quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

JESUS CRISTO EM SUA OBRA - A IGREJA REMANESCENTE PARTE 1



        Amigos!
        Vimos Jesus Cristo na Profecia, e Perante a Ciência.
        Vejamo-lo hoje em sua Obra. Alguns relutam em acreditar na Sua Obra, pois agora será provado!
         E como Sua Obra é visível e atual, abramos os olhos, encaremo-la e, como homens que somos, reflexionemos a seu respeito.
         A Obra de Jesus Cristo é a Igreja.
 
                                                                              * * *
         "E aconteceu que aquele dia, retirou-se Jesus Cristo para o monte, a fim de orar, e ali passou a noite em oração a Deus. E quando amanheceu, chamou seus discípulos e escolheu, dentre eles, doze, aos quais chamou Apóstolos." (Lucas 6. 12-13).
         "E enviou-os a pregar o reino de Deus" (Lucas 9.1-2).
          Enviou-os a pregar, impondo-lhes a obrigação de fazê-lo assim: "Foi-me dado - disse-lhes - todo o poder no céu e na terra, "euntes ergo"; por conseguinte, eu, Senhor da plenitude do poder no céu e na terra, vos envio: ide e ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, o Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar tudo quanto vos mandei(ordenado)." (Mateus 28.18-20). 
          Os Apóstolos, portanto tinham obrigação de ensinar; e todas as gentes e nações obrigação de aceitar a sua doutrina. 
           Escolheu Jesus Cristo os Seus Apóstolos, isto é, aqueles que enviara a pregar Sua doutrina e fundar Sua Igreja. 
            E escolheu-os chamando a Si os que quis."vocavit adse quia ipse voluit": chamado porque ele queria converter.
                                                                              * * *
           Meditemos, amigos, a respeito.
           Quem eram os Apóstolos?
           Essas doze crituras, que seguiam a Jesus Cristo e nos quais sua atenção se fixou, quem eram?
           Que condições tinham para cumprir a missão que lhes era imposta?
           Possuímos observações sobre eles, e percebemos esclarecedoras de como eram pessoalmente, além de outras observações percebidas sobre a sua coletividade.
           Quem eram esses homens?
           Em conjunto, todos, exceção feita talvez de Judas, eram galileus, pobres, habitantes de uma região completamente à margem da Humanidade; ainda mais: desprezada pelos próprios judeus. E dentre os galileus, foram escolhidos os mais humildes e pouco apreciados. Eram pessoas do povo, trabalhadores rudes e iletrados.
           Quem eram esses doze a quem Jesus Cristo outorgou o poder de pregar Sua doutrina ao mundo, quem eram, amigos?
            Talvez Natanael e Mateus possuíssem mais instrução, mas nunca a exigida para que pudessem ser considerados ilustrados; os demais não passavam de pobres pescadores. 
             Todos imbuídos das idéias religiosas de sua época e de sua região, com um conceito magnífico sobre a pessoa, domínio e reino do futuro Messias.
             Todos com a concepção carnal e mundana dum Messias de origem fabulosa, cheio de poder e majestade exteriores.
             Quem eram, em sua psicologia individual, aqueles homens?
             Os Evangelhos nos oferecem dados concretos e precisos que mostram quem eram os Apóstolos. 
             Pedro era fiel, franco, intrépido, valente.
             Felipe, dócil, reflexivo, ingênuo, simples.
             Natanael-Bartolomeu reto, experiente, instruído, independente.
             Mateus, homem de negócios - arrecadados de alfândega - pertencia a uma classe odiada não só em virtude das violências e abusos que cometia, como também por ser instrumento da dominação estrangeira. 
             Quem era João? Dono de espirito finíssimo e de aguda observação  perceptiva psicológica, mas simples pescador.
             Amigos, quem era Judas? Avaro, intrigante, traidor. Exemplo vivo de como a graça não anula a liberdade. De como no mais alto da Hierarquia Eclesiástica, pode haver indignos por culpa própria.
             Se da ordem individual passamos para a coletiva, poderemos perceber e obter uma ficha psicológica dos doze, perfeitamente exata, pois os Evangelhos enfeixam, descritos com rigorosa fidelidade, os dados caracterológicos e temperamentais tanto dos Apóstolos, isoladamente considerados, como do colégio apostólico. Pintam-nos tais como foram. Sem retoques, sem atenuantes, sem dissimulação de suas falhas.
             A veracidade histórica é intuitiva.
             Quem, amigos, não sendo veraz, teria dito o que os Evangelhos dizem a propósito dos Apóstolos? 
             Silenciaram sobre seus defeitos; tê-los-iam pintado irrepreensíveis.
             Os Evangelhos, todavia, pintam-nos tal como foram.
             Eram os doze homens desconfiados, faltos de fé, como aparecem nas tempestades do mar. (Mateus 8.23-27; Marcos 4. 36-40; Mateus 14. 22-34). Cheios de espanto, como se mostraram ao ver o Senhor caminhar sobre as águas. ( Mateus 14.26). "Os discípulos, porém, ao vê-lo andando sobre o mar, assustaram-se e disseram: É um fantasma. E gritaram de medo."
            Orgulhosos de sua dignidade. O caso típico do homem do povo que se engrandece, do homem do povo a quem a grandeza soergue, fazendo-o julgar-se algo. E como intervinham com Jesus Cristo na pregação, e como intervinham com Jesus Cristo nos milagres, eles, pobres e rústicos, criam-se investidos da grandeza que d'Ele emanava; por isso, ao manisfestar-se neles essa debilidade própria aos homens do povo, Jesus Cristo viu-se obrigado a retirá-los dos olhos da turba, obrigando-os a subir numa barca. 
             Quem eram esses homens? Aqueles humildes que ao se engrandecerem, julgam-se alguma coisa; por isso, quando as crianças, levadas pelas mães, aproximam-se de Jesus Cristo, atraídas pela Sua bondade divina, eles Lhes interrompem os passos de tal forma, que Jesus Cristo sente-se obrigado a recordar-lhes que precisamente dos pequeninos é o reino dos céus e lhes diz: "Deixai que as crianças venham a Mim."
             João Crisóstomo assim comenta essa passagem: "Por que os discípulos afastavam as crianças? Para que a sua dignidade não ficasse diminuída. E que fez, em compensação, Jesus Cristo? Para ensiná-los a proceder com modéstia e a desprezar o fausto mundano, toma os pequeninos em seus braços e, aconchegando-os ao seu coração promete-lhes o reino dos céus". 
            Quem eram esses homens, amigos? Ambiciosos, mesmo nos instantes mais sublimes, como por ocasião da ceia, quando, a dois passos da Paixão, resolveram disputar quem seria o maior no reino de Deus. (Lucas 22.24). 
            Mas eram, ao mesmo tempo, covardes, pois abandonaram Jesus Cristo ao vê-lo em poder dos inimigos. (Mateus 26.56).
            Quem eram esses homens? Obstinavam-se em esperar um reino de Jesus Cristo pleno de poder terreno e de fausto mundano, mas não lhes cabia, dentro da visão judaica, mais que um Messias dominador (como sucede conosco, que sonhamos com um reino de Jesus Cristo, de pompa externa, que não existe). Esperaram por esse Messias dominador terreno, até a última hora, perguntando ao Senhor no exato momento da Ascenção: "É agora que vais estabelecer o Teu reino?" (Atos 1.6).
            Quem eram os Apóstolos? Maledicentes. A maledicência começa por Judas. Quando Madalena, aquela mulher que se converteu com sinceridade, aquela mulher agradecida e reconhecida a Jesus Cristo, ungiu-Lhe os pés, Judas começou a murmurar - como atualmente, amigos, pois a História se repete - : "Para que esse desperdício? Este bálsamo podia ser vendido por bom preço e, com o seu produto, serem socorrido os pobres!"
            Judas assim dizia não porque se interessasse pela aflição dos humildes, mas porque, sendo depositário da fortuna do colégio apostólico, apesar de ladrão, gostaria que todo o dinheiro fosse para a bolsa comum, pois com os cofres abarrotados, maior seria seu roubo. ( Mateus 26.8; João 12.5-6).
             Como os Evangelhos bem descrevem os Apóstolos! Eram tão ambiciosos que, quando Jesus Cristo confidenciou-lhes que haveria de, em união com todos, sentar-se num trono, os dois filhos de Zebedeu, Santiago e João, enviaram a própria mãe ao encontro de Jesus: " Senhor, quando estiveres no teu trono, faze com que um de meus filhos se sente à Tua direita e o outro à Tua esquerda...," (Mateus 20. 20-23). Pedro fica relegado a um canto ...
             Quem eram esses Apóstolos? Homens interessados que, ao ouvirem Jesus referir-se a prêmios, só lhes ocorre indagar: "Ouve, Senhor, e a nõs que vais dar? "( Mateus 19.27).
              Quem eram? Homens a quem o sofrimento causava repugnância e por cuja cabeça jamais passou a idéia de que Jesus Cristo haveria de redimi-los com o sofrimento e a morte. Pedro, diante da explícita e categórica afirmação de Jesus Cristo sobre sua Paixão, replicou-Lhe: "Não Senhor; não digas semelhantes coisas". Jesus Cristo viu-se, então, obrigado a dizer-lhe aquela frase tão dura que se lê no Evangelho: "Retira-te de Mim, Satanás; tu serves-Me de escândalo...( Mateus 16.22-23).
              Homens confiados e presunçosos que, ao ouvir a profecia de defecção, dizem, primeiro Pedro e depois, em coro, todos os outros: "Ainda que todos se escandalizassem, eu não..." ( Mateus 26.33). 
              Infiel a seu Mestre, o cabeça de todos eles. Recordai-vos todos por que motivo, em que circunstâncias, quantas vezes e de que modo...(Marcos 14. 66-72). 
              Traidor e vilão, Judas, a troco da trinta moedas, entregou seu Mestre aos inimigos que o crucificaram. ( Mateus 26. 14-16; João 27.2-6).
               Amigos, Jesus Cristo escolheu doze homens para implantar no mundo a obra de Sua Igreja. 
               E aí estão as condições percebidas psicológicas dessas criaturas. 
               Esses homens, banqueiro que leem, não os escolherias para o teu negócio; esses homens que tu, comerciante, não escolherias para o teu comércio, esses, e precisamente esses, escolheu Jesus Cristo para seus Apóstolos.
              Plebeus, incultos, interesseiros, covardes, infiéis ao Senhor, sem trato social algum, sem qualquer poder humano, pobres homens da Galileia. 
              Repito: para teu negócio, tu não os escolherias, pois conheces bem a seleção que é necessário fazer de teus empregados.
               E, não obstante, a esses escolheu Jesus Cristo para fundar Sua Igreja.
               "Deus escolheu o que é fraco, para confundir o forte".
                Os pensamentos de Jesus Cristo não são iguais aos dos homens, nem os caminhos de Jesus Cristo como os caminhos da prudência humana." ( Isaías 55.8).
                A propósito desse desígnio de Jesus Cristo escreve admiravelmente o Apóstolo Paulo aos coríntios, mostrando-lhes a razão d'Ele assim proceder: ...as coisas loucas, segundo o mundo, escolhe-as Deus para confundir os sábios; e as coisas fracas, segundo o mundo, escolheu-as Deus para confundir os fortes; e Deus escolheu as coisas vis e desprezíveis, segundo o mundo, e aquilo que é como se não fosse, para destruir o que parece que tem ser, para que nenhum homem se glorie perante Ele". ( I Coríntios 1.27-29). 
               Esse eram os Apóstolos. Judeus que, porque o eram, mereciam o descrédito e o desprezo dos grandes romanos da época. ( o mesmo que acontece hoje com alguns irmãos) Tácito chama-os, gente corrompida e torpe. 
               E para Amiano Marcelino os judeus eram pessoas mal cheirosas que impestavam pelo corpo e intrigavam pelo espírito. 
Amiano Marcelino foi um historiador que escreveu durante o fim do Império Romano. Nascido em Antioquia, entre 325 e 330, e falecido provavelmente em 391 d.C., Amiano foi militar de alta patente, tendo servido no exército do imperador Juliano.
               E se já não bastasse serem judeus, os Apóstolos eram galileus, da região mais desprezível para os próprios israelitas. E se já não bastasse serem galileus, eram ainda pobre homens da mais baixa plebe, rudes pescadores em sua generalidade.
               Bem os qualifica Paulo: eram os néscios do mundo, sem nobreza, desprezíveis, segundo o critério humano, os que Jesus Cristo escolheu para Seus Apóstolos. Seleção por Ele feita com especialíssimo desígnio.

                                                              * * *
               
                 Amigos, comecemos a meditar. 
                Se Jesus Cristo houvesse recrutado seus Apóstolos dentre os oradores romanos - um Cícero, por exemplo, - ou se da Grécia os houvesse trazido um Demóstenes, ou a Diógenes dentre os seus filósofos; ou se houvesse lançado mão dos potentados do dinheiro, ou se os tivesse escolhido dentre os generais que comandavam legiões  de disciplinados exércitos ... fácil teria sido, amigos, explicar cumpridamente a estabilização e propagação da Sua Obra!
                Ao ler-me escrever da fundação da Igreja, poderíeis haver-me dito: " Nada mais fácil, com tanto dinheiro  de Ele dispunha... nada mais fácil, escolhendo oradores que arrastam multidões... nada mais fácil, com exércitos á retaguarda, comandados pelos melhores generais!...
                Não foi precisamente esse o desígnio de Jesus Cristo na escolha de Seus Apóstolos. Precisamente por essa razão cultura, tão pouco poder, tão pouco dinheiro, tão pouca influência social!


                                                            * * *



                Pode-se, porém, conceber, amigos, que propagandistas tão despidos de grandes dotes, possam conseguir adeptos, não tanto por suas qualidades, quanto pelas idéias que propagam.
                Não é a força do propagandista: é a força da ideia. 
                Compreende-se, amigos, compreende-se muito bem, que diante do operário oprimido e reduzido à escravidão, diante do operário que não tem meios para constituir ou sustentar um lar, nem sequer com as comodidades que tem os pássaros em seus ninhos; diante do operário que vê o fruto do seu sangue convertido em crapulice e luxúria dos que o oprimem; diante do operário que, anelando ser feliz, vive oprimido pela dor e pelo trabalho e sem muitas vezes emprego, sem qualquer vislumbre de felicidade; compreende-se, amigos, que se se acenar a esse operário com um ideal em que se fale, já não digo de emancipação, mas de subjugar seus opressores; não tanto de salário equitativo, mas de domínio absoluto das indústrias; não de melhoria de situação, mas de chegar a ser a única classe privilegiada; não de minorar seus trabalhos mas de viver em pleno gozo de vida; compreende-se, amigos, que essas idéias o comovam, o apaixonem, o arrastem, o transformem.
                 Prometer prazer, prometer paixões saciadas, prometer domínio é insuflar novas forças em quem sofre, em quem trabalha, em quem se encontra em humilhante servidão.
                 Se eu digo ao operário: "Estás oprimido? deves matar; és pobre? deves ser rico; não tens nada? vou dar-te terras, vais ser o dono, vais dominar o mundo..." , o operário, amigos, acompanha-me, aclama-me..., por que não me seguiria? Assim se arrasta a Humanidade!
                 Mas, amigos, esse homens, os Apóstolos, com as qualidades humanas que vimos, apresentam-se ao mundo com um programa doutrinário muito estranho!


                                                                 * * *

                  A quem mundo se apresentam, e com que programa!
                  A que mundo, amigos!
                  A um mundo em que o instinto chegara a tal aviltamento e perversão que, no terreno sexual, atingiu, socialmente escrevendo, o máximo rebaixamento. Sobre toda a satisfação do instinto, sobre perversões nem sequer imaginadas, sobre o delírio de todas as inversões,  chegou-se , não nos países selvagens, mas em pleno Império que legou ao mundo o Direito, à divinização pública do vício, à divinização do vício com a dedicação de tempos públicos aqueles farrapos humanos já prostituídos em público e eram propostos como exemplo, mantendo-se nos templos a eles dedicado, ritos iniciatórios em suas perversões. 
                  A podridão. A idolatria do vício pervertido, não só na afetividade, como até na inteligência, que se esboroa aos pedaços. 
                  Amigos, a que mundo se apresentam os Apóstolos!
                  Ao mundo dos escravos; de milhões de escravos; de escravos que nossa inteligência não pode nem sequer imaginar como eram. 
                  O escravo era "eras", coisa. Coisa e não homem, coisa à disposição do dono, em tudo, em tudo, em tudo! 
                  Uma coisa como a tua caixa de fósforos, que jogas fora, pisoteias, abandonas, porque é coisa tua. Assim era o escravo no mundo romano.
                  Coisa, coisa que nem do próprios filhos podia dispor; eram eles, como seus descendentes, reses de que o dono dispõe, seja para vendê-los com lucro ou utilizá-los por prazer, seja para feri-los ou matá-los por diversão e gosto.
                  A que mundo, amigos, se apresentam os Apóstolos! 
                  Ao mundo que tinha o prazer e o gozo como único fim e única sensação.
                  Ao mundo em que nem sequer de nome era conhecido o significado de Caridade.
                  Ao mundo da divinização, não somente dos vícios, como também das inversões dos vícios.

                                                             * * *

                   E aqueles homens desprezíveis surgem diante desse mundo... pregando que doutrina!
                   Amigos, eis o maior paradoxo havido na História. 
                   Ao mundo dos Virgílios e Ovídios, dos Cíceros e Demóstenes...apresentam a doutrina de alguém que morreu justiçado, pregado numa cruz, escarnecido e atormentado da maneira mais pública e grosseira.
Públio Ovídio Naso, conhecido como Ovídio nos países de língua portuguesa (Sulmona20 de março de 43 a.C. — Constança,Romênia, 17 ou 18 d.C.) foi um poeta romano
                   Os homens do povo, amigos, os pescadores, os iletrados vão falar a esse mundo. E o que lhe dizem? 
                   "A doutrina que pregamos é de alguém que morreu justiçado numa cruz. Trazemos a doutrina de alguém que esteve pregado num madeiro, com o peito rasgado pelas lanças!...
                    Observai, amigos, se essas palavras são de atrair multidões...
                    Que ascendência pode exercer sobre o mundo grego e romano um desconhecido do prazer...
                     A esse mundo apresentam os Apóstolos, simples e lhanamente, transparente e sem enfeites, a doutrina d'Aquele que morreu justiçado. 
                     Na ordem intelectual, apresentam uma doutrina com conteúdo de crenças, como da Trindade, do Estado dos mortos, da Ressurreição...sobretudo o que a humana razão pode, por si só, compreender.
                     Na ordem moral, apresentam uma doutrina que é freio e paradeiro de todas as forças instintivas do homem, doutrina que impõe obrigações das mais árduas.
                     Doutrina que não promete nenhum lucro terreno. Com a predição de atribulações e perseguições.
                      Bem-aventurados os pobres de espírito.
                      Bem-aventurados os mansos.
                      Bem-aventurados os que choram.
                      Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça.
                      Bem-aventurados os misericordiosos
                      Bem-aventurados os limpos de coração.
                      Bem-aventurados os limpos de coração.
                      Bem-aventurados os pacíficos.
                      Bem-aventurados os que padecem perseguição pela justiça (por serem assim justos) (Mateus 5.3-13).
                       Estranho programa para mundo a que era proposto.
                      

                       Aguarde a continuação de, Jesus Cristo em Sua Obra à Igreja.  Breve!