terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Sórdida Farsa da Informação


Hoje em dia o que mais se espalha é, uma informação fora da realidade. Mas efetivamente feita por uma equipe de jornalistas, visto por muita gente como pessoas capacitadas ou inteligentes.

Contudo ninguém ou quase ninguém se dá ao trabalho de fuçar se essas ditas mensagens que eles escrevem são verdadeiras e dignas de confiança, uma vez que faz parte da sua observação do ponto de vista da crítica, e não de um fato confiável.

Negá-la para muitos parece uma afronta por saber que este trabalha talvez no grande jornal ou revista se disser isso.

Entretanto, não vejo que não se possa ser feito isso, pois sobre o aspecto que eles estão ganhando para fazer isso, para mim, tornam-se vulneráveis de verdades que não possa ser absolutas.

Essa maneira, conquanto possam dizer assim sórdida de analisar as coisas do ponto de vista seu - na maioria das vezes não se faz intervir no conhecimento próprio da verdade.

Quando essa imagem é feita ao interesse daqueles que supostamente também se interessam nessa crítica, para obter o seu anseio que já espera, a fim de produzir conforto quanto ao alívio de si dizer, “estou certo ou tá vendo, é assim que penso”.

Pensa não, acha que pensa que está certo, porque indiretamente seu ego já confirmou essa informação como verdade, mas pode não ser.

O poder que emana daquele que escreve e daquele que aceita, pode está relacionado num propósito que seja adentrar na negação, porque não é somente esse anseio que já almeja, mas já o faz no seu intrínseco.

Assim o poder da daquele que escreve tornar-se importante para ele e para alguns, pois a uma possibilidade possível de responder suas necessidades, pois sua causa está em comum acordo.

Mas isso não quer dizer que seja certo, sua causa e causa daquele que passa essa informação, uma vez que resolve passar o que pensa, e o que você aceita está relacionado ao seu ensejo.

Quando se relata algo, passa uma informação que escutou, viu ou leu, e após isso, o mais comum seja posicionar-se a favor ou contra o assunto; e aqueles que leem muitas vezes já esperam que seja feita o que já está esperando acontecer, a negação.

Um grande exemplo de isso consistir em você não gosta de tal governo, ai o que se espera do autor do texto que nós já acompanhamos é que ele negue ser um governo bom.

Assim ficam confirmado duas características iguais, entretanto, digna de não ser real, porque mesmo que o fato equivale a o subconsciente feito haver verdade, indignado constitua-se já esteja condicionada em oposição.

Então, por mais que este esteja certo, uma vez que sua condição está em negar sê-lo, o informante atende suas necessidades, pois ele mesmo pode também está inconscientemente ou conscientemente em deferimento.

Além disso, as condições pode influenciá-lo há um estado psicológico para somente denunciar, porque no campo inserido está exigindo dele que faça isso.
Por exemplo: um pastor está trabalhando numa igreja e tomando conta dela, o que se espera dele é que, pregue, cuide dos membros, compareça aos cultos e ensine.

Então, ao que se refere aos jornalistas, geralmente são isso, escrever os assuntos relativos ao que a sociedade anseia receber, mas sua opinião pode não condizer com a verdade absoluta dos fatos, uma vez que o jornal ou revista pode está exigindo dele que seja opositor convicto ao assunto relacionado.

Dessa maneira atuando, mesmo que ele diga ser independente em raciocínios, indiretamente inconscientemente pode está influenciando ou ser ele mesmo a influência dos erros na informação que passa.

Eu aqui não estou tirando o mérito de ninguém quanto à informação ser ou não verdadeira, mas essa merece profunda investigação diante da possibilidade e da necessidade de obter-se a veracidade daquilo que defende, ser ou não.

Há uma possível e não podemos descartar, motivos obscuros das quais não estão acostumados a notar.

Também no relato daqueles que denunciam podemos encontrar imperfeições, sobre o aspecto que sua doutrina possa haver erros onde poderá está completamente equivocado.

Muitas pessoas até hoje acreditam no que os jornais e as revistas dizem. O povo não acredita que eles possam estar errados – até que a experiência daquele que os observa como analisa entre outras, sabe que há erros graves de notícias.

Ao que parece, o informante, pensa conforme ele analisa os fatos segundo sua própria expectativa analítica.

Se essa for relatar contra, ele assim age; se essa for a favor, o mesmo faz. Não importando se os casos diante das causas sejam motivados, cometidos, de verdade ou não, o que importa que o que ele pensa, e fazendo com que os outros pensem indiretamente e supostamente iguais.

Conclusão

Parecer, não é ser exata a mensagem lida, ouvida, vista ou interpretada por aqueles que informam. Mas ser investigada com cuidado, e se esse depoimento que nos foi instruído fosse acometido de responsabilidade, seja fiel aos fatos são verdadeiros? Passe as informações pelo funil. [G].

Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8

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