terça-feira, 29 de outubro de 2013

Adventistas relatam Cansaço após fazer o Enem à noite, em Goiânia


Estudantes sabatistas deixaram local de prova após à meia-noite.

Apesar da restrição, eles enfrentaram o segundo dia com ânimo e confiança.

Cansados, um grupo de fiéis da Igreja Adventista do Sétimo Dia voltou a fazer prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste domingo (27). Diferentemente dos outros inscritos,  os sabatistas ficaram sete horas confinados em salas até poder iniciar a prova, às 20h de sábado. "Passamos fome, sono, calor e muito cansaço. Saímos daqui era meia-noite e já estamos de volta", disse Cleiton Sousa Costa, de 22 anos.
O jovem, que já cursa engenharia civil em uma universidade particular da capital, faz o exame em busca de uma bolsa. No entanto, se o desempenho dele for bom, ele quer trocar de curso: "Quero fazer medicina".
Cleiton vem para a prova acompanhado de amigos da igreja que freqüenta. Um deles é Johny Silva, de 30 anos, que tem o objetivo de se graduar em engenharia elétrica. "Quero crescer. O crescimento está no estudo, na educação. Quero o melhor pra mim e pra minha família", ressalta.
Johny  faz a prova acompanhado da sobrinha Katrina Larissa Silva, de 15 anos. Apesar de ela estar no segundo ano do ensino médio, a adolescente quer testar seus conhecimentos. "Achei difícil a primeira parte porque tem muita coisa que eu nunca vi. Vim fazer para eu praticar e ver o que preciso estudar", comenta a estudante.
Outro adventista que também acompanha o grupo é Anderson Lima de Sousa, de 29 anos. Ele trancou o curso de engenharia civil em uma universidade particular e faz o Enem para tentar uma bolsa. Ele esperou até meia-noite e meia para sair com o caderno de repostas e está confiante. "Acertei mais da metade da prova. Hoje estou tranquilo. Vamos ver no que vai dar", afirma.
Mesmo faltando 15 minutos para o portão fechar, os amigos Anderson e Johny comeram um espetinho antes de entrar no local do exame. "Vamos comer porque não dá de fazer prova com fome. Ontem passamos fome, porque ficamos confinados e só depois começamos a fazer a prova", relata Johny.
Medicina
Pela segunda vez fazendo o Enem, a sabatista Emily Rodrigues Almeida, de 17 anos, estuda em casa para a prova. Com o sonho de ser médica, ela chegou cedo para o segundo dia de prova. "A gente nunca sabe o que pode acontecer. Não posso correr o risco de não entrar na prova. Achei difícil comparando com o ano passado, mas sai bem. Estou com expectativa de que vai dar certo", afirma.
Esperando para entrar no local de prova, a adolescente estava com a mãe, a representante comercial Eliane Rodrigues. A mulher diz que sempre acompanha a filha: "Toda a vida acompanho ela, desde o maternal. Acho muito importante estar perto, pois dá segurança e incentiva".
Fonte: http:Adventismo em foco e http://g1.globo.com

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

COTIDIANO - Prova


O que você faria SE não soubesse a resposta da prova?



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Este é o canal da Semper Fi Films, produções cristãs independentes.
Cotidiano é uma websérie exibida aos sábados a noite, ao vivo no programa Plugged, e após isso lançada na internet.

Agradecimentos: Faculdades SPEI



Fonte: Semper FI·

A Psicologia da Herança Maldita da Livre-Expansão-Sexual


Passa os tempos, fica uma forma de avaliação contundente sobre o desespero, porque sofre o grande abandono dos desejos animalescos sexuais. Quando velho o que buscará o homem? Essa filosofia do sexo animalesco pode servir em animais novos, mas jamais serviria em animais velhos.

O melhor resultado se houvesse uma livre expansão seria realmente entender que deveria ter no sujeito duas formas de ser: primeira a imanente e a segunda metafísica. Essa estaria dentro dele para melhor compreensão; e outra fora dele para que seu entendimento seja amplo no sentido espiritual.

Porém, o que vemos é a maldita suposta admissão da primeira sem a segunda onde essa está externada. Na verdadeira livre expansão o sujeito teria um aperfeiçoamento de fora para dentro, aonde a alma faria o corpo submisso ao espirito levando a razão.

O resultado faria com que esse racionalismo levar-se ele para uma cultura utilitária, que o faria perceber que seu desejo sexual não seria a implicação das suas exterioridades animalesca – sendo que ele não estaria mais escravo nessa sua vontade interior egocêntrica e orgulhosa onde a pretensão dos outros não faria sua própria aspiração.  Ou seja, o que viria de fora não o afetaria para influência má.

Sendo que nem Marx e Freud conseguiram literalmente resolver os problemas da escravidão no homem com referência sua natureza completa.  Perceberam que a escravidão egoísta é inerente ao interior humano; um estudou no estado grupal e o outro no campo particular e chegaram à conclusão, como verdade aceita. O homem por natureza sente no seu caráter caído escravizar os outros; na sua indisciplina donde vem, pelo pecado pessoal e o seu anseio é formar quem os sirva.

Sua depravação é outra sequela do pecado individual que precisa que sua demonstração externa pela contrafação, neste caso, dos outros, pois o que é densamente abandonado não pode lidar sua carga sozinho: alargar-se em promover os não valores morais a sociedade para tentar conseguir seus anseios pervertidos. Porque suas ambições insatisfeitas tende subornar os valores dos outros por ser solitário.

Assim sua livre-expansão, compreendida como animalesca, somente proporciona destruição a sociedade estabelecida, como também, a dissolução da coletividade tranquila.  As regras éticas normais são vistas como anormais, onde seu ensejo é perverter o tradicional ao seu egoísmo individual, que sobre a subcultura que pretende dizer ser liberdade.
                       Sexo animalesco

Logo sobre esses pretextos libertinos de liberdade, surge quem pretensiosamente almeja ser um suposto libertador, um suposto líder da sociedade, com um ar de conhecedor do assunto humano; tenta levantar a bandeira de que a lei natural não é mais aceita por ser medieval. Essa forma de supostamente querer exercer autoridade entre a coletividade causa o caos por meio da força e opressão tirânica. Como bem disse Dostoievski, que “a liberdade sem limites conduz à tirania sem limites.”.

Visto usar esses pretextos neoliberais anticristãos, almejam induzir a coletividade dizendo que são livres para fazerem o que bem lhe entende. Faz uma distinção danosa entre o certo e o errado como que sofrendo de preconceitos por exercer tal atividade e ser supostamente diferentes. Deploram-se levando uma bandeira falsa sobre os seus próprios impulsos pervertidos para uma sociedade pós-moderna.

Em contraste vem à igreja cristã combater as vontades animalescas do sexo depravado, subordinando o homem a Deus e aos valores morais éticos.  Tendo um ideal de uma vida mesmo sendo moderna sem danificar sua personalidade ao nível mais baixo que é uma livre-expansão do sexo. Não é por causa de Deus que o homem esteja feito sua queda. Não, não é, sua queda está na culpa de querer mudar o tradicional para o liberal (do posso tudo). Às vezes o corpo faz necessárias vontades que corrompe a alma. Porque muitas vezes o corpo não quer se submeter à alma. “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” (Gálatas 6:8).

Se o homem desvia-se do tradicional sua queda é mais que certa. Pelo fato de que o homem tem três elementos importantes a seguir sobre uma doutrina cristã e onde o ego “eu” animalesco deva ser abandonado. Mas quer viver sua vida carnal entre si mesma “não parecem capazes de apreender o fato de que aceitar toda e qualquer experiência é a coisa mais fácil do mundo, ao passo que recusar algumas experiências para possuir outras é o método infinitamente mais difícil, porém mais verdadeiro, de atingir a realização de si mesmo. Além disso, é fatal falar ligeiramente da necessidade da auto realização sem a mais leve ideia da espécie de eu que deve ser realizada”. (L.S. Thornton Conduct and the Supernatural, p. 289, Longmans, Green & Company, Inc. 1915).

A psicologia materialista acredita erradamente que, a personalidade perdendo os instintos da alma animalesca, perde os instintos da criatividade que está sobre sua personalidade onde que não se possa exercer o freio dos apetites espontâneos.  O cristianismo ao contrário, crer que abandonando os instintos animalescos do sexo amoral, elevasse no domínio de si mesmo. Porque a alma tomasse no almejo de exercer força sobre os desejos mais elevados.  Por que o domador domestique seu leão ele iria comê-lo? Os fatos apresentam uma vez a vontade animalesca dos animais domados, são sujeitos aos homens. O desejo de matar ferozmente domesticados, não exerce mais influência sobre eles. Logo, os desejos sexuais domesticados a vontade de Deus, a alma passa a domar o corpo e o corpo se submeter a Deus também.

Conclusão

Adicionando mais sobre o assunto, vemos que a autodisciplina no homem é acertada sobre a condição da livre-expansão si ele exercer como um meio e não como um fim, no domínio de seus desejos. Quando mesmo em meio ao fim tornasse amor. 

Deste modo, qualquer homem que se domestique sua vontade animalesca dos instintos sexuais, terá proveito ao que se refere à obediência a vontade de Deus e até mesmo no costume que muitos da sociedade aceita como normal. Realizar a negação carnal para o estado espiritual será de grande proveito e necessário, uma vez que está direcionando sua vontade a vontade de Deus. 

E como conhecemos e sabemos que, “Deus é amor” (I João 4.8), O Apóstolo Paulo nos apresenta de forma bem clara em Coríntios que, mesmo que o homem der seu corpo para ser queimado se não tiver amor nada se aproveitará (I Coríntios 13). 

Por isso o homem matando como se libertando da escravidão que vemos atualmente na psicologia materialista e mesmo nos supostos libertadores-neoliberais-animalescos-sexuais da herança maldita da livre-expansão sexual presente nestes dias, será com amor que estará ajudando há outros para permear a continuidade da existência humana moralmente correta. Que Deus possa nos ajudar para não só estarmos livres da escravidão como libertos da teoria que o homem não pode exercer domínio das suas funções fisiológicas bem como dos impulsos sexuais. [Galhardo].

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A Psicologia da Livre-Expansão dos Desejos Sexuais


   O homem é ansioso por natureza e por vezes essa ansiedade é profunda e oculta, E às vezes leva-o ao sofrimento. A psicologia tenta trazer a tona para que não se incutam no subconsciente e possa originar um caráter complicado e também quando trazida a luz, podem conter-se ou mesmo domadas.

   Disse Tomás de Aquino: “Qualquer ideia que seja nociva ao espírito causa prejuízo na justa proporção em que é recalcada. A razão é esta: o espírito está mais atento a uma ideia recalcada do que se a tivesse trazido à superfície e permitido sua libertação.”.

Teólogo Tomás de Aquino

   Portanto, tá com problemas ocultos, só serve para trazer efeito nocivo ao homem. Geralmente os problemas dos pecados acariciados e das preocupações no geral são perigosos. Porque consiste em negado a tranquilidade e a felicidade. Em contrário alguns muitos dos filósofos alegaram que o homem negado o há as paixões quanto os instintos, os possibilitam uma culpa pessoal. E que os instintos animalescos poderiam expandir-se a fim de não trazer ao homem um senso de recalque ou culpa.

   A própria psicologia tratava quanto à moralidade, assim dizia: “Exprima-se. A religião e a moralidade estão destruindo a sua personalidade.” Podemos perceber com nitidez que nessa instrução orientada por alguns psicólogos retrata que, a ressalva, domínio e disciplina podem causar uma má formação do caráter. Mas essa filosofia não progride entre a razão e os fatos.

   Por que um homem que tem melhor vida sadia sobre o domínio dos instintos sexuais e assim tenha um casamento perfeito cristão, não teria melhor vida dentro da liberdade aos outros instintos, tal exemplo o de caçador? Por que assim como deverem-se como alguns afirmam liberdade sexualmente, não poderia ele também exercer liberdade animalesca de ser um homicida? Se considerarmos que os instintos possam ser libertos por uma suposta livre-expansão, o medo que o trás como afirmam alguns por repressão de não praticar o que quer, também poderia este exercer a mesma vontade. Se o instinto sexual não pode ser aprisionado a nossa vontade, o mesmo faz-se ao instinto de homicida - Seria um absurdo essa admissão!

   Se deixarmos um ladrão entrar no nosso comércio e assim proceder em roubar, estaria às leis civis moralmente erradas por aprisiona-lo ou prendê-lo, porque seria um tabu moral exercer tal prisão, visto está destruindo sua vontade e sua personalidade, em meio à luz dos supostos iluminados da conjeturada psicologia moderna? Se for normal exercer todas as vontades sexuais e parcerias distintas ao bel prazer, seria normal exercer as vontades do instinto de caçador e sairíamos matando por todos os cantos ao bel prazer.

   Por que não condenar um atleta de está moralmente errado por exercer uma disciplina rígida quanto sua forma ao corpo e a alimentação, visto ser ele religioso moralmente, porque segue uma regra que a religião há anos já trata do assunto sobre comer e ter uma vida saudável praticando esportes? Por que não poderiam dizer que a saída dele para os problemas psicológicos poderiam ser curados com a fisiologia cultuada? Isto é tão absurdo que é o mesmo que dizer que se irão resolver os problemas da mente, tirando a urina da bexiga para melhor circulação mental. O estado físico, mental e espiritual não nos está no mesmo nível.


   Pediríamos ao um homem pegar um rifle e sair matando todo mundo que seria curado do seu estado mental; e ao outro que se jogue de uma ponte e assim trataria do problema e chegaria à cura. Isso não seria lógico porque o remédio não seria ai fazer seus próprios desejos.  Ao que se refere libertarem-se os instintos sexuais, e ter uma liberdade com livre-expansão me parece ser, levando em conta os resultados expostos serem os mais anormais, por ser sua satisfação exercida em livre escolha e dá forma que bem lhe entende. Posso afirmar são estes os mais infelizes. Por sua vontade exercida não ser direcionada no restrito da moral e dos costumes normais. Não achamos um absurdo que um ser humano se alimente de carne humana? Imagine que seus desejos só sejam satisfeitos em considerar que a carne humana seria melhor para sua necessidade física. Não seria um cúmulo tal admissão nossa? Mas muitos ainda acham que o sistema religioso trás recalque e tabus que tira do homem suas vontades de supostos elevados anseios sexuais. Por que hoje nos dias atuais, com relação aos casos de pedofilias e estupro estão tão em evidência, e que Roma foi tratada como carnificina por ter matado tantos cristãos e ser até hoje lembrada como a idade perversa e maldosa?
coliseu romano sacrificando cristãos

   Muitas vezes escutamos nos países comunistas e até aqui que, a democracia está errada porque reprime as ideias dos instintos revolucionários dos indivíduos, mas não seria uma repressão aos instintos de livres desejos dos democráticos? Tudo que reprime se levarmos em conta, reprime também outro. Uma repressão após outra. Portanto, a suposta teoria da liberdade de instinto sexual ao bel prazer é falsa, e não pode ser admitida em hipótese nenhuma. Pois, se fomos aceitar tudo, e essa regra, tudo da vontade segue por princípio deveria ser aceito. Entretanto como sabemos e aceitamos isso jamais poderia acontecer.

   A psicologia moderna do bel prazer-sexual-individual, segue falsa teoria de ideia por não supostamente alguns não conhecer a natureza real do ser humano. Uma coisa é dizer saber e ter conhecimento na área humana e religiosa e outra coisa é conhecer mesmo. Uma vez apresentado todos os fatos evidenciados neste artigo, prova a falta de conhecimento de alguns psicólogos quanto o completo ser humano. O homem quando é levado aos instintos sexuais animalescos não raciocina. Porém, quando levado ao pleno conhecimento da vontade de Deus que lhe deu, segue princípios morais. Quando homem (sentido genérico) deixa levar-se por seus instintos contraria sua própria natureza, lhe causam profunda angústia e decepção quanto anomalias mentais no seu subconsciente. Para não dizer um grande remorso de ter feito o que seu íntimo interior perfeitamente não admite. Disse certa vez um Teólogo: “Nossos instintos (desejos), são na maioria das vezes errados, mas aceitamos fazê-los se quisermos.” Parafraseando-O. (Alessandro Bullon Palestra sobre o pecado admitido num congresso em São Paulo). “Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as fornicações, os homicídios.” (Marcos 7:21).

    Numa indústria geralmente para derreter e formar alguma forma no ferro ou outros matérias são usados às caldeiras, e elas seguem com uma determinada pressão de calor para que suporte o efeito causado pela pressão do calor, porém, caso ultrapasse essa pressão estoura e se autodestrói – assim é a vida do pecado sexual-admitido- acariciado ao bel prazer da vontade exercida no ser humano, uma vez aceita, estoura e se autodestrói.  Disse certa vez o Dr.C.E.M. Joad que a teoria da livre-expansão, ser ridícula e que ninguém possa aceita-la como tal é:

“O que acreditamos é que algumas formas de livre expansão são boas, outras não; que a expansão de si mesmo em simpatia é boa; em inveja, má; em bondade, boa; em crueldade, má; em prestimosidade e auxílio, boa; em malícia e engrandecimento próprio, má. Contudo – e isto também sabemos – quanto mais expansão se dá aquilo que é mau, pior ele se torna. Por exemplo: se quando sóbrio sou de bom gênio e bondoso, mas sou também um dipsomaníaco congênito, com tendência a bater na mulher quando embriagado, é claro que quanto mais me expandir nos termos dos meus característicos de sobriedade, bondade e bom gênio, e menos me expandir nos termos dos meus característicos congênitos é briosos de raiva e de violência, melhor.” (Decadense, p. 213, Faber & Faber Ltd. Londres).

Conclusão

   Assim sendo, a liberdade quanto mais propiciada for composta dos instintos animalescos sexuais, mais desespero e intranquilidade terá o sujeito. A liberdade torna serva do pecado quando o sujeito se submete aos instintos. A Palavra de Deus assim expõe: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne... [prazeres]. (Gálatas 5:13). Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. (João 8:34). Portanto, expandir-se nos desejos sexuais livre e com quem quiser, trava-se na verdade de que o sujeito ao viver na luxúria animalesca do sexo, terá quando velho não consolidar seu caminho no conforto do descanso.

   Que Deus possa nos iluminar para que possamos saber aceitar que o livre arbítrio, exige de nós perfeita harmonia moral, quanto restrição aos nossos desejos sexuais. [Galhardo].

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

EyeQuant - Estamos Sendo Vigiados - Monitoramento a Partir dos Olhos


A empresa EyeQuant  é um pioneiro na criação de um software capaz de detectar o movimento dos olhos quando olhamos para uma página web ou um e-mail, que tem grandes utilidades no mundo do marketing on-line para conhecer os padrões de comportamento dos usuários. A novidade é que recentemente garantiu financiamento para expandir sua tecnologia de rastreamento ocular para novas áreas, como móvel.
EyeQuant é uma empresa alemã com sua tecnologia ajuda empresas como a d e Google, Spotify e Barnes & Noble para prever onde os usuários olhar para os três primeiros segundos que vem para visitar o site. Arrecadou US $ 650.000 em financiamento será direcionado para desenvolver modelos diferentes para diferentes setores, e como prioridade o desenvolvimento de EyeQuant aplicativo móvel.
Movemo-nos em um mundo de constante mudança e temos de nos adaptar à velocidade em que estes estão acontecendo, o aumento do mercado de telefonia móvel é agora evidente e saberonde o cliente direciona seu olhar c galinha um aplicativo irá acessar parece necessário.Algo tão simples como saber se alguém olha para a nossa opção de gravação de estar em um ponto cego para você, pode chegar a ser muito útil e benéfico em nossas campanhas de marketing on-line. Isso pode ajudar o visitante a uma página para se concentrar em negócios, em vez de outros elementos da página web.
De acordo com Fabian Stezler , trabalhador EyeQuant, constatou-se que a ferramenta é de 90% estudo de acompanhamento igualmente detalhado parecer real, mas EyeQuant fornece muitos resultados dos recursos, sem perder tempo e dinheiro. Para aproveitar esse recurso só é necessário para entrar no site EyeQuant e inserir a URL da página em questão, após o que, se imediatamente esta previsão confiável.
A experiência que tiramos Umni com notícias como esta é a realidade inevitável que nos aproximamos passos em direção a um momento em que o comportamento e os fatores externos que impulsionam o ser humano totalmente conhecido, pode muito bem chegar a cerca de níveis de satisfação e de auto para as pessoas, ainda inimagináveis.

Para mais informações:   EyeQuant 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A Filosofia do Sexo e Amor no Homem e O Amor de Deus


Falar sobre sexo é muito difícil principalmente para os jovens que estão cheios de hormônios e por não ser um sexólogo; porém, a experiência na vida dar-nos condições de percepção quanto o assunto. O homem mesmo no nível mais baixo de perversão sexual sente-se envergonhado quando este é apresentado à coletividade.

    A vergonha como conhecemos está intrinsecamente no homem, em nenhum outro animal acontece isso. Portanto, isso implica que ele está a satisfazer-se aos desejos na sua alma preso ao corpo. Não haveria pior coisa em todos os seres humanos se não sentir-se um aprimoramento na alma. Ou seja, uma santidade individual. Porque o homem muitas vezes fazendo o errado, ainda assim ache-se correto nos seus atos.

   Todos nós estamos querendo aperfeiçoa-se em alguma coisa, queremos chegar ao nível máximo; mesmo não sabendo onde seja este máximo. Usar o sexo para estabelecer o completo do ser, é tentar ser um carbono do máximo de uma felicidade que não existe. O sexo no homem mesmo sendo com amor, não é instinto, mas uma vontade. Os desejos no ser humano não podem e nem deve ser apenas carnal, porque compreendemos que o homem é constituído de alma e corpo. O corpo é dirigido pela alma, e sem ela o corpo não é corpo é estado inerte. Assim sendo, toda alma sente uma ansiedade, uma vontade, um vago, um anseio de algo que foi perdido na nossa galeria de condição.

   Nós precisamos de algo que nos preencha que nos faça tranquilos, nem que essa tranquilidade não seja absoluta, mas precisamos tê-la. O vago que nos atinge só pode ser preenchido por Deus, por ser Ele completo no amor. Porque os promíscuos casinhos de amores sexuais, não nos preenche, por ser este suposto amor somente fisiológico e não amor verdadeiro.


   Nenhuma pessoa vive inteiramente para o sexo como pode viver por amor. A mãe não vive com relação ao filho ou filha, puramente pelo sexo. Nela ver-se o amor intrínseco por saber que o filho é parte dela. Portanto, o amor de Deus em relação a nós, é intrinsecamente Nele completo. Por isso, a ideia de amarmos a Deus, ver-se coerente quando percebemos que ele age como uma mãe age.

   Quanto mais uma pessoa vive com amor de Deus na sua vida, mais longe está do mecânico amor sexual. Nela o amor se desenvolve para se ter um compromisso compartilhado com alguém que ama, e não com alguém que supostamente nunca havia visto e que nem fazia parte da sua vida diária. É-nos triste ouvir de alguns homens que a vida cristã nos tornar presos aos dogmas da igreja, para que não se possa atingir o absoluto do sexo. Ou seja, o sexo a vontade como queira e da forma que possa ser com quem quiser. Isto é enganoso e perverso!

   Por que milhares de pessoas vivem uma vida pervertida sexual sem quase nenhum compromisso verdadeiro com uma companheira, deveria assim proceder toda humanidade? Por que umas pessoas nascem com defeitos físicos seria o essencial que nascemos também assim? E que quase todos os médicos recomendam que quando gestante a mulher tome ácido fólico para prevenir futuro problema físico, em cuidado do bebe e preventivo. Fica ai provado que a atitude sexual não compromissada em entre o homem e mulher se não for como um relacionamento matrimonial não é o que se espera que seja o certo.

   Os pecados na humanidade não é virtude quando se diz que anda errado, mas quando o errado é mudado para o certo. E se quase todos andam errados o agente do erro não pode ser considerado o agente do certo. Porque o modelo do correto permanece sendo o certo e não o errado. Quando olhamos os fatos do nascimento de uma criança assim que nasce, os pais sentem o verdadeiro amor.  Em contraste, não é o médico que passa a amá-la inteiramente, mas os pais dela.

   Muitos têm argumentado a favor dos prazeres sexuais são como uma gripe, mas ninguém sente que a gripe seja uma coisa mais que normal. Porque se assim fosse, para que os remédios e para que os médicos? Logo, não podemos aceitar ser normal e nem desejável as práticas sexuais ao bel prazer serem naturais.

O Sexo no contexto bíblico

   Se o sexo estiver no contexto matrimonial terá o reflexo do amor verdadeiro, porque a ordem segue no contexto do amor de Deus quando fez o homem e mulher para ser uno. Ou seja, uma só carne. Ainda mais, disse: “crescei e multiplicai e enchei a terra” (Gênesis 1.27).  Isso comprova que o sexo deva ser dentro do casamento e não fora dele. Deus não fizera três e sim dois, e esse da costela do outro: “... Deus tirou [do homem] uma das suas costelas e fechou a carne naquele lugar. Dessa costela o Senhor formou uma mulher e a levou ao homem. Então o homem disse: ‘Agora sim! Esta é carne da minha carne e osso dos meus ossos. Ela será chamada de mulher porque Deus a tirou do homem’. É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa.” (Gênesis 2.21-23).


   Quando Deus fez todos os seres disse que isso era “bom”, porém, quando acabou de fazer o homem alegou ser “muito bom”, mostrando seu amor incondicional em relação ao ser humano. Tudo quanto fez era de perfeita harmonia e de extrema felicidade, e quanto mais perto deles (Adão e Eva) chegava, mais os amava. Mas, quando entrou o pecado o amor já não era igual como antes. Não o de Deus que era perfeito, mas do homem em relação ao próprio homem e a Deus. Tanto é verdade que “Caim matou Abel” (Gênesis 4.8).

   Por causa do pecado a relação amorosa havia quebrado o valor da alma. O próprio nome de Abel em hebraico (Habel) é parecido com palavra para “sopro” (hebel) em Salmo 144.4. Havia o “sopro” (alma) se corrompido e a promiscuidade começou através do corpo, quando Lameque tem duas mulheres: Ada, e a outra Zilá, já não, mas  agora ser uma mulher, mas como vimos duas.

   Quando Jesus é interrogado pelos os fariseus com relação ao repudiar sua mulher para obter-se de outra, Jesus disse: “- Moisés deu essa permissão por causa da dureza do coração de vocês; mas no princípio da criação [era um casal, ou seja, dois] não era assim. Portanto, Eu afirmo a vocês o seguinte: o homem que mandar a sua esposa embora, a não ser em caso de adultério, se tornará adúltero se casar com outra mulher.” (Mateus 19.8 e 9). Conclui-se que a corrupção sexual já era presente nos tempos antigos porque os homens viviam trocando de mulheres e até tendo mais que uma.

O Amor do homem e de Deus

   Quanto mais próximo de Deus todas as criaturas mais são felizes no amor; e quanto mais longe menos felizes no amor serão.

   “Há cinco aspectos do amor pelos quais a natureza do homem é elevada e completada: o amor do homem ou da mulher por Deus; o amor do homem e da mulher um pelo outro o amor dos pais pelos filhos e dos filhos pelos pais; o amor do homem e da mulher pela pátria ou pela comunidade; e o amor dos homens e das mulheres pela excelência em alguma atividade criadora, na arte, na literatura ou na filosofia. Não são estas cinco maneiras ou espécies de amor dadas para enobrecer os homens, mas cinco aspectos do amor que é um, mesmo quando pesamos nele como fluindo entre Deus e o homem. Em cada criancinha que jaz no regaço materno, há algo da Encarnação; o mistério da humanidade torna-se a revelação do Céu; e em tal encarnação do Divino Amor podemos distinguir carregado em cada aspecto do amor humano, o Verbo Encarnado Naquele em cuja vontade está nossa paz.” (W.F. Lofhouse, The Family and the State, p. 141, Epworth Press, Londres, 1944).

Embora amando sua precisão sexual na natureza humana que é dominada pelo corpo e espírito, adotando-se de cura de aflições, conflitos e desgraças quando depende de um completo reparo da definição do amor. O amor humano consecutivamente sugere o Primoroso Amor – o de Deus.

Uma significação completa do amor em relação nos há são dois: um amor em nós mesmo visto queremos o que é melhor aos nossos próprios olhos. E o outro, o amor em relação à negação de si somente se amar e amar outro. Detalhe profundo pode ser detalhado aqui: (M.C. D’Arcy. The Mind and Hearth of Love, Faber and Faber, Ltda., Londres 1946). Os dois Mandamentos podemos encontrá-los aqui: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22.39). O amor neste mandado é imperativo, mesmo sabendo que o homem precise: comer, vestir-se e beber, sua necessidade deva ser compartilhada. Quando a Samaritana chegou para apanhar água no poço de Jacó, Jesus pediu que lhe desse de beber. E veja que Ele alegou que seria a água que faria jorrar na pessoa. Ou seja, a pessoa terá uma fonte de água. (João 4.14).

Veja: “Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em Mim.” (João 7.38). Portanto, o amor completo e pleno, somente em Jesus em nós para que possamos amar verdadeiramente nosso próximo.  Perceba que ele primeiro pediu para beber e depois faria a água jorrar como uma fonte na pessoa. Em outras palavras, ele pede nosso amor para Ele, e Ele compartilhará um amor infinito em nós para que possamos destribuir aos outros semelhantes.

Pois bem, o amor somente terreno em relação à procura é incompleto, porque o coração do homem é enganoso quando mesmo está no romance, no namoro e até no casamento. Veja bem, o amor na possessão é absorvido pela destruição. Temos visto vários casos na TV e Internet; Já que, se for somente ao desejo sexual também é queimado pelas chamas quando se acaba a aspiração do corpo. Ou seja, desconhecido passa a ser conhecido. Como resultado o suposto amor que parece ser, termina. E alma fica no desgosto.

Conclusão

Os supostos amores sexuais, no significado das práticas pervertidas da carne nos separam e nos assolam de sofrimentos e até de desespero. Pois, vemos a louca paixão atormentando-se nos reflexos dos desejos que não deram certo. A amante ou o amante é tratado como coisa, e não como um único de um.  Ou seja, os dois não sendo um casal, mas apartados.

Os verdadeiros amores (casal) somente encontrarão quando houver se encontrado com o Deus, Jesus. Não basta ser somente dois, homem e mulher, mas três, homem mulher e filho. Não basta somente o terreno, mas o Celestial divino amor: O Pai, O Filho e O Espírito Santo. O sexo é dualidade, homem e mulher, o divino é amor Eterno. A humanidade (homem e mulher) unir-se-á ao divino (Três) formando o amor pleno.


Sem divino amor nunca alcançaremos a verdadeira essência do amor, porque é o divino que nos completa e transmite a força que necessitamos para preenchermos nossa necessidade, e não digo aquela física, mas aquela que sentimos no íntimo, no coração e na mente. Que Deus possa falar-nos através do amor que Ele tem por nós, “Porque Deus é amor” (I João 4.8). Amém! [Galhardo].


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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Reino Mágico - Dublado - Lado Escuro dos Desenhos Animados e Programas no Geral


O lado escuro dos desenhos animados e de programas infantis em geral, de uma pespectiva bíblico-cristã. Produção de Little Light Ministries e Dublagem por Terceiro Anjo Brasil.


Fonte:Terceiro Anjo

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O Sexo No Homem Não é Instinto Animal

           
O sexo pode ser um indeferimento da alma natural e a igualização do homem ao animal. Isto alude o repudio findo da moral nas analogias humanas. Não ao anseio, porém, aos impulsos, o soberaníssimo, aqui veem os prazeres sexuais morais dando lugar aos exercícios do aprisco.

   O que percebemos no caminho da vida moderna, são os homens muitas vezes da vazão as paixões e aos desejos do que em eras incididas, quanto negaram e abandonaram o caminho certo, e a existência desse mesmo caminho. Os homens repudiaram Deus e se distorceram aos seus instintos e sabem que pecaram. Mas, não aceitam que estão nos erros. E hoje vivem fora do rumo.

  O homem jamais pode ser identificado como um animal. Porque o sexo no homem nunca foi igual ao sexo no animal. O homem ama o animal não. O homem faz sexo por prazer o animal não. No animal o sexo geralmente acontece quando sua parceira está no sio, no homem, muitas vezes e quase sempre é para si fazer um alívio e relaxamento do corpo. O homem determina quando precise fazer o sexo por sua vontade. O sexo no homem pode causar angústia e isolamento, e no animal jamais acontecerá isso.


   Um exterior do problema perdido do sexo no homem é a função que o pecado incomum tem cumprido como seu motivo, apesar de que precise ser dito em garantia da psicologia moderna que tem ela tacitamente reafirmado o caso, sob o título de “conflito”. O caráter do homem não é intrinsecamente depravado, porém arrastado. 

   Assim como é bem representado nestes dizeres:
   “Há dois tipos diferentes de gozo: um que nos lembra do pecado incomum e sempre contém veneno; o outro que nos lembra do paraíso. Quando um homem está gozando o prazer da paixão sensual ou o prazer de comer, deveria sentir a presença do veneno e lembrar-se do pecado incomum. Esta é a natureza de todo prazer ligado a luxuria. 

   Sempre testemunha a pobreza e não a riqueza de nossa natureza. Mas quando experimentamos o deleite de respirar a brisa marítima ou o ar da montanha, ou a fragrância das matas e prados, lembramo-nos do paraíso. Não há luxúria nisto.

   Estamos comparando aqui prazeres que tem caráter fisiológico. O Mas a mesma comparação pode ser feita no reino do espírito. Quando um homem está gozando o prazer de sua avareza ou vaidade, deveria sentir o veneno e lembrar-se do pecado incomum. Mas quando está gozando um ato criador que revela a verdade, ou cria beleza ou irradia amor sobre seu semelhante, lembra-se do paraíso.  Todo deleite ligado a luxuria está envenenado e relembrada o pecado incomum. Todo deleite livre da luxúria e ligado a um amor de valores objetivos é uma lembrança ou pregozo do paraíso e nos liberta dos liames do pecado.


   A sublimação ou transfiguração das paixões significa que uma paixão fica purificada da luxuria e que um livre elemento criador nela penetra. Este é um ponto de importância fundamental para a ética. O homem deve esforçar-se primeiro e antes de tudo por libertar-se da escravidão. Toda condição incompatível com a liberdade espiritual e a ela hostil é má. Mas toda luxuria (concupiscência) é hostil à liberdade do espírito e escraviza o homem. A luxúria é ao mesmo tempo insaciável e presa à mortalha. Não pode ser satisfeita, porque é a infinitude má do desejo ardente. Existe outra espécie diferente de desejo, que também se estende para o infinito, por ex., a fome da justiça absoluta. Os que têm fome e sede de justiça são bem-aventurados porque se interessam pela eternidade e não pela infinitude má. A divina realidade que enche nossa vida é o contrário do tédio e do vazio que nascem da má volúpia de viver. A luxúria, pela sua própria natureza, é estéril e se opõe à criatividade. A criatividade é generosa e sacrificial, significa a doação dos poderes da gente, ao passo que a luxuria quer tudo para si mesma, é gananciosa, insaciável e vampiresca. O verdadeiro amor dá força à pessoa amada, ao passo que o amor dá força à pessoa amada, ao passo que o amor luxurioso vampiricamente absorve a força da outra pessoa. Donde haver oposição pervertida e interiormente debilitada. O poder é uma força criadora., mas há uma coisa que se chama a volúpia do poder. O amor é uma força sacrifical, mas há também a volúpia do amor.” (The Destiny of Man, p. 179, Charles Scriber’s Sons, New York).

   Quaisquer indícios sobre sexo dentre a supervalorização, não pode ser incluída ser vinda de Freud. Tem que haver uma diferença entre uma elevação justa do pensamento de Freud e freudismo, que nada mais é que um pansexualismo que diminui tudo ao sexo de um estilo que o favorável Freud nunca abrangeu. Os que têm adquirido dessas falácias tem sido ironizados e até ridicularizados por muitos, no campo racional. Veja:
“É agora fato estabelecido que todos os motivos humanos e toda ação são devidos à cerveja, não simplesmente entre adultos, mas também entre crianças...

   A vida inteira de uma criança (de qualquer sexo) é atuada pela cerveja. A primeira ação de que é capaz uma criança é um grito de desejo. Estabelecemos que este não é outro senão um grito que pede cerveja, ou em todo o caso que pede alguma espécie de bebida. O ato seguinte da criança é beber. Se não bebe cerveja é que seu sistema não está ainda capacitado a ingerir cerveja. Mas por trás da fruição do leite está o desejo da cerveja. Chamamos a isto instintos primários. Os instintos secundários hão de ser encontrados no gosto pelas rolhas que saltam. Pelas cores amarelo-castanhas, pelas substâncias espumosas (como o sabão) e assim por diante. A criança chama instintivamente seu pai de papá (o que representa o pipocar da rolha). Todos os ruídos gorgolejantes da infância vão provar a força do instinto...


   A maior parte de nosso conhecimento se baseia em sonhos o que tomamos como a mais segura prova cientificamente possível. Sabemos (graças a meios demasiado longos e complicados para serem mencionados aqui) que mesmo criancinhas muito ainda, não sonham com outra coisa mais. Quando uma criança sonha com um bote sobre um lago, que é isso senão um símbolo da cerveja? Com uma chuva, um rio, um mar? Tudo quanto é amarelo ou castanho é cerveja. Tudo quanto é espumoso ou cintilante é cerveja. Tudo em alguma coisa mais é cerveja (uma noz na sua casca, por exemplo, representa evidentemente a cerveja na garrafa). Tudo quanto sai dum lugar apertado é cerveja. Tudo que se move é cerveja, particularmente movimento rápido, coisas saltitantes, que lembram ‘saltos’. De fato, podemos dizer que a criança não pode sonhar com outra coisa senão cerveja. Não há sonho possível senão cerveja...

   Eis aqui um exemplo. A paciente era senhorita X. Veio ter conosco, extremamente perturbada. ‘Meus nervos estão todos arrebentados’, disse ela. ‘Desejo que o senhor me ajude’. O professor Bosh interrogou-a e conservou-a sob observação. Descobriu que antes de ir deitar-se tinha ela o costume de escovar o cabelo. ‘A escova era cor de âmbar e transparente. A paciente levantava-a lentamente até os lábios, parava, e depois continuava a escovar seu cabelo. Isto era uma coisa completamente inconsciente. Em resposta às minhas perguntas deixou transparecer que muitos anos antes o médico da família a havia proibido de beber qualquer coisa alcoólica. Ela estivera acostumada a tomar um copo de cerveja todas as noites à hora da ceia’. O professor Bosh explicou isto a ela e imediatamente ficou convencida da verdade disto. Submeteu-se a tratamento e dentro em breve estava perfeitamente bem e forte”. (G. Walter Stonier, Psycho-Analysis, G.k. ’S Weekly, pág.74).

   Em contraste do extraordinário freudismo, o cristianismo nega mentalmente o sexo como instinto, e de ser o mais importante para a vida ou de conferir tão-somente à sua coerção às confusões mentais.

  Se os desejos carnais sexuais que governam muitas das pessoas na atualidade da sociedade moderna, e regem como se não fizerem estes desejos são-lhes considerados como recalcados, por que os que, esses, que se aventuram nessas práticas sexuais são considerados como os mais anormais, e aqueles que vivem uma vida com ética de leis religiosas, são considerados os mais normais dos homens?  Porque o cristianismo invade a consciência humana a fim de desenvolver no homem a melhor maneira e não única, mas várias, para que ele possa viver adequadamente com honestidade e vida saudável. Claro que nessa vida existe o sexo familiar, porém não somente este, mas outros aspectos tais: ira, angústia, inveja, cobiça, ódio e preguiça.

   Não podemos pensar somente em uma forma de viver, porque a humanidade quase toda pensa em ter uma natureza perfeita. Quase todo o homem exigisse de si ser melhor e ir além das limitações que o permeia na coletividade. E mesmo no campo transcendental sua vontade é descobrir sua origem. Quase todos e até mesmo inconscientemente sente a necessidade de aprimorarem-se, mesmo aqueles que não querem fazer nada no íntimo, sente essa necessidade de progredir, elevar-se, ser ilimitado. Queremos ser perfeitos, mas estamos longe disto; porque essa nós alcançaremos somente por toda uma vida. Nossas limitações permeiam-nos em três apontados comandos: pelo meio do espirito, pelo meio do corpo ou pelo meio das coisas.

   Preservamo-nos através do amor que sentimos por nós mesmo. Sem este não conseguiremos existir e até permanecermos vivendo. Jesus alertou-nos quanto amarmos nossos semelhantes como a nós mesmos. E não conseguiremos faze-lo se não aceitamos Jesus como nosso amor verdadeiro. “Por que quem tem maior amor do Aquele que dá a vida pelos seus semelhantes?”, o amor não poderia existir se não tivesse um começo, assim como o corpo não poderá existir sem o alimento. E quantos mais conheceram quem nos trouxe esse amor verdadeiro, mas nos aperfeiçoamos nossa personalidade. Não podemos atingir perfeição se não nos entregamos ao infinito amor e este, Jesus. Ninguém pretensiosamente disse: “sei tudo!”, porque no seu intimo, sabe que não sabe muito; e para saber necessitasse de mais saber; e quanto mais saber, mais saber quer; então sabe que não tem saber suficiente. Tanto os homens como as mulheres são por natureza curiosa em querer saber (...), fomos feitos para saber, mas não o suficiente ao ponto de dizermos: sabemos de tudo. Para conhecermos o amor dependemos de outra pessoa para que nós amemos. Então, estamos presos no corpo do amor de outro, porque é preciso encarna-se noutro. E para darmos continuidade neste amor precisamos que a vida humana continue e seja preservada como continuada. Por isso, Deus institui em nós duas coisas importantes para que possamos permanecer existindo: o alimento para dá continuidade na nossa existência; e o outo o deleite do casamento a fim de preservar a raça humana através de pessoas (filhos).


   Outra coisa importante: são nossas coisas materiais, para que possamos conseguir vivermos, como existirmos com liberdade de termos o que precisamos. Pois Deus nos fez para possuirmos coisas materiais também para nossa existência. A propriedade pessoal é adequada ao homem. É seu penhor para que possa permanecer economicamente autossustentável, como a alma é o penhor espiritual.  

   Todas as pessoas geralmente sente a necessidade de casar-se, ter filhos, ter bens materiais a fim de supostamente alcançar a perfeição. O seu “eu” quer aperfeiçoamento, porque isso é inerente ao seu ser. Pois bem, a igreja entra como auxiliadora da necessidade de o homem encontrar-se voltado para o encontro do seu “eu” porque o “eu” é egoísta e quer amar somente há si mesmo. E a igreja tenta fazer com que o homem encontre o “eu” em outro aquém ele poderá dividir o “eu” para se formar o “eu” em dois ou três: ele, ela e Deus. Isso é amor ao próximo e a si mesmo.
   Mas o animal não necessita encontrar-se com seu “eu”, pois, não funciona sua mente, por ser irracional.  Como poderia ele perceber seu amor ou perfeição? O animal geralmente está satisfeito com sua vida, o homem não. Algum animal tem curiosidade em saber se o céu é azul ou branco? A águia mesmo voando nas alturas quer ir a algum planeta distante? Mas o homem com seus impulsos muitas vezes conscientes porque raciocina, estão submetidos a sua vontade. E por vezes pode agir com uso dos seus amores, desandar acabamentos em si mesmos, e às vezes tentam descobrir o irrestrito na relatividade delas.

   O amor-do-eu, pode ser moral, como também amoral em auto- adoração, na qual se pode dizer: “Sou minha conveniente lei, minha conveniente aspiração, meu conveniente exemplo. Nenhuma pessoa pode dizer-me o que devo fazer. Tudo quanto cinjo direito é direito; o que cinjo errado é errado. Portanto, sou Deus”. Isso é chamado da pretensão do pecado egocêntrico. A indiferença em querer ser o “eu” somente, geralmente leva-o para a infelicidade. Quanto mais se enche o balão, mais propício está para estourar-se. O egocêntrico ver-se obrigado a andar discretamente, pois seus apegos podem ser aniquilados.

   Nos dias de Roma pagã alguns indivíduos egocêntricos corrompidos compareciam aos banquetes, aglutinavam-se em comidas e bebidas, colocam os dedos nas gargantas a fim de vomitar os alimentos e após desandavam a comer novamente mais.  O que pensavam é que quanto mais comer-se poderiam viver aos prazeres de sentirem-se satisfeitos no desejo das vontades das funções. Isso nos animais não pode ser feito, pois não centralizam suas necessidades aos seus instintos.

    O homem pode perverter suas paixões, seus desejos, suas vontades e anseios quanto suas aspirações ao nível baixo. A igreja por sua vez, quer leva-lo a reconhecer sua pequenez, quanto exaltá-lo na humildade em reconhecer que sem Deus não possa ser perfeito. Leva-lo no profundo entendimento que o amor desordenado leva-o ao desespero e uma vida frustrada. E que se ele aprender a dividir o amor através de um compromisso sério, honesto, digno e divido, levara-lo a felicidade. Pelo fato de que o gozo do espirito e do corpo (carne) devam ser submetido à disciplina e preservado (a) ao companheiro (a) e a Deus.

   Pois sabemos que o sexo é bom e seja que necessário para continuidade da existência; e a Igreja aceite como indispensável ao ser humano. Como bem retratou Aristóteles: “a natureza não é corrupta”. É o falso discernimento que faz com que a natureza promova o erro. A iniquidade nada mais é que discernir sem entendimento a moralidade. A natureza no homem são-lhes pervertidas porque seu entendimento faz-se obscuro pelo seu “eu”. O “eu” do seu reflexo orgulho, não lhe deixa pensar sensatamente. O sexo constante e de qualquer jeito, parece necessário e voluntariamente o abuso. Uma coisa é fazer sexo com sua companheira esposa outra coisa é fazer sexo com qualquer pessoa. Deus não condena a natureza do sexo, ele condena como a natureza sexual é levada. “Falo com palavras bem simples porque vocês ainda são fracos. No passado vocês se entregaram inteiramente como escravos da imoralidade e da maldade para servir o mal. Entreguem-se agora inteiramente como escravos daquilo que é direito para viver uma vida dedicada a Deus”. (Romanos 6.19); “Assim a lei vem de Deus; e o mandamento também vem de Deus, diz o que é certo e é bom. Então será o que é bom me levou à morte? É claro que não! Foi o pecado que me fez isso. Pois o pecado, usando o que é bom, me trouxe a morte para que ficasse bem claro aquilo que o pecado realmente é. E assim, por meio do mandamento, o pecado se mostrou mais terrível ainda” (Romanos 7.12 e 13).


  Então, podemos dizer que o sexo é bom, mas dentro do seu contexto que é o casamento. E que o sexo desafortunado e livre é censurável. Santo Agostinho disse: “Faríamos, portanto, injúria a nosso Criador imputando nossos vícios à nossa carne; a carne é boa, mas abandonar o Criador e viver de acordo com este bem criado é que é errôneo”.

Conclusão

   Uma concentração em cima do sexo como sendo uma das únicas atividades que permeiam a sociedade moderna e os meios de comunicações é uma perversão ao equilíbrio racional da mente sã. Porque não se pode elevar a mente ao instinto animalesco. Pensam quase todos que o sexo é o meio que justifica as ações do psiquismo, porque lhes são necessidades do corpo. Mas o evangelista se concentra no seu corpo ou no que ele tem que apresentar para ganhar a alma conflitante? O regente se concentra na batuta ou na partitura para reger de forma harmônica a orquestra? Logo se o evangelista e o Maestro concentrassem em coisas para não atuar de maneira racional ao que almejam conseguir harmonizar coerentemente, logo sua força tornasse, nula, seus feitos sem lógica, sua maneira sem efeito e seu desejo louco. Porque ao invés de pensar na vida como resultado de várias coisas necessárias, pensa no sexo como a totalidade de olhar como fim. Assim sendo, o sexo e o impulso sexual tem que ser dominado e aceito não como o fim, mas como um meio de amor num relacionamento conjugal matrimonial. 


   Quando a biologia e a psicologia observaram e analisaram de uma forma de totalíssimo o sexo, sofreu uma reação vulgar por se tratar de um suposto processo de desenvolvimento do corpo. Porque a mecanização resulta numa tendência em supervalorizar aquilo que os estudados supostamente designam ser supostamente verdade absoluta. O psico se interage com o físico e o físico com o psico. O que a mente pensa pode ser que será o que o corpo poderá fazer. Mas Deus quer que o homem tenha uma mente sã a fim de que o corpo seja o reflexo. “Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu corpo. Será que vocês não sabem que o corpo de vocês e´o templo do Espírito Santo, que vivem em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória de Dele.” (I Coríntios 6.16-20). Por fim, o domínio das ações deve ser uma parte que todos nós devamos experimentar e preservar. Que Deus possa nos ajudar para isso. [Galhardo].



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