domingo, 24 de janeiro de 2016

Do Judaísmo ao Cristianismo


O povo judeu viveu de há muito em febre. Os desastres o exílio, haviam-no concentrado em si próprio, na lembrança de sua glória antiga e na esperança, alimentada pela sua história e pela sua fé, de um triunfo final. Sabia que o seu deus não o abandonaria ao inferno social. A obra dos Macabeus podia desmoronar; a vinda do Messias flutuava nos seus sonhos áridos, do Messias que, precedido por Elias, libertaria Jerusalém, estabeleceria o seu reino terrestre. Essa expectativa, que impregnava todo o pensamento judeu, exteriorizava-se periodicamente em revoltas violentas contra o poder romano, revoltas sempre esmagadoras. A maioria dos que contavam com a aparição do Messias representavam-no, com efeito, sob a forma de um libertador expulsando o estrangeiro. O gosto materialista de Israel reaparece aqui como um gerador de desordens. Um grupo de devotos, os Zelotes, incitava à insurreição. Outros como os fariseus, estritos observadores da lei, casuístas sutis, extremamente influentes em Jerusalém, reprovavam tais agitadores, esmagados quase no mesmo instante em que surgiam e que se julgavam os atores da tragédia em preparo. Os empreendimentos falidos, como o de Judá, o Gaulonita, nem por isso deixavam os redobrar a fé na ação que, um dia, receberia o apoio divino. Discussões especiosas nas Sinagogas, agitação na rua, sopro ardente nos corações. Assim condenava-se a atmosfera, exaltante, carregada de irritação e de pressentimentos, por vezes atravessada por choques de armas.

Jesus empreendeu a sua pregação por volta do trigésimo ano da era que devia datar dele. Recebera o batismo de João, a quem designará como Elias ressuscitado. O que dele sabemos encontra-se nos Evangelhos e nas Epístolas de Paulo, mas sendo essas obras antes de edificação do que biográficas, não nos permitem dar um relato cronológico de sua vida. Que encontramos nelas, contudo?

Ele pregava o Reino de Deus. Pregava um Deus de amor após um Deus de justiça. Trazia a revelação do grande dever humano, honrar a Deus pela pureza da vida interior, considerar a Deus como um Pai e os homens como irmãos. Quebrava assim o formalismo, o temor e o ódio. Abordava aliás todos os problemas não mais sob o ângulo nacional, mas de um ponto de vista universal. Tendo consciência de sua vocação messiânica, destruía o quadro convencional desenhado pelos Profetas. Os judeus esperavam o aniquilamento das legiões romanas e eis que ele dizia: “Bem aventurados os pacificadores”. E recomendava que se pagasse o tributo a César. Os judeus imaginavam uma Jerusalém transfigurada, transformada na capital do mundo, e a ressurreição dos justos de Israel. E eis que ele chamava todas as nações a compartilhar da boa palavra, bebia a água tirada para samaritana, profetizava a ruina do Templo. E o velho sonho materialista de Israel, era espiritualizado por ele.

Jesus expunha a nova fé em parábolas que encantavam gerações. Acompanhado de doze apóstolos escolhidos dentre pescadores e gente humilde da terra de Tiberíades, andava pelas estradas, falava nas Sinagogas, de preferência nos sábados como era seu costume. (Lucas 4.16), entrava nas casas de amigos pobres, comia com os publicanos, e o lírio, a barca, a vinha, tudo lhe dava pretexto para lições que abriam perspectivas morais infinitas. Mostrava no Samaritano o verdadeiro próximo, no pobre Lázaro o beneficiário da bondade de Deus. Uma inimitável poesia mantêm nos seus discursos uma infinita frescura. A história do filho pródigo deve ter amolecido hora dissipado muitos temores, e as lâmpadas das virgens prudentes e das virgens loucas dançam ainda, símbolo delicioso, na imaginação dos homens. Cenas rápidas cunharam durante séculos vivos imagens a ressurreição da filha de Jairo, o perdão a adultera, a benção ao óbolo da viúva, a permissão a Maria Madalena de esparzir sobre os seus pés uma urna de perfumes. Mas, do mesmo tempo, ergueu-se com uma energia tremenda contra o rigorismo míope, contra a interpretação estreita do sabat, exaltava os pobres, condenava os ricos, expulsava o supremo julgamento e a sua própria volta próximas sobre as nuvens para julgar os homens.

Entretanto a sua pregação comoveu os sacerdotes e certos grupos judeus. Vindo a Jerusalém, entrou na cidade montado num jumento, rodeado de seus discípulos levando palmas e exclamando: “Hosana ao Filho de Davi!”. Traído por um de seus discípulos, Judas Iscariotes, foi entregue no Samedrim.  Condenado à morte pelo grão-sacerdote, Caifás, teve a condenação ratificada por Pôncios Pilatos, procurador da Judéia, delegado da autoridade romana. Foi crucificado entre dois ladrões. Os discípulos assustados fugiram. Mas algumas mulheres que tinham ido ao amanhecer do primeiro dia da semana ao túmulo encontraram-no vazio. Maria Madalena avistou-o primeiro então em pessoa, de pé no jardim e exclamou: “Rabi (Mestre)”. A história acabava de transformar-se.

A crítica moderna estudou minuciosamente os Evangelhos. Citaremos aqui apenas os representantes mais autorizados da exegese francesa. Nas escolas ortodoxas, o padre de Grandmaison e o padre Lagrange trouxeram um rejuvenescimento de método, mantendo a tradição católica. Guignebert e Loisy, que encarnam a escola radical, não aceitam praticamente como históricas no relato dos Evangelhos senão a prisão e a crucifixão de Jesus, sem, aliás, poupar suas reservas. Goguel, da escola protestante, munido de vasta erudição, atribui aos textos evangélicos maior solidez. Por outro lado, numa tese concisa, argumentando com a carência dos testemunhos contemporâneos do início do Cristianismo, o Dr. P. L. Couchoud concluiu pela não historicidade de Jesus, que seria um deus progressivamente humanizado. “Deixemos o homem, escreve ele, conservemos o deus”.

Dado o ensinamento de Cristo, como nasceu a Igreja? Convém determo-nos aqui na obra de Paulo, que desempenhou um papel predominante no seu preparo pela elaboração da doutrina de Cruz e pela pregação do Evangelho aos gentios.

Saulo, originário de Tarso e que após a conversão devia adotar o nome de Paulo, começou perseguindo os cristãos, para depois transformar-se por completo, graças a uma visão que fulminou na estrada de Damasco. Infatigável pregador do Evangelho percorreu a Ásia Menor, a Grécia, foi a Roma, escreveu numerosas e substanciais epístolas às primeiras comunidades cristãs e forneceu assim documentos da mais alta importância sobre as horas iniciais do Cristianismo.

Foi o Apóstolo do amor de Cristo da justificação pela fé. Efetuou a ruptura entre a Lei mosaica, que considerava destruída pela morte de Jesus, e a nova Lei, entre todo o velho formalismo ritual e a nova instauração da vida interior. A sua doutrina, apoiada no pecado original e na redenção, preparou as teses da teologia futura. O Cristo nasceu, sofreu e morreu pelos homens. Por ele o homem já pode salvar-se unindo-se ao seu sacrifício, não mais pelos méritos, pelas obras, como anteriormente ao drama do Calvário, mas pela sua fé na redenção. Essa fé necessária e suficiente nos é gratuitamente concedida por Deus. União do homem e do Cristo: é preciso que o homem viva em Cristo, ressuscite em Cristo: “Eu vivo, exclama ele, não: é o Cristo que vivem em mim”. Seremos salvos pela Caridade (amor) e pela Cruz.

Mas se a fé judia é ab-rogada, a nova lei deve ser pregada a todas as nações. Paulo choca-se aqui contra a comunidade de Jerusalém, presa a certas práticas judias. Mas dirige-se ousadamente aos pagãos, anuncia-lhes a boa nova. A hora é favorável. Essa lebre messiânica, que torturava Israel, ardia, com muito pouca diferença, em todo o mundo mediterrânico. A multidão dos homens, cansada de tantos transtornos, carregada de tantas experiências religiosas, esperava um salvador. Os pagãos inclinavam-se de boa mente para uma espécie de monoteísmo, para as religiões de salvação que lhes eram oferecidas pelo Oriente. Um salvador? Pois não se tinha outorgado esse título a Augusto? O terreno parecia, aliás, mais propício entre os povos politeístas que entre os judeus. A ideia de um homem filho de Deus devia chocar os judeus, cujo monoteísmo sempre se mostrou muito sensível e desconfiado. Os pagãos, ao contrário, impregnados se que um deus tivesse um filho entre os homens. Por outro lado, a própria pessoa de Cristo trazia um elemento de claridade: os deuses de salvação das religiões orientais pertenciam à lenda, suas aventuras humanas mesclavam-se às de Deméter ou de Osíris. Qual era a sua realidade? Ora, desta vez tratava-se de um deus que os pregadores tinham visto que havia conversado com amigos ainda vivos, e que presenciavam os milagres que fazia. Quantos dentre os pagãos, os humildes, escravos emocionados pela condenação do mal rico, ouviam sem surpresa e com simpatia. Paulo de Tarso, esse homenzinho enfermiço e ardente, fabricante de violência e de gênio, que lhes levava o nome, a lembrança imediata, o próprio rosto desse “deus desconhecido” que adoravam até então sem conhecer?

A nova religião cresceu vigorosamente, mas para seus fieis agrupados em pequenas comunidades tratava-se de um simples preparo piedoso para a próxima vinda do juiz. Entretanto os anos passaram, o Cristo não aparecia nas nuvens. Foi preciso edificar um sistema, construir uma Igreja, esperar com paciência a aparição sempre adiada. E essa Igreja, avançando nos séculos, foi despedaçada pelas cismas.

Houve no princípio um período bastante longo de especulações metafísico. Importantes problemas, que não se apresentavam ao espírito dos que consideravam iminente o fim do mundo, propuseram-se desde o século II. Os dogmas começaram a ser elaborados no interior dos Concílios. Um dos grandes teólogos da época foi Santo Agostinho, que sublinhou o interesse de questões fundamentais, como a da graça.  Nossa atmosfera de discursões especulativas o primeiro cisma devia naturalmente proceder de uma querela de teologia pura. Na realidade tratava-se, nas dissensões que se agravaram sem cessar entre as Igrejas do Ocidente e do Oriente, de uma oposição profunda de caráter. Em face da Igreja de Roma, organizadora, herdeira das tradições do Império, hábil nos precisões jurídicas, os gregos afiguravam-se eternos discutidores, apaixonados por uma dialética infatigável. Por outro lado, a transferência para Constantinopla da sede do Império, inclinara-os a considerar que a autoridade religiosa se deslocara ao mesmo tempo em que o poder civil. Censuravam a Roma, no curso de pequenas escaramuças, o fato de impor o celibato aos padres, de não cantar Aleluia durante a quaresma de comer pães dízimos; mas a ruptura foi consumada quando se recusaram a admitir, como os latinos, que o Espírito Santo procedia a um tempo do Pai e do Filho. Leão IX lançou o anátema sobre Miguel Cerularius, patriarca de Constantinopla; e seus legados, tenho posto o ato de excomunhão sobre o altar de Santa Sofia, sacudiram suas sandálias sobre em lajes da soleira exclamando: “Deus nos julgue!”.

A Igreja ortodoxa, separada assim da Igreja romana, estabeleceu uma hierarquia, uma disciplina que lhes são próprias. Substitui a autoridade única do Papa, pela responsabilidade dividida do Concílio ecumênico. Os quatro patriarcas de Constantinopla de Alexandria, de Antioquia e de Jerusalém dirigem o conjunto dos fieis. Do ponto de vista essencial, e da doutrina, concede que a salvação pode-se adquirir pelas obras, mas elimina a intercessão dos santos e a venda de indulgências. Conserva os mesmos sacramentos da Igreja romana, mas distribui a Eucaristia sob as duas espécies. Do pondo de vista disciplinar, aceita o matrimônio dos padres, mas proíbe-lhes segundas núpcias, e reconhece a instituição monástica. Do ponto de vista litúrgico, por fim, emprega nas cerimônias a língua nacional. Originava-se, pois, de um cisma que se baseava, sobretudo numa questão de forma.

Os eventos políticos, a conquista turca, embaraçaram o seu desenvolvimento nos países de onde provinha. Por outro lado, estendeu-se à Bulgária; à Sérvia, à Rússia. Muito conservadora, prolongando ritos muito antigos em cerimônias suntuosas, e como que imobilizada no seu hieratismo, apresenta-se faustosa e um pouco estática.

A Idade Média – infelizmente atravancada pelas fogueiras, pelas torturas, pelas superstições, mas que realizou por um momento essa grande pátria espiritual que foi a cristandade – viu-se atravessada por duas correntes profundas; uma que representam um vasto esforço intelectual, outra, que desabrochou numa imensa efusão de coração.

O movimento intelectual manifestou-se primeiro por uma tentativa de compromisso entre a livre pesquisa e a fé, depois, um pouco mais tarde, por uma tentativa de síntese da filosofia antiga e do dogma. Escoto Erígenes, no século XI Santo Anselmo empenhou-se em dar da existência de Deus uma prova racional que ficou célebre. Mas o grande nome que surgiu da multidão dos teólogos medievais é o de São Tomás de Aquino (1227-1274), que tentou fundir o dogma e a doutrina de Aristóteles. A sua obra principal é constituída pela Suma Teológica. Graças a uma dialética hábil concilia com o pensamento cristão certos princípios do aristotelismo, utiliza teorias árabes e judias, enriquece assim a teologia (no sentido de conhecimento) com uma contribuição filosófica da considerável importância.

O movimento místico foi coletivamente representado pela criação das grandes ordens monásticas e, individualmente, por mestres eminentes da ascese São Francisco de Assis brilhou como uma pura chama de amor divino, espécie de Cristo da Idade Média, é uma das figuras mais emocionantes da humanidade esse monge extático que recebeu no Monte Alverne os estigmas do Crucificado e que reabriu, naquele tempo de silogismos, as fontes já tanto tempo, secas da natureza. É preciso também citar o iniciador do misticismo alemão. Mestre Eckart (1266-1327), que tendia para a união com Deus pelo método intelectual. Ruysbroeck, o Admirável (1505-1582), há um tempo religiosa transbordante de êxtase e organizadora dotada de um senso prático incomum; São João da Cruz (1542-1591), que falou admiravelmente das provas e do triunfo, da noite da alma e da união com Deus. Deve-se ainda evocar os monges que, nos claustros, esparziam a própria alma aos pés sangrentos do Salvador. Assim, simbolizando os dois altos aspectos dessa época a voz de Tomás de Aquino, elevava-se, no pleno fulgor da escolástica, na Universidade de Paris e, num crescúpulo do século XVI, a Imitação de Cristo, acendia a sua lâmpada doce e melancólica.

Enquanto isso, a Igreja resvalava para abusos administrativos e escândalos interiores. As lutas dos Papas e antipapas, o tráfico das indulgências, o brilho pouco apostólico da corte pontifical exigiam uma reforma. Roma prometeu-a. Mas foi Lutero quem a provocou.
Monge agostiniano, penetrado da doutrina de Paulo, Lutero entrou em conflito com o papado a propósito da venda de indulgências. Ardente, de uma audácia pujante, de uma eloquência fogosa, alentada e rude, era temível tanto pela mística como pela especulação. Favorecido por uma decadência do papado, pela lassidão de uma escolástica esgotada, pela atenção dada ao estudo da Bíblia, pelo desejo de Independência dos príncipes, o seu debate com Roma alargou-se num conflito geral visando à própria Igreja. Degradado e banido. Lutero opôs uma nova doutrina à oficial, levantando um enorme movimento de opinião.

Segundo ele, Roma havia se desviado da doutrina do Cristo. A seu ver a autoridade pessoal do fiel devia substituir a autoridade geral da Igreja, a ciência religiosa não se encontrava nas decisões pontificais – estava toda contida na Bíblia. Pregou a justificação pela fé, condenou a instituição monástica, fundada na justificação pelas obras, bem como as indulgências, o purgatório, a intercessão dos santos. Não reconhecia à escolástica a direito de controlar a fé pela razão. Conservou como sacramentos o batismo e a Eucaristia, em que o corpo e o sangue de Cristo se mesclavam ao pão e ao vinho sem os suprimir. Assim decretou o individualismo da fé e a primazia das Escrituras Sagradas. Era uma cisma sobre os problemas de fundo.

Calvino foi à outra grande figura da Reforma, mais sombrio, mais absoluto. Insistiu sobre o dogma da predestinação, declarou que a Eucaristia não passa de símbolo de Cristo.

Para combater a Reforma, o Concílio de Trento (1546-1563) empreendeu uma definição completa do dogma. O Protestantismo, de essência individualista, evoluiu necessariamente em múltiplos santos (santidade); culto, espírito, tudo nele se opõe ao Catolicismo. Aquele que, tendo visitado as resplandecentes igrejas italianas, sobe as ruelas de Genebra, tão evocadoras do passado, e penetra na catedral de São Pedro, nesse templo grave e num, sente profundamente que penetrou num outro mundo.

A Igreja católica prosseguiu no seu desenvolvimento próprio, acentuando o seu espírito de autoridade (Syllabus, infabilidade pontifical), o seu caráter de universalidade (consagração dos bispos e cor) e, sobretudo desde Leão XVII, a sua política social. No decorrer de cada século, teve de preservar a sua doutrina contra dissensões internas ou ataques externos; no século XVII contra o jansenismo no XVIII contra a filosofia enciclopedista, no XIX, contra o liberalismo. A última tendência que a ameaça na sua integridade foi, no início deste século, a do modernismo, que repousava nos dois princípios da evolução e do simbolismo. Os modernistas reviram tudo o conhecimento do divino e a própria história da Igreja, achava que em caso de conflito entre a tradição cristã e a ciências modernas, era preciso adaptar a tradição a ciência. Essa heresia intelectual foi condenada por Pio X.

Como para realizar a profecia do seu fundador o Cristianismo foi diversamente julgado: Clemente referiu-se da tribuna a “ênfase grande fenômeno do Cristianismo que atravanca a história”, enquanto Taine viu nele o par de asas indispensáveis ao homem para elevar-se acima da terra. O quadro deste estudo exclui semelhante debate. Mas, além de Tomás de Aquino e de Ruysbroeck, o Admirável, além de Miguel Cerularius e de Lutero, além das divisões doutrinárias, e a própria personalidade de Jesus que dá toda a força e todo o sentido a esse vasto movimento religioso. Deixou o Cristo, a milhões de fieis, uma regra moral, uma luz de eternidade. Deixou à humanidade inteira uma visão do Filho do Homem, sentado à beira do poço de Jacó, anunciando a Samaritana a instauração do culto puro e da adoração do Pai em espírito e em verdade.

Nota: A Igreja é uma construção feita pelo homem, à verdadeira Igreja, somos nós que o Pai procura. 




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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Autoconhecimento um fator de estudo.

   Post: Quando alguém tenta rebater-me alegando que não tenho título para defender uma causa filosófica, eu digo que os anos de experiência me dá essa vantagem.

Sabemos que existem homens que alcançaram destaque não porque tiveram títulos, mas porque conseguiram estudar – quem sabe até tornando-os autodidatas.

Conhecemos a importância do estudo, mas entrar numa faculdade não te garante sabedoria no assunto, mesmo que se estudem a fim de passar nas provas que ela exige de nós.

Lembro-me de um filme muito bom que assisti com o ator Nick Nolt quanto ao descobrimento de um óleo que ajudou seu filho na cura de uma doença desconhecida, chamado de o óleo de Lorenzo, e adentrou no campo da medicina, nos estudos, nas observações, pesquisas e testes com o intuito de salvá-lo. Não tinha nenhuma formação no assunto antes dessa causa de doença grave.

Isso nos leva a crer que o pensamento quanto ao raciocínio, possa desenvolver-se quando este segue adaptação do que procura aprofundar-se na matéria que almeja saber.

    Preferência
   Post: Temos vergonha em saber que nossa verdade, não é verdade. Então, preferimos não saber dela, pois isso nos humilharia visto temos preferência.

"Preferência" é um problema que consiste em não querer passar por ignorante porque sentimos a necessidade de estarmos por cima, sem entender da nossa humilhação quando outros sabem que estamos errados, entretanto, continuamos achando-nos sábios quando admitimos o que pensamos ser verdade.



Veja que sabemos que se acharmos um ovo no nosso quintal logo imaginamos ser este de uma galinha, uma porque talvez tenhamos na nossa casa, outra porque ovos caseiros só podem dá em galinhas, mas se não conhecemos uma galinha logo acreditaríamos em outra coisa. Aí vem alguém e nos apresenta uma galinha dizendo que é ela que bota ovo, creríamos ou permaneceríamos na preferência de supor que galinha não pode botar ovo uma vez que galinha não existia? Logo nossa preferência em não crer na galinha (possa botar ovo) e conhecemo-la nos faz não crer porque nunca houve uma galinha, mas às provas dizem o contrário. 

A nossa preferência da verdade pode está errada!

   Post: A verdade nos humilha, e, portanto, muitas vezes continuamos sem querê-la porque temos medo da vergonha que isso pode nos causar.

Ninguém gosta de ser humilhado sabendo que sua verdade não passa de inverdade, pois sempre acreditou ser esta verdade o que aprendeu.


                Post:Sua verdade pode não ser o que você sempre pensou ser.


Você pode preferir ficar na ignorância ou aprender quando estudando, mas também se quiser refutar alguém especialista no assunto, mesmo que conheça algo do assunto, seria bom pensar duas vezes, pois existe o contra-argumento. Nada como a experiência de vida e os estudos para formar uma pessoa pensante.[G].

Porque muito me alegrei quando os irmãos vieram, e testificaram da tua verdade, como tu andas na verdade. 3 João 1:3

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Doutrina da Salvação



        Post: A graça é dada para o pecador que quebra a lei, pois ser pecador é quebrar a lei.

                  Post: A graça veio alcançar o pecador que quebrou a lei, pois o que não pode alcançar a graça o fez.

Post: A lógica é guardar a lei como forma de obediência ao cumprimento da ordem, mas se é pecador se quebra a lógica.

      Post: "Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós". 1 João 1:10
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Um e Outro


Um não reflete e age
Outro planeja

Um não para, não espera
Outro pondera

Um é do mundo, de nós
Outro vai só

Um desarma minha voz
Outro nos dá

Um sofre e atormenta
Outro acalenta

Um é sempre um começo
Ouro é sempre assim

Um é outro avesso

Em mim

Poeta: Sérgio Luiz Dias - Por Detrás da Ísis
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#Prisão


É melhor ser prisioneiro da inteligência do que dos desejos sexuais, porque a inteligência se expande e os desejos sexuais te aprisionam e te causa sofrimento.

A mulher que gosta de jovem estará sujeita a ser chamada de mãe, mas a que gosta de criança pedófila é.

Existem homens que escolhem o caminho de pai em vez de marido. Pensam porque estão com mulheres novas conseguiram-na pela sua aparência, porém, foram pelos seus bolsos.

Não existe coisa pior do que pensar que se podem aprisionar todos com as mentiras que se prega, sem se dá o trabalho de si autoanalisar que todos já as conhecem.

O homem que conta mentiras, é como o louco que não sabe o que está fazendo.

Se a mentira tem pernas curtas, o mentiroso nem pernas têm.
Existe uma coisa que ninguém gosta: da traição, mas muitos nem se dão conta em pensar que estão fazendo o mesmo.

É melhor trocar de mulher do que ter uma que não te quer. A mulher que não ama seu marido irá suga-lo, todavia, a que ama irá enchê-lo de conforto e de alegria.

Mesmo o homem não amando, geralmente ele protege sua mulher porque ele não gosta de saber que existem outros que possam assim fazer.

Se quiseres ser livre, basta entender que a liberdade é uma questão de visão. O prisioneiro é aquele que não percebe que existem prisões melhores. [G].



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domingo, 3 de janeiro de 2016

'Every breath' no Largo do Machado

              Interpretação:Arcanjo Will violinista



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#CãoViraLata #CãoSolitário #CãoSemDono


"E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cães comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores".Mateus 15:27
          Post: Se um cão vira lata que late não incomodar-se os vizinhos, eles deixariam na sua insignificância.

                               Post: Mais vale um cão vira lata limpo do que muitos de raça cheio de pulgas.

                       Post: Um cão vira lata pode não morder, mas que ele incomoda latindo, isso sim, como incomoda.
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

O que importa não é a aparência


Estamos agora com vida e sabemos muito bem o que isso quer dizer, pois obtemo-la, e, portanto, geralmente a conhecemos no seu aspecto.

A vida nos fornece alegrias, tristezas, emoções, angústias etc.

Conhecemos bem tais coisas porque muitas vezes sabemos julga-las uma vez que isso está dentro de cada um e não é um mero acaso.

Sentimos tudo porque existimos, e quando existimos existe vida porque sentimo-la.

Mas no contrário não há conhecemos, pois ninguém conhece direito a morte, porque jaz no esquecimento, e diante desse fato não temos mais luz nenhuma.

O silêncio que ela faz transmite-nos profunda reflexão porque não existe nada além do nada. São tudo mortas, a vaidade, o luxo, a miséria, o bem estar, tudo se foi, e não existe mais coisa nenhuma.

Tudo quando vivo passa a ser julgado diante da sua própria consciência porque pensa. Entretanto, não pode pensar diante do fato de não mais ter vida.

É eterna a morte? Sim quando não sabemos do nada, mas não quando conhecemos o que virá por trás disso.

O problema não está quando se morre porque não se pode mais fazer nada porque tudo se foi, mas quando a vida resulta somente naquilo que almejamos.

“A morte tudo arrebata sem pudor”, disse La Fontaine.

Esquadrinhamos quase tudo quando vivo porque queremos mais conhecimento, mesmo para aqueles que não procuram, mas querem porque aprendemos todos os dias.

Embora possamos admitir que a morte seja um esquecimento; a vida já não nos trás tal afirmação uma vez que apetecemos afeições pelas coisas que queremos e achamos importantes.

O que então nos resta fazer? Atuarmos como sendo das melhores coisas que estão diante de nós. Sejam essas mesmas não considerando somente por aparência, porém, como humanos que somos.

Queremos sempre nos sentir muito bem, pois pertencemos às classes daqueles que querem que procedamos assim porque são demonstradas regras, nem que sejam essas mesmas, sem se dá tanto o trabalho de observar com mais dedicação e delicadeza os julgamentos das mesmas.

Idolatramos as aparências porque julgamo-las que são consideradas pelos outros, como mais fortes afeições; o transmitir que o homem está bem fisicamente; ele é quase que perfeito em todos os aspectos.

Vista um imbecil de roupas caras e coloque nele tudo de requinte, ele, portanto, deixará de ser um imbecil?

As aparências enganam como é bem tratado em quase todos os cantos.
Só porque um homem vai numa academia e fica lá às vezes quatro horas, não o torna aparentemente um homem de verdade.

Julga-se saber de academia, mas poderia ele falar de reações psicológicas de maneira convincente? Duvido!

A inteligência do saber é um valor adquirido pelo o homem, mas se ele não a procura, não tem.

Não estamos aqui falando do bem que é verdade ser bonito fisicamente, mas dos valores por trás das aparências.

Uma prova muito significativa é quando Samuel vê um dos filhos de Jessé, Eliabe, pensou ser o escolhido por Deus porque julgava-lhe bonito fisicamente, porém, o Senhor lhe disse que Deus não julga o homem pela aparência. (I Samuel 16.7).

Não estamos tratando que a aparência não seja importante, mas que ela não pode transmitir o que homem tem dentro de si.

Vemos às vezes uma pessoa gorda e logo nos vem à mente: puxa essa pessoa deve comer demais, ou no mais pensamos que ela não possui o cuidado que o mundo moderno exige como ela deveria ser porque é relaxada.

Não olhamos com mais profundidade o porquê disso. Às vezes se trata de um problema hormonal e quem sabe até outras coisas.

Qual é a consideração que temos diante disso? Achamos porque somos magros, cabeludos, bonitos, brancos etc., somos então os melhores diante de todos porque somos o que a sociedade nos pede que sejamos? Mera inteligência mesquinha!

A riqueza do homem não está segundo a visão em querer que os outros sejam bonitos, mas os verdadeiros valores são aqueles que possamos alcançar neles.

Sem dúvida, longe de mim a intenção de me fazer melhor que ninguém e nem tão pouco ser aparentemente.

Repare que ser inteligente não é ser bonito fisicamente, contudo, uma inteligência será bem aceita não pelo físico, mas pelo que pertence de dentro do indivíduo.

 Tampouco, também NÃO estou querendo dizer que todo sujeito feio, é de boa índole, jamais!

Perceba que Deus não escolheu porque assim lhes disseram que ele era bonito nem bom, mas porque ele sabia julgar com retidão e justiça – o caso de Jesus Cristo é um exemplo perfeito. (Isaías 11.3).

Não se pode dizer: esse sim é um homem ou mulher bem integral, pois são magros, de cabelos sedosos, olhos claros e bem quistos pelas pessoas, ser aparentemente certo. Não, não se pode proceder dessa maneira!

O homem no seu valor está além do que apresenta sobre o aspecto físico.

Eu olho para as rosas e acho-as perfeitas com suas cores deslumbrantes e seus cheiros aromatizantes perfeitos? Sim, isso mesmo, mas nelas encontramos seus espinhos quando vistas e tocadas furamos nossos dedos.

Percebeu? Uma rosa bonita, linda, cheirosa, mas estão aquilo que nos trazem dores, os espinhos.

São ou não aparentemente bonitas? Claro que são!
São ou não cheirosas? Sim!

Conhecemo-las porque vemos seus espinhos, contudo, nas pessoas não vemos seus espinhos porque estão escondidos dentro deles.

Só vemos nas pessoas, seu exterior perfeito, porque é aquilo que almejamos. Não conhecemos neles, o câncer quando doente se não fizermos um diagnóstico bem detalhado.

Por fora parece perfeito, mas por dentro está o mal que o afringe.
Só conhecemos da sua suposta reputação porque sabemos que ele pode ser um doutor porque é assim que todos falam dele, todavia, não entendemos nada da sua doença, pois não possuímos olhos de ressonância magnética.
Só podemos olhar aquilo que está ao nosso alcance visto porque queremos só ambicionar isso. Quanta estupidez nossa em não admitir que esse mesmo que traja de aparência possa tê-la somente por fora.

Voltaire foi um celebre pela sua inteligência lúcida, aberta, e com grandes conhecimentos; por grande glória esteve aqui. Mas, muitos falam que ele era medíocre e um homem de pequeno caráter e porque não dizer muito mais!

Por fim, o valor de um homem está dentro dele, da sua alma. Quero assim dizer, o seu valor como ser humano não está pelos seus dons, nem pelas suas aparências, mas pela utilização dos mesmos no sentido do bem comum; pela uma sociedade que ele vive; capaz de vê-lo não somente pelas aparências, todavia, pelo seu ideal! Até mais!


Um blog abaixo da média, mas desafiando a lógica.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Templo do Senhor?

Post: Quando perguntando, se tua igreja já não existe Senhor? Não fui chamado para acusá-la, mas para coisa pior!

"Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este". Jeremias 7:4
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Os Cães gostam da mesma ração todos os dias!


Eu não gostaria ter que fazer isso, mas os fatos mostram-nos que nem sempre fazemos o que queremos – às vezes as circunstâncias nos levam para outro caminho, quem sabe para um mar de tempestades.

Lembrei-me de um blogueiro que uma vez reclamou quanto os minutos vistos estavam indo aqueles no seu blog.

Olha aí pessoal, os cristãos! Esses que dizem que querem receber à verdade, eu riu até dos adventistas, porque supostamente defende esta, mas são os primeiros quando confrontados a fugirem desta, pelas quantidades de acessos presenciamos: https://www.youtube.com/user/igrejaremanescente

Eu fico muitas vezes me perguntando: será que realmente eles (todos) querem recebê-las ou estão confortáveis com o pão com leite que recebe todos os dias?

Não se trata aqui de ser o melhor nem tão pouco o genial, mas não se paga para pensar com a mente. Mas muitos querem sentar na cadeira nos sábados e domingos e ouvir somente sem se darem o trabalho de estudar profundamente os assuntos bíblicos.

Eu costumo à noite colocar ração para os meus cães a fim de não ficarem com fome. Os cães gostam disso! Eles até balançam os rabos para mim, sem dizerem: “Eu quero outro tipo de ração!" E de qual raça você é para comer todos os dias da mesma ração?

Comumente vemos na Bíblia Sagrada falar dos cães, pois ao que parecem eles não tem muito direitos no céu. Pois é... Eles serão lançados para fora porque sua RAÇA não era condizente com deveriam saber:

“E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte”. Isaías 56.11.

Existe um tipo de ganância porque sua ração ao ser ver é a melhor para ser comida. Por isso que a Palavra de Deus recomenda para não dá rações diferentes para eles: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem”. Mateus 7.6.

O maior problema não está somente porque são gananciosos porque eles almejam rendas, mas também não atender que se precise aprofundar-se com outros raciocínios dentro do contexto bíblico. Não podemos achar que o tesouro foi achado e pronto não temos mais nada a aprender.

Os maus obreiros não querem que se aprendam mais, pois eles sentem a necessidade que os cães fiquem enjaulados e só recebam da mesma ração: “Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão”. Filipenses 3.2.

Fico por aqui só observando onde eles querem levar seus seguidores, ah, quem sabe para este caminho: “Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira”. Apocalipse 22:15.

E você quer ficar de fora quando recebe da mesma ração ou irá mudar e se tornar uma raça pura? A decisão está em suas mãos! [G].


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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Homens pecadores, nas trevas – mamando na teta.

Post: Eu gosto de usar máscara porque ninguém pode me ver como sou realmente. Mamando na teta.

Quando não sabemos dos pecados não percebemos nossa culpa, mas quando estes são-nos revelados entendemos nossa culpa.
Entendo que todos nós carecemos da glória de Deus uma vez que somos pecadores. Temos pecados por todos os lados, não há quem não tenha!

Outro dia escutei que não devemos apontar o pecado dos outros, pois se temos também, então não seria lógico não relatar o de ninguém.

Ok! Concordo que não somos Deus para acusar ninguém! Mas há uma diferença, em apontar e relatar que aquilo não faz bem pra nós. Outra coisa, é que existem variantes de pecados; isto é, uns para morte e outros não.

Por mais que queiramos escapar de erros, não existe quem possa alcançar perfeição nos seus atos. Porém, tentar não custa nada!    
Sempre queremos benefícios para nos sentir satisfeitos. Se trabalharmos para uma empresa grande e ganhamos muito bem, mesmo que ela cometa erros, não nos fazemos incomodados uma vez que nos beneficiamos da sua remuneração que enche nossos bolsos.

Veja bem: se trabalhamos com um produto, ou seja, somos uma fábrica, temos despesas em todos os campos e isso é verdade. Entretanto, conhecemos seu produto, sabemos que ele nos será bem-vindo porque usufruirmos o que ela nos oferece; mas ela vende do seu comercio para obter lucro, e isso é um fato. O problema tá quando ela não só nos beneficia com eles, no entanto, seu lucro é exagerado.

Ela almeja conceder ajuda aos seus funcionários onde exerce influência constante. Podemos dizer que nela existem duas naturezas de trabalho: lucro e benefício (trevas e luz).

Ela concede; esconde; dada sua ajuda aos seus funcionários; seu lucro exacerbado; mesmo que eles percebam; não se incomodam uma vez que estão tendo benfeitorias.

Pobre natureza humana, da qual, com a mesma resolução utiliza-se do pecado dela que a si interage.

Não deixa de ser pecado seu lucro e pecador aqueles que estão sendo indiferentes.

Somos que nem uma planta que para ficarmos em pé, precisamos das raízes que nos sustentem, nem que para isso, ela tenha algum tipo de vermes.

Observe que aqui não estou alegando diretamente que as empresas não devam ter lucros, mas minha inferência serve hipoteticamente com exemplo a fim de definir o pecado que em nós habita.

Sinceramente fica muito difícil não fazer jus ao pecado que vemos por todos os lados, não dizermos absolutamente nada. Podemos aponta-lo, contudo não apontar diretamente a pessoa, pois somos os mesmos que cometemos.

Há um grande abalo no íntimo se não mostrar onde se encontra os erros existentes na atualidade contemporânea, porque então poderemos supor que tudo nos faz permitido para nossa vida – coisa que não é verdade.

O dilema preocupante está em acharmos que nos fazemos melhores que as outras pessoas, onde sabemos que em nós existem coisas obscuras, ou seja, pecadinhos escondidos.

Sabe aquele jeitinho que somente nós conhecemos? O provar de uma frutinha num supermercado achando que não faz nada demais, sem nos darmos conta que se todos provarem das uvas dá um grande prejuízo no montante somado? Pois é... São muitos deles!

Procedemos como queremos porque devido às circunstâncias nos fazemos grandes.

É uma guerra constante do nosso eu e do egocentrismo que habita em cada um, não nos dando conta das nossas supostas necessidades.

Por outro lado, se não colocarmos iodo nas feridas a fim matar as bactérias existentes, aparecerá sua inflamação, e o pus que em quase todas contém, poderá causar coisa bem pior.

Deus nos fez a sua imagem, mas o pecado nos fez ser miseráveis porque aspiramos todos os dias às coisinhas que escondemos dos outros.

Aquela suposta virtude que temos para que quando nos olham, pensam: “esse sim é um homem sério e certo!”, não sabendo aqueles, que nele residem: quem sabe, coisa pior que a sua.

Não se trata aqui de ser ou não uma pessoa certa, mas o problema estar que ele está pecando, às vezes sem mesmo se dando conta que sua empresa fornece-lhe benefícios por causa dos seus confortos.

Concorda com tudo, porque sente medo de não possuir mais as credencias que uma vez lhes foram outorgadas e seria uma vergonha para ele e sua família se assim não as tivessem.

Percebeu que ele consente com o pecado, e, portanto, é pecador, e talvez esteja em pior situação até mesmo porque não sente nenhuma necessidade em descobrir ou fazer despercebido do mesmo? Pois é...

Como se pode vê, nós os conhecemos e estão por aí se fazendo de homens intelectuais e quem sabe santinhos de pau oco.

Não estamos aqui também afirmando que todos agem dessa forma, pois alguns mesmo sendo pessoas bem quistas, talvez nunca se dessem conta disso.

Donde vem o asco para isso, é que os conhecemos mais e muito mais. Eu entendo também que existem homens que todos os seus intuitos é ajudar outros, e concordo que isso também é um fato visto.

Não generalizo, porque existem homens realmente certos e corretos porque nele reside a beleza de ser quase perfeitos – e porque não dizer, convertidos de tudo.

Embora sejam homens condizentes com que pregam e agem, eles também, cometem erros, mesmo que estejam certos nos que alegam porque estão inseridos no mesmo sistema.

Estão numa roda de coisas, numa agenda sem mesmo se dando conta que estão cometendo atos injustos.

Basta saber que se aceita, já está envolvido em esquemas.  A fórmula para o bem maior talvez não exista, mas sabemos que nosso modelo é Jesus Cristo, do qual deva ser todos os nossos atos dele gozarmos.

Se preferirmos busca-lo, olharmos e nos realizarmos Nele, de fato, cometerão poucos erros.
Porque tu, Senhor, és a minha lâmpada; e o Senhor ilumina as minhas trevas. 2 Samuel 22:29

A inteligência não está em aceitar de tudo, mas nos desenvolvermos com autocrítica: estamos aceitando de tudo a fim de um dia entrarmos na verdadeira justiça? Pensar faz bem! Até mais!


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