sexta-feira, 26 de junho de 2015

Uma fé de amuletos, imagens e ídolos


Na antiguidade existia um termo muito usado que era “Idade da Fé”, isso era conhecido, pois era um tempo onde muitos se apegam nesta mesma com o fim de permanecer religioso.

Era uma era onde a religião que comandava o mundo, o tempo da “Idade Média”, tempo de perseguição, amor, companheirismo, inimizade, falsidade etc. A fé estava enraizada no povo.

Mesmo que houvesse lutas e guerras uns contra outros, a fé estava em quase todos os lugares.

No passado os teólogos sentiam a necessidade de apresentar um Deus incorpóreo; por outro lado, a população entregava-se em acreditar e disseminar que, Deus era um ser presente com forma.
Conferia-lhe imagens e por vezes, qualidades humanas. 

Deus era representado de forma concreta, pois assim buscavam em escritos, que ele estava sentado no trono e de lá julgava toda a humanidade. Muitos que já havia visualizado quando contado, seja pelos escritos, ou seja, pelas testemunhas passados de pai para filho, sabia quem era o Cristo.

Assim sendo, na cabeça da massa, compreendiam e estava diretamente ligado com a crença que dependiam inteiramente do Pai e do Filho para solucionar seus problemas, pois como juiz e rei, poderia resolver.

Até nos dias de hoje, não só pensam no julgamento, como muitos católicos praticantes, temem Deus não porque lhes possa ser honrado uma vez que criou tudo, mas porque ele pode mandar uma alma para o inferno eterno.

Embora acreditem que Jesus possa interceder por todos diante do Eterno, e essa interpretação não está errada; muitos possuem a fé na sua visão que o cordeiro possa falhar diante do Pai.
No apego de seus crucifixos, imagens e ídolos demostra esse fato concreto quando induz nas suas adorações esses.

A Igreja conclui-se que essa iconoclastia  tem problema porque acreditam que isso interfere na fé dos irmãos.
Contudo, fecham os olhos para o mandamento de “não adorarás imagens nem esculturas”, mesmo que aleguem não estejam fazendo isso, não é o que parece quando levam essas mesmas imagens  esculturas nas costas desfilando nos ombros ou em carros alegóricos.

Essas mesmas imagens houve aversão, quanto um extremo desentendimento entre o imperador bizantino Leão III e o papa Gregório III em 730, conhecido como movimento Iconoclasta.

Ele acreditava que Deus sendo por natureza completa, ou, seja essa, atributos,  comunicáveis ou incomunicáveis, tais alguns: Eterno, Onisciente, Onipotente, Onipresente, Imutável etc., não poderia ser representado por simples objetos de cultos nas igrejas ou fora dela.
Diante disso, em Bizâncio, todos esses fetiches, símbolos de tradições humanas instituídas nas igrejas católicas, foram totalmente destruídas tais supostas relíquias.

Entretanto, com espírito de ira e raiva, o papa Gregório III excomungou todos aqueles que destruíram seus objetos de adorações e ordenou que fossem instituídas essas, no ocidente com o fim de dá crédito aos seus efeitos, e está frente à história, nem que para isso, fosse contrário aos pergaminhos bíblicos.

Diferente da Igreja Ortodoxa Bizantina até os dias de hoje, ela não permite tais objetos.

Conclusão

A fé não pode ser cega, uma vez que quando se ler que não é permitido nos escritos proféticos introduzirem práticas como ícones de adorações, em contraste ao que Deus quer que somente ele seja adorado – faz-se errado.

A igreja assim considera seus irmãos, como escravos dos seus erros, pois não admitem que estes estejam crendo no que possa ler e assim saber o que seja verdadeiro, para o cumprimento daquilo que esteja certo. [G]







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