sexta-feira, 27 de junho de 2014

A Vida de Fidel Castro – O Revolucionário Comunista 3


Agora estamos no ano de 1947, muitos grupos políticos e universitários armaram um ideia de invadir a Republica Dominicana e ser contra o ditador, o general Rafael Trujillo.

Fidel havia abandonado os estudos, para fazer-se um homem de ação renovadora conspiratória com seus aliados partidários.

O que não contaram, é que ao lançarem-se na água com os barcos haveriam de serem interceptados pela polícia. Assim para escapar de ser preso, Fidel lançou-se na água a nado rumo à praia.

O plano que tinha estabelecido na sua mente, trazer o sino de La Demajagua para Havana, onde com isso faria o povo crer ao tocá-lo determinaria guerra da Independência Cubana contra a Espanha.

O fato é que conseguiu realizar seu feito e fazer o protesto contra o governo cubano de Ramón Grau San Mártine; levando o sino num carro pelas ruas com o povo para que pudesse cada vez mais trazer aliados e confiança para sua revolução.

Entretanto, seu amuleto de libertação não durou muito tempo em suas mãos, porque confiou há alguns estudantes levarem para fazer anunciou direto ao povo e sumiu o sino.

Ficou indignado com que acontecera e chegou a dizer: “Os anos vindouros prometem miséria. O povo perdeu a fé; mas aqueles que mataram a fé se lastimarão quando o povo se enfurecer”.

No ano seguinte, ou seja, 1948, Fidel foi a uma Conferência Pan-Americana em Bogotá. Durante vários protestos de estudantes, os mesmos foram sobre grandes influências internacionais, apresentar seu protesto. Mas, houve uma confusão entre os estudantes contra os diplomatas que começou de forma tranquila, porém acabou numa verdadeira confusão sem precedentes que até  houve uma morte.

Com essa morte, Castro e seus amigos ficaram sobre suspeita de terem assassinado o jovem, onde tivera que fugir o mais rápido possível da Colômbia através de um avião de carga.

Todavia, essas mesmas crises em Bogotá causaram-lhe no seu cerne, grande impressão que, Fidel jamais deixou de perceber que poderia por meio da violência de outros subjugar uma sociedade.

Já voltando para sua vida normal, durante algum tempo permaneceu quieto chegando a casar com Mirta Diaz Balarte, uma universitária de Filosofia. Teve com ela um filho, Fidelito e em 1950, Fidel concluiu o curso de Direito e associou-se a uma empresa de advocacia de Havana.

Por algum tempo permaneceu tranquilo fora da sua vida agitada. Sua vida havia sido por fome de poder, e totalmente revelada pela política da qual se achava intrínseco.
Continua...

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