sábado, 13 de abril de 2013

A Igreja Ecumênica

                                                         
“Podes tu, com anzol, apanhar o crocodilo ou lhe travar a língua com uma corda? Acaso, te fará muitas suplicas? Ou te falará palavras brandas? Fará ele acordo contigo? Ou tomá-lo-ás por servo para sempre? Brincarás com ele, como se fora um passarinho? Ou tê-lo-ás preso à correia para as tuas meninas? Acaso teus sócios negociam com ele? Ou o repartirão entre os mercadores?” (Jó 41.1-6).

Acabou-se século XX e surge o século XXI, quando nos é aberto uma luz num túnel para poder ver a religião e a espiritualidade, e o que está acontecendo no pós-mordenismo, e toda sua ascensão.  

A igreja futura nos apresenta uma maneira de rejeição amena aos princípios morais, isto é, sem muita força. Fico preocupado por está agregando, secularismo, no sentido de ajuda, e mesmo tendo como base à Bíblia em épocas difíceis por todo mundo, a sua vitalidade e energia passa ser intensificada por alimentar à alma aflita; causando assim um idealismo comum.

Ela quer dá sentido a tudo que às igrejas não poderia explicar. E qual é o problema que pode haver nesta forma de ser? Eu sei que ela tenta a todo custo ajudar e alimentar às pessoas que precisam de alimentos; quer seja no contexto espiritual como também no contexto material. Porém, a sua importância deve definir-se Naquele que tudo pode: Jesus Cristo.

E nessa era de tecnologia, com rapidez da comunicação, tudo fica perto. O saber tudo relativo de cada religião e no que às pessoas creem é que podem nos fazer, um guia eficaz para atingir nossos objetivos na compreensão nos ditames da lógica em referência ao preconceito.

Muitas pessoas no mundo entendem iguais sobre o contexto da salvação ser através de Jesus Cristo; mas, além disso, os focos de muitos, são o que podemos chamar de teologia da prosperidade, mudando à forma de muitos acreditarem ser essa maneira para crer, ao invés de saber não ser aqui nossa morada. 

Pensando nisso, hoje muitos dos estudos são voltados para essa forma de interpretação bíblica.  Coisa que deve ser rejeita!

Quase todas ás igrejas tentam ter um elo em comum, seja no campo político, econômico ou espiritual, querendo assim poder, fazer, conseguir uma melhor civilização no empenho ao que conduz o cristão a aproximar-se de Deus. 

A pergunta é: Estou entrando num estado de multiplicação? Seria essa a melhor maneira de nos achegar aos nossos amigos mesmo com diferenças teológicas e estruturais? O modelo necessário dessa aproximação pode ser apresentado como uma forma ecumênica, mesmo à igreja não percebendo.

Como fazer para não entrar nesse campo, embora saibam que todos tentam pregar, Jesus Cristo; porém, muitas vezes ofuscado pelos erros? Na fé, não se pode somente acreditar ser através do humano, porque às forças humanas são falhas; entra ai o transcendental, o invisível, e o sobrenatural, para exercer e propiciar a melhor maneira da conversão adequada. 

Sem uma intervenção mesmo sendo teológica, pois, existem paralelos complexos entre pessoas para obter informações profundas ao que se refere nas visões bíblicas.

Concluindo: Não ser diferente, pode levar a sermos iguais, e os iguais, não expressam muitas vezes a verdade por estar defendendo seu idealismo que muitas vezes não é a salvação de almas; mas, seus interesses financeiros.
 E ainda existem outros, que não aceitam perder seus patrimônios que foram adquiridos mesmo que não tenha sido de forma honesta, para não perder sua força perante a sociedade. O bem comum muitas vezes não está nos princípios comuns. O ecumenismo é um ideal em aceitar os pensamentos contrários para torná-los comuns. Que nós possamos entender que é a fé nos preceitos de Deus, que nos torna os remanescente fiéis e não nos princípios comuns. Amém! (G).