terça-feira, 12 de novembro de 2013

A Alma Unida em Cristo



O espírito do homem muitas vezes e quase sempre não é de preservação, mas de extermínio. O mundo todo parece atormentado nos efeitos que ele mesmo criou. Inventando bombas para se autodestruírem: uma dessas perigosas quanto malignas, é a bomba atômica.

Agora ver-se obrigado a controlar o que realmente fizera. Contudo, o terror continua por todos os cantos da face da terra.

O homem sempre que possível longe de Deus, mas não é somente dizer: creio em Deus. Não, é suas ações que mostra a não crença em Deus.

Uma crise profunda hoje acontece nas causas de todas as tentativas sociais e políticas a fim de resolvê-la que não está produzindo efeito, como a areia na ferida que invés de melhorar provoca inflamação.

Podemos achar que devem ser refeita em primeiro lugar, sobre uma renovação pelo novo homem reparado.

No passado e ainda hoje, vemos os que os ditadores destruíram nas marés do nosso século, as desordens, porém, não são somente essas, mas os próprios homens causadores dessas confusões morais que está ‘dentro dos seus corações, prejudicaram quase toda a humanidade.

O homem recusa-se em conhecer a Deus, porque seu espírito é orgulho e presunçoso, e está sempre se preparando para uma catástrofe.

Muitos estão convictos que precise de uma mudança, mas uma mudança espiritual será suficiente para haver uma reforma de vida?

Não havendo essa mudança a sociedade está sempre pronta para uma revolução, e essa estará como o remédio na hora certa de toma-lo. A violência é uma posição que muitos acham necessário para exercer como a finalidade de redenção.

Então, entra a conversão para fazê-lo redimir-se nos seus projetos que às vezes causam grandes prejuízos para a sociedade. O homem não vence somente pela razão, mas pelo próprio poder unindo-se em cooperação ao de Deus.

O efeito que causam essa união é uma transformação significante na alma para engrandecê-lo na graça que o santifica, onde ele é elevado numa natureza que o tornaria filho de Deus.

Isso é uma realidade que não conhecemos e muitas vezes não queremos admitir, mas essa transformação é uma realidade que entra, e é a graça que é livre para o homem, vindo de Jesus.

Se Jesus viver-se hoje seria só um homem a ser seguido por suas obras, mais que percebida, porém, como ascendeu ao céu, tornou-se uma vida inteira dentro do homem, pois, o Espírito Santo tomou o seu lugar e habitou no ser humano. Isso chamasse conversão.

Embora possamos estar ligados a Ele, muitos ainda não estão por não convencer-se que precisa de uma renovação de vida. A alma pensa muitas vezes só nos problemas psicológicos da graça sobre a alma, mas esquecem da necessidade da presença dessa Graça que é Jesus Cristo dentro dele.

O Deus dentro do homem é como um pintor com seus quadros onde revela sua sublime mensagem. Deus se apresenta de várias formas, para que o homem possa perceber a necessidade que representa na nossa vida.

Aparece na natureza, no universo na cultura, em seu filho entre outras coisas. Nas flores sentimos o cheiro, nas arvores os frutos são experimentados com seus sabores diversificados, e no seu filho, como homem encarnado, mostrando a importância que temos para Ele.

Assim como as ações de Jesus eram tantas, divina como humana, da mesma maneira as ações do homem na graça tornasse divina. Porque a graça incorporou-se no homem e homem já não é homem, mas graça.

Uma vez sendo graça, faz o que Jesus faria. Por isso, a alma precise ser renovada pela graça, para que nos tornemos filhos de Deus.

Filhos que Ele adotou como nascido Dele, através de Cristo, onde agora nos tornamos o Templo de Deus em nós: “Porventura não sabeis que os vossos membros são templo do Espírito Santo, que habita em vós, que vos foi dado por Deus, e que não pertenceis a vós mesmos?” (I Coríntios 6.19).

Agora, Jesus comprou com um preço alto, que é seu sangue derramado na cruz as almas, santificadas com seu corpo, tornasse participantes como membros do Seu corpo.

Sendo principal de todos como cabeça: “E pôs debaixo dos seus pés todas as coisas, e constituiu-o cabeça de toda a igreja, que é o seu corpo e o complemento daquele que cumpre tudo em todos.” (Efésios 1. 22 e 23).

E o próprio Jesus faz uma relação paralela com Ele e a vinha e seus ramos, como tendo parte do Seu corpo: “Resta ainda um pouco, e depois já o mundo me não verá. Mas ver-me-eis vós, porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia vós conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós em Mim, e Eu em vós.” (João 14.18 e 20).

E deu ordens para que todos permanecer-se Nele para produzir os mesmos frutos: 

“Vocês já estão limpos por meio dos ensinamentos que eu lhes tenho dado. Continuem unidos comigo, e eu continuarei unido com vocês. Pois, assim como o ramo só dá uvas quando está unido com a planta (videira), assim também vocês só podem dar fruto se ficarem unidos comigo. – Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada.” (João 15.3-5).

Portanto, essa união em unidade composta, trás vantagens, porque o homem passa a saborear os frutos gostosos quanto saborosos adocicados pelo Espírito Santo. Formando assim um só corpo.

Assim, os ramos desse corpo que é Jesus Cristo, não tem autoridade de mudar a maneira como o corpo produz os frutos, como também ninguém pode mudar a orelha de um lugar ou o olho para a boca.

Embora possamos admitir que o corpo da Igreja seja os membros, a igreja não pode como organização impedir que os membros atuem de maneiras diferentes, haja vista, o olho não pega como as mãos, nem o ouvido fala.

A autoridade da Igreja na terra, não está submetida aos homens, pois, os homens devem está subordinados a Cristo que é a cabeça. E como bem sabemos é na cabeça que começa os pensamentos, e comanda todo o corpo. Logo, se é cabeça que comanda, é Cristo o comandante do corpo, que comanda os membros.

Portanto, mesmo a cabeça estando invisível no sentido de vê-la, ela existe e permanece infalível. E na Igreja sua autoridade deve e tem que ser divina.

O corpo da igreja que são os membros está em processo de aperfeiçoamento porque este não acontece de uma hora para outra. São lhes oferecidos, perdões, orações, testemunhos e conversões.

Porém, uma cabeça sozinha não funciona, e necessite de membros para fazer-lhe andar, mas todos os membros reunidos devem saber que o corpo está para a glória de Deus, o Pai.

Logo, esses que se fazem como principais administradores: teólogos, pastores, bispos, diáconos, profetas etc., devam saber que mesmo estando na posição de líderes, todos os seus feitos têm que está em conformidade com o que a cabeça quer que esteja. Ou seja, o que Jesus quer como os membros ajam.

Mas isso, não tira dos membros que faz parte do corpo e este da cabeça, sua individualidade e sua forma de trabalhar diante do mesmo.

A importância quanto ao homem em relação a Deus, está em servi-lo de maneira que o agrade. Deus não olha estrutura, mas o coração transformado. “Há mais alegria no céu quando um pecador se arrepende do que noventa e nove que não precisa de arrependimento.”

Em fim, a alma convertida não precisa mais ter preocupações quanto aos hábitos, porque estes já se fazem derrotados; e não tem domínio sobre ela, porque seus interesses maus já não são o mesmo que antes, onde já quase todos foram afastados.

Conclusão

O espírito convertido mesmo sendo pecador ainda, cumprisse muitas coisas, sentido o contragosto numa ordem que às vezes não podem ser evitada. Agora, a alma sendo direcionada por Deus, já nem precisa se preocupar com seus desejos, porque esses não precisam ser restringidos, por está bem contra o mal.

O que lhe parecia difícil e muito angustioso agora lhe parece muito favorável e com prazer e age com capacidade. O que comia antes ver-se obrigado a deixar não por causa de normas, mas porque percebe o que isso poderia causar de ruim na sua vida.
Se antes ficava até tarde para assistir um filme, já olha isso com naturalidade e diz: “vou dormir para descansar-me” aporta-se bem em quase tudo que aparece na sua frente.

Mesmo em dificuldades, consegue discernir por onde deva andar no caminho que o conduz para salvaguardá-lo.

Toda sua vida agora pertence em união à vontade de Cristo com o espirito mais que um procedimento correto, mas uma fonte de amor que brota de dentro para fora.
E aqueles que o conhece, reconhece-o como realmente são diferentes suas ações e suas práticas.

Que todos nós possamos alcançar essa união com Cristo para que estejamos sempre praticando aquela nova vida moral que é a vontade de Deus: “Porque estou certo que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as virtudes, nem as coisas presentes, nem as futuras, nem a força, nem a altura, nem a profundidade, nem nenhuma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Jesus Cristo nosso Senhor.” (Romanos 8.38 e 39).

Esse escrito profético, nos mostra que nada pode mudar a paixão, zelo e o amor que Deus tem por nós através de Seu Filho, Jesus Cristo. Amém! [Galhardo].