de metralhadoras em cima dos rebeldes, pensaram em retirada sob o comando de Raul, porém o comandante Santamaria instigou-os a continuarem lutando, e alguns foram capturados nos arredores do hospital.

Contudo, Fidel conseguiu o escape, mas o comandante e seus aliados rebeldes foram capturados, torturados e mortos.

Mesmo Batista não vendo esses atos, aceitou de bom grado o que fizeram com os revolucionários rebeldes, pois, assim não mais instigariam outros a fazerem revolução contra o governo.

Em 1º de agosto de 1953 o tenente Pedro Sarriá encontrou e capturou Fidel Castro e dois dos seus rebeldes na casa de um dos seus aliados revolucionário.

Entretanto não o mataram, e o tenente Sarriá pediu para que ele fosse aprisionado numa prisão civil em vez de permanecer em Moncada.
Continua...




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