sábado, 25 de julho de 2015

A vantagem em vez da vocação



O homem pode entender da sua profissão e ser até excelente: advogado, médico, engenheiro, etc., mas se não for vocacionado, pode ficar frustrado mesmo sem se dá conta disso.

A vida nos leva por caminhos às vezes que não queremos, e por isso, muitos exercem funções que foram escolhidas pelo pai, mãe, amigos e até pelo dinheiro; porém, não pela sua própria causa, são os motivos que justificam os fins, e não a vontade que justifica seu querer.

Entendam que o homem pode entender de causas tais, doenças e doutras coisas, como exemplo: o médico entende de como supostamente curar do estômago de uma úlcera, mas jamais pode definir de maneira concreta como foi que ela surgiu, ele pode supor, mas jamais determinar.

Alguns poderiam dizer: "mas ele não estudou, e, portanto, não estaria apto para defini-la de onde veio?" Sim, pode! Mas correria o risco de errar uma vez que existem vários de tipos de fatores que levaria o homem a tê-la. Assim é o profissional, sabe o estado físicos de algumas coisas, mas também pode não saber do estado emocional ou mental.

Então mesmo tendo ciência do que sabe entre vários campos existentes, mas se não for inteiramente vocacionado sua mente não ultrapassa do campo físico.

Para isso, ele precisa amar; o amor que não só depende de ter, mas saber transpor muito mais além.

Quando se ama o que se faz, aprimora-se no resultado.  Jesus amava o que fazia, por isso, seu resultado estava além do que muitos esperavam.

Sua profissão era de carpinteiro e fez-lhe muito bem, mas seu objetivo estava mais além do estado físico adentro do espiritual.

Não só entendia do porque dessa, contudo como era a causa, porque se envolvia mais do que uma cura, e sim, numa transformação completa do indivíduo. 

O porquê disso? Sua vocação estava inerente a ele, salvar a humanidade deste mundo cruel e tenebroso.

Vocacionado em salvar almas perdidas. Seu trabalho estava em sintonia com o queria realizar duma maneira indiscutível. 

Não se tratava num mero trabalho que seu Pai queria ou porque precisaria somente vencer as hostes inimigas, não, mas porque era nele mesmo esse desejo incutido. 

Assim não somente conhecia às Escrituras Sagradas, mas usava-a paralelamente com sua vida, pois não era somente mero leitor que se se apegava nela, contudo, ser, sua vontade intrínseca.

Conclusão

Não troque sua vontade por vontades alheias, pois o preço mesmo com resultados significantes, pode não trazer felicidade. 

Note que no espírito que está no homem, “o de Deus”, somente ele sabe que espírito é esse, quando anda segundo os anseios dele. 

3 – “o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.” – verso 10;
4 – “as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus” I Coríntios 2. 3 e 4.

Isso é um fato comprovadamente certo porque ninguém conhece seu eu, se não o seu mesmo. 

Assim há um paralelismo de vontade, dessa que queria e dessa que existe nele. [G].




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